domingo, 5 de junho de 2011

Com dois gols do estreante Borges, Santos bate o Avaí na Vila: 3 a 1

Centroavante mostra oportunismo e dá ao Peixe sua primeira vitória no Brasileirão. Já o time catarinense permanece na lanterna, zerado em pontos

por Adilson Barros
O camisa 9 ideal é artilheiro, decisivo, não deixa oportunidades escaparem. Assim foi Borges neste domingo, em sua estreia pelo Santos. Apresentado na última sexta-feira, sem muito tempo para treinar, ele foi escalado contra o Avaí, terceira rodada do Brasileirão, e definiu a vitória alvinegra por 3 a 1. Seus dois gols (o segundo foi irregular) garantiram ao Alvinegro seu primeiro triunfo na competição e dão à torcida a esperança de o time ter, enfim, encontrado o parceiro certo para Neymar.
Borges é o primeiro reforço de peso do Peixe para a competição nacional. Ele chega para substituir Zé Eduardo, que foi vendido para o Genoa-ITA e partirá sem jamais ter sido unanimidade. Keirrison, que seria o 9 santista, também está de saída. Foi tão mal que é como se nunca tivesse vindo.
Com o resultado, o Peixe vai a quatro pontos. Ocupa agora a 11ª posição. Já o Avaí segue na lanterna da competição. Perdeu seus três primeiros jogos. Sofreu nove gols e marcou só dois.
O Santos volta a campo no próximo sábado, às 18h30m (horário de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). O Avaí, no mesmo dia e horário, recebe o América-MG, na Ressacada, em Florianópolis (SC).
Juiz de luto, e artilheiro inspirado
Antes do início da partida deste domingo, um minuto de silêncio em homenagem à mãe do árbitro José de Caldas Souza (que apita pela Federação do Distrito Federal), que faleceu neste domingo. Ele não conseguiu voo para voltar ao Maranhão para se despedir. O jeito foi trabalhar. Passado esse momento triste, a bola rolou. E bastaram nove minutos para Borges mostrar sua credencial.
O técnico Muricy Ramalho já havia avisado que o reforço era garantia de gol. O novo camisa 9 alvinegro confirmou a previsão do chefe ao completar desvio de Zé Eduardo após cobrança de escanteio de Alan Patrick. O atacante comemorou com a bola sob a camisa, em homenagem aos filhos Mateus e Gabriel, os gêmeos que estão à caminho.E foi isso. O primeiro tempo se resumiu a esse lance de oportunismo do novato
Com três zagueiros e dois volantes, o Avaí congestionou o meio de campo. Um mar de camisas azuis e brancas impedia a chegada dos santistas à meta. A bola batia e voltava. O Leão catarinense mostrava força nos desarmes, mas não tinha nenhuma criatividade com a bola nos pés. Até chegou a rondar a área santista, mas sem jamais conseguir ameaçar o gol defendido por Rafael.
O Santos tinha desfalques importantes. Não pôde escalar seus dois laterais titulares (Jonathan e Léo estão machucados), nem seu capitão (o zagueiro Edu Dracena foi poupado). Mas o time sentiu falta mesmo de Elano e Neymar, que estão servindo à Seleção Brasileira.
Sem o meia, o Peixe não tinha alguém para acertar o passe no meio de campo – Alan Patrick, o substituto, não conseguia dar sequência às jogadas. E sem Neymar? Bem. Sem Neymar, o Alvinegro Praiano perdeu velocidade, a jogada inesperada, o drible genial, o arremate quase sempre certeiro. O ataque alvinegro foi previsível. Zé Eduardo e Borges não se encontraram. Isolados um do outro, presos no meio dos zagueiros.
borges santos x avaí (Foto: Agência Estado)Borges fez dois gols em sua estreia pelo Santos (Foto: Agência Estado)
Repeteco
O segundo tempo foi praticamente uma repetição do primeiro. Logo no início, jogada de escanteio, bola desviada no meio do caminho, gol de Borges. Dessa vez porém, o atacante estava em posição irregular. No momento em que Bruno Rodrigo deu uma casquinha na bola após cruzamento de Alan Patrick, o centroavante alvinegro estava adiantado. Para Borges, pouco importou. Ele festejou mais uma vez. Agora, pedindo para a torcida gritar e pular junto com ele. Na comemoração, Borges socou o ar, "para homenagear o homem" (Pelé).
O Avaí acusou o golpe. Sem nenhum articulação, perdido em campo, o time catarinense agora tinha dificuldades até para armar jogadas. O Santos tinha campo para jogar e criava chances. Borges só não fez o terceiro porque o goleiro Aleks praticou uma grande defesa.
Vendo que o adversário não ameaçava, Muricy Ramalho começou a fazer experiências. Tirou o meia Alan Patrick e colocou o zagueiro Bruno Aguiar. Quis observar o comportamento do time com três zagueiros. E foi exatamente nesse momento que, fiinalmente, o Avaí chegou. Chegou e marcou. Maurício Alves apareceu livre no meio dos defensores alvinegros e empurrou para a rede. Um vacilo geral da retaguarda santista.
Nada, porém, que ameaçasse a vitória alvinegra, garantida com um terceiro gol no lance final, em contra-ataque puxado por Arouca e finalizado por Rychely - foi o primeiro dele com a camisa do Santos.
santos 3 x 1 avaí
Rafael, Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Alex Sandro; Arouca, Danilo (Roger), Adriano, Alan Patrick (Bruno Aguiar); Zé Eduardo (Rychely) e Borges. Aleks, Cassio, Bruno, Gustavo Bascos; George Lucas, Marcinho Guerreiro, Fabiano, Estrada (Fabio Santos) e Julinho; Marquinhos Gabriel (Robinho) e William (Maurício Alves).
Técnico: Muricy Ramalho. Técnico: Silvas.
Gols: Borges, aos 9 minutos do primeiro tempo; Borges, aos 6 minutos, Maurício Alves, aos 42, e Rychely, aos 47 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Roger (Santos); Marcinho Guerreiro, Gustavo Bastos, Julinho e Fabiano (Avaí).
Local: Vila Belmiro, Santos (SP). Data: 05;/06/2011. Competição: Campeonato Brasileiro.
Árbitro: José de Caldas Souza (DF). Auxiliares: César Augusto Vaz e Carlos Emanuel Manzolillo (DF).
Renda: R$ 64.420,00. Público pagante: 4.109 pessoas.

Em 'casa', Inter vence América-MG, e Falcão respira aliviado no Brasileirão

Dupla Oscar e D'Alessandro comanda primeira vitória do Colorado no campeonato: 4 a 2. Cavenaghi marca no retorno ao time titular

por GLOBOESPORTE.COM
Campo Grande fica a cerca de 1500km de Porto Alegre. Mas nem parecia. O Internacional jogou como se estivesse em casa no Morenão. Nas arquibancadas, a nação vermelha, