sexta-feira, 6 de maio de 2011

campeonato capixaba

 Semifinal

Rio Branco-ES
São Mateus
Sab 07/05/2011 - 18h00Sernamby
Sab 14/05/2011 -

Vitória-ES
Linhares
Sab 07/05/2011 - 15h00Joaquim Calmon
Sab 14/05/2011 - 15h00Salvador Costa

Final

Venc. Semi 1
Venc. Semi 2
-
   

Governo anuncia que novo Maracanã poderá receber até 80 mil torcedores

Inicialmente prevista para 76.525, capacidade será aumentada para 78.554 após descoberta de espaços. Jogos de grande apelo terão maior público

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
obras no Maracanã com demolição do anel inferior (Foto: Divulgação / Secretaria de Estado de Obras)Maracanã em abril: capacidade pode chegar aos 80
mil (Divulgação / Secretaria de Estado de Obras)
O Governo do Estado do Rio de Janeiro confirmou na última quinta-feira que o novo Maracanã poderá receber até 80 mil torcedores após as obras visando à Copa do Mundo de 2014. Inicialmente prevista para 76.525, a capacidade será aumentada para 78.554 lugares após descoberta de espaços. Em jogos de grande apelo, o público seria ainda maior com a colocação de arquibancadas metálicas móveis nos quatro túneis de acesso.
– Calculamos criar em cada um desses túneis entre 250 a 400 lugares – disse o secretário de obras do Estado, Hudson Braga.
De acordo com a secretária de Esporte e Lazer, Márcia Lins, a arrecadação com a bilheteria das partidas seria um importante ganho com os novos lugares. Nos últimos anos, a capacidade do estádio passou de 120 mil para pouco mais de 80 mil após reformas.
– Essas mudanças levaram em conta o fluxo dinâmico dos torcedores, para evitar aglomerações nos corredores de circulação do público, e também um melhor aproveitamento dos espaços. O Maracanã vai ser uma das mais modernas arenas de futebol do mundo – afirmou Márcia Lins.
O governador Sérgio Cabral, por sua vez, ratificou que as obras não ultrapassarão o custo permitido por lei e disse que o Maracanã deverá mesmo ser administrado pela iniciativa privada.
– O Maracanã é um equipamento para ser gerido pelo setor privado. Vamos começar esse processo no segundo semestre de 2011. Não tem cabimento um estádio como o Maracanã nas mãos do poder público. A concessionária terá de ter, obviamente, obrigações públicas. O Estado tem de concentrar os esforços naquilo que é importante. Como será um estádio renovado, e mais o Maracanazinho, é um equipamento muito interessante para o setor privado – contou Cabral.

Aposta do COB para 2016, Felipe Wu vira fera no tiro com treinos no quintal

Medalha de prata nos Jogos da Juventude, em Cingapura, em 2010, paulista de 18 anos enfrenta falta de estrutura e limitações legais para se desenvolver

Por Helena Rebello Rio de Janeiro
Ser um prodígio no esporte nem sempre é sinônimo de facilidades na carreira. Medalha de prata na última edição dos Jogos da Juventude na pistola de ar, distância de 10m, Felipe Wu enfrenta limitações até mesmo legais para se firmar como um potencial medalhista do Brasil nas Olimpíadas de 2016. Mais jovem componente da seleção brasileira, com apenas 18 anos, o paulista não pode participar de provas de 50m por não ter idade para portar armas de fogo. Durante um bom tempo sem um clube para praticar em São Paulo, onde mora, o estudante improvisou seu alvo de treinamento num papel colado na parede do quintal de casa.
Felipe Wu, no treino de tiro com pistola de ar (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)Felipe Wu em seletiva da seleção brasileira em Deodoro (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)
- A ideia é que eu possa participar de mais competições internacionais para ganhar experiência. Eu queria fazer os 50m, mas não posso transportar porque a arma é de fogo (pistola 22mm). A técnica é a mesma, e as provas se complementam. Acho que sou o único da seleção que só atira em uma prova. Até já atirei com arma de outra pessoa, mas a mão não encaixa, não é a mesma coisa. Mesmo assim, até que não fui mal...
Em 2010, Felipe obteve uma autorização da Hebraica para treinar no local mesmo sem ser sócio. Quando conseguiu a classificação para os Jogos da Juventude, em Cingapura, teve uma temporada de treinamentos no Rio de Janeiro bancada pelo COB. Nos três primeiros meses deste ano, enquanto não obtinha uma resposta do clube, voltou a usar o espaço de uma vaga de garagem vazia no quintal para montar seu “estande”.
Felipe Wu, no treino de tiro com pistola de ar (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)Felipe Wu é observado por um dos colegas da
seleção (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)
Em casa, o estudante não pode recriar minimamente as condições de uma prova: a distância é dois metros menor do que a oficial das competições e, sem poder fazer a contagem dos pontos no alvo, Felipe não consegue acompanhar seu desempenho na prática. Pelo menos os vizinhos nunca reclamaram, ele garante.
Quando precisa viajar, a situação é crítica. O paulista conta que precisa chegar com bastante antecedência aos aeroportos para evitar atrasos no voo. Mesmo com a autorização do Exército para transporte de armas, o embarque é uma dor de cabeça.
- Sempre é um transtorno, pois os funcionários da companhia aérea nunca sabem os procedimentos para embarque de armas.
A situação, entretanto, começa a mudar a favor de Wu. O estudante foi contemplado com o bolsa-atleta, categoria “atleta internacional”, em março, e seu técnico conseguiu que o Hebraica para liberasse a estrutura em abril. Com a agenda de competições mais intensa, o COB estendeu a Felipe o apoio psicológico que oferecia apenas a Julio Almeida, prata no tiro olímpico no Pan-Americano do Rio, em 2007.
- Eu não sou louco! – brincou - É mais pelo esporte mesmo. No momento da competição, ajudam a entendermos como superar um momento fraco. Se não estiver muito, bem como não cair. No tiro, 90% é na cabeça, para manter o nível. Tem muitos atiradores que aqui vão muito bem, mas em competições internacionais, ficam em último.
A preocupação do COB em proporcionar melhores condições ao paulista mostra a crença em bons resultados futuros. Se nas Olimpíadas de 2016 Felipe pode ser uma realidade, um potencial medalhista, a participação nos Jogos de Londres, no próximo ano, é um sonho que ele acha melhor não compartilhar.
- Prefiro guardar minhas expectativas só para mim - disse o jovem, que viaja dia 12 para os Estados Unidos, onde disputará a Copa do Mundo de Tiro Olímpico.
De pai para filho
Felipe Wu, no treino de tiro com pistola de ar (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)Felipe posa com a pistola de ar: material é caro
(Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)
Felipe começou no esporte por brincadeira, quando tinha apenas 8 anos. Professor de física de origem chinesa, o pai, Paulo, atirava por hobby em um quartel perto de casa. Primeiro, levou a esposa e, depois o filho. Quando o menino começou a treinar em um clube e a competir, aos 12, recebeu um ultimato.
- Tiro olímpico é um esporte muito caro. Ou eu levava a sério ou parava. É difícil, mas meu pai me dá um suporte. Ele me cobra bastante. Quer que eu vá sempre bem – disse.
O alto custo do material é o que mais preocupa o jovem atirador. Todo o equipamento, desde os óculos especiais ao chumbinho usado como munição, é importado da Alemanha.
- Meu modelo de óculos, que é um pouco mais simples, custa uns R$ 600, mas tem uns de mil e pouco. A arma lá fora (no exterior) custa mais ou menos 1.200 euros (aproximadamente R$ 2.750), mas precisamos pagar 120% de imposto em cima desse valor. Se for comprar aqui no Brasil, sai ainda mais caro. Pelo menos a vida útil é grande. A latinha de chumbinho também tem que ser importada. O que temos aqui é de baixa qualidade.
Aprovado através do Enem para o curso de Ciências Tecnológicas da Universidade Federal do ABC, Felipe tem consciência da importância de levar os estudos adiante para garantir um futuro digno e poder manter os gastos com o tiro sem a ajuda dos pais.
- É fundamental continuar estudando. No esporte olímpico, pouquíssimos conseguem sobreviver apenas do esporte. A nossa é uma das maiores carreiras mas, fatalmente, uma hora você para. E aí, faz o quê? Tem que ter uma profissão, uma formação. Quero cursar engenharia aeroespacial. Está no sangue.
Felipe Wu com a medalha dos Jogos da Juventude (Foto: Divulgação / COB)Felipe Wu no pódio em Cingapura: medalha de prata nos Jogos da Juventude (Foto: Divulgação / COB)

Com pista seca e sem Vettel à tarde, Button é o melhor do dia na Turquia

Sem chuva, inglês da McLaren supera Rosberg por só 65 milésimos. Massa
é o melhor brasileiro, em sexto. Rubinho tem problema no Kers e fica em 16º

Por GLOBOESPORTE.COM Istambul, Turquia
Depois da chuva forte pela manhã, tempo seco à tarde no circuito de Istambul. E quem se deu bem com a mudança meteorológica foi a McLaren. Jenson Button foi o mais rápido no segundo treino livre para o GP da Turquia e terminou a sexta-feira na primeira posição da tabela de tempos. O inglês fez sua melhor volta em 1m26s456, apenas 65 milésimos à frente do alemão Nico Rosberg, da Mercedes. Lewis Hamilton, companheiro do inglês, ficou com a terceira posição do dia.
jenson button mclaren gp da turquia (Foto: agência Getty Images)Com a McLaren, Jenson Button é o mais rápido do dia em Istambul (Foto: agência Getty Images)
O treino da tarde não teve a presença de Sebastian Vettel, que sofreu um forte acidente na sessão matinal. O alemão acertou com força o guard rail na saída da curva 8, a mais rápida do circuito de Istambul, a 28 minutos do fim. A batida danificou muito o carro e a RBR não conseguiu resolver os problemas do carro a tempo para que o alemão entrasse na pista. O atual campeão da categoria acabou tendo de assistir à atividade nos boxes. Ele foi o 27º e último colocado desta sexta-feira.
O SporTV e o SporTV HD transmitem a terceira sessão de treinos livres para o GP da Turquia a partir de 5h (de Brasília) deste sábado. A Rede Globo mostra a sessão classificatória às 8h.
Felipe Massa, da Ferrari, foi o melhor brasileiro do dia, com a sexta posição, atrás do australiano Mark Webber, da RBR, o quinto; e do alemão Michael Schumacher, da Mercedes, o quarto. Ele superou com boa folga o companheiro Fernando Alonso, apenas o 11º. Melhor da manhã chuvosa, o espanhol teve problemas hidráulicos durante boa parte do segundo treino e não conseguiu marcar um bom tempo quando entrou na pista. A equipe usou as novidades no 150º Italia.
Rubens Barrichello, da Williams, foi apenas o 16º, a mais de dois segundos do tempo de Button. Com problemas de vazamento no Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers), o brasileiro acabou superado pelo companheiro Pastor Maldonado, o 15º. O venezuelano, aliás, foi o destaque negativo do treino. Ele errou três vezes e foi parar fora da pista em todas. Na última, bateu.
Confira os melhores tempos do dia de treinos livres para o GP da Turquia:
1 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m26s456 (30 voltas)
2 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m26s521 (43)
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m27s033 (32)
4 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m27s063 (39)
5 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m27s149 (36)
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m27s340 (51)7 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m27s517 (47)
8 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m27s725 (48)
9 - Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1m27s844 (45)
10 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m28s052 (37)
11 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m28s069 (40)
12 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m28s153 (58)
13 - Nick Heidfeld (ALE/Renault) - 1m28s475 (44)
14 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m28s765 (32)
15 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - 1m28s828 (26)
16 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m28s946 (25)17 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - 1m29s409 (45)
18 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m29s637 (43)
19 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - 1m30s281 (37)
20 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - 1m31s035 (39)
21 - Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - 1m31s221 (37)
22 - Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) - 1m31s320 (37)
23 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - 1m31s989 (50)
24 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - 1m41s094 (18)
25 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - 1m41s347 (16)
26 - Karun Chandhok (IND/Lotus-Renault) - 1m43s986 (6)
27 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m44s954 (4)

Maurren abre a temporada da Diamond League com prata

Brasileira salta 6,87m, apenas um centímetro a menos que a americana
Funmi Jimoh, na etapa de Doha. Marca garante vaga no Mundial e no Pan

