domingo, 21 de janeiro de 2018

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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Após "micão" na estreia no UFC, Kalindra mira Jessica Eye: "Estou bem e forte"

Brasileira relembra peso da derrota na primeira luta no Ultimate, e quer virar a página no próximo domingo, em St. Louis: "Senti um pouco a pressão, mas agora estamos preparados e treinados"

Por Ana Hissa e Marcelo Russio, Rio de Janeiro
 
Às vésperas de fazer sua segunda luta no Ultimate, a peso-mosca (até 57kg) Kalindra Faria espera escrever no próximo domingo, em St. Louis, contra Jessica Eye, um capítulo com final diferente do que aconteceu na estreia. Diante da italiana Mara Romero Borella, no UFC 216, em outubro do ano passado, a brasileira foi finalizada com menos de três minutos de luta. A perda no início de sua caminhada na organização doeu bastante, segundo ela relatou em participação no programada “Mundo da Luta”, na Rádio Globo.
- A expectativa de entrar no UFC era tanta... Já tem bastante tempo que a gente treina, que luta por isso, então quando cheguei lá, talvez tenha ficado nervosa. Não sei explicar direito. Um dos motivos foi que passei um ano sem lutar e estava vindo de lesão, então não estava conseguindo treinar direito. Estava mantendo ritmo de treino normal, mas não estava em ritmo de competição, com aquela adrenalina apurada. Senti um pouco a pressão, mas agora estamos preparados e treinados, bem diferente da minha estreia.
Ao falar sobre a perda de peso para bater os 57kg da divisão, Kalindra voltou a falar de como se sentiu após a derrota em sua estreia no UFC. Isso a fez focar ainda mais nos treinos com a equipe Chute Boxe/Diego Lima.
- Não achei difícil (a perda de peso) porque desde que voltei da minha derrota, já falei: "Cris (Nogueira, marido e treinador), quero me concentrar mais, a gente conseguiu o que queria (entrar no UFC)". Foi um choque ter perdido rápido, não esperava. Com 17 anos de arte marcial, tenho total capacidade de ganhar da Mara. Não sei o que aconteceu, estava muito fora de ritmo mesmo, sem treinar direito. Fiquei muito assustada, voltei do evento e tive crise de enxaqueca, fiquei mal, pensei: "Caraca, paguei um micão". Me senti super mal. Já voltei super focada, treinando, mudando tudo. E não costumo subir muito de peso. Passei o Ano Novo e o Natal em casa com meu marido, minha filha e os amigos. Restringi minha alimentação, não me excedi muito. Estou num peso legal, não vou sofrer muito para bater o peso. Acho que sou leve para categoria, mas não quero sofrer muito também igual nos 52kg. Acho que estou bem e forte, vou conseguir ser rápida e ter força na hora da luta.
Além dos treinos em São Paulo com a Chute Boxe/Diego Lima, Kalindra ainda treina na sua cidade, Taubaté, e ainda fez um período de treinos na PRVT, em Niterói, a equipe da peso-palha Jéssica Bate-Estaca.
- Na semana passada, a gente foi para o Rio treinar. Antes de ir para o UFC, queria fazer um camp com as meninas para ver como estava. Já conhecia a Jéssica (Bate-Estaca) de outros eventos, a nossa afinidade bateu bastante, não só com ela, mas com todas as meninas de lá. Fui muito bem recebida e já falei para elas: agora vocês vão ter que me aguentar aqui! (risos). Praticamente entrei para a família. A gente não representa a PRVT, temos nossa equipe aqui no Vale (do Paraíba), mas elas me receberam muito bem. É um complemento você estar no ritmo e treinando com meninas, e creio que vai me ajudar bastante, não só para esta luta, mas para as outras na frente.
Aos 31 anos, Kalindra Faria tem um cartel de 18 vitórias, seis derrotas e um empate. Antes da derrota para Borella, a brasileira tinha somado três vitórias seguidas. Da mesma idade, Jessica Eye vem em fase complicada, com quatro derrotas nas últimas lutas, todas na divisão de cima, no peso-galo.
- Ambas estão vindo de derrota, ela também não vai querer perder. Ela já lutou nos 57kg (peso-mosca) e talvez possa ter estranhado a categoria de 61kg (peso-galo). Muita gente falou que ela não se deu bem porque era pequena para a categoria. Talvez ela se adapte novamente aos 57kg, só que acho que vai sofrer um pouco mais para bater o peso, pois está acostumada aos 61kg, fez sete lutas lá. Creio que ela não vai vir fácil, mas a gente estudou. Se não mudar a adversária, a estratégia está montada e creio que vamos trazer a vitória.
Mara Romero Borella finalizou Kalindra Faria ainda no primeiro round no UFC 216 (Foto: Getty Images)Mara Romero Borella finalizou Kalindra Faria ainda no primeiro round no UFC 216 (Foto: Getty Images)
Mara Romero Borella finalizou Kalindra Faria ainda no primeiro round no UFC 216 (Foto: Getty Images)
Kalindra e Mara Borella fizeram em outubro a primeira luta da categoria peso-mosca no Ultimate. Em seguida, o UFC já promoveu um TUF com lutadoras da divisão, mas a brasileira acredita que atletas que descerão para o novo peso serão as que darão mais trabalho.
- Assisti um pouco (o TUF), não consegui acompanhar tudo porque geralmente tenho treino à noite. Não costumo julgar, hoje as meninas estão muito evoluídas. Elas queriam tanto estar ali que fazem por merecer, estão super bem treinadas. As que apresentam riscos são as que desceram dos 61kg, a Valentina (Shevchenko) e a Alexis Davis, por exemplo, são meninas que vão dar trabalho, que são mais pesadas e experientes.
A lutadora número 13 do ranking peso-mosca também já tem em mente o caminho para a sequência no UFC. Passando por Eye, ela espera encarar Barb Honchak, quinta do ranking e ex-campeã da categoria no Invicta FC com duas defesas de título.
- É uma das lutadoras que pretendo lutar passando pela Jessica, pretendo lutar com uma das Top 5, Top 6, e futuramente pegar revanche com a Mara, até chegar a disputa de cinturão.

