segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Meu Jogo Inesquecível: há 50 anos, Evaristo brilhava num Barça x Real
Com lugar de destaque no museu do Camp Nou, ídolo fez gol que selou os 2 a 1 na Liga da Europa, freando hexa de Di Stéfano, Puskas & Cia.
Por Márcio Mará Rio de Janeiro
A rivalidade no clássico não era só esportiva, mas também política. A Catalunha contra Madri"
Evaristo
Semana passada, na casa de Evaristo, o telefone tocou. A ligação era de Barcelona. Um dos maiores ídolos do clube catalão, com lugar de destaque no museu do Camp Nou, confessa que foi pego de surpresa. Não recordava da passagem dos 50 anos da partida, que tem importância enorme em sua carreira. O golaço de peixinho, segundo do Barça na partida, foi fundamental para a vitória. Depois, o time até perdeu a final da Liga da Europa para o Benfica de Eusébio. Mas o jogo com o maior rival se tornou inesquecível para o ex-atacante e ex-treinador, hoje com 77 anos, e os torcedores do Azul-Grená.
- Uma rádio lá da Catalunha me ligou. Era para falar sobre esse gol e uma goleada de 8 a 0 que demos, o Barcelona a repetiu na última semana... Fiz partidas marcantes por lá. Teve uma em que marquei três gols no Real Madrid. Mas essa da Liga da Europa, pelo que representava... Foi uma alegria muito grande naquele dia na cidade. Quando o Barça ganha do Madrid, é uma euforia. Eliminá-los foi uma loucura. A rivalidade não era só esportiva, mas também política. A Catalunha contra Madri. Mas nós, jogadores, não nos envolvíamos com isso.
A maior dificuldade, segundo Evaristo, nem foi pela rivalidade política, mas pela força do grande rival na época. Se o Santos brilhou com o bicampeonato da Libertadores e do Mundial Interclubes, o Real mandava na Europa.
Quando o Barça ganha do Madrid, é uma festa. Eliminá-los foi uma loucura"
Evaristo
Evaristo recebeu também uma cópia do lance, que guarda com carinho. A imagem não é de qualidade boa. Mas dá para rever sempre a velocidade do ex-atacante na jogada, que começou num escanteio cobrado por Kubala para Olivella, pelo lado direito.
- O Olivella, nosso lateral, dominou e bateu na bola, mas não era um cruzamento. Foi um chute-centro. Vi que não ia dar tempo de chegar na corrida para bater com o pé. São aquelas coisas de um segundo... Resovi ir pelo ar, o Vicente, o goleiro deles, não conseguiu alcançá-la. Um lance muito difícil de se repetir. A precisão na velocidade e no arremate. O gol foi importante porque a partida estava 1 a 0 para nós e muito dura. Deu-nos mais tranquilidade.
Partida tensa
O jogo no Camp Nou já havia começado tenso. No confronto de ida, no Santiago Bernabéu, em Madri, houve empate por 2 a 2. Favorito, o Real teria de vencer no tempo normal para evitar uma prorrogação. Mas acabou surpreendido aos 33 minutos. Em cruzamento do húngaro Kubala, Vergés abriu o placar.
(Foto: Reprodução / Site Oficial do Barcelona)
- Não teve erro de arbitragem. Futebol é isso mesmo, tem discussão. Muitos alegam que a arbitragem nos favoreceu, mas não vi assim não. Merecemos a vitória. Eles reclamam de um lance, mas, se empatassem a partida, ainda haveria prorrogação. Tivemos motivos para comemorar. O Real tinha um timaço. O Di Stéfano vinha de trás. O Puskas ficava mais próximo da área, e batia muito bem. Não errava o gol. O Gento era muito rápido...
A euforia em Barcelona foi intensa após a vitória que eliminou o grande rival. Segundo Evaristo, houve um grande jantar para a diretoria e os conselheiros. O time avançou na competição e foi à final, contra o Benfica de Eusébio. Mas aí, o clube português levou a melhor, venceu por 3 a 2 e ficou com a taça. O brasileiro lamenta até hoje um lance no fim do jogo no qual a bola bateu na trave.
Com a camisa merengue
cumprimenta rivais pela vitória no Camp Nou (Foto:
Reprodução / Site Oficial do Barcelona)
- Tive de sair do Barcelona porque o clube queria que eu me naturalizasse espanhol, e eu não. O Madrid me ofereceu um contrato sem essa obrigação. Mas, infelizmente, uma lesão no joelho me atrapalhou lá, apesar de que tive boas atuações - afirmou Evaristo, muito mais ligado ao clube catalão, onde foi campeão da Copa do Rei em 1959 e espanhol em 1959 e 1960. Na equipe merengue, foi tri espanhol, em 1963, 64 e 65 antes de voltar ao Flamengo para ser campeão carioca também em 1965.
Com 14 partidas e oito gols pela Seleção Brasileira, o ex-jogador e técnico, que deixou de ir ao Mundial na Suécia, em 1958, por ter se transferido para o exterior, viveu bons momentos também no Rubro-Negro, onde foi tricampeão carioca em 1953-54-55. Lembra da partida que garantiu o bicampeonato, contra o Vasco, Depois, no ano seguinte, os três jogos emocionantes contra o América.
- No primeiro jogo, na vitória por 1 a 0, o gol foi meu. Nos 5 a 1 para eles, ficamos com um a menos. Mas devolvemos depois, nos 4 a 1, placar que nos deu o tricampeonato. Foi também muito marcante - afirmou o ex-jogador.
Depois como técnico, Evaristo foi campeão brasileiro pelo Bahia (1988) e da Copa do Brasil pelo Grêmio (1997), além de conquistar titulos regionais pelo Tricolor gaúcho, o baiano e o Santa Cruz, entre outros. Mas o auge, reconhece, foi jogando pelo Barça. E hoje, quando ligar a TV para assistir ao Superclássico, vai lembrar certamente dos melhores momentos que viveu no Camp Nou. Especialmente aquele, em 23 de novembro de 1960.
Ramallets, Olivella, Garay, Gracia e Verges; Segarra e Kubala; Evaristo, Kocsis, Suarez e Villaverde. | Vicente, Marquitos, Santamaría, Pachin e Vidal; Zárraga e Canário; Del Sol, Di Stéfano, Puskas e Gento |
Técnico: Enrique Orizaola | Técnico: Miguel Muñoz |
Gols: no primeiro tempo, Vergés, aos 33 minutos. No segundo, Evaristo, aos 36, e Canário, aos 41 | |
Cartões amarelos: não havia na época | |
Local: Estádio Camp Nou, Barcelona, Espanha. Data: 23 de novembro de 1960. Competição: Liga da Europa (Liga dos Campeões). Público: 90 mil pessoas. |
Alta temperatura é o maior desafio do Qatar para ser sede da Copa de 2022
Representante do comitê organizador diz que dificilmente o país permitirá a venda da bebidas alcóolicas nos estádios durante a realização do Mundial
Por Márcio Iannacca Rio de Janeiro
O Qatar está na briga para ser sede da Copa do Mundo de 2022. Além do país do Oriente Médio, Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Austrália lutam para receber o Mundial. A escolha será na próxima quinta-feira, em Zurique, na Suíça. Porém, para atingir o seu objetivo, o país tem lutado para mostrar à Fifa que as altas temperaturas que castigam o local no período da competição não vão afetar os participantes do torneio. Para vencer a disputa, o comitê organizador tem batido na tecla de que os estádios e os locais de treinamento serão todos climatizados para abrigar um dos maiores eventos do planeta.
Estádio do Al Rayyan vai receber painéis em seu entorno que exibirão imagens dos atleta (Foto: Divulgação)O Qatar indicou 11 estádios à Fifa para receber o Mundial de 2022. De acordo com Luciana Ceccato Farah, diretora de artes e cultura do comitê organizador da candidatura do Qatar, o país está preocupado em dar as melhores condições aos jogadores e aos profissionais que visitaram o país durante a Copa do Mundo.
- A tecnologia para climatizar os estádios já existe. Durante a inspeção da Fifa, eles foram em um campo de treinamento que já contava com o sistema de refrigeração, alimentado por energia solar. A temperatura padrão que os locais são mantidos beiram os 23 graus, mas podem chegar até 19 graus - afirmou Luciana, que mora no Qatar há cinco anos e ingressou no comitê organizador por falar português.
GALERIA DE FOTOS: veja os estádios oferecidos pelo Qatar para a Copa de 2022
Em seu relatório de análise dos países candidatos, a Fifa demonstrou preocupação com a temperatura do país no período do Mundial.
- O fato de a competição estar planejada para junho/julho, os dois meses mais quentes do ano na região, é preciso ser considerado como possível risco à saúde para os jogadores, autoridades, representantes da Fifa e espectadores, e requer a tomada de precauções - apontou a Fifa em seu relatório, mas sem descartar nenhuma candidatura.
Outro dado que chama a atenção na candidatura do Qatar é a presença de ex-jogadores como embaixadores da campanha. O francês Zinedine Zidane, o espanhol Pep Guardiola, o holandês Ronald De Boer e o argentino Gabriel Batistuta, todos com passagens pelos principais clubes do país, cederam suas imagens para o comitê local. Além deles, o técnico Bora Milutinovic e o camoronês Roger Milla também fazem parte do processo.
Zidane e Ronald De Boer são embaixadores da campanha do Qatar (Foto: Divulgação / Twitter)Os membros do comitê organizador do Qatar aproveitaram o amistoso entre Brasil e Argentina, no último dia 17 de novembro, para divulgar a candidatura do país. Além da presença de estrelas do quilate de Ronaldinho Gaúcho e Messi, que marcou o gol do triunfo dos hermanos por 1 a 0, alguns embaixadores como Zidane e De Boer também estiveram no Khalifa International Stadium, local destinado à abertura da Copa de 2022, caso o país seja escolhido pela Fifa.
Confira abaixo a entrevista com a representante do comitê organizador do Qatar:
GLOBOESPORTE.COM: Chegou o momento do Oriente Médio?
LUCIANA CECCATO FARAH: Está na hora de uma Copa do Mundo no Oriente Médio. A população tem loucura pelo futebol no Qatar. Para ele é como no Brasil. Os torcedores adoram a Seleção Brasileira.
O confronto entre a Seleção e a Argentina serviu para divulgar a candidatura?
LCF: Foi para mostrar que podemos organizar um grande evento. O mundo ainda não sabe que dá para se divertir muito no Oriente Médio, principalmente no Qatar.
O Qatar é um país religioso e as bebidas alcóolicas não são vendidas livremente. Como será na Copa do Mundo?
LCF: Bebidas alcóolicas são vendidas apenas nos hotéis e nas Fan Zones. Nos estádios eu acho muito difícil que sejam comercializadas.
Ronaldinho Gaúcho e Messi duelaram no Khalifa
International Stadium (Foto: Mowa Press)E como é a frequência dos torcedores nos estádios?
LCF: Os estádios são menores do que nos Emirados Árabes. E quando o campeonato vai chegando ao fim, os torcedores comparecem em peso para assistir aos seus times. O Al Rayyan, o Al Sadd e o Al Arabi sempre estão com os estádios lotados.
Como será resolvido o problema dos transportes?
LCF: Será construída uma rede de metrô de superfície, que liga a área de hotéis e estádios. Vamos construir uma ponte que vai ligar a capital do Qatar a do Bahrein. De carro, o espectadores vão chegar em uma hora e meia. De trem, os torcedores chegam em trinta minutos.
Qual é o ponto forte e o destaque negativo da campanha?
LCF: O ponto forte é que o Mundial será realizado em um lugar exótico, seguro e em um país pequeno. A Copa será compacta. Você não precisa nem mudar de hotel. Os contras são a temperatura, o sistema de transporte e hotelaria, que precisam melhorar.
- A tecnologia para climatizar os estádios já existe. Durante a inspeção da Fifa, eles foram em um campo de treinamento que já contava com o sistema de refrigeração, alimentado por energia solar. A temperatura padrão que os locais são mantidos beiram os 23 graus, mas podem chegar até 19 graus - afirmou Luciana, que mora no Qatar há cinco anos e ingressou no comitê organizador por falar português.
GALERIA DE FOTOS: veja os estádios oferecidos pelo Qatar para a Copa de 2022
Em seu relatório de análise dos países candidatos, a Fifa demonstrou preocupação com a temperatura do país no período do Mundial.
- O fato de a competição estar planejada para junho/julho, os dois meses mais quentes do ano na região, é preciso ser considerado como possível risco à saúde para os jogadores, autoridades, representantes da Fifa e espectadores, e requer a tomada de precauções - apontou a Fifa em seu relatório, mas sem descartar nenhuma candidatura.
Outro dado que chama a atenção na candidatura do Qatar é a presença de ex-jogadores como embaixadores da campanha. O francês Zinedine Zidane, o espanhol Pep Guardiola, o holandês Ronald De Boer e o argentino Gabriel Batistuta, todos com passagens pelos principais clubes do país, cederam suas imagens para o comitê local. Além deles, o técnico Bora Milutinovic e o camoronês Roger Milla também fazem parte do processo.
Confira abaixo a entrevista com a representante do comitê organizador do Qatar:
GLOBOESPORTE.COM: Chegou o momento do Oriente Médio?
LUCIANA CECCATO FARAH: Está na hora de uma Copa do Mundo no Oriente Médio. A população tem loucura pelo futebol no Qatar. Para ele é como no Brasil. Os torcedores adoram a Seleção Brasileira.
O confronto entre a Seleção e a Argentina serviu para divulgar a candidatura?
LCF: Foi para mostrar que podemos organizar um grande evento. O mundo ainda não sabe que dá para se divertir muito no Oriente Médio, principalmente no Qatar.
O Qatar é um país religioso e as bebidas alcóolicas não são vendidas livremente. Como será na Copa do Mundo?
LCF: Bebidas alcóolicas são vendidas apenas nos hotéis e nas Fan Zones. Nos estádios eu acho muito difícil que sejam comercializadas.
International Stadium (Foto: Mowa Press)
LCF: Os estádios são menores do que nos Emirados Árabes. E quando o campeonato vai chegando ao fim, os torcedores comparecem em peso para assistir aos seus times. O Al Rayyan, o Al Sadd e o Al Arabi sempre estão com os estádios lotados.