Por GLOBOESPORTE.COM Doha
Maurren Maggi conquistou a medalha de prata, nesta sexta-feira, na etapa de Doha, que abriu a temporada da Diamond League. A campeã olímpica do salto em distância teve como melhor marca 6,87m, na segunda das quatro tentativas. Keila Costa, a outra brasileira em ação, terminou em nono, com 6,36m.
Com a marca, Maurren garantiu vaga no Campeonato Mundial, em Daegu, na Coreia do Sul, em agosto,  e no Pan de Guadalajara, em outubro.
O ouro ficou com a americana Funmi Jimoh (6,88). A russa Anna Nazarova faturou o bronze, com 6,77m.
- Estou feliz e me sinto totalmente recuperada - disse Maurren.
Seu técnico, Nélio Moura, festejou o resultado, a segunda melhor marca nesta temporada:
- Agora posso dizer que a Maurren voltou, definitivamente, para o seleto grupo das grandes saltadoras.
Para ele, agora são grandes as possibilidades de Maurren obter uma marca boa também na estreia no Brazilian Athletics Tour, no GP de Belém, no Mangueirão, no próximo dia 15. O circuito começa no dia 11, em Fortaleza, mas o salto em distância feminino está marcado para as etapas de Belém, São Paulo (dia 22) e Rio de Janeiro (dia 26).
- Ela saltará nos três eventos - confirmou o treinador.
Em Doha, Maurren só completou dois dos quatro saltos a que tinha direito: no segundo, fez os 6,87m que lhe garantiram a prata, e no terceiro marcou 6,76m. A campeã Jimoh saltou 6,88m na primeira tentativa. Depois, chegou a 6,85m na segunda e 6,73m. A americana não completou o salto na quarta e última oportunidade.
Medalhista de bronze no último Mundial de pista coberta, ano passado, também em Doha, Keila Costa só conseguiu completar um salto, o segundo, com 6,36m.

'Veterano', Pavlak domina o terceiro treino e não tem rivais em Interlagos

Piloto potiguar foi o mais rápido em todas as sessões desta sexta-feira; um dos únicos remanescentes da temporada 2010, ele sai na frente da briga pelo título

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
Uma sexta-feira para ser lembrada por Johilton Pavlak. O piloto da Fórmula Futuro dominou os três treinos livres da rodada dupla de São Paulo. Com o melhor tempo do dia - 1m43s289 - logo na primeira bateria, o potiguar sai na frente pela disputa da etapa de abertura da temporada 2011. Mesmo com o amplo domínio, um dos únicos remanescentes do categoria-escola em 2010, minimizou os resultados conquistados no Autódromo de Interlagos.
- Eu me preparei muito para o campeonato deste ano e o resultado de hoje mostra que estamos trabalhando da maneira certa. Mas as corridas mesmo, que é o que vale, são amanhã (sábado) e domingo, então não dá pra ficar de "salto alto" achando que já conquistamos algo. Eu já conheço o limite do carro, enquanto o pessoal ainda buscando chegar lá. Então tenho de aproveitar bem esse início de campeonato, antes que o pessoal pegue a mão do carro e torne a briga ainda mais dura - disse.
Fórmula Futuro: Johilton Pavlak fora da pista (Foto: Carsten Horst)Johilton Pavlak dominou os três treinos do dia e fez a melhor volta, de 1m43s289 (Foto: Carsten Horst)
Estreantes da categoria-escola, o carioca Felipe Donato e o paulista Victor Franzoni ficaram com a segunda e terceira melhores voltas desta quarta-feira. Além dos dois, o paranaense André Pedralli e o mineiro Guilherme Silva deram mostrar que deverão dar trabalho aos mais experientes.
- Mudamos um pouco o acerto do carro para o último treino de hoje, mas a sequência de bandeiras vermelhas não me deixou avaliar se essa alteração deu certo. Mas estou confiante em uma boa posição de largada para a primeira corrida - afirmou Pedralli.
Piloto também da Fórmula 3 Sul-Americana, Guilherme Silva optou por não fazer muitas alterações no acerto do carro.
- Como estou me adaptando à categoria, resolvi trabalhar apenas na calibragem de pneus. Acho que isso pode ser uma vantagem para a classificação, pois sei como o carro vai funcionar com pneus novos. O resto do pessoal tentou adaptar o "setup" conforme os pneus foram se desgastando e pode perder a referência quando voltar a usar pneus novos - concluiu.
Neste sábado, os pilotos terão mais duas sessões de treinos livres - um às 9h40 e outro às 11h20. O treino classificatório está marcado para as 12h50 e a primeira etapa da rodada dupla será às 16h35, com 25 minutos de duração mais uma volta.
Os melhores tempos do dia em Interlagos:
1) JOHILTON PAVLAK - 1m43s289
2) FELIPE DONATO - 1m43s762
3) VICTOR FRANZONI - 1m43s794
4) ANDRE PEDRALLI - 1m43s928
5) GUILHERME SALAS - 1m44s123
6) JOHN LOUIS - 1m44s158
7) GUILHERME SILVA - 1m44s163
8) LUCAS DE LA VEGA - 1m44s850
9) EDUARDO BANZOLLI - 1m44s887
10) LUIR MIRANDA - 1m44s950
11) RICARDO LANDUCCI - 1m46s118

Em ritmo de treino, Cielo passa para semi dos 50m borboleta em quinto

Com 17 nadadores para 16 vagas, campeão mundial aproveita eliminatórias
da prova no Troféu Maria Lenk para aprimorar a saída e dar boas risadas