Cyborg detona treinador de Amanda: "Um dos maiores creontes da história"

Campeã peso-pena do UFC critica postura de Conan Silveira, que foi o primeiro a falar sobre possível superluta entre elas: "Não sabe o que é respeito e honra"

Cyborg detona treinador de Amanda: Cyborg detona treinador de Amanda:
Por Evelyn Rodrigues, Las Vegas, EUA
 
No mês passado, pouco antes de Cris Cyborg fazer a sua primeira defesa do cinturão peso-pena do Ultimate, o técnico de Amanda Nunes, Marcus "Conan" Silveira, deu uma entrevista ao "Portal do Vale Tudo" afirmando que a campeã peso-galo gostaria de desafiar a vencedora da luta principal do UFC 219 (entre Cyborg e Holly Holm). Desde que soube do desafio, Cris não curtiu muito a ideia de enfrentar a brasileira, e fez campanha nas redes sociais pedindo para a organização investir em sua divisão, que até agora não tem nem ranking.
Conan voltou a dar entrevistas após o UFC 219, e a própria Amanda Nunes foi às redes sociais dizer que o duelo com Cris é o que os fãs querem ver. Nesta quinta-feira, a campeã peso-pena enviou um comunicado ao Combate.com rebatendo as declarações do treinador da Leoa.
- Eu acho que é uma piada o Conan Silveira dizer que eu preciso lutar com a Amanda Nunes para deixar o meu nome na história do esporte. Ele é um dos maiores creontes da história do MMA brasileiro. Estamos falando de um cara que pegou tudo o que o Brasil o ensinou e vendeu para os americanos por nada. No Brasil, as artes marciais são sobre respeito, rivalidade, competição e honra - dispara a curitibana, relembrando o bordão criado por Carlson Gracie para os "traidores" de seu time, ou seja, os atletas que mudavam de academia.
No comunicado, Cyborg foi além e citou a histórica rivalidade entre a Brazilian Top Team e a Chute Boxe, na época do extinto Pride, para criticar a postura de Conan após o peso-meio-médio Colby Covington disparar ofensas ao Brasil.
- Quando a Chute Boxe estava lutando contra a Brazilian Top Team no Japão, eles não precisavam que os treinadores pegassem o microfone e saíssem dando entrevista no lugar dos lutadores. O Conan não sabe o que é respeito e honra, ele é leal a quem for pagar mais. É por isso que o Conan não ficou do lado do mestre Ricardo Libório, porque os americanos estão pagando a ele muito dinheiro para ele se preocupar com seus pupilos chamando todo mundo no Brasil de lixo e animais imundos. Imagine se o Colby Covington agisse dessa forma que ele age e fosse treinar com as lendas da velha guarda da BTT. Vocês acham que Alan Góes, Nogueira e Ricardo Arona iam permitir que ele desrespeitasse um país inteiro assim? Conan sempre vai defender o time que estiver pagando mais e esse vai ser o legado dele no esporte. O dia que o Dan Lambert parar de pagar o salário dele, ele vai deixar de representar a American Top Team e vai colocar novamente o seu legado à venda, mas dessa vez o Brasil vai se lembrar - finalizou.