Como será resolvido o problema dos transportes?
LCF: Será construída uma rede de metrô de superfície, que liga a área de hotéis e estádios. Vamos construir uma ponte que vai ligar a capital do Qatar a do Bahrein. De carro, o espectadores vão chegar em uma hora e meia. De trem, os torcedores chegam em trinta minutos.
Qual é o ponto forte e o destaque negativo da campanha?
LCF: O ponto forte é que o Mundial será realizado em um lugar exótico, seguro e em um país pequeno. A Copa será compacta. Você não precisa nem mudar de hotel. Os contras são a temperatura, o sistema de transporte e hotelaria, que precisam melhorar.
Ricardo Teixeira critica aeroportos e elogia ação policial no Rio de Janeiro
Presidente da CBF respondeu a perguntas feitas por líderes empresariais sobre a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Confira os principais tópicos
Por Leandro Canônico e Tiago Leme São Paulo
A maioria delas foi feita por empresários e teve como foco preocupações a respeito da organização do Mundial. Dentre os principais assuntos tratados por Teixeira estão os aeroportos, a segurança pública e a hotelaria. Segundo o presidente da CBF, a ação da polícia na guerra com os traficantes no Rio de Janeiro foi elogiada pela Fifa.
Confira abaixo os principais tópicos do debate de Teixeira com os empresários:
Obras
“À exceção de São Paulo, as obras estão começando. Tudo está sendo monitorado por uma empresa contratado pela Fifa e nós, do Comitê Organizador, teremos acompanhamento diário por internet e câmeras de vídeo”.
“Eu digo que são três os problemas da Copa no Brasil: aeroporto, aeroporto e aeroporto"
Ricardo Teixeira
“Eu digo que são três os problemas da Copa no Brasil: aeroporto, aeroporto e aeroporto. Esse é um gargalo que tem de ser ultrapassado. Mas tenho visto com otimismo que a iniciativa privada entra nessa questão dos aeroportos”.
Segurança pública
“Eu vi com otimismo essa ação no Rio de Janeiro. É uma tomada de atitude. A Fifa também tem visto por esse lado. Não é a solução ainda, mas é um primeiro passo. Com relação ao terrorismo na Copa do Mundo, nós já temos um departamento montado. Tivemos pessoas em Israel, na África do Sul e no Japão estudando a respeito, até porque não estamos acostumados a terrorismo político”.
Hotelaria
“A Fifa tem uma empresa que faz a análise disso no país-sede. E a última posição que temos é que o Brasil já ultrapassou o número de leitos necessários. Mas mesmo assim eu tenho convicção de que até a Copa as cidades ainda vão investir muito em hotelaria, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”.
Copa das Confederações
“A Fifa, pela primeira vez, tem feito um trabalho forte para que a Copa das Confederações cresça, porque ela já é tecnicamente importante. Devemos ter cinco sedes (esse número pode cair para quatro) e eu espero que seja um grande vestibular para nós brasileiros”.
Sérgio Cabral garante pacificação de todas comunidades do Rio até 2014
Governador diz que segurança antes, durante e depois dos Jogos Olímpicos de 2016 é um compromisso dele com o Comitê Olímpico Internacional
Por Lydia Gismondi Rio de Janeiro
até 2014 (Foto: Carlos Magno / Divulgação)
- Eu sempre disse aos membros do Comitê Olímpico Internacional que nós não temos só o compromisso de fazer um evento olímpico e paraolímpico e dar paz aos milhares de visitantes. Nós queremos dar um legado de segurança antes, durante e depois. E eu me comprometi na campanha eleitoral a recuperar todos os territórios ocupados pelo poder paralelo. Eu tenho certeza absoluta que vou cumprir esse compromisso até 2014 – disse Sérgio Cabral, que foi muito aplaudido durante o evento promovido pelo jornal “O Globo”.
O presidente da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis (ABHI), Álvaro Brito, foi um dos palestrantes que mostrou mais otimismo com as ações do governo estadual. A segurança pública era uma das maiores preocupações do setor para a realização dos grandes eventos esportivos na cidade.
- Para mim, o nosso maior problema é com a segurança. E o governo do estado está dando uma resposta bonita. Foi um negócio fantástico. Mas eu diria que essa é a primeira etapa – afirmou.
Diretor de logística de Atenas-2004 faz alerta sobre gastos
Com a presença do diretor de logística das Olimpíadas de Atenas 2004, Evangelos Angeletopoulos, o seminário também teve como objetivo proporcionar uma interação entre as duas cidades sedes. O grego ressaltou a importância da atenção com os gastos, que costumam “ser o dobro do previsto”. Outro ponto destacado é que cada cidade tem suas próprias necessidades e dificuldades e, portanto, pouca coisa pode ser aproveitada das edições anteriores da competição.
- A transferência de conhecimento não é maior do que 40%. Normalmente, o comitê organizador recebe muitos dados e a maioria deles é porcaria – disse Evangelos.
O governador Sérgio Cabral elogiou o trabalho feito pelos gregos, mas deixou claro que não será o principal exemplo seguido pelo Rio de Janeiro.
- Eu estive lá alguns dias e tive a oportunidade de verificar os benefícios que a cidade teve. Mas, com todo o respeito a Atenas, nós temos outras cidades também como referências de conquistas a partir dos Jogos Olímpicos, como Barcelona – afirmou o governador.
Situação dos aeroportos do Rio de Janeiro preocupa
A situação dos aeroportos do Rio de Janeiro, principalmente do Galeão, também foi um assunto bastante discutido nesta segunda-feira. Dois palestrantes criticaram suas condições. O presidente da ABIH, Álvaro Brito, disse que tratam-se de “rodoviárias”, enquanto o consultor em infraestrutura aeroportuária José Wilson Massa criticou seus acessos. O governador Sérgio Cabral também reconheceu que será um grande desafio transformar o “precário aeroporto em um condizente com o calendário do Rio”.
- As obras de revitalização do Galeão foram iniciadas em 2008 e eu entendo que elas ficarão a tempo não só das Olimpíadas como da Copa. Agora, em termos de acesso, o Galeão preocupa – disse José Wilson Massa, consultor em infraestrutura aeroportuária. Como alternativa, ele sugeriu a criação de uma ligação marítima pela Baía de Guanabara.
Rafael Fonseca não se intimida com Gibernau e leva bateria da Supermoto
Brasileiro vence a primeira etapa do Desafio Internacional, na Bahia. A segunda será neste domingo, às 11h, com transmissão ao vivo da TV Globo
Por GLOBOESPORTE.COM Lauro de Freitas, Bahia
Alex Barros (Foto: Divulgação)
A melhor briga da corrida, no entanto, ficou por conta de Alex Barros e Francisco Velasco. Os dois alternaram posições durante cinco voltas, com Barros tendo um melhor desempenho no asfalto e Velasco mostrando mais eficiência no cross. Alex Barros conseguiu abrir uma boa distância e chegou na terceira colocação.
Velasco se enrolou e travou uma disputa com Beto Guizardi, que garantiu a quarta posição. Velasco foi o nono.
Classificação da primeira bateria:
1º) Rafael Fonseca (BRA)
2º) Sete Gibernau (ESP)
3º) Alex Barros (BRA)
4º) Beto Guizardi (BRA)
5º) Simone Ceccheti (ITA)
6º) Philippe Thiriet (BRA)
7º) Juliano Meira (BRA)
8º) Danielo Andric (BRA)
9º) Francisco Velas (BRA)
10º) Alexandre Campos (BRA)
11º) Airton Dare (BRA)
12º) Antonio Chiari (BRA)
13º) Kleber Justino (BRA)
14º) Carlos Medeiro (BRA)
15º) Rodrigo Sobral (BRA)
16º) Sabrina Paiuta (BRA)
17º) Ricardo Sato (BRA)
18º) Massimo Roccoli (ITA)
19º) Gerson Incerti (BRA)
20º) Alisson Candido (BRA)
21º) Simão Lawant (BRA)
22º) Antonio Casalim (BRA)
23º) Milton Adib (BRA)
24º) Jorge Negretti (BRA) - não completou
25º) Lucas Barros (BRA) - não largou
Fiasco no Brasileiro abre caminho para mudança geral no Flamengo
Luxemburgo terá carta branca para rejuvenescer o elenco. Geração campeã brasileira será desfeita
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Escapar do rebaixamento perdendo em casa para o Cruzeiro por 2 a 1 escancarou o leque de deficiências do Flamengo. A campanha sofrível no Campeonato Brasileiro tem um lado bom, segundo análise da diretoria e da comissão técnica: o clube poderá se desfazer de diversos jogadores sem 'peso na consciência'.
A geração que se perpetua no clube desde 2006 está perto do fim. O treinador Vanderlei Luxemburgo reconhece que é hora de o clube aproveitar o fracasso do ano para se reconstruir. A principal missão é tornar o grupo mais jovem.
Léo Moura, Petkovic e Juan: símbolos do hexa com futuro indefinido (Foto: Vipcomm)- O Flamengo tem a oportunidade de se refazer. Foi muito bom até pela forma que aconteceu, sem cortina de fumaça. Se o time chegasse aos 50 pontos, por exemplo, poderia ser diferente. Precisamos de muitas coisas – analisou.
O lateral Juan deve ser o símbolo da nova filosofia. O jogador está no Rubro-Negro desde 2006, e há quase unanimidade de que o ciclo chegou ao fim. Desta forma, o contrato não será renovado. A situação de Léo Moura é diferente. Ele tem vínculo por mais uma temporada e pode até ficar. No entanto, recebeu propostas generosas de Inter e Santos e reivindica um reajuste.
A política de contratações de 2010 mostrou-se equivocada. Renato, Val Baiano, Deivid e Diogo, que chegaram no meio do ano, têm salários elevados e há dificuldade para negociar possíveis rescisões. Outro caso emblemático é o de Petkovic.
Em maio, o vice de finanças Michel Levy viu-se pressionado coma ameaça de rompimento do acordo judicial do sérvio por falta de pagamento e, em conjunto com Patrícia Amorim, optou pela renovação até o fim de 2011, quando o apoiador estará com 39 anos. O jogador é tratado como 'herança maldita' internamente por causa da idolatria que desperta na torcida mesmo sem produzir em campo.
Em relação a contratações, o cenário é nebuloso. Vanderlei Luxemburgo indicou, em conversas informais, três nomes: o zagueiro Manoel, do Atlético-PR, o volante Serginho, do Atlético-MG e o lateral-esquerdo Junior Cesar, do São Paulo. Os três, porém, ainda têm contrato em vigor e seria necessária contrapartida financeira para contratá-los.
Junior Cesar, Serginho e Manoel: indicados por Luxemburgo (Foto: Vipcomm / Globoesporte.com / AE)A possibilidade de Adriano retornar ao Brasil não empolga. Tanto Patrícia Amorim quanto Luiz Augusto Veloso não têm interesse em tê-lo novamente no elenco por causa dos problemas extracampo. A negociação por Diego Forlán ganhou simpatia da diretoria, mas esbarra na má vontade de Luxa. O treinador avisou que todas as contratações terão de passar por ele e considerou o uruguaio experiente demais e caro.
Confira a situação dos principais jogadores do elenco:
Marcelo Lomba – O goleiro de 24 anos entrou na fogueira por causa da prisão de Bruno e teve um bom início. Entretanto, falhou na reta final e a diretoria pretende buscar um camisa 1 mais experiente.
Léo Moura – Com mais de 300 jogos no clube, o lateral só sai se quiser. Mas este é o problema. Com o contrato defasado em relação aos que foram contratados neste ano, o jogador tem proposta de Santos e Inter e reivindica aumento.
Welinton – O zagueiro se salvou do desastre na reta final e conseguiu se valorizar. Tem proposta de Napoli e Stuttgart e pode ser usado como um dos poucos trunfos para obter receita.
Ronaldo Angelim – O herói do hexa não goza mais de prestígio no Flamengo e, apesar de ter mais um ano de contrato, pode retornar ao Fortaleza.
David Braz - Fla adquiriu 50% dos direitos econômicos dele no meio do ano e deve mantê-lo.
Juan – O contrato do lateral termina no fim do ano e dificilmente será renovado. Atuações ruins, alto salário e desgaste contribuem para decisão.
Rodrigo Alvim – Está fora dos planos, mas tem contrato até janeiro de 2013 e salário considerado alto.
Maldonado – Depois de um ano ruim, reconquistou a vaga na reta final e está nos planos para 2011.
Willians – O volante não é querido por Luxemburgo e tem proposta do Santos. A prioridade, no entanto, é negociá-lo com a Europa.
Kleberson – O compromisso até o fim de 2012 o prende ao Flamengo, mas não é considerado inegociável. Recentemente, o Tigres, do México, o envolveu em uma possível troca com Everton.
Correa – Tem contrato até o meio do ano, mas também não agrada ao treinador.
Petkovic – Contrato até o fim de 2011 e acordo judicial dificultam rescisão. Porém, aposentadoria forçada não está descartada.
Renato – Aos 32 anos, fez gols importantes na luta contra o rebaixamento. Mas muito pouco pelo peso que tem na folha salarial.
Marquinhos – Não foi bem na chance que teve no time titular e saiu de campo vaiado. Tem contrato até o fim de 2011 e pode ficar para compor elenco.
Val Baiano – Tem mais um ano de contrato e ausência de propostas deve fazê-lo permanecer.
Deivid – Maior salário do grupo e início desastroso. No entanto, comissão técnica acredita que boa pré-temporada pode recuperá-lo.
Diogo – Outro fracasso. Empréstimo termina em junho e pode ser feito acordo para devolvê-lo ao Olympiacos.
Diego Maurício – É o atacante com mais gols no Brasileirão: cinco. Sai de 2010 como boa surpresa do clube. Recentemente, renovou contrato até 2015.
A geração que se perpetua no clube desde 2006 está perto do fim. O treinador Vanderlei Luxemburgo reconhece que é hora de o clube aproveitar o fracasso do ano para se reconstruir. A principal missão é tornar o grupo mais jovem.
O lateral Juan deve ser o símbolo da nova filosofia. O jogador está no Rubro-Negro desde 2006, e há quase unanimidade de que o ciclo chegou ao fim. Desta forma, o contrato não será renovado. A situação de Léo Moura é diferente. Ele tem vínculo por mais uma temporada e pode até ficar. No entanto, recebeu propostas generosas de Inter e Santos e reivindica um reajuste.
A política de contratações de 2010 mostrou-se equivocada. Renato, Val Baiano, Deivid e Diogo, que chegaram no meio do ano, têm salários elevados e há dificuldade para negociar possíveis rescisões. Outro caso emblemático é o de Petkovic.
Em maio, o vice de finanças Michel Levy viu-se pressionado coma ameaça de rompimento do acordo judicial do sérvio por falta de pagamento e, em conjunto com Patrícia Amorim, optou pela renovação até o fim de 2011, quando o apoiador estará com 39 anos. O jogador é tratado como 'herança maldita' internamente por causa da idolatria que desperta na torcida mesmo sem produzir em campo.
Em relação a contratações, o cenário é nebuloso. Vanderlei Luxemburgo indicou, em conversas informais, três nomes: o zagueiro Manoel, do Atlético-PR, o volante Serginho, do Atlético-MG e o lateral-esquerdo Junior Cesar, do São Paulo. Os três, porém, ainda têm contrato em vigor e seria necessária contrapartida financeira para contratá-los.
Confira a situação dos principais jogadores do elenco:
Marcelo Lomba – O goleiro de 24 anos entrou na fogueira por causa da prisão de Bruno e teve um bom início. Entretanto, falhou na reta final e a diretoria pretende buscar um camisa 1 mais experiente.
Léo Moura – Com mais de 300 jogos no clube, o lateral só sai se quiser. Mas este é o problema. Com o contrato defasado em relação aos que foram contratados neste ano, o jogador tem proposta de Santos e Inter e reivindica aumento.
Welinton – O zagueiro se salvou do desastre na reta final e conseguiu se valorizar. Tem proposta de Napoli e Stuttgart e pode ser usado como um dos poucos trunfos para obter receita.
Ronaldo Angelim – O herói do hexa não goza mais de prestígio no Flamengo e, apesar de ter mais um ano de contrato, pode retornar ao Fortaleza.
David Braz - Fla adquiriu 50% dos direitos econômicos dele no meio do ano e deve mantê-lo.
Juan – O contrato do lateral termina no fim do ano e dificilmente será renovado. Atuações ruins, alto salário e desgaste contribuem para decisão.
Rodrigo Alvim – Está fora dos planos, mas tem contrato até janeiro de 2013 e salário considerado alto.
Maldonado – Depois de um ano ruim, reconquistou a vaga na reta final e está nos planos para 2011.
Willians – O volante não é querido por Luxemburgo e tem proposta do Santos. A prioridade, no entanto, é negociá-lo com a Europa.
Kleberson – O compromisso até o fim de 2012 o prende ao Flamengo, mas não é considerado inegociável. Recentemente, o Tigres, do México, o envolveu em uma possível troca com Everton.
Correa – Tem contrato até o meio do ano, mas também não agrada ao treinador.
Petkovic – Contrato até o fim de 2011 e acordo judicial dificultam rescisão. Porém, aposentadoria forçada não está descartada.
Renato – Aos 32 anos, fez gols importantes na luta contra o rebaixamento. Mas muito pouco pelo peso que tem na folha salarial.
Marquinhos – Não foi bem na chance que teve no time titular e saiu de campo vaiado. Tem contrato até o fim de 2011 e pode ficar para compor elenco.
Val Baiano – Tem mais um ano de contrato e ausência de propostas deve fazê-lo permanecer.
Deivid – Maior salário do grupo e início desastroso. No entanto, comissão técnica acredita que boa pré-temporada pode recuperá-lo.
Diogo – Outro fracasso. Empréstimo termina em junho e pode ser feito acordo para devolvê-lo ao Olympiacos.
Diego Maurício – É o atacante com mais gols no Brasileirão: cinco. Sai de 2010 como boa surpresa do clube. Recentemente, renovou contrato até 2015.
Estudante de jornalismo, namorada é a comentarista particular de Dedé
Zagueiro recebe ligação após jogos e ouve 'pitacos'. Patrícia Gonçalves analisa atuação contra o Corinthians a pedido do GLOBOESPORTE.COM
Por Thiago Fernandes Rio de Janeiro
- É diferente namorar uma futura jornalista, porque sempre depois dos jogos ela liga para dar alguns pitacos e falar se fui bem. O bom é que ela é muito sincera, e as críticas ou dicas são sempre construtivas - disse o jogador.
Mas os conselhos da amada não param por aí. Ela faz questão de ler todas as entrevistas que o jogador concede. Patrícia revela que, no início de carreira, precisava dar mais auxílio ao namorado. Agora, o jogador está mais solto.
- Ainda vejo e dou alguma sugestões, mas ele é bem tranquilo e já tem uma equipe profissional o orientando. Ficou mais fácil.
Apesar de ser exigente com o zagueiro em casa, Patrícia não deixa de defender o namorado nos momentos ruins. Prova disso é a avaliação que a estudante fez da partida entre Vasco e Corinthians, nesse domingo. A pedido do GLOBOESPORTE.COM, Patrícia analisou o jogo e a participação de Dedé. Personagem do primeiro gol do Timão, por desviar chute de Bruno Cesar com a canela, o zagueiro ganhou o perdão da namorada:
- Tenho certeza de que ele tem crédito com a torcida vascaína.
Leia a análise de Patrícia na íntegra:
GLOBOESPORTE.COM (Foto: Arquivo Pessoal)
No momento em que o Vasco, teoricamente, não tem o que almejar neste Brasileiro, a alegria dos torcedores se valida através dos desarmes do Dedé, as jogadas individuais do Carlos Alberto e Eder Luis. Para quem dizia que o Vasco entregaria a partida, acredito que todos os jogadores mostraram no mínimo muita motivação e profissionalismo, independentemente da derrota. Dedicado e aplicado, o Corinthians foi empurrado pela torcida e ainda chega na última rodada lutando pelo título.
Acredito que Dedé, atuando novamente pelo lado direito, manteve a regularidade habitual. Bem nas coberturas, antecipando jogadas e, principalmente, usufruindo de uma das melhores características: o cabeceio.
Apesar da possível falha no primeiro gol, tenho certeza de que ele tem crédito com a torcida vascaína e até mesmo com as pessoas que acompanham e trabalham com futebol. Não é à toa que Dedé está disputando os prêmios de melhor zagueiro, revelação e Craque da Galera neste ano.
Futebol não é analisado em apenas uma partida, e sim em toda uma temporada. Com a regularidade de todo um ano de trabalho, Dedé ganhou a confiança da torcida e respeito de todos. Agora, é chegar à última rodada e tentar vencer o Ceará para terminar o ano com vitória. Quem sabe, com um gol de cabeça de Dedé, para coroar este ano como afirmação do nosso camisa 26.”