Por Lydia Gismondi Rio de Janeiro
Depois de garantir vaga na final dos 100m livre, Cesar Cielo voltou para a piscina do Parque Aquático Julio Delamare nesta sexta-feira e se classificou para a semifinal dos 50m borboleta do Troféu Maria Lenk com o quinto tempo da prova (24s98). O mais rápido foi Glauber Silva, com a marca de 24s01. Marcos Macedo (24s47) e Henrique Martins (24s71) vieram em seguida. Nas eliminatórias, uma situação curiosa: 17 nadadores para 16 vagas, o que deixou o campeão mundial bem relaxado na água.
- Tinham 17 atletas para 16 vagas. Só precisava ganhar de um e eu nem aqueci. Nós ficamos brincando de advinhar quem ia ser o desclassificado. Foram 20 metros em ritmo de prova e outros 30 metros bem tranquilos. Mas amanhã será outro cenário. Foi bom só para treinar uma saída e para dar risada com os amigos antes da prova - disse Cielo.
Neste sábado, Cielo vai disputar duas finais e uma semifinal (100m livre, 4x100 livre e 50m borboleta, respectivamente). O nadador do Flamengo admitiu que terá um dia atarefado.
- A etapa de amanhã vai ser puxada. Tem os 100m livre e 50 minutos depois as semis dos 50m borboleta e mais 50 minutos depois o revezamento do 4x100 livre. Então, a recuperação entre as provas vai ser importante - destacou o atleta.
Cesão já tinha obtido o índice para essa prova no Pan-Pacífico, em dezembro de 2010. Na ocasião, o brasileiro nadou a distâcia em 23s03 e conquistou a medalha de ouro. Nicholas Santos também já obteve o índice, com o tempo de 23s33.
Com duas medalhas douradas no peito até o momento (4x50m livre e 50m livre), Cielo ainda disputa quatro provas nas piscinas do complexo do Maracanã: 100m livre, 50m borboleta e os revezamentos 4x100m livre e 4x100m medley.
O Troféu Maria Lenk é a última seletiva para o Mundial dos Esportes Aquáticos, que será realizado em julho, na cidade de Xangai, na China, e para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro.
Brasileiros com índice para o Mundial:
1. Cesar Cielo – 50m livre – 21s57 / 100m livre – 48s48 / 50m borboleta – 23s03
2. Bruno Fratus – 50m livre – 21s93
3. Felipe França – 50m peito – 27s26 / 100m peito – 1m00s20
4. Felipe Lima – 100m peito – 1m00s46
5. Nicholas Santos – 50m borboleta – 23s33
6. Kaio Márcio – 200m borboleta – 1m55s66 / 100m borboleta – 52s11
7. Leonardo de Deus – 200m borboleta – 1m56s86
8. Thiago Pereira – 200m medley – 1m57s83 / 400m medley – 4m12s09 / 200m peito -2m10s79 / 200m costas – 1m58s07
9. Henrique Rodrigues – 200m medley – 1m59s00
10. Fabíola Molina – 100m costas – 1m00s82
11. Daynara de Paula – 100m borboleta – 58s56
12. Henrique Barbosa – 200m peito – 2m11s25

Brasil vai com seis às quartas e já garante um na decisão em Trestles

Jadson André vai encarar Miguel Pupo. Quem passar enfrentará o vencedor entre Júnior Faria e Thiago Camarão por vaga na final do WQS prime

Por GLOBOESPORTE.COM San Clemente, EUA
Seis dois oito classificados às quartas de final do WQS seis estrelas prime de Trestles são brasileiros. Com isso, pelo menos um está garantido na decisão. Integrante da elite mundial, Jadson André vai encarar Miguel Pupo. Quem passar enfrentará o vencedor entre Júnior Faria e Thiago Camarão por vaga na final. Heitor Alves e Jessé Mendes seguem na briga.
Jadson André WQS de Trestles (Foto: Divulgação)Jadson André está nas quartas em Trestles (Foto: Divulgação)
Apenas Miguel Pupo e Thiago Camarão conseguiram passar direto da quarta fase para as quartas de final. Pupo deu dois aéreos em uma mesma onda. Ganhou 9,10. Medina, Heitor, Jadson, Jessé, Willian e Thiago Camarão tropeçaram.
Na repescagem, Heitor eliminou o americano CJ Hobgood, campeão mundial de 2001. Jessé bateu Medina. Thiago Camarão eliminou Willian, e Jadson superou o americano Tim Reyes.
Para Jadson e Heitor, o WQS é um "aquecimento" para o Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial. A janela de espera começa na quarta-feira, e o SporTV.com transmite ao vivo.

