sábado, 12 de fevereiro de 2011
Professor Djalminha reencontra aluno Loco Abreu
LANCENET! promoveu o encontro entre os jogadores na Praia da Barra para ver quem é o craque da cavadinha
Indique para seu amigo
Guilherme Martins e Marcelo Benevides
Publicada em 12/02/2011 às 05:38
Rio de Janeiro (RJ)
A história da cavadinha ganha mais um capítulo. Em busca de uma resposta sobre quem inventou o recurso irreverente, o LANCE!NET promoveu nesta sexta-feira um encontro entre Loco Abreu e Djalminha, supostos criador e criatura, na Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.Publicada em 12/02/2011 às 05:38
Rio de Janeiro (RJ)
De acordo com o ex-jogador Djalminha, que jura ser o dono da patente, Loco foi inspirado no tempo em que os dois jogaram juntos na Espanha, na temporada 97/98.
– Quando eu cheguei no Deportivo, as pessoas já falavam do Panenka e ficaram surpresos com o jeito que eu bati. Mas, no Brasil, eu fui o primeiro a fazer. O Loco se inspirou em mim mesmo – garante o ex-jogador.
Loco Abreu reecontra Djalminha e entrega segredo da cavadinha
Loco Abreu chegou ainda muito jovem à equipe espanhola, na qual Djalminha era o destaque. Por isso, o uruguaio conta que não teve espaço para mostrar sua cavadinha ao mentor:
– O Djalminha não deixava nem eu chegar perto da bola. Cheguei lá jovem e ele parecia ser o dono da bola. Batia faltas, pênaltis, batia tudo. Não tive nem chances de fazer isso no Deportivo – lembrou.
Cobrar pênaltis de forma usual não combina com o uruguaio. Depois de desperdiçar uma chance no clássico contra o Fluminense, tentando o recurso pitoresco, o atacante repetiu com sucesso o feito, em menos de cinco minutos.
Para quem pensa que esse defendido por Diego Cavalieri foi o único que Abreu errou, se engana. Quando atuava no Tecos (MEX), diante do Toluca, a cobrança não funcionou como o esperado.
– O goleiro do Toluca não se mexeu e pegou. Foram só essas duas vezes que não deram certo – revelou.
COM A PALAVRA - DJALMINHA ENSINA A 'CAVAR'
Para se ter sucesso com a cavadinha, é preciso saber o momento ideal para fazê-la. Isso geralmente funciona muito bem quando é um jogo mais tenso, já que o goleiro adversário não espera todo esse sangue frio. Para bater um pênalti desse jeito, tem que estar confiante e ter a certeza que o goleiro não espera por esse tipo de batida. O primeiro jogador que eu vi fazendo a cavadinha foi o atacante Vialli, da Itália. Ele era um jogador muito frio na hora de finalizar a gol.
Carpegiani traça planejamento para Rivaldo e já pensa na volta de Lucas
Meia será utilizado contra a Portuguesa e Treze da Paraíba e depois será poupado contra o Bragantino. Já garoto terá uma conversa com o treinador
Por Marcelo Prado São Paulo
Apesar de reconhecer a importância de Rivaldo para a equipe do São Paulo, o técnico Paulo César Carpegiani sabe que não poderá contar o jogador em todas as partidas da equipe na temporada. Por isso, já traçou um planejamento para as próximas partidas: utilizará o camisa 10 nos jogos contra a Portuguesa, domingo, pelo Campeonato Paulista, e quarta-feira, contra o Treze, pela estreia na Copa do Brasil. Depois, dará um descanso ao pentacampeão mundial contra o Bragantino, no dia 20, pelo estadual.
O treinador não esconde de ninguém a importância que o camisa 10 tem na equipe (Foto: Agência Estado)- O Rivaldo vai jogar contra a Portuguesa. Depois, ele deve ter um descanso na próxima semana, já que eu terei o retorno dos garotos da sub-20 – afirmou o técnico Paulo César Carpegiani, referindo-se a Casemiro, Lucas, Willian José e Henrique, que se reapresentarão no clube na próxima segunda-feira, já que o Sul-Americano da categoria termina neste sábado.
Em conversa com os jornalistas na manhã de sexta-feira, Rivaldo não escondia a vontade de enfrentar a Portuguesa, principalmente pelo fato de a equipe ter perdido para o Botafogo em sua última apresentação no estadual.
Carpegiani já espera contar com Lucas na partida
de quarta, contra o Treze, pela Copa do Brasil
(Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)- Isso é uma coisa que me preocupa. A estreia foi boa, mas depois já veio uma derrota, o que me deixou chateado. Temos de buscar a reação na partida contra a Portuguesa, sabendo que será um jogo complicado. É um clássico e a Portuguesa é uma equipe de muita tradição no futebol paulista – ressaltou o meio-campista.
Carpegiani já pensa no retorno de Lucas ao time. Para o treinador, o camisa 7 é a peça capaz de dar nova vida ao time, que ainda peca pela irregularidade na temporada 2011.
- A presença do Lucas na equipe hoje é algo indiscutível. Ele é uma realidade, aproveitou a chance que teve. Vou ter uma conversa com os garotos na segunda-feira para definir quando poderão ser aproveitados – concluiu o treinador, que gostaria de ter Lucas já na partida de quarta-feira, contra o Treze, na Paraíba.
Em conversa com os jornalistas na manhã de sexta-feira, Rivaldo não escondia a vontade de enfrentar a Portuguesa, principalmente pelo fato de a equipe ter perdido para o Botafogo em sua última apresentação no estadual.
de quarta, contra o Treze, pela Copa do Brasil
(Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Carpegiani já pensa no retorno de Lucas ao time. Para o treinador, o camisa 7 é a peça capaz de dar nova vida ao time, que ainda peca pela irregularidade na temporada 2011.
- A presença do Lucas na equipe hoje é algo indiscutível. Ele é uma realidade, aproveitou a chance que teve. Vou ter uma conversa com os garotos na segunda-feira para definir quando poderão ser aproveitados – concluiu o treinador, que gostaria de ter Lucas já na partida de quarta-feira, contra o Treze, na Paraíba.
Médico do Grêmio tranquiliza: Vilson engasgou-se, e está recuperado
Jogador caiu no gramado e mobilizou atendimento de urgência neste sábado
Por Eduardo Cecconi Porto Alegre
Depois de ser levado às pressas ao Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, o zagueiro Vilson está recuperado. O jogador do Grêmio protagonizou na manhã deste sábado uma cena angustiante, caindo no gramado suplementar do Estádio Olímpico com dificuldades para respirar.
Segundo o médico Paulo Rabaldo, houve uma obstrução das vias aéreas. Gripado, Vilson engasgou-se com o excesso de secreção no sistema respiratório.
- Vilson vinha um pouco gripado, com dificuldade respiratória, um processo de inflamação na traqueia. Com a atividade física, as secreções ficam um pouco mais espessas, e ele acabou se engasgando - explicou Rabaldo.
Vilson deve ser preservado da partida deste domingo, contra o Novo Hamburgo, pelo Campeonato Gaúcho. Sobre a dificuldade para respirar, que levou o jogador a ficar inconsciente por alguns instantes, Rabaldo faz a analogia com as crianças que se engasgam com um chiclete:
- É como uma criança que se engasga com o chiclete. Mas ele está fazendo os exames, e estará liberado já nesta tarde, até para ficar na concentração. Vamos reavaliar o quadro, se ele precisar tomar alguma medicação que o anti-doping proíba, ele fica de fora. Talvez por prudência ele seja retirado do grupo.
Segundo o médico Paulo Rabaldo, houve uma obstrução das vias aéreas. Gripado, Vilson engasgou-se com o excesso de secreção no sistema respiratório.
- Vilson vinha um pouco gripado, com dificuldade respiratória, um processo de inflamação na traqueia. Com a atividade física, as secreções ficam um pouco mais espessas, e ele acabou se engasgando - explicou Rabaldo.
Vilson deve ser preservado da partida deste domingo, contra o Novo Hamburgo, pelo Campeonato Gaúcho. Sobre a dificuldade para respirar, que levou o jogador a ficar inconsciente por alguns instantes, Rabaldo faz a analogia com as crianças que se engasgam com um chiclete:
- É como uma criança que se engasga com o chiclete. Mas ele está fazendo os exames, e estará liberado já nesta tarde, até para ficar na concentração. Vamos reavaliar o quadro, se ele precisar tomar alguma medicação que o anti-doping proíba, ele fica de fora. Talvez por prudência ele seja retirado do grupo.
Joel desconversa sobre rival na semi e diz que quer ficar em primeiro
Herrera afirma que time não pode escolher adversário se quer ser campeão
Por Thiago Fernandes Rio de Janeiro
(Foto: Jorge Wiliam / Agência O Globo)
- Não tenho que pensar no Flamengo. Tenho que me preocupar só com o Macaé. Eu tenho o objetivo de ser o primeiro colocado do grupo. Ser líder sempre é bom – afirma Joel Santana.
O discurso parece afinado em General Severiano. Herrera fez coro com o treinador e também deixou de lado o fato do clube poder enfrentar um time de menor expressão nas semifinais e não ter um desgaste de fazer um clássico.
- Quero ser sempre o primeiro. Para ser campeão, tem que ganhar de todo mundo. Não tem que escolher rival.
O Botafogo enfrenta o Macaé neste domingo, no Engenhão. O jogo tem início às 17h (horário de Brasília).
Vasco e América se encaram neste sábado no adeus à Taça Guanabara
Equipes, já não têm chance de classificação, duelam em busca de uma posição mais digna na tabela e motivação para sequência da competição
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
treinamento do Vasco (Foto: Fotocom.net)
Será a segunda partida do técnico Ricardo Gomes à frente do time cruzmaltino. Na Colina, o discurso é de que uma vitória neste jogo é importante para não frear a tentativa de reação do time. O meia Felipe está de volta ao time titular.
O canal Premiére transmite a partida ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos. O árbitro do jogo será Wagner do Santos Rosa. Ele terá como assistentes Alexandre Eller e José Carlos Batista de Arruda.
Vasco: se a classificação já não é possível, a ordem no clube é vencer, terminar a Taça GB em uma posição mais honrosa e prosseguir na recuperação no campeonato. Gomes tem ainda a motivação de tentar se manter invicto o maior tempo possível. Um bom resultado seria importante para dar mais tranquilidade para os jogadores se prepararem para estreia na Copa do Brasil, dia 23, contra o Comercial-MS.
Vasco: o técnico Ricardo Gomes só tem uma dúvida para este jogo. Ele ainda não definiu quem será o substituto de Eduardo Costa, que está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Fellipe Bastos é o favorito, mas pesa contra ele o fato de não estar bem fisicamente. O jogador se recupera de uma fratura no dorso da mão direita. Outra novidade será a presença de Felipe, que voltar a ser titular após começar no banco contra o Americano. A equipe deve entrar em campo: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe e Jeferson; Eder Luis e Marcel.
América: o atacante Felipe Adão marcou dois dos seis gols do seu time até agora na competição. Ele é filho do ex-atacante Cláudio Adão. O jogador, de 25 anos, foi revelado pelo Botafogo em 2006. Depois, passou por Figueirense, Atlético-GO, Boavista e Marília. No exterior, defendeu o Lucerne, da Suíça.
Vasco: o lateral-esquerdo Ramon completa 80 jogos com a camisa cruzmaltina neste sábado. Depois de um início ruim de campeonato, que incluiu uma crise de relacionamento com a torcida, ele atuou bem contra o Americano e teve uma trégua. A expectativa é de que agora ele consiga, pelo menos, manter o nível da atuação.
Ricardo Gomes, técnico do Vasco: "Só se consegue dar moral ao grupo com bons resultados. Uma vitória neste jogo nos daria uma melhora na tabela de classificação. A volta da confiança só vem com uma boa sequência de resultados. As pessoas podem pensar que este jogo não vale nada, mas vale sim. Vale uma melhora na classificação. É tão importante quanto foi o Americano. Com uma vitória zera tudo, a confiança volta."
Felipe, meia do Vasco: "Perder é sempre ruim, ainda mais para equipes consideradas pequenas. Se me perguntar, claro que vou querer vencer tudo. Mas se tiver que perder, que perca agora para que no segundo turno não aconteça este tipo de coisa. Mas hoje o ambiente é totalmente diferente de uns dias atrás e nós vamos em busca destes pontos."
* Os últimos duelos entre Vasco e América têm sido garantia de gols. A última vez que os dois clubes empataram sem gols foi há 16 anos (ou 17 jogos), em partida válida pelo Carioca de 1995. O jogo foi disputado em São Januário.
* Vasco e América já decidiram o Campeonato Carioca em duas oportunidades - 1929 e 1950. Na primeira ocasião, o time da Colina levou a melhor após três jogos nas Laranjeiras. Na segunda ocasião, os cruzmaltinos também se deram bem e conquistaram o primeiro estadual da "Era Maracanã".
* No histórico geral dos confrontos, Vasco e América já estiveram frente a frente em 263 oportunidades. O time da Colina venceu 146, empatou 56 e perdeu 61 vezes. Os cruzmaltinos marcaram 479 gols e sofreram 310.
