domingo, 23 de janeiro de 2011

Esquiador austríaco sofre traumatismo craniano após acidente

Hans Grugger, de 29 anos, passa por cirurgia e está em coma induzido

Por Agências de notícias Kitzbuhel, Áustria
Hans Grugger esquiador acidenteEsquiador é socorrido após grave acidente
(Foto: EFE)
Um esquiador austríano sofreu um grave traumatismo craniano após sofrer um acidente quando treinava na cidade austríaca de Kitzbühel, na quinta-feira. Hans Grugger passou por uma cirurgia e está em coma induzido.
Logo depois do acidente, o esquiador de 29 anos foi levado ao hospital, onde passou por uma cirurgia de cinco horas.
- Ele permanece em estado grave, mas não de forma aguda. Passou uma noite boa, e os resultados dos exames mostraram melhora. Vamos fazer uma série de testes para determinar a extensão exata de seus ferimentos - explicou a médica Alexandra Kofler.

É devagar… É devagar, devagarinho, Vascão…

Taça Guanabara

Grupo A

CLASSIFICAÇÃOPJVEDGPGCSG%
1
Flamengo
6
2
2
0
0
5
1
4
100
2
Nova Iguaçu
4
2
1
1
0
4
3
1
66.7
3
Boavista
4
2
1
1
0
2
1
1
66.7
4
Resende
4
2
1
1
0
2
1
1
66.7
5
Americano
2
2
0
2
0
2
2
0
33.3
6
América-RJ
1
2
0
1
1
2
4
-2
16.7
7
Vasco
0
2
0
0
2
2
4
-2
0
8
Volta Redonda
0
2
0
0
2
0
3
-3
0
  • Sab 22/01/2011 - 17h00 Édson Passos
    América-RJ
    AME
    1 3
    FLA
    Flamengo
  • Sab 22/01/2011 - 17h00 Raulino de Oliveira
    Volta Redonda
    VOL
    0 1
    BVT
    Boavista
  • Dom 23/01/2011 - 17h00 Trabalhador
    Resende
    RES
    1 1
    AMN
    Americano
  • Dom 23/01/2011 - 17h00 Raulino de Oliveira
    Nova Iguaçu
    NOV
    3 2
    VAS
    Vasco

Grupo B

CLASSIFICAÇÃOPJVEDGPGCSG%
1
Botafogo
6
2
2
0
0
7
1
6
100
2
Fluminense
6
2
2
0
0
7
2
5
100
3
Duque de Caxias
3
2
1
0
1
5
3
2
50
4
Macaé
3
2
1
0
1
4
4
0
50
5
Bangu
3
2
1
0
1
1
1
0
50
6
Olaria
3
2
1
0
1
3
6
-3
50
7
Madureira
0
2
0
0
2
0
2
-2
0
8
Cabofriense
0
2
0
0
2
0
8
-8
0
  • Dom 23/01/2011 - 17h00 Los Larios
    Duque de Caxias
    DUQ
    4 1
    MAC
    Macaé
  • Dom 23/01/2011 - 17h00 Conselheiro Galvão
    Madureira
    MAD
    0 1
    BAN
    Bangu
  • Dom 23/01/2011 - 19h30 Engenhão
    Fluminense
    FLU
    6 2
    OLA
    Olaria
  • Dom 23/01/2011 - 19h30 Cláudio Moacyr
    Cabofriense
    CAB
    0 5
    BOT
    Botafogo
Semifinalistas Taça GuanabaraSemifinalistas do W. Rodrigues
P pontosJ jogosV vitóriasE empatesD derrotasGP gols próGC gols contraSG saldo de gols(%) aproveitamento

Vasco perde outra, agora para o Nova Iguaçu, e tem pior início em 27 anos

Equipe da Baixada Fluminense vence por 3 a 2 e faz com que adversário seja derrotado nas duas rodadas iniciais, fato que não acontecia desde 84

por Fred Huber
O pesadelo continua. Depois de perder na estreia para o Resende, o Vasco voltou a decepcionar sua torcida neste domingo, na derrota para o Nova Iguaçu por 3 a 2, em Volta Redonda. Com o resultado, a equipe da Colina segue sem pontuar no Campeonato Carioca. O time da Baixada Fluminense chegou a quatro pontos e está sem segundo lugar no Grupo A.
Há 27 anos o Vasco não acumulava derrotas nas duas primeiras rodadas do Carioca. A última vez foi em 1984, quando perdeu três seguidas: 2 a 1 para o Campo Grande, 4 a 0 para o Bangu e 1 a 0 para o Americano. Os torcedores hostilizaram muito os atletas já a partir do segundo gol do Nova Iguaçu, aos 18 minutos do primeiro tempo, gritando "time sem vergonha". A revolta voltou ao final da partida, e o meia Felipe, que falhou no terceiro gol, foi um dos principais alvos.
Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Boavista. Com o veto a Edson Passos, a partida será realizada no Engenhão, às 17h de quinta-feira. A equipe da Baixada, volta ao Estádio da Cidadania, agora como visitante, para enfrentar o Volta Redonda, às 17h de quarta-feira.
Nova Iguaçu aproveita apagão vascaíno
carlos alberto vasco nova iguaçuCarlos Alberto lutou, mas Vasco deu novo vexame
no Carioca 2011 (Foto: Agência Fotocom.net)
A pressão colocada em cima dos atletas vascaínos não se transformou em concentração. Pelo contrário. Os jogadores demonstraram intranquilidade e, antes que o time conseguisse passar do meio de campo com a bola dominada, levou o primeiro gol. Aos três minutos, depois de cobrança de escanteio rasteira, Alex Moraes recebeu passe dentro da área e só tocou no cantinho na saída de Fernando Prass: 1 a 0. A zaga cruzmaltina ficou só olhando.
O susto foi grande, mas os vascaínos não imaginavam que a situação ficaria pior. Sem que o time da Colina pudesse ao menos tentar uma reação, o Nova Iguaçu marcou novamente aos 18 minutos. Alex Faria levou a bola até a linha de fundo sem marcação e cruzou rasteiro para Maycon, que só teve o trabalho de escorar a bola para o fundo da rede: 2 a 0. Na origem do lance, Allan foi atrapalhado pelo árbitro, que ficou entre ele e Alex Faria.
Os jogadores do Vasco foram para a parada técnica debaixo dos gritos de "vergonha, time sem vergonha". A partir dos 20 minutos, o time passou a tentar a colocar a bola no chão e ser mais perigoso. Eder Luis, com um belo chute de fora da área, e Fernando, em uma cabeçada que acertou o travessão, chegaram perto de marcar. De resto, foram muitas bolas levantadas na área em busca de Marcel, que estava bem marcado. Nervosos, alguns jogadores, como Carlos Alberto e Ramon, arriscaram de longe e passaram muito longe da meta.
Perto do fim do primeiro tempo, o time da Colina ganhou uma ponta de esperança. Aos 37 minutos, Paulo Henrique deu uma cotovelada em Ramon e recebeu o cartão vermelho. Na saída dos atletas para o vestiário, integrantes de uma torcida organizada foram para perto do túnel hostilizar os jogadores e pedir mais empenho.
- Tem que arrumar o time todo. Isso foi brincadeira, (o time está) todo desarrumado, os meias não voltando para marcar. Tem que arrumar tudo - reclamou o técnico Paulo César Gusmão, de forma enfática, a caminho do vestiário.
Vasco volta com mais disposição, mas virada fica no quase
A bronca do técnico Paulo César Gusmão no intervalo deve ter sido boa, porque o time voltou mais ligado para a segunda etapa. E mais ofensivo, com a entrada de Jeferson no lugar de Allan. A mudança surtiu efeito. Aos sete minutos, Felipe levantou a bola na área, Cesinha desviou e Romulo mandou para o fundo da rede. O gol animou muito a torcida e o time, que se lançou em busca da virada.
Logo depois, aos 13 minutos, Carlos Alberto entrou na área, trombou com o zagueiro Alex Moraes e caiu. O árbitro marcou o pênalti. Marcel pegou a bola e acertou o canto direito do goleiro Diogo: 2 a 2. A má notícia foi a saída do capitão minutos depois por causa de um trauma no pé, de acordo com o departamento médico do clube. Apesar de o problema não ser grave, o camisa 19 ficou bastante chateado e chegou a chorar.
A tentativa de virada vascaína levou um banho de água fria aos 33 minutos. Felipe errou na saída de bola, William entrou na área, livrou-se da marcação e chutou para a rede: 3 a 2. A partir daí, toda vez que o camisa 6 pegou na bola, foi vaiado pelos torcedores, que gritaram que o Vasco não precisa dele.
Apesar do desânimo, os jogadores tentaram pressionar até o apito final mas não conseguiram furar o bloqueio armado pelo Nova Iguaçu, com um atleta a menos.
  •  
nova iguaçu 3 x 2 VASCO
Diogo; Paulo Henrique, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Cortes; Amaral, Marcos Vinicius, Mossoró (Nhaylor) e Uallace (William); Alex Faria (Luan) e Maycon. Fernando Prass; Fagner, Cesinha, Fernando e Ramon; Romulo, Allan (Jeferson), Felipe Carlos Alberto (Enrico); Eder Luis e Marcel.
Técnico: Josué Teixeira Técnico: PC Gusmão
Gols: Alex Moraes, aos três, Maycon, aos 18 minutos do primeiro tempo. Romulo, aos sete minutos, Marcel, aos 14, e William, aos 33 minutos da segunda etapa.
Cartões amarelos: Romulo, Allan, Fagner, Fernando (VAS) Alex Moraes (NOV). Cartão vermelho: Paulo Henrique (NOV)
Estádio: Cidadania, em Volta Redonda (RJ). Data: 23/01/2011. Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá. Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Luiz Antonio Muniz de Oliveira. Público: 2.162 pagantes. Renda: R$ 39.530,00
 
 

Fred brilha, Rodriguinho e Marquinho colaboram, e Flu goleia o Olaria

Cada artilheiro da noite marca duas vezes na vitória por 6 a 2 do atual campeão brasileiro neste domingo no Engenhão

por GLOBOESPORTE.COM
fred marquinho fluminense gol olariaMarquinho, Deco e Fred celebram um dos gols
(Foto: Wallace Teixeira / Photocamera)
Em 2010, Fred prometeu 60 gols à torcida do Fluminense. Passou quase todo o ano às voltas com graves lesões e terminou com 18. Desta vez, trocou de objetivo e pediu apenas saúde para entrar em campo. Neste domingo, contra o Olaria, ele provou que, em forma, balançar as redes não é problema. Fez dois e construiu a jogada de outro na goleada por 6 a 2 sobre o Olaria, no Engenhão. Rodriguinho e Marquinho também se destacaram e marcaram duas vezes cada.
O artilheiro chegou a três e assumiu a artilharia do Campeonato Carioca. Apesar da bela atuação, o principal golaço dele foi fora de campo. Antes da partida, ele confirmou a doação de R$ 59 mil às vítimas das enchentes na Região Serrana do Rio.
O time visitante até deu a impressão de que poderia surpreender e chegou a abrir 2 a 1. Mas aos poucos a qualidade do atual campeão brasileiro fez a diferença e a distância no placar aumentou.
Com a boa fase do camisa 9, o Flu começa bem a temporada e ocupa a segunda posição do Grupo B da Taça Guanabara, com seis pontos (o Botafogo tem um gol a mais no saldo). O próximo duelo será na quinta-feira contra o Macaé, novamente no Engenhão.
O Olaria cai para a quinta posição, com três pontos, e enfrenta na próxima rodada o Cabofriense na Rua Bariri. O duelo será na quarta-feira às 17h (de Brasília).
Antes de a partida começar, a torcida do Fluminense celebrou mais uma vez a glória de um passado bem recente. Gentilmente, o time do Olaria se dispôs a colocar as faixas do título brasileiro de 2010 no peito dos tricolores. Mas também havia espaço para um ato nobre de Fred. Ele leiloou pela internet a faixa e a camisa utilizada na partida contra o Guarani e arrecadou R$ 39 mil para as vítimas das enchentes na Região Serrana. O jogador doou mais R$ 20 mil do próprio bolso.
Logo nos primeiros segundos, o artilheiro solidário chutou de fora da área com perigo. Mas ele estava disposto mesmo a ajudar. Depois de perder a reta final do Brasileiro por causa de uma fratura no braço, Marquinho recebeu um presente de calcanhar de Fred, aos 11, e bateu forte no canto esquerdo de Renan: 1 a 0 Flu.
A torcida comemorava quando Renan Silva, ex-Fla, passou rasteiro, e Felipe bateu forte no canto direito de Ricardo Berna para empatar, aos 12. O Olaria, que até então estava disperso, acordou e investiu em lançamentos. Em um deles, Waldir recebeu na direita e rolou a bola para Ivan, que foi atropelado por Valencia dentro da área. O árbitro Carlos Eduardo Nunes assinalou o pênalti. Renan Silva cobrou no canto direito e virou a partida, aos 18.
O Flu carecia de inspiração no meio-campo. Deco foi à beira do campo e pediu um jato d´água na coxa esquerda que tanto o atormentou no ano passado. Um minuto depois, aos 29, ele deu um lindo passe rasteiro para Fred. O atacante ajeitou o corpo e tirou do alcance do goleiro para empatar.
Mas o esforço do passe custou caro a Deco. Ele pediu para sair foi substituído por Rodriguinho. Apesar de ter mais posse de bola, o Flu continuou vulnerável aos contragolpes. Em um deles, Renan Silva recebeu, driblou Ricardo Berna e, quase sem ângulo, chutou. A bola só não entrou porque Leandro Euzébio salvou de joelho.
Muricy perdeu boa parte dos minutos finais gesticulando e dando broncas em Rodriguinho, que não se posicionou da maneira que o treinador gostaria. De orelha quente, o atacante recebeu de Fred, girou e chutou no pé da trave esquerda. Foi a senha para a torcida gritar “e só dá Nense”. Deveria trocar para “E só dá Fred”. O atacante recebeu bom cruzamento de Mariano, aos 42, e na segunda trave escorou de cabeça para marcar o terceiro.
Coadjuvantes também marcam duas vezes
Logo no início do segundo tempo, Marquinho cobrou escanteio da direita, Rodriguinho desviou na primeira trave e fez o quarto gol. Mas na comemoração o homenageado foi Carlinhos. Os jogadores cantaram “parabéns” e celebraram os 24 anos do lateral-esquerdo.
A partir daquele lance, a partida praticamente “terminou” e transformou-se em um treino com trilha sonora das arquibancadas. Sem forças para reagir, o Olaria ameaçou em esparsos contra-ataques. Porém, a oferta de espaços na sua zaga também era generosa. Sorte de Rodriguinho, que recebeu e chutou forte para marcar o quinto, aos 20.
O fim da partida serviu para a torcida do Flu manter a lua-de-mel com a equipe e aplaudir até gol perdido. Quem mereceu aplausos foi Ricardo Berna, que fez ótima defesa. Com "inveja" de Fred e Rodriguinho, Marquinho cobrou falta aos 38 e também fez o segundo dele no jogo.

Fluminense 6 x 2 OLARIA
Ricardo Berna; Mariano, Leandro Euzébio, Gum e Carlinhos; Valencia (Fernando Bob), Diguinho, Marquinho e Deco (Rodriguinho); Tatá e Fred (Willians) Renan, Ivan, Thiago, Rafael e Amarildo; David, Victor (Carlos), Danilo (Vinícius) e Renan Silva; Waldir e Felipe (Renato).
Técnico: Muricy Ramalho. Técnico: Luiz Antonio Ferreira.
Gols: Marquinho, aos 11, Felipe, aos 12, Renan Silva, aos 18, Fred, aos 19 e 42 do primeiro tempo; Rodriguinho, aos dois minutos e aos 20, Marquinho, aos 38 do segundo tempo
Cartões amarelos: Mariano (Fluminense), Renan Silva (Olaria)
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro. Data: 23/01/2011. Arbitragem: Carlos Eduardo Nunes. Auxiliares: Luiz Felippe Scofield e Michael Correia. Público presente: 7.804 Pagante: 5.002. Renda: R$ 104.910,00

Fla estuda patrocínio por um jogo para a estreia de Ronaldinho

Clube planeja obter R$ 33 milhões com principal anunciante em 2011, mas proximidade do primeiro jogo do astro abre caminho para outra estratégia

Por Eduardo Peixoto e Richard Souza Rio de Janeiro
Ronaldinho no treino do FlamengoNa estreia, Ronaldinho não vai usar camisa com o
atual patrocinador do Fla (Foto: A. Vidal/Fla Imagem)
O Flamengo está em fim de contrato com a Batavo (o acordo termina em 31 de janeiro) e prefere dar o benefício do primeiro jogo de Ronaldinho Gaúcho – com a gigantesca repercussão na mídia – ao novo patrocinador master, que estampará sua marca na frente e nas costas do uniforme. Diante da proximidade da estreia do astro e da demora para escolher o novo parceiro, cuja receita anual deve chegar a R$ 33 milhões, o clube não descarta a modalidade de patrocínio por uma partida. A estratégia foi utilizada, por exemplo, pelo Corinthians quando Ronaldo debutou, em 2009.
Em um cenário perfeito para o departamento de marketing do clube, a estreia do novo camisa 10 rubro-negro seria numa tarde ensolarada de domingo, com Maracanã lotado. Como o estádio está fechado para as obras da Copa do Mundo de 2014, o palco será o Engenhão.
A diretoria quer que o astro comece a caminhada em jogo de torcida única, com transmissão da TV. Desta forma, tudo está sendo preparado para que seja no duelo com o Nova Iguaçu, no dia 2 de fevereiro. Se até lá o negócio com o novo patrocinador não tiver sido acertado, existe a possibilidade de um acordo com um anunciante só para a estreia de R10, um patrocínio avulso. O valor giraria em torno de R$ 500 mil.
- Hoje nós temos consulta de patrocínio master ou para jogo único. Não descartamos nada - informou o diretor-executivo de marketing do Flamengo, Harrison Baptista.
Ronaldinho Gaúcho realizou dois treinos coletivos na última semana e deve ser inscrito na CBF nesta segunda-feira. Em campo, o craque tem demonstrado disposição, mas tem sido vítima do cansaço. Os dias de sol forte no Rio ainda são adversários duros para o astro. O Flamengo disputou duas partidas no Carioca até o momento e venceu ambas. A próxima partida será na quarta-feira contra o Americano, em Macaé.

Deivid diz que pressão é natural e garante: 'Confio no meu trabalho'

Jogador marcou o terceiro gol do Flamengo na vitória sobre o América

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
A temporada mal começou, mas o atacante Deivid já se sentia pressionado para atuar pelo Flamengo como na época de Cruzeiro e Santos e também para marcar gols. No segundo jogo oficial do time no ano, em Edson Passos, o jogador pelo menos já conseguiu balançar a rede no último sábado, contra o América, na vitória rubro-negra de 3 a 1.
- Até pelo que fiz nos outros clubes que defendi, em que marquei muitos gols e conquistei títulos, tenho consciência que a expectativa da torcida é que eu faça o mesmo aqui no Flamengo. Essa pressão é natural, mas confio no meu trabalho e tenho o apoio do Vanderlei (Luxemburgo, treinador) e dos meus companheiros - declarou Deivid, via assessoria de imprensa.
O gol de Deivid saiu após jogada de Vander pela direita. Na pequena área, ele escorou para acertar o cantinho do goleiro americano. No primeiro tempo, o atacante desperdiçou uma oportunidade em um lance parecido. Agora, com o alívio por ter marcado, espera ter sequência de bons jogos pelo Flamengo.
- A cobrança para que eu marcasse já era grande, tanto por parte da torcida como da imprensa. O gol diante do América dá mais confiança e um pouco mais de tranquilidade para as próximas partidas pelo Campeonato Carioca - disse o camisa 9.
O Flamengo volta a campo às 19h30m da próxima quarta-feira, contra o Americano. A partida será disputada em Macaé.

No último ensaio para a Libertadores, Timão fica no empate com Noroeste

Antes de pegar o Tolima, Corinthians tem atuação discreta e tropeça em casa pelo Paulistão. Dentinho marca, e Thiago Marin busca a igualdade

por Carlos Augusto Ferrari
Cabeça na Libertadores, prejuízo no Campeonato Paulista. Tite cobrou seriedade durante a semana, mas em campo o Corinthians mostrou que o confronto com o Deportes Tolima-COL já é vivido pelo elenco. Mesmo com a escalação de todos os titulares, o Timão teve uma atuação irregular e não passou de um empate por 1 a 1 com o Noroeste, neste domingo, no Pacaembu. Dentinho marcou no primeiro tempo, mas Thiago Marin igualou na etapa final.
O resultado vai contra o planejamento da comissão técnica e da diretoria de somar o máximo possível de pontos antes de estrear no torneio internacional. Foi o segundo empate consecutivo do Alvinegro, agora com cinco pontos, em posição intermediária na tabela. O treinador contava com nove nas quatro primeiras rodadas, número impossível de ser alcançado após os empates diante de Bragantino e Noroeste.
Agora, todas as atenções se voltam para o duelo de quarta-feira, às 22h (de Brasília), novamente no Pacaembu. O segundo confronto será em 2 de fevereiro, em Ibagué (Colômbia). Se passar pelo Tolima, o Alvinegro enfrentará o grupo da morte da Libertadores, com Estudiantes-ARG, Cruzeiro e Guaraní-PAR. Pelo Paulistão, a equipe da capital voltará a atuar no domingo, contra o São Bernardo, às 19h30m, no ABC.

Já o Noroeste ainda não sabe o que é vencer e perder no Paulistão. O clube de Bauru acumula três pontos, frutos de três empates. Na quarta-feira, recebe o Bragantino, às 17h, no estádio Alfredo de Castilho.
Timão fura a retranca com Dentinho
ronaldo corinthians noroesteRonaldo tenta fugir da marcação do Noroeste
(Foto: Miguel Schincariol / Agência Estado)
Como Tite prometeu na primeira rodada, o Corinthians utilizou a tática de encurralar o adversário logo nos minutos iniciais. O Noroeste concordou. Recuado, o time vermelho permitiu que os alvinegros passassem rapidamente para o campo de ataque, principalmente pelo lado direito. Por lá, aos dez, Dentinho cruzou na medida, Jorge Henrique cabeceou bonito para o chão, e André Luiz fez linda defesa.
Ofensivo, o Corinthians ficou exposto aos contra-ataques e quase foi castigado, aos 14. Após saída errada na defesa, o Noroeste partiu em velocidade pelo meio. Ricardinho foi lançado, invadiu a área sem marcação e bateu rasteiro. Julio Cesar desviou com o pé esquerdo pela linha de fundo e evitou o gol, para alívio da Fiel. Aos 21, Vandinho retribuiu o presente para Jorge Henrique, que bateu mal e parou no goleiro.
O Corinthians diminuiu o ímpeto ofensivo com o passar do tempo. Ronaldo, com pouca mobilidade, ficou preso entre os zagueiros. Sem a mesma velocidade, a equipe da capital esbarrou no ferrolho armado pelo treinador Luciano Dias e começou a errar passes. Com o gramado molhado pela chuva, quem apareceu foi Roberto Carlos. Aos 33, ele soltou a bomba em cobrança de falta pela esquerda, André Luiz rebateu, e Jorge Henrique mandou para fora no rebote.
O gol alvinegro viria apenas aos 41 minutos. Bruno César fez a jogada pela esquerda e tocou no meio para Dentinho. O atacante arrriscou, a bola desviou no zagueiro Da Silva e traiu o goleiro. Alívio nas arquibancadas. Aos 44, o Noroeste quase empatou. Zé Carlos apareceu livre por trás da zaga, mas finalizou à esquerda de Julio Cesar.
Corinthians apaga, e Noroeste busca o empate
 No segundo tempo, o Corinthians tratou de administrar o placar. O Timão continuou dominando as ações, mas em ritmo cadenciado. Tite inverteu os atacantes. Dentinho foi para a esquerda, e Jorge Henrique para a direita. Jucilei, aos nove, perdeu grande chance depois de tabelar com Ronaldo e chutar nas mãos do goleiro.

A tranquilidade alvinegra acabou aos 12 minutos. Em um presente de Roberto Carlos, o Noroeste empatou o jogo. O lateral se atrapalhou e perdeu a bola para Vandinho, que lançou Thiago Marin em velocidade nas costas da zaga. Na saída de Julio Cesar, ele chutou rasteiro e deixou tudo igual. A bola ainda tocou na trave esquerda antes de entrar.
Os gritos de incentivo da torcida não foram suficientes para fazer o Corinthians acordar. O time só assustou novamente em jogadas de bola parada, como aos 21. Roberto Carlos bateu forte, o goleiro rebateu, mas Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo se enrolaram e não conseguiram finalizar com precisão na pequena área.
Tite tirou sua principal estrela aos 28 minutos. Ronaldo, ainda mais discreto na etapa final, deu lugar a Edno. De nada adiantou. O Corinthians tentou pressionar, mas não criou. Na melhor chance, aos 43, Edno soltou um foguete de fora da área, mas parou em ótima defesa do goleiro adversário. Ficou para quarta-feira.
CORINTHIANS 1 X 1 NOROESTE
Julio Cesar, Moacir (Paulinho), Chicão, Leandro Castán e Roberto Carlos (Marcelo Oliveira); Ralf, Jucilei e Bruno César; Dentinho, Ronaldo (Edno) e Jorge Henrique. André Luiz, Márcio Gabriel, Matheus, Da Silva e Gleidson; Francis (Júlio César), Marcelinho, Ricardinho e Thiago Marin (Doda); Zé Carlos (Aleílson) e Vandinho.
Técnico: Tite. Técnico: Luciano Dias.
Gols: Dentinho, aos 41 minutos do primeiro tempo, e Thiago Marin, aos 12 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Francis, Da Silva, André Luiz, Julio Cesar (Noroeste). Cartão vermelho: Márcio Gabriel (Noroeste).
Data: 23/01/2011. Local: Pacaembu, em São Paulo. Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra. Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Alberto Poletto Masseira. Público pagante: 15.433.
Renda: R$ 461.632,00.
 

Goeber joga contra o patrimônio e ajuda o Botafogo a golear em Macaé

Capitão do Cabofriense, ex-Fla, marca duas vezes a favor do adversário. Glorioso faz 5 a 0 e chega à segunda vitória seguida no Carioca

por GLOBOESPORTE.COM
Infelicidade, azar e decepção. Felicidade, sorte e comemoração. Se por um lado o volante Goeber viveu um dia desastroso e fez dois gols contra, o Botafogo não reclamou da ajudinha, aproveitou e venceu o Cabofriense por 5 a 0, em Macaé, neste domingo, pela segunda rodada da Taça Guanabara. Renato Cajá, Caio e Antônio Carlos marcaram os três últimos, no segundo tempo. Com a vitória, o Glorioso chegou a seis pontos no Grupo B. O Cabofriense segue sem pontuar.
A vitória ajuda a apagar parte do incêndio criado durante a semana, já que Loco Abreu e o técnico Joel Santana chegaram a conversar mais sério após críticas do uruguaio à atuação do time na estreia contra o Duque de Caxias. Abreu, inclusive, voltou a atuar ao lado de Herrera desde o início de uma partida quase quatro meses depois.
Na próxima quarta-feira o Botafogo recebe o Madureira, no Engenhão, pela terceira rodada. Também na quarta, o Cabofriense vai até a Rua Bariri enfrentar o Olaria.
Goeber dá uma ajudinha ao Botafogo
O jogo começou truncado, sem muitas oportunidades. Os dois times não conseguiam criar jogadas. O ataque Mercosul formado pelo argentino Herrera e o uruguaio Loco Abreu até se movimentou na frente, fez algumas tabelas, mas nada que assustasse o goleiro Fábio.
Matheus Hansen cabofriense faz dois gols contra a favor do botafogoGoeber lamenta o segundo gol contra na partida deste domingo (Foto: Rui Porto Filho / Agência Estado)
Loco Abreu, que chegou a criticar a atuação na estreia contra o Duque de Caxias, tentou, se mexeu, mas apenas um lance de cabeça aos 26 segundos assustou o adversário. O reencontro com Herrera, depois de quatro meses, ainda teve um passe na área, mas o argentino não conseguiu concluir.
Renato Cajá chegou a acertar a bola no travessão com um toque de cabeça. Porém, o jogo seguiu morno. E, diante da inércia da partida, o volante e capitão do Cabofriense, Goeber, que defendeu o Flamengo em 2006, decidiu dar emoção ao jogo. Azar é que foi justamente contra o seu time. Após dois cruzamentos, um de Lucas e outro de Cajá, aos 24 e 30 minutos, respectivamente, ele empurrou contra o patrimônio. No primeiro, mandou de cabeça. Depois, tentou afastar com o pé e fez mais um.
Os surpreendentes lances deixaram o time de Cabo Frio atordoado. Desorganizado, mas com vontade, até exerceu uma pressão. O problema é que sem chances claras. Bem postada, a defesa alvinegra se defendeu bem e contou ainda com os desarmes de Marcelo Mattos no meio de campo.
Caio entra, Goeber sai, e Botafogo goleia
antonio carlos botafogo gol cabofrienseAntônio Carlos comemora um dos gols do
Botafogo (Foto: Rui Porto Filho / Agência Estado)
O personagem da partida, então, deixou o campo. Abalado, Goeber deu lugar a Diego Sales. Opção do técnico Luís Antônio Zaluar. Sem o personagem principal, a partida seguiu morna, como no início. O Botafogo apostava nas jogadas pelas alas. Lucas e Somália foram acionados, mas pouco efetivos.
O Cabofriense tentou, arriscou, tudo na base da vontade. A parte técnica deixou a desejar e apenas um lance incomodou. Porém, foi anulado. Após chute de Everton de fora da área, aos 14, Jefferson bateu roupa e deixou a bola no pé de Felipe. O atacante mandou para o fundo do gol, e o assistente marcou a irregularidade.
Joel Santana tentou dar mais movimentação. Herrera, sem atuar desde outubro do ano passado, com uma lesão no ombro, teve uma volta apagada - não jogou na estreia por estar suspenso. Caio entrou na sua vaga.
O atacante fez o que se esperava dele: caiu pelos dois lados do campo e se movimentou. Aos 24 minutos, partiu em velocidade, entrou na área e tentou o toque por cima de Fábio, que saiu bem do gol para evitar o pior.
Tranquilo e sem ser ameaçado, o Botafogo segurou o ritmo e esperava apenas uma boa oportunidade para matar a partida. E ela veio. Aos 30 do segundo tempo, Renato Cajá tabelou com Caio, contou com a falha de Matheus Hansen e finalizou com precisão: 3 a 0. O curioso é que o zagueiro do Cabofriense herdou a “amaldiçoada” braçadeira do capitão Goeber.
Com a porteira aberta, ficou fácil para o Glorioso fazer saldo. Pela direita, Renato Cajá cruzou na medida para Loco Abreu, que apenas escorou para Caio, sozinho, marcar mais uma vez. Antônio Carlos, de cabeça, aos 42, finalizou o placar. Gritos de "olé" e alegria da torcida alvinegra, agora líder do Grupo B da Taça Guanabara com saldo superior ao do Fluminense.
Cabofriense 0 x 5 Botafogo
Fábio, Schneider, Alyson, Matheus Hansen e Everton; André Oliveira, Goeber (Diego Sales), Zotti e Rafael Ueta; Grafite (Felipe) e Allan Barreto (Capixaba). Jefferson, João Filipe (Alecsander), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Lucas, Marcelo Mattos, Renato Cajá, Bruno Tiago (Fahel) e Somália; Herrera (Caio) e Loco Abreu.
Técnico: Luís Antônio Zaluar Técnico: Joel Santana.
Gols: Goeber, contra, aos 24 e aos 30 minutos do primeiro tempo. Renato Cajá, aos 30, Caio, aos 35, e Antônio Carlos aos 42 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Alan Barreto, Felipe, Alyson (Cabofriense); Somália, Márcio Rosário e Bruno Tiago (Botafogo). Cartão vermelho: Alyson (Cabofriense).
Estádio: Cláudio Moacir Azevedo, Macaé (RJ). Data: 23/01/2011. Árbitro: Luís Antônio Silva Santos. Auxiliares: Francisco Pereira de Sousa e João Luiz Coelho de Albuquerque.

Com um gol no fim, Palmeiras bate o Oeste e sobe para o terceiro lugar

Mesmo sem criar muitas chances de gol, Alviverde vence segunda partida seguida e fica a dois pontos dos líderes Santos e Americana

por GLOBOESPORTE.COM
Na quinta-feira, o Palmeiras fez quatro gols no Ituano e deu a impressão à torcida que iria engrenar no Paulista. Neste domingo, com a mesma formação inicial, o Alviverde mostrou falta de criatividade, mas conseguiu alcançar o seu objetivo em Itápolis: três pontos. Mesmo sem atuar bem, bateu o Oeste por 1 a 0, pela quarta rodada, graças a um gol de Patrik, que entrou no segundo tempo, aos 41 minutos da etapa final.
O resultado foi positivo, mas a atuação mostrou que o time enfrenta dificuldades de criar jogadas ofensivas com as ausências de Valdivia e Lincoln. O esquema com três atacantes, que havia funcionado no meio de semana, durou apenas 45 minutos neste domingo.
Com o triunfo, o Alviverde subiu para a terceira posição do Paulistão, com sete pontos, dois a menos do que os líderes Santos e Americana. O Oeste é o 11º colocado, com três.
Na próxima rodada, o Palmeiras recebe o Paulista, às 21h50m de quinta-feira, no Pacaembu. Um dia antes, às 17h (também de Brasília), o Oeste visita o São Bernardo no estádio Primeiro de Maio.
Nada de gols!
kleber palmeiras oesteKleber foi bem marcado e pouco incomodou a
defesa do Oeste (Foto: Celio Messias/Divulgação)
Ainda sem Marcos, Valdivia e Lincoln, em recuperação de lesões, o Palmeiras voltou a investir no trio de atacantes que foi bem na vitória sobre o Ituano, na quinta. No entanto, a marcação cerrada do time de Itápolis dificultou a movimentação de Kleber, Luan e Dinei. O mesmo aconteceu com Cicinho, que foi bem na estreia, mas teve dificuldades para se livrar do rodízio feito por Fernandinho e Dionísio na marcação. O lateral-direito acabou substituído por Vítor na segunda etapa.
Apesar das dificuldades em conseguir uma jogada eficiente, o Alviverde assustou primeiro o goleiro Fábio. Aos 18 minutos, Marcos Assunção levantou uma bola da direita, e Dinei desviou de cabeça, mas para fora. A resposta do Oeste veio nos pés de Mazinho, que tramou boa jogada com Roger antes de ser barrado por Deola, aos 20 minutos.
O forte calor em Itápolis (próximo dos 30 graus) parecia minar a força dos atletas das duas equipes. Até por isso, o que mais se viu no primeiro tempo foram passes errados e pouco brilho no duelo. Depois dos 25 minutos, o jogo caiu no marasmo. Somente duas faltas batidas por Marcos Assunção deram um fio de esperança de gol na primeira etapa. Mas foram para fora, fazendo com que o primeiro tempo terminasse no 0 a 0.
Patrik entra e garante os três pontos
patrik palmeiras gol oestePatrik some na festa do palmeirenses com o gol da
vitória (Foto: César Greco / Agência Estado)
Para o segundo tempo, diante das dificuldades de criação do time na etapa inicial, Felipão decidiu abondonar o esquema com três atacantes, e escalou o meia Patrik no lugar de Dinei, o que não melhorou o desempenho ofensivo do time. Que seguiu dependente de Marcos Assunção para criar jogadas de perigo. E dos pés do veterano saíram dois ótimos passes. Aos cinco, ele encontrou Danilo na área. O goleiro Fábio saiu mal, e o zagueiro palmeirense cabeceou e acertou a trave direita. Dez minutos depois, Assunção deu outro lindo lançamento. O alvo foi Luan, que completou cruzado. A bola passou raspando à mesma trave.
Do outro lado, o Oeste, apesar de atuar em casa, pouco incomodou o goleiro Deola. A equipe de Itápolis insistiu nos cruzamentos para Fábio Santos. Que foi bem marcados pelos defensores palmeirenses.
E quando a impressão geral no estádio Amaros era de que o 0 a 0 permaneceria no placar até o apito final, o Palmeiras conseguiu marcar. Autor de três assistências na partida contra o Ituano, Luan deu mais uma, cruzando para Patrik. O meia se antecipou ao marcador e completou de chapa para a rede, na pequena área.
O gol desanimou ainda mais os jogadores do Oeste, que não mostraram poder de reação. E fez o Palmeiras se retrair para segurar uma vitória que muitos torcedores já não esperavam mais.
Oeste 0 x 1 palmeiras
Fábio; Dedê, Rafael Caldeira, Paulo Miranda e Fernandinho; Márcio, Roger (Serginho), Dionísio e Alex William (Fábio Neves); Fábio Santos e Mazinho. Deola; Cicinho (Vítor), Maurício Ramos, Danilo e Rivaldo; Marcos Assunção, Márcio Araújo, Tinga (Leandro Amaro) e Dinei (Patrik); Kleber e Luan.
Técnico: Ademir Fonseca. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gol: Patrik, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dinei, Rivaldo (Palmeiras), Alex William, Fábio Santos, Rafael Caldeira, Paulo Miranda, Dionísio e Fábio (Oeste).
Data: 23/01/2011. Local: Amaros, em Itápolis. Árbitro: Welton Orlando Wohnrath. Auxiliares: Fabio Luiz Freire e William Rogério dos Santos Turola. Público: 4.302 pagantes.

PC Gusmão resume o sentimento do grupo após nova derrota: 'Vergonha'

Técnico encontrou com dirigentes no vestiário após a partida mas não revelou o teor da conversa

Por Fred Huber Volta Redonda, RJ
 O que mais os vascaínos temiam aconteceu neste domingo, em Volta Redonda. O time perdeu para o Nova Iguaçu por 3 a 2 e segue sem pontuar na Taça Guanabara. Os torcedores mais uma vez mostraram uma grande revolta com o momento da equipe e hostilizaram os jogadores. Após a partida, o técnico Paulo César Gusmão disse que o sentimento de todos é vergonha.

- O sentimento é o mesmo dos torcedores, de vergonha. Ele fizeram 2 a 0 com uma facilidade muito grande. Ninguém admite o que aconteceu - afirmou.

PC disse estar faltando jogar bem para o Vasco conseguir a primeira vitória na competição. Ele acredita que os jogadores entraram em campo desatentos e displicentes neste domingo.

- Está faltando jogar bem. No intervalo conseguimos corrigir algumas coisas. Tivemos displicência e mau posicionamento. A desatenção dos jogadores também está atrapalhando.

O treinador teve uma conversa no vestiário com o presidente Roberto Dinamite e com o diretor de futebol Rodrigo Caetano, mas não quis comentar o teor do papo.

- Conversa com a diretoria tem que ter sempre. É bom saber se eles têm confiança no trabalho.

Perguntado se acredita que os dirigentes confiam em seu trabalho, PC desconversou.

- Esta pergunta tem que ser feita a eles.

O Vasco tenta somar seus primeiros pontos no Carioca na próxima quinta-feira, contra o Boavista, no Engenhão. 

Antes do Genoa, Zé Eduardo pode fazer ponte em outro time brasileiro

Clube italiano pode emprestar atleta até julho. São Paulo e Internacional já sondaram jogador, que foi à Europa para fazer exames médicos

Por Tiago Leifert São Paulo
Ze Eduardo gol SantosZé Eduardo pode atuar por outro time brasileiro por
alguns meses (Foto: Ag. Estado)
Um dos destaques do Santos na temporada passada, Zé Eduardo pode fazer uma ponte em outro time brasileiro antes de reforçar o Genoa. O atleta, que partiu na noite deste domingo para a Itália, onde realizaria exames médicos pelo novo clube, pode ser emprestado pelo seu novo time até o meio do ano, antes de iniciar uma temporada na Europa. São Paulo e Internacional já teriam manifestado interesse em contar com o atacante.
Zé Eduardo teve 60% dos seus direitos adquiridos pelo Santos há dois anos - o restante é do Pinheiros, de Santa Catarina. A diretoria alvinegra não se opõe a sua saída. Tanto que liberou o jogador, que estava concentrado em Presidente Prudente com o elenco alvinegro, da partida deste domingo, contra o Grêmio Prudente - o Peixe venceu por 4 a 2.
O negócio só será finalizado se Zé Eduardo passar nos testes físicos no Genoa. Depois disso, o clube italiano se comprometeu a efetuar o depósito do dinheiro. Ao Peixe serão enviados € 2,7 milhões (pouco mais de R$ 6 milhões). O time alvinegro ainda acredita que poderá contar com o atleta até maio, pois ele ainda espera pela autorização de sua cidadania italiana.
Durante a semana passada, a diretoria do Santos já dava a negociação como praticamente acertada, principalmente pelo valor oferecido. Em 2009, o Peixe comprou Zé Eduardo por apenas R$ 700 mil divididos em 10 vezes sem juros.