Diego, o talismã do Grêmio, marca um gol a cada 34 minutos
Atacante fez o quinto dele pelo tricolor, na vitória sobre o Guarani
Por Eduardo Cecconi Campinas
(Foto: Leonardo Simonini)
Sempre ingressando durante o segundo tempo das partidas, Diego soma 170 minutos em campo. Neste período, foram cinco gols - uma média de um a cada 34 minutos.
Estatísticas que fazem dele o xodó, ou o talismã, como os próprios tricolores o definem:
- O pessoal me chama de xodó, de talismã, eu acho que tudo é válido nessa hora.
Na vitória de 3 a 0 sobre o Guarani, neste domingo, Diego marcou um e sofreu o pênalti que resultou no gol de Jonas. Motivos de sobra para comemorar.
- Hoje, novamente consegui fazer uma boa partida, marcando mais um gol. Em um momento importantíssimo para o Grêmio na competição, poder contribuir com minha equipe é algo que me deixa muito feliz. Acredito que a fase que vivo hoje é excepcional e deve ser atribuída, principalmente, ao carinho que recebo da torcida tricolor, além da confiança de diretoria, treinador e meus companheiros de clube.
Renato Gaúcho, técnico que indicou ao Grêmio a contratação de Diego, valoriza o momento do jogador.
- Ele tem nos ajudado, é pé-quente, sempre que entra faz gol. Chegou em um momento importante.
Zagueiro-artilheiro, Antônio Carlos ganha nova missão: agradar à família
Pais do defensor do Botafogo pedem mais gols para ter homenagens. Jogador fica decepcionado por não ter sido lembrado no Craque do Brasileirão
A grande área do Botafogo é a casa de Antônio Carlos. É ali que o zagueiro está acostumado a jogar. Corre, marca, chuta a bola para longe do goleiro Jefferson e faz o possível para afastar o perigo do Alvinegro. Na temporada 2010, no entanto, é a sua atuação no campo de defesa do adversário que está chamando mais a atenção. Nas duas últimas partidas, o jogador defensivo que mais marcou gols no Brasileirão até o momento – ao todo, foram sete – mandou duas bolas para dentro das redes e ganhou uma nova missão. Além de agradar à torcida do Glorioso, também precisa atender aos muitos pedidos da família, que quer homenagens nas comemorações.- Por todos os times que passei, fiz muitos gols. Em 2008, marquei 12. Agora, já estou com 44 em toda a carreira. É engraçado porque meus parentes estão começando a pedir para eu fazer e dedicar a eles (risos). Minha mãe pede, meu pai também. Acho que isso ficou mais forte porque eu voltei para o Rio. Mas sempre tive o costume de marcar.
Prudente (Foto: Wagner Meier / Agência Estado)
- Eu estava devendo um gol assim, né? (risos). Não marcava cabeceando desde o jogo contra o Grêmio (4 de setembro). Fico feliz que os gols estão saindo em momentos importantes. Eu costumo ficar na primeira trave, aí ontem fui mais para o meio. E deu certo. Tento fazer a minha parte. É a hora de concentrar e usar todas as armas.
O período sem gols do zagueiro, porém, não é tão grande se for levado em conta que ele ficou longe dos gramados por duas semanas em outubro devido a um estiramento na coxa direita. A vontade de voltar aos gramados e defender o Alvinegro foi determinante para o retorno com sucesso, segundo Antônio Carlos.
- Era para eu ficar parado por quatro semanas, mas voltei em duas. Fiz tratamento intensivo. Ficava no clube de manhã, tarde e noite. Não dava para ficar fora. Até porque ver jogo pela televisão é muito difícil para mim (risos) – brinca.
Decepção por ficar fora do Craque do Brasileirão
alvinegra (Foto: Agência Photocâmera)
- Fiquei triste. Por tudo o que eu já fiz no campeonato, a gente estar brigando pela Libertadores até o fim... Acho que isso tinha que ter influenciado na escolha. Mas acontece. Vou seguir trabalhando da mesma forma para ajudar o Botafogo – afirmou.
Mesmo longe da lista anunciada pelo técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, e Ney Franco, Antônio Carlos não perde o foco. O zagueiro lembra que o momento é decisivo para o Botafogo. No próximo domingo, o time disputa a vaga na Libertadores com o Grêmio.
- A gente não vai ter outra chance. Agora é guerra. Vai ser a última batalha. Sabemos que será difícil, um caldeirão mesmo. A torcida deles vai em massa. Mas já estamos vacinados contra isso. Temos jogadores experiente, que já passaram por situações parecidas. O clima no time é o melhor possível. Diferente do que vivemos depois do outro domingo. Ali, não estava bom. Deixamos uma oportunidade passar. Agora, acabou. Só vale ganhar.
E tem promessa de quantos gols no domingo?
- Não vou falar em números. O que eu tenho que prometer é que vou tirar as bolas. Afinal, sou zagueiro, né? (risos).
Para Parreira, Fluminense não perde mais o título brasileiro
Treinador diz que o campeonato foi decidido há duas rodadas, quando o time carioca venceu o São Paulo e o Corinthians empatou com o Vitória
Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
(Foto: Tiago Leme / Globoesporte.com)
- Não tem mais como o Fluminense perder. O Campeonato Brasileiro foi decidido na rodada que o Fluminense venceu o São Paulo (por 4 a 1), e o Corinthians não conseguiu ganhar do Vitória (empate por 1 a 1) em Salvador. Agora, é uma vantagem muito grande depender de si - afirmou Parreira, nesta segunda-feira, antes do programa "Bem, Amigos", do Sportv.
Parreira fez elogios às duas equipes, mas apontou fatores importantes para a possível conquista do Flu no próximo domingo, o que nem mesmo a "mala branca" tirará, segundo ele.
- O Muricy é um técnico experiente, é tricampeão brasileiro, e em um campeonato longo é importante ter experiência. Ele vive intensamente o clube em que trabalha e, por isso, é um dos melhores do futebol brasileiro há algum tempo. Essa história de mala branca, agora, para o rival não terá influência. O Flu ficou 22 rodadas na liderança, é mais de 40% do total - disse o treinador.
Essa história de mala branca, agora, para o rival, não vai ter influência. O Flu ficou 22 rodadas como líder, é mais de 40% do total"
Parreira
Seleção de Mano
Tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994, Parreira aprovou o início do trabalho de Mano Menezes, e também a renovação implantada pelo treinador. Até agora, o time de Mano venceu três partidas (Estados Unidos, Irã e Ucrânia) e perdeu uma (contra a Argentina).
- Ele está muito bem nesse começo, está em lua de mel com o público. A derrota para a Argentina não interessa em nada nesse início, foram boas vitórias até agora.
Volta ao Corinthians?
O treinador também confirmou que pode voltar ao Corinthians em 2011 para ocupar um cargo administrativo, provavelmente o de diretor de futebol. Parreira não aceitou o primeiro convite feito pelo presidente alvinegro Andrés Sanches, mas os dois voltarão a se encontrar em dezembro.
- Quando o Andrés me convidou depois da Copa (da África do Sul), eu disse que não poderia ir este ano porque tinha compromissos pessoais e familiares. Mas nós vamos conversar novamente em dezembro, durante o Footcom, no Rio de Janeiro. Ele não me deu detalhes sobre o cargo, não esmiuçou isso, mas pode ser que aconteça - explicou Parreira.
Ao mesmo tempo, indicando que ainda não delineou seu futuro, revelou que está de olho nas movimentações dos clubes para voltar a assumir a função de treinador.
- Todos começam a preparar um nova temporada e me sinto muito bem para continuar como treinador, é o que mais gosto de fazer. Estou mais preparado, por exemplo, do que há dois ou quatro anos. A experiência na África do Sul era algo que ainda faltava e que me fez evoluir.
Thiago Ribeiro acredita no título e
diz que temporada é melhor que 2006
Atacante, que marcou contra o Flamengo, é o artilheiro do clube em 2010
Por GLOBOESPORTE.COM Belo Horizonte
(Foto: Rodrigo Fuscaldi / Globoesporte.com)
Há dois anos e meio no Cruzeiro, Thiago Ribeiro é hoje um dos principais atletas da equipe. Até agora, foram 121 jogos e 36 gols com a camisa azul, sendo 21 deles em 2010. Em 2006, Thiago foi artilheiro do São Paulo no Campeonato Paulista, com dez gols.
- No São Paulo, eu tive um momento muito bom também, mas só seis meses. Depois eu machuquei e quando eu voltei não fui mais titular do time. Não entendo por que até hoje. Mas esta temporada para mim foi superior, porque foi o ano inteiro mantendo uma regularidade boa. Consegui ser o artilheiro da Libertadores, que é o sonho de qualquer jogador que disputa um campeonato como este. Então, sem dúvida, foi a melhor temporada.
Para o atacante, o principal motivo para a temporada de sucesso foi não ter se machucado nenhuma vez. Nesta série A, ele ficou fora de apenas três partidas.
- O principal foi a ausência de lesão. Não me machuquei nenhuma vez no ano. É a primeira que acontece isso na minha carreira. Quando você consegue isso, o desempenho aumenta, a performance melhora. Foi o que aconteceu comigo. Venho conseguindo fazer uma grande temporada, fazer gols, dar muitas assistências, com boas atuações. Eu fico feliz por isso.
Para completar o ano, o atacante cruzeirense espera o título nacional. Além de vencer o Palmeiras, no domingo, às 17h (de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o time mineiro precisa contar com tropeços de Fluminense e Corinthians. Thiago garante que acredita na possibilidade de levantar a taça.
- Eu posso falar por mim. Eu acredito bastante, porque a gente tem vários exemplos. Recentemente, agora no meio de semana, o Goiás eliminou o Palmeiras daquela maneira. Ninguém acreditava. Então, eu acredito. Mas acima de acreditar, a gente tem que pensar em fazer a nossa parte. Primeiro, vencer o jogo. Quando acabar o jogo, a gente vê o que aconteceu com o Corinthians e com o Fluminense. Não adiantar a gente jogar pensando nos outros jogos, porque não vai resolver a nossa vida em nada. Eu costumo pensar assim: o que é guardado para você é seu e ninguém toma. Então, se for para o Cruzeiro ser campeão, vai acontecer. O importante é ter fé e acreditar.
Otimista, Tite afirma que Ronaldo deve estar em campo contra o Goiás
Técnico diz ter sensação de que Fenômeno apresentou boa recuperação de lesão na coxa direita. Contra o Vasco, camisa 9 fez falta no ataque
Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
Vasco (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)
- O Ronaldo deve jogar no domingo. Não é uma informação, é uma sensação minha. Ele está se recuperando e vamos ver como ele vai reagir na semana. Durante a semana vamos comprovar essa situação, mas a minha impressão é que ele possa participar - afirmou Tite.
Mesmo sem ter jogado contra o Vasco, na vitória por 2 a 0 deste domingo, no Pacaembu, Ronaldo teve participação importante fora de campo, incentivando os companheiros e comparecendo ao estádio para assistir à partida ao lado do presidente Andrés Sanches. Sem ele, Tite utilizou Dentinho e Jorge Henrique mais flutuantes pelo ataque. Apesar do bom desempenho da dupla, o Corinthians sentiu a falta de seu principal jogador.
- O Ronaldo tem sido um ótimo pivô, um jogador que centraliza a jogada. A equipe sentiu falta dele, sim, em campo. Mas na liderança ele esteve a semana toda com a gente, conversou e esteve no Pacaembu ontem (domingo) - disse o técnico do Timão.
Se Ronaldo tiver condições de jogo, Tite terá equipe completa para o duelo em Goiânia. Afinal, o volante Elias também retorna ao time, após cumprir suspensão. Com 67 pontos, o Corinthians depende de uma vitória sobre o Goiás e, pelo menos, um empate do Guarani com o líder Fluminense, no Engenhão.
Magoado, Marcelinho desabafa:
'Foi a maior vergonha da minha vida'
Pé de Anjo afirma que o presidente corintiano Andrés Sanches o trata de um
jeito na frente da torcida e de outro quando está longe 'das câmeras'
Por Guilherme Maniaudet Rio de Janeiro
do Corinthians (Foto: Globoesporte.com)
- A história de sacanagem e trairagem (citada no twitter do atleta) é porque na frente da torcida, onde eu sou respeitado, o Andrés me trata de um jeito. Mas quando não está na frente das câmeras, nos bastidores, ele me trata de outro jeito. (Enquanto estava na porta) Conseguimos falar com a secretária, mas ele disse que estava dando entrevista para uma revista masculina e que não poderia ver aquilo na hora. Eu não sou falso e não gosto que sejam comigo. Falar que eu posso e depois me fazer passar por isso...
Ele explica que, apesar de ter um acordo com o clube e com uma das patrocinadoras do Timão, ao chegar no Pacaembu, seu nome não estava na “lista”.
- Foi a maior vergonha da minha vida. Havia sido feito um acordo com uma patrocinadora, e quando eu cheguei lá meu nome não estava na lista. Eu fiquei lá na porta por mais de 40 minutos, com os torcedores me vendo, me dando apoio, mas isso me deixou indignado.
Marcelinho conta que há um mês pediu para fazer um estágio com o treinador Tite e que o diretor de futebol Mário Gobbi havia concordado. Porém, o acordo teria esbarrado em Andrés.
- Há pouco menos de um mês, eu pedi para fazer um estágio como treinador com o Tite. Estava tudo bem, o Mário Gobbi já havia concordado com o assunto. Porém, ele não quis. O argumento foi que eu chamaria demais a atenção. Eu não tenho nada contra ele e não quero disputar nada. Não tenho pretensão de ter um cargo. Mas quero ser tratado de forma honrosa. Eu tenho dinheiro para comprar ingresso, não preciso de favor, mas havia um acordo ali, para eu poder ver o jogo. Só sei que eu não quero passar por isso novamente. A torcida me deu o maior apoio, principalmente quem estava lá e viu o absurdo que aconteceu.
Barça humilha o Real, completa quina
e assume a liderança do Espanhol
Com show de Messi, Iniesta e Xavi, donos da casa goleiam rivais no dia do aniversário de 111 anos e superam merengues na tabela de classificação
Por GLOBOESPORTE.COM Barcelona, Espanha
desta segunda, no Camp Nou (Foto: Reuters)
Além disso, Messi venceu o tão badalado confronto contra Cristiano Ronaldo, que foi anulado por Puyol. Enquanto o argentino abusou dos lances de efeito e deu duas lindas assistências para David Villa, o português se mostrou nervosinho durante todo o clássico e por pouco não foi expulso em solo catalão. Na parte técnica, nada fez.
Blog Brasil Mundial F.C.: MC Kalanny lança clipe para "zoar" goleada do Barça
Com o resultado, os donos da casa chegaram aos 34 pontos e passaram a ocupar a primeira colocação na tabela de classificação, com dois a mais do que o Real Madrid, vice-líder. No próximo fim de semana, o Barcelona vai encarar o Osasuna, no Reyno de Navarra. Já a equipe merengue encara o Valencia, no Santiago Bernabéu.
A vitória do Barça também acabou com duas invencibilidades. O Real Madrid estava sem perder há 26 jogos. Foram 21 vitórias e cinco empates. Além disso, o time merengue, com José Mourinho no comando, também não sabia o que era uma derrota em partidas oficiais na temporada 2010/2011.
A última vitória do Real Madrid sobre o Barcelona aconteceu em dezembro de 2007, no Camp Nou. O time merengue venceu por 1 a 0, com um gol de Júlio Baptista, atualmente no Roma.
GALERIA DE FOTOS: confira os principais lances do clássico espanhol
Logo aos cinco, Messi recebeu pelo lado direito da grande área, parou a bola, observou o posicionamento de Casillas e tocou por cima do goleiro merengue. O chute encobriu o arqueiro e bateu na trave, levantando os torcedores do Barça no Camp Nou. Quatro minutos depois, os donos da casa abriram o marcador. Iniesta deu um passe milimétrico para Xavi. Já dentro da área, o espanhol só teve o trabalho de tocar na saída do camisa 1 do Real.
Mesmo com o gol, o Barça seguiu melhor, tocando bola no campo de ataque. O Real assustava em lances esporádicos. Aos 11, Dí Maria recebeu na entrada da área e soltou a bomba para grande defesa de Valdés. Seis minutos depois, o time catalão fez mais um. Xavi inverteu a bola do lado direito para o lado esquerdo para David Villa. O atacante passou por Sérgio Ramos e cruzou forte para Pedro ampliar: 2 a 0.
A partir daí, o confronto caiu de produção. Nem Barça, nem Real. Os donos da casa tocavam a bola, tentando chegar novamente ao gol de Casillas. Os visitantes pareciam perdidos em campo, sem conseguir furar o bloqueio defensivo da equipe catalã. Até então, Messi era melhor do que Cristiano Ronaldo, que não conseguia repetir as atuações de confrontos anteriores pelo Campeonato Espanhol ou pela Liga dos Campeões.
Cristiano Ronaldo lá, Messi cá
Ronaldo em Pep Guardiola (Foto: agência EFE)
Quatro minutos depois, o português teve uma ótima chance de diminuir o marcador. Khedira sofreu falta de David Villa na entrada da área. Na cobrança de Cristiano Ronaldo, a bola passou à direita de Valdés. Aos 35, Messi dominou no campo de defesa e arrancou em direção ao gol do Real Madrid. O argentino foi parado com falta por Pepe, que foi advertido com o cartão amarelo.
No fim do primeiro tempo, uma nova discussão. Porém, mais branda do que o lance envolvendo Valdés e Ronaldo. Aos 44, Messi foi derrubado por Ricardo Carvalho. Na sequência, o argentino levou uma cotovelada do português e foi ao chão. O árbitro nada marcou e ainda advertiu o camisa 10 do Barça com o amarelo.
Messi dá lindas assistências para Villa, e Barça enterra o Real Madrid
Aos nove, Messi carregou a bola desde o meio-campo e aproveitou a entrada de Villa por trás dos zagueiros para dar um lindo passe. O espanhol invadiu a área e tocou na saída de Casillas: 3 a 0. Festa no Camp Nou e gritos de olé na arquibancada.
Messi entrou em ação mais uma vez aos 12. Após passar por três adversários no círculo central, o argentino fez um belo lançamento em diagonal para Villa. Completamente livre, o espanhol tocou de primeira na saída de Casillas.
Ronaldo no Camp Nou (Foto: agência EFE)
Aos 41, Xavi deixou o gramado aplaudido de pé pelos torcedores do Barcelona. Keita entrou em seu lugar já no fim da partida. Jeffren também foi colocado por Guardiola na vaga de Pedro. E ficou por conta do garoto o quinto gol dos donos da casa. O jogador aproveitou a bobeada da zaga e completou o sacode: 5 a 0.
Logo após o gol, mais uma confusão no clássico. Sérgio Ramos deu um pontapé em Messi e foi expulso. Antes de deixar o campo, o camisa 4 do Real Madrid ainda deu um tapa no rosto de Xavi e empurrou Puyol, ambos companheiros na conquista da Espanha na Copa do Mundo de 2010, África do Sul.
Essa foi a sexta vitória do Barcelona por três ou mais gols na temporada 2010/2011. Anteriormente, o time catalão já havia batido o Getafe (3 a 1), o Ceuta (5 a 1), o Villarreal (3 a 1), o Almeria (8 a 0) e Panathinaikos (3 a 0). Após o apito final no Camp Nou, festa catalã e novo líder na Espanha.
Confira os resultados da 13ª rodada do Campeonato Espanhol:
SábadoZaragoza 0 x 3 Villarreal
Sevilla 1 x 3 Getafe
Atlético de Madri 2 x 3 Espanyol
DomingoSporting Gijón 1 x 3 Real Sociedad
Hércules 3 x 1 Levante
Racing Santander 1 x 0 Deportivo de La Coruña
Mallorca 2 x 0 Málaga
Athletic Bilbao x Osasuna
Valencia 2 x 1 Almería
Segunda-feiraBarcelona 5 x 0 Real Madri
Sem Muriel e Edu, Roth anuncia os 23 escolhidos em busca do bi mundial
Lista oficial, também sem o uruguaio Sorondo, não tem muitas novidades
Por GLOBOESPORTE.COM Porto Alegre
- Ele foi contratado para jogar, mas não conseguiu se firmar. Ainda assim, tem seis meses de contrato - disse o vice de futebol, Fernando Carvalho, sobre Edu.
Em contrapartida, o chefe reservou espaço para parte da garotada. Juan, Oscar e Daniel estão escalados. O uruguaio Sorondo perdeu a batalha para Índio, Bolívar, Ronaldo, Rodrigo na zaga. Jogadores como Ilan e Eduardo Sasha, do setor ofensivo, estão machucados e já não poderiam seguir viagem. Antes, o Colorado já divulgara uma pré-lista com 30 nomes.
Confira a lista completa:
Goleiros: Renan, Pato Abbondanzieri e Lauro
Zagueiros: Bolívar, Índio, Ronaldo e Rodrigo
Laterais-direitos: Nei e Daniel
Laterais-esquerdos: Kleber e Juan
Volantes: Guiñazu, Wilson Mathias, Tinga, Glaydson e Derley
Meias: D´Alessandro, Giuliano, Andrezinho e Oscar
Atacantes: Alecsandro, Rafael Sobis e Leandro Damião
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