Mello perde mais uma semi, e sonho brasileiro acaba na Costa do Sauípe
Alexandr Dolgopolov vai decidir o Aberto do Brasil contra Nicolás Almagro
Por Alexandre Cossenza Direto da Costa do Sauípe, BA
A diferença de nível foi grande demais. Ricardo Mello não foi páreo para o ucraniano Alexandr Dolgopolov e, pela terceira vez em três oportunidades, terminou sua campanha na Costa do Sauípe nas semifinais. O rival, número 32 do mundo e recente quadrifinalista no Australian Open, fez 6/2 e 6/1 e avançou à decisão do Aberto do Brasil e vai enfrentar, neste sábado, às 20h locais (21h de Brasília), o espanhol Nicolás Almagro com o título em jogo.
Ricardo Mello, sem opções diante de Alexandr Dolgopolov (Foto: Douglas Daniel / Divulgação)Para o ucraniano de 22 anos, que jamais disputou uma decisão em um torneio de nível ATP, a partida deste sábado será uma tentativa de encerrar o jejum. Almagro, por outro lado, vai em busca do oitavo título na carreira - o segundo na Costa do Sauípe, onde triunfou em 2008.
- Ele variou muito bem as jogadas, não batia duas bolas da mesma maneira, sempre trocando a direção, o ritmo, e isso foi o diferencial. Não consegui machucá-lo do fundo da quadra. Tudo que eu fazia, ele chegava muito bem. Não consegui fazer com que ele batesse desequilibrado em nenhum momento. Ele conseguia tomar a iniciativa e me botava para correr durante os pontos. Isso foi o diferencial - disse Mello, que lamentou a terceira derrota em uma semifinal no Aberto do Brasil. A primeira vez foi em 2005, quando ele esteve a dois games da vitória, mas cedeu a virada a Rafael Nadal. A segunda foi no ano passado, quando caiu diante do espanhol Juan Carlos Ferrero.
Nesta sexta, apesar do público que compareceu em ótimo número e o apoiou do começo ao fim, Mello jamais emparelhou a partida. O ucraniano variou mais o jogo e não deixou o tenista da casa à vontade em momento algum. Dolgopolov abriu o jogo com uma quebra de saque no primeiro game e seguiu confirmando seu serviço com facilidade durante toda a parcial. O ucraniano venceu 76% dos pontos com o fundamento e não cedeu um break point sequer. O tenista da casa perdeu o serviço também no sétimo game e viu o rival fechar em 6/2.
Nada mudou na segunda parcial, a não ser o game da quebra. Desta vez, Dolgopolov abriu vantagem no terceiro game, com uma bela passada de esquerda na paralela que garantiu a quebra. A vantagem se mostrou muito importante. Enquanto Mello ainda buscava um meio de emparelhar o duelo, Dolgopolov jogava com mais confiança e mostrava todo seu arsenal. Com uma dupla falta do brasileiro e um lindo voleio, o visitante conseguiu nova quebra no quinto game e abriu 4/1.
A torcida tentava apoiar, mas o placar não ajudava. No entanto, no sexto game do segundo set, Mello conseguiu três break points, o suficiente para que a quadra central do Aberto do Brasil ouvisse o maior barulho da partida. Dolgopolov, contudo, não se abateu. Salvou todos os breaks com belos saques, fez 5/1 em no game seguinte, melou a esperança brasileira.
- Ele variou muito bem as jogadas, não batia duas bolas da mesma maneira, sempre trocando a direção, o ritmo, e isso foi o diferencial. Não consegui machucá-lo do fundo da quadra. Tudo que eu fazia, ele chegava muito bem. Não consegui fazer com que ele batesse desequilibrado em nenhum momento. Ele conseguia tomar a iniciativa e me botava para correr durante os pontos. Isso foi o diferencial - disse Mello, que lamentou a terceira derrota em uma semifinal no Aberto do Brasil. A primeira vez foi em 2005, quando ele esteve a dois games da vitória, mas cedeu a virada a Rafael Nadal. A segunda foi no ano passado, quando caiu diante do espanhol Juan Carlos Ferrero.
Nesta sexta, apesar do público que compareceu em ótimo número e o apoiou do começo ao fim, Mello jamais emparelhou a partida. O ucraniano variou mais o jogo e não deixou o tenista da casa à vontade em momento algum. Dolgopolov abriu o jogo com uma quebra de saque no primeiro game e seguiu confirmando seu serviço com facilidade durante toda a parcial. O ucraniano venceu 76% dos pontos com o fundamento e não cedeu um break point sequer. O tenista da casa perdeu o serviço também no sétimo game e viu o rival fechar em 6/2.
Nada mudou na segunda parcial, a não ser o game da quebra. Desta vez, Dolgopolov abriu vantagem no terceiro game, com uma bela passada de esquerda na paralela que garantiu a quebra. A vantagem se mostrou muito importante. Enquanto Mello ainda buscava um meio de emparelhar o duelo, Dolgopolov jogava com mais confiança e mostrava todo seu arsenal. Com uma dupla falta do brasileiro e um lindo voleio, o visitante conseguiu nova quebra no quinto game e abriu 4/1.
A torcida tentava apoiar, mas o placar não ajudava. No entanto, no sexto game do segundo set, Mello conseguiu três break points, o suficiente para que a quadra central do Aberto do Brasil ouvisse o maior barulho da partida. Dolgopolov, contudo, não se abateu. Salvou todos os breaks com belos saques, fez 5/1 em no game seguinte, melou a esperança brasileira.
Antes da Libertadores, Santos vence o Noroeste e dorme na liderança
De volta à Vila, Alvinegro faz 2 a 0, volta à ponta do Paulistão (pelo menos até sábado). Agora, se prepara para a estreia na competição continental
por Adilson Barros
O jogo marcou a volta do Peixe à Vila Belmiro, que teve seu gramado reformado após o fim da temporada 2010, e chamou a atenção pelos pênaltis perdidos. Cada time errou um. Zé Carlos, do Noroeste, e Elano, do Peixe, não acertaram sequer o gol.
O Santos viaja neste sábado para a Venezuela, onde, na terça-feira, enfrenta o Deportivo Táchira-VEN, pela primeira rodada do Grupo 5 da competição continental. Já o Norusca volta a jogar no dia 20, contra o São Bernardo, pelo estadual.
Zé Love volta marcando
Pelo desenho dos dois times em campo, era de se esperar que o Noroeste se trancaria atrás para segurar a pressão do Santos. O time do interior entrou em campo com três zagueiros e seis jogadores no meio de campo. Já o Peixe tinha três atacantes: Diogo, Keirrison e Zé Eduardo.
Só que quem tomou a iniciativa e teve as melhores chances foi o time do interior. Principalmente porque Pará, pela lateral-direita, e Léo, na esquerda, eram facilmente batidos pelos alas adversários. O destro Márcio Gabriel e o canhoto Gleidson chegavam à linha de fundo com facilidade e deram trabalho ao goleiro Rafael. O Santos, na verdade, visivelmente se poupou. Jogadores evitaram divididas mais pesadas, piques desnecessários. Com a Libertadores batendo à porta, ninguém quis se arriscar.
O problema do Norusca é que Zé Eduardo voltou ao Santos em grande fase. Iluminado. Após acertar seu contrato com o Genoa-ITA, ele retornou ao Brasil e voltou a jogar nesta sexta-feira. Aos 9 minutos, logo depois de o time de Bauru ter perdido uma boa chance, com Ricardinho parando em uma boa defesa de Rafael, Diogo pegou a bola no meio e acertou grande lançamento para Zé Love. O atacante recebeu, avançou em direção ao gol e chutou na saída de André Luís, abrindo o placar.
A partir daí, o time do interior criou as melhores chances, sempre às costas dos laterais santistas. Aos 26, Júlio César cruzou da direita para Zé Carlos, que dominou no peito, tirou Pará da jogada só com a matada, e chutou rasteiro. Rafael fez uma grande defesa, evitando o empate.
Se era um ensaio para a estreia na Taça Libertadores, o técnico Adilson Batista deve ter ficado bem preocupado com os vacilos da defesa no primeiro tempo.
Como não se bater um pênalti
O segundo tempo começou com o Noroeste um pouco mais aberto. O atacante Aleílson entrou no lugar do volante Júlio César. O time do interior continuou se aproveitando da lentidão dos laterais santistas e de uma certa preguiça do time da casa, que não demonstrava muito interesse pela partida.
Começou, então, a sessão de pênaltis desperdiçados. Zé Carlos, do Noroeste, e Elano, do Santos, demonstraram como não se deve proceder na hora da penalidae. Primeiro foi o atacante da equipe de Bauru. Aos 4, Giovanni entrou costurando na área santista e foi derrubado por Dracena. Na cobrança, o goleiro Rafael fez a sua cena tradicional: ficou pulando em cima da linha, apontando o seu canto direito, pedindo a bola ali. Zé Carlos resolveu jogar a bola no outro canto, mas mandou para fora.
Em seguida, aos 7, Diogo sofreu pênalti cometido por Marcelinho. Elano pegou a bola para bater. Tomou grande distância, foi correndo devagar, armou o chute de pé direito, mas pegou muito mal. A bola subiu demais. Um lance bisonho.
À essa altura, o jovem meia Felipe Anderson já estava em campo. Ele entrou no lugar de Keirrison e ajeitou o meio de campo santista, que estava muito disperso. Após ver as cobranças de pênalti erradas, ele resolveu mostrar como se chuta. Aos 24 minutos, o garoto, de 17 anos, pegou a bola na meia direita e mandou um tiro certeiro de pé direito, acertando o ângulo direito. Um golaço.
Com a vitória consolidada, o Santos passou a tocar a bola, só esperando o tempo passar. Agora, é foco total na Libertadores.
Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca (Adriano), Rodrigo Possebon e Elano; Zé Eduardo, Keirrison (Felipe Anderson) e Diogo (Róbson). | André Luís; Cris, Matheus e Halisson; Marcio Gabriel (Gustavo, Marcelinho, Júlio Cesar (Aleílson), Ricardinho, Giovanni (Hernani) e Gleidson; Ze Carlos |
Técnico: Adilson Batista | Técnico: Lori Sandri |
Gols: Zé Eduardo, aos 9 minutos do primeiro tempo; Felipe Anderson, aos 24 minutos do segundo tempo | |
Cartões amarelos: Gleidson, Marcelinho (Noroeste), Edu Dracena, Diogo (Santos) | |
Renda e público: R$ 177.370,00/10.054 pagantes | |
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP). Data: 11/2/2011. Árbitro: Leandro Bizzio Marinho. Auxiliares: Daniel Luis Marques e Gustavo Rodrigues de Oliveira. Assistentes adicionais: Magno de Sousa Lima Neto e Marcos Silva dos Santos Gonçalves |
‘Corujão’, Mano exalta sub-20 e não garante retorno de Kaká e Gaúcho
Técnico elogia dupla Lucas e Casemiro que disputam o Sul-Americano
Por Marcos Felipe Rio de Janeiro
Groismann e Tande (Foto: João Miguel)
Em segundo lugar no hexagonal final (nove pontos), a equipe canarinho encerra sua participação no torneio na madrugada de sábado para domingo (0h10, de Brasília) contra o Uruguai. A equipe só perde a vaga nas Olimpíadas de Londres-2012 caso seja derrotada pela Celeste e a Argentina, terceira colocada, vença a Colômbia tirando a diferença do saldo de gols (confira aqui a classificação atualizada). E, segundo Mano, essa hipótese é quase impossível.
- Não vai acontecer nenhuma tragédia e o Brasil vai se classificar. Temos um geração ótima e com jogadores individualmente muito bons – salientou o treinador, que vai ficar na torcida pela telinha (a TV Globo transmite ao vivo Brasil e Uruguai).
Confira abaixo outros assuntos abordados por Mano Menezes, que não confirmou ainda se chamará Kaká, de volta às boas atuações pelo Real Madrid após longo tempo inativo, e Ronaldinho Gaúcho. O treinador, que também falou sobre a derrota para França e lamentou a expulsão de Hernanes, confidenciou que a próxima convocação deverá ser feita no dia 14 de março para dois amistosos no fim do mesmo mês. Os adversários ainda não foram definidos.
Elogios a Casemiro e Lucas
Apesar de ser volante, Casemiro é um jogador que chega muito bem na frente, especialmente em bolas paradas. É um dos destaques da equipe. O Lucas já tinha feito um campeonato brasileiro da metade para o fim do ano muito bom. E vem rendendo muito bem na seleção.
Ronaldinho e Kaká de volta?
Não tem nada. Respeito muito esse jogadores, mas vamos ter uma convocação em breve e até lá vamos ver quem está bem. (Kaká) vem de um período difícil e sabe o que é necessário para estar na seleção e não é um jogador que está chegando agora. O determinante (para ele ser chamado) vai ser o que ele estiver fazendo no Real Madrid.
Não teve influência. Geralmente quem se lembra do tabu é quem tem ele a seu favor. Eu acredito em trabalho. Não vencemos porque não fizemos tudo bem.
Hernanes
Foi uma fatalidade. O lance lembrou muito a expulsão de um jogador meu, o Sandro Goiano, no primeiro jogo da final da (Taça) Libertadores contra o Boca Juniors (Nota: em 2007, quando Mano dirigia o Grêmio). Ele acabou perdendo o tempo da bola e não recolhendo a bola. Mas a expulsão (do Hernanes) foi justíssima.
Ronaldinho: luxo e conforto na primeira casa no Rio de Janeiro
Astro rubro-negro compra casarão com cinco suítes em terreno de 1.600m²
Por Eduardo Peixoto e Richard Souza Rio de Janeiro
(Foto: reprodução da internet)
O projeto do imóvel é da arquiteta Lia Siqueira e da paisagista Isabel Duprat. Dentre os itens de conforto há duas piscinas com hidromassagem, varanda interna com vista para o jardim, academia de ginástica panorâmica e espaço gourmet. A casa pertencia a proprietários nordestinos e as fotos estavam disponíveis no site de uma imobiliária quando o imóvel estava à venda.
Desgastados, Corinthians e Roberto fazem acordo que agrada a ambos
Lateral deverá ganhar fortuna na Rússia, mas Timão economizará mais de R$ 4 milhões com a saída de um jogador que começava a ser contestado
Por Carlos Augusto Ferrari São Paulo
(Foto: Carlos Augusto Ferrari / Globoesporte)
O casamento começou a ruir muito antes da eliminação na Taça Libertadores para o desconhecido Tolima. Em outubro do ano passado, durante a seca de sete partidas sem vencer no Brasileirão, torcedores do Corinthians foram ao CT Joaquim Grava cobrar os jogadores. Roberto Carlos aceitou conversar com os membros das organizadas ligadas ao clube, mas jurou que não aceitaria ameaças e prometeu ir embora se elas acontecessem.
O clima ruim foi amenizado no fim do ano com a eleição dele como o melhor lateral-esquerdo do torneio. Entretanto, dias depois, Roberto recebeu os primeiros contatos de empresários europeus interessados em levá-lo à Rússia por um caminhão de dinheiro. A classificação para a Libertadores, porém, impediu qualquer acordo naquele momento. O
jogador pediu alguns meses de espera aos agentes antes de dar o “sim”. A intenção era deixar o Corinthians com o título mais importante das Américas e idolatrado pela segunda maior torcida do país. Não deu.
Os protestos dos torcedores no retorno da delegação ao Brasil serviram como desculpa. Roberto Carlos sequer estava no ônibus apedrejado pelos torcedores no sábado passado, na porta do CT Joaquim Grava. Ele, Dentinho, Ronaldo e Paulo André foram a academia de um shopping de São Paulo, mas não escaparam dos protestos. Na saída, torcedores se
aglomeraram próximos aos atletas para cobrar empenho. Apesar das ameaças, ninguém foi agredido.
A perseguição de motocicletas ao carro dele e as ligações anônimas usadas pelo lateral como a “gota d’água” para ir embora também geraram dúvidas. A empresa que faz a segurança diária do pentacampeão pelas ruas da capital paulista desconhece qualquer aproximação no trânsito. Isso, aliás, alimentou a desconfiança de conselheiros e pessoas próximas a Sanches. Roberto estaria forçando a barra para sair.
- Se ele está sendo ameaçado tem que avisar à polícia e não querer ir embora. Não acredito que a torcida faria isso – disse um membro do grupo do presidente.
As atitudes de Roberto Carlos nas últimas semanas começaram a irritar a diretoria. Primeiro, pela não atuação diante do Tolima, na Colômbia, sob a alegação de não se sentir confiante devido a uma pequena lesão na coxa direita. No retorno ao Brasil, o jogador concedeu entrevistas garantindo ter um problema crônico no local machucado. No entanto, horas depois, apareceu treinando normalmente no Parque Ecológico do Tietê. As confusões continuaram com discursos de despedidas seguidos de promessas de cumprir normalmente o contrato.
Apesar de ter sido o melhor lateral-esquerdo Brasileirão, Roberto Carlos estava longe de ser unanimidade, principalmente na comissão técnica. Tite entendia que o jogador não tinha a mesma força ofensiva e se apresentava poucas vezes à linha de fundo. Sem um meio de campo criativo pela baixa de Bruno César, o treinador dependia das laterais para atacar. O pentacampeão também tinha suas reclamações e não concordou como ficou exposto pelo técnico no episódio de seu corte da relação de titulares, em Ibagué.
Ninguém no Corinthians chora mais pela saída de Roberto. O Timão economizará mais de R$ 4 milhões somente de salários. O lateral, sem o mesmo apelo midiático de Ronaldo, também não trouxe o retorno esperado em publicidade. As campanhas como a venda de bonecos dele e de uma linha de carnes, comercializada também na Turquia, também não vingaram.
Com a rescisão, o Corinthians poderá investir o montante em outras posições carentes. O gerente de futebol William Machado já adiantou que o clube pretende buscar peças de renome para a zaga e o meio de campo, setores mais carentes detectados por Tite. Roberto deve viajar ainda nesta semana para se apresentar ao desconhecido Anzhi Makhachkala-RUS. Na conta, mais de R$ 15 milhões por um ano de contrato. Muito dinheiro para garantir uma gorda aposentadoria a partir de 2012.
Sob os olhares da torcida celeste, Raposa e Galo lutam pelos 100%
Confronto na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, terá a presença exclusiva de torcedores do Cruzeiro. Cerca de 18 mil ingressos foram vendidos para o jogo
Por Fernando Martins Y Miguel e Marco Antônio Astoni Sete Lagoas, MG
(Foto: Washington Alves / Vipcomm)
Até o momento, Cruzeiro e Atlético-MG estão com 100% de aproveitamento na temporada, com duas vitórias nos dois primeiros jogos do Campeonato Mineiro. Mas os triunfos ocorreram diante de equipes modestas do interior. A Raposa venceu Caldense (3 x 0) e Villa Nova (1 x 0), e o Galo passou por Funorte (2 x 1) e Tupi (4 x 1).
saiba mais
Para o Cruzeiro, os três pontos serão os mais importantes do ano. Além de vencer o rival, o bom resultado ainda dará mais ânimo para a estreia da equipe na Taça Libertadores, na próxima quarta-feira, também em Sete Lagoas. Já o Galo quer a vitória para confirmar a ascensão da equipe sob o comando do técnico Dorival Júnior. A liderança do estadual também está em jogo.A partida terá a arbitragem de Cleisson Veloso Pereira, que será auxiliado por Márcio Eustáquio Santiago e Helbert Costa Andrade. O canal Premiere, pelo sistema pay-per-view, exibe a partida para todo o Brasil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os detalhes da partida, em Tempo Real, a partir das 16h30m.
Atlético-MG: O Galo quer manter os 100% de aproveitamento no Mineiro 2011. Uma vitória atleticana poderá dar a liderança do campeonato ao Atlético-MG, dependendo do resultado de Guarani-MG e Uberaba, que se enfrentarão no domingo. Além disso, o time quer quebrar um tabu de quatro anos sem conseguir vencer o arquirrival duas vezes consecutivas. A última vez que isto aconteceu foi no estadual de 2007, com uma vitória por 3 a 1 na primeira fase e outra por 4 a 0 no primeiro jogo da final.
Atlético-MG: Dorival Júnior terá que improvisar na lateral, já que Patric e Rafael Cruz estão no departamento médico. No treinamento desta quinta-feira, Jackson foi o escolhido. No lugar de Réver, entrará Leonardo Silva, que fará sua estreia justamente contra o ex-clube. Zé Luís entrará na vaga de Richarlyson. O time provável terá Renan Ribeiro; Jackson, Werley, Leonardo Silva e Leandro; Zé Luís, Serginho, Renan Oliveira e Ricardinho; Diego Tardelli e Magno Alves.
Cruzeiro: O meia Montillo está ansioso para devolver a derrota sofrida no último clássico. Na ocasião, o argentino perdeu um pênalti e viu sua equipe ser derrotada por 4 a 3, em Uberlândia, no Campeonato Brasileiro de 2010. Agora, o camisa 10 celeste não esconde o desejo de vingança contra o rival.
Atlético-MG: Magno Alves começou a temporada a todo vapor. Aos 35 anos, o atacante é um dos artilheiros do Campeonato Mineiro, com três gols, ao lado de Jonatas Obina, do América-TO. O Magnata tem mostrado disposição de iniciante e espera manter a fama de carrasco dos clássicos, construída, principalmente, no Fluminense.
Pablo, lateral do Cruzeiro: 'O Atlético-MG tem grandes jogadores, que podem decidir uma partida. Mas nós também temos um grande time, que já vem jogando junto há algum tempo. Como vou jogar o clássico pela primeira vez como titular, espero estrear com uma vitória'.
Leandro, lateral do Atlético-MG: 'Fico muito feliz de estar completando uma marca como essa. Nada acontece por acaso e chegar a 50 jogos em um clássico, um jogo importante, que mexe com a cidade, é especial. Espero que eu possa ser feliz com uma vitória, ajudando meus companheiros da melhor maneira possível dentro de campo'.
* Foram 251 confrontos pelo Campeonato Mineiro, com 86 vitórias do Cruzeiro, 62 empates e 103 derrotas. O Cruzeiro marcou 272 gols e sofreu 319.
* Os rivais se enfrentaram sete vezes fora de Belo Horizonte, com duas vitórias da Raposa, três empates e duas vitórias do Galo.
* Ao todo, Cruzeiro e Atlético-MG duelaram 449 vezes. O time alvinegro leva a melhor, com 176 vitórias contra 154 da equipe celeste.
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