Quartas de final:
1. Tanner Gudauskas EUA x Heitor Alves BRA
2. Kolohe Andino EUA x Jesse Mendes BRA
3. Junior Faria BRA x Thiago Camarão BRA
4. Miguel Pupo BRA x Jadson André BRA

Djokovic vence 32º jogo seguido e encontra Bellucci na semi em Madri

Invicto na temporada, sérvio entristece torcida espanhola ao eliminar Ferrer

Por SporTV.com Madri
Novak Djokovic tênis Madri quartas (Foto: EFE)Novak Djokovic manteve-se sólido até quando a
torcida fazia barulho por Ferrer (Foto: EFE)
Mais um jogo, mais uma vitória. nesta sexta-feira, o indomável Novak Djokovic conquistou seu 32º triunfo consecutivo e avançou às semifinais do Masters 1.000 de Madri, fase em que vai encontrar o brasileiro Thomaz Bellucci. O jogo será às 14h (de Brasília) e terá transmissão do SporTV.
A vítima do dia para Djokovic, que triunfou por 6/4, 4/6 e 6/3, foi o espanhol David Ferrer, que vinha de belas campanhas no saibro. Em seus dois últimos torneios (o Masters 1.000 de Monte Carlo e o ATP 500 de Barcelona), o atual número 6 do mundo ficou com o vice - derrotado em ambas ocasiões pelo compatriota e número 1 do mundo, Rafael Nadal.
Campeão do Australian Open, dos Masters 1.000 de Indian Wells e Miami, do ATP 500 de Dubai do ATP 250 de Belgrado, Djokovic já soma 30 vitórias seguidas em 2011 - e 32, no total, levando em conta as finais da Copa Davis, no ano passado.
A série iguala a melhor fase de Rafael Nadal, que venceu 32 jogos seguidos em 2008 - mesmo ano em que o espanhol alcançou a liderança do ranking pela primeira vez na carreira. Desde 1975, quando os resultados passaram a ser registrados, houve apenas sete sequências maiores. O recorde é do argentino Guillermo Vilas, com 46.
Leia mais notícias de tênis!
O jogo desta sexta-feira começou melhor para Ferrer, que foi empurrado pela torcida espanhola desde o primeiro game. O espanhol quebrou o saque de Djokovic no segundo game, mas não conseguiu consolidar a vantagem e permitiu que o sérvio devolvesse a quebra em seguida. A partida seguiu igual até o nono game, em que Ferrer enfim cometeu erros e permitiu que o número 2 do mundo tomasse a vantagem. Djokovic aproveitou e fechou o set em seguida: 6/4.
Com o momento a seu favor, Nole saiu na frente na segunda parcial, com uma quebra no primeiro game. No entanto, quando sacava com 2/1 no placar, um pisão de mau jeito fez Djokovic sofrer uma leve torção no tornozelo. Ferrer devolveu a quebra naquele game e cresceu no jogo. O espanhol teve um break point no oitavo game, mas desperdiçou com uma bola longa. No décimo, porém, Ferrer não vacilou mais. Com uma bela direita aberta, forçou um erro de Djokovic, alcançou a quebra e devolveu o placar da parcial anterior: 6/4.
Quando o terceiro set começou, Ferrer parecia mais sólido e menos cansado, mas Djokovic não dava chances em seus games de serviço. O sérvio continuou sólido do fundo de quadra esperando chances. Elas apareceram quando Ferrer, no sexto game, cometeu duas duplas faltas e dois erros não forçados. Nole desperdiçou dois break points, mas no terceiro acertou uma direita paralela e quebrou. Com moral, Djokovic ainda quebrou Ferrer novamente no nono game para fechar a parcial em 6/3 e marcar o duelo com Thomaz Bellucci para este sábado.

Quartas inéditas da Libertadores têm supremacia paraguaia e sete países

Pela primeira vez na história, Paraguai supera outros países em número de representantes nessa fase da competição

Por Mariana Kneipp Rio de Janeiro
CHAMADA CARROSSEL - Strike Libertadores P&B (Foto: Arteesporte / GLOBOESPORTE.COM)Fluminense, Inter, Grêmio e Cruzeiro caíram nas
oitavas (Foto: Arteesporte / GLOBOESPORTE.COM)
A Taça Libertadores de 2011 já pode ser lembrada como a edição do “desde”. Afinal, desde 1994, é a primeira vez que sete dos oito clubes classificados para as quartas de final são de nacionalidades diferentes. Também desde o mesmo ano, o Brasil não dependia apenas de um time nesta fase da disputa - o Santos venceu o América-MEX e garantiu a vaga. E, desde 1993, duas equipes do Paraguai não chegavam tão longe na competição. Pela primeira vez, o país compõe a maioria dos times.
Em 1989, 1991 e 1993, os paraguaios também fizeram dobradinha nas quartas de final - com Olimpia e Cerro Porteño nas duas últimas, e Olimpia e Sol de América na primeira. No entanto, diferentemente da edição atual, havia na fase outros países com dois representantes.
A boa campanha de equipes paraguaias está diretamente ligada à frustração das brasileiras, segundo o jornalista Cauê Dias, do blog La Pelota. Apesar de elogiar Libertad e Cerro Porteño pela dobradinha, ele acredita que a soberba possa ter atrapalhado Internacional, Grêmio, Cruzeiro e Fluminense, elimados nas oitavas.
- O Libertad vem tendo boas participações na Libertadores. O Cerro chega agora com o fervor de conseguir um feito para ativar a rivalidade no país contra Olimpia, tricampeão da competição. Dizer que eu esperava por eles nas quartas, não esperava. Aliás, sinceramente, não encontro uma razão única para isso e para o Brasil ter saído assim. Talvez tenham contado com a vitória antes do tempo e foram surpreendidos. Conversei com o Oscar Tabarez (técnico da seleção do Uruguai) há pouco, e ele ainda não entendeu o que aconteceu, principalmente com o Cruzeiro. É inexplicável - concluiu, lembrando a eliminação da Raposa para o Once Caldas, time de pior campanha entre os classificados.
Dos oito clubes classificados às quartas, três ainda não haviam chegado a essa fase no século 21. Universidad Católica é o caso mais antigo. Não avançava tanto na competição desde 1997. Já o Cerro Porteño tinha uma lacuna de 12 anos. E o Jaguares, fundado em 2002, alcança a etapa pela primeira vez em sua história.
Para tentar elevar o moral do Brasil na Libertadores, o Santos entra em campo para disputar uma vaga nas semifinais contra o Once Caldas na próxima quarta-feira.
Representatividade de classificados às quartas de final na Libertadores na década
2011 Paraguai (2), Colômbia, México, Argentina, Uruguai e Chile
2010 Brasil (4), Chile, Paraguai, México e Argentina
2009 Brasil (4), Uruguai (2), Venezuela e Argentina
2008 Brasil (3), Argentina (2), México (2) e Equador
2007 Brasil (2), Uruguai (2), México, Colômbia, Argentina e Paraguai
2006 Argentina (3), Brasil (2), Equador, México, Paraguai
2005 Argentina (3), Brasil (3), México e Uruguai
2004 Brasil (3), Argentina (2), Colômbia (2) e Venezuela
2003 Brasil (2), Argentina (2), Colômbia (2), México e Chile
2002 Brasil (2), Uruguai (2), México (2), Argentina e Paraguai
2001 Brasil (3), Argentina (3), Colômbia e México

René rasga elogios a Jobson e pede paciência com os garotos da base

Técnico enaltece atacante recém-chegado, diz que atletas da casa precisam amadurecer e prevê chegada de reforços

Por Eric Luis Carvalho Salvador
René Simões durante entrevista do Bahia (Foto: Divulgação / Site Oficial do Bahia)Encantado com Jobson, René quer mais reforços
(Foto: Divulgação / Site Oficial do Bahia)
O técnico René Simões comandou mais um treino, nesta sexta-feira, no Fazendão, e uniu uma atividade lúdica a um trabalho de fundamentos visando à preparação do time para a estreia na Série A. Após o treino, René rasgou elogios ao atacante Jobson, um dos destaques da atividade.

- Tecnicamente, ele é fantástico. A gente sabe o que o Jobson pode render. Agora temos que torcer para que ele aproveite essa chance. Ele já chegou e me fez um pedido: "Professor, queria que o senhor me testasse". Depois a gente conversou. Ele me falou sobre o Botafogo, em momento nenhum falou mal. Até porque está sendo muito educativo com ele. Conversamos, falei que um dia ele vai voltar, não tenho dúvida.
O treinador também aproveitou para explicar ao torcedor o motivo da pouca utilização dos garotos vice-campeões da Taça São Paulo de Futebol Júnior.
- Antigamente, os jogadores que disputavam essa competição já saíam prontos para o profissional. Só que agora a competição usa garotos mais novos. São meninos de 16, 17 anos. Então, eles ainda estão passando por um processo de amadurecimento. Eu tenho um relacionamento muito próximo com o (Newton) Mota (coordenador das divisões de base do Bahia). Não vou assistir à final do júnior, neste sábado, contra o Vitória, mas vou receber relatórios bem detalhados, vou ficar sabendo de tudo.
René disse que a lista dos jogadores que seguirão para Águas de Lindóia, interior de São Paulo, já está fechada. A única espera é pelo goleiro Renê, que tem situação indefinida.
- Não tem dúvida. São os jogadores que treinaram hoje aí. Os outros que não treinaram (Omar, Nen, Thiego, Marcos e Souza) tiveram problemas médicos. O único problema é o Renê, que estamos aguardando a definição. O Jones ainda não pode treinar com a gente, então vai ficar aqui trabalhando. Conversei com os médicos ontem (quinta-feira), ele ficará trabalhando aqui em Salvador.

O treinador ainda confirmou a ida de Tiago para a intertemporada fora da capital baiana. Titular no começo do ano, o goleiro pode deixar o clube, uma vez que o Bahia negocia com o goleiro Michel Alves, e ainda pode ter de volta Renê.

- O Tiago vai, sim. Por enquanto, ele está nos planos.

O técnico ainda comentou a expectativa pela chegada de reforços e lamentou a dificuldade em contar com um jogador de "peso", que seria Carlos Alberto:
- Uns quatro jogadores devem chegar. Estão negociando alguns nomes. Tinha um outro que eu gostaria muito de contar e que faríamos um esforço muito grande para trazer. No entanto, devido à grandeza do Bahia, eu tinha certeza que conseguiríamos, mas outros clubes entraram na briga e aí complicou.

Quanto ao possível retorno de Morais, um dos destaques do time na campanha do acesso à Série A, em 2010, René falou com brilho nos olhos.
- Adoraria contar com ele. É um jogador que eu gosto muito, desde os tempos de Vasco. Seria ótimo - concluiu.

De Minelli a Roth, Falcão defende esquema com só Damião de atacante

Técnico repetiu esquema de seu antecessor na derrota para o Peñarol. Ele vê ‘desonestidade’ em preconceito com sistema só por ter sido de Roth

Por Alexandre Alliatti Porto Alegre
falcão bolivar internacional   (Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM)Falcão não considera que ataque esteja isolado
(Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM)
Dois volantes, três meias, um atacante. Soa como Celso Roth, mas é Paulo Roberto Falcão. O esquema 4-2-3-1 foi resgatado pelo novo técnico do Inter, no estilo do que fazia seu antecessor, na derrota de 2 a 1 para o Peñarol, que tirou o time colorado da Libertadores da América nesta quarta-feira. Andrezinho, D’Alessandro e Oscar tiveram a função de se aproximar de Leandro Damião, o único atacante.
Ao comentar a situação nesta sexta-feira, Falcão disse que é preciso se livrar do preconceito de que o esquema isola o atacante. E partiu em defesa de Celso Roth, que tem sua imagem atrelada a esse sistema de jogo, especialmente depois da perda do Mundial.
- Eu acho isso uma desonestidade com o Celso. Ele não está aqui para se defender. Não é justo com ele. Isso é o preconceito. Tem um atacante, rotula com quem? Se joga com três volantes, é defensivo... É outro rótulo. Se não joga com volantes clássicos, é muito alegre... Não podemos nos prender a isso. Nada é definitivo. No futebol, muito menos. As coisas se modificam – disse Falcão.
O treinador colorado não acredita que o modelo de jogo isole Leandro Damião. E resgata Rubens Minelli, talvez o principal treinador da história do Inter, seu comandante nos anos 70.
- No último jogo, quem fez o gol foi o Oscar. Não acho que tenhamos só o Damião na frente. Às vezes, colocamos um segundo atacante e ele não faz essa função de atacante. O Rubens Minelli dizia que não importa quantos atacantes tenha, e sim quantos chegam ao ataque. O segredo é ter jogadores com característica de chegada. Não tenho só um atacante. Temos D’Alessandro, Oscar, a chegada do Kleber. Temos que criar mecanismos no time. O importante é criar situações. Não acho que só tenha o Damião na frente.
Porém, o esquema não está garantido para o Gre-Nal de domingo. É possível que o Inter volte para o 4-4-2 no primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho, no Beira-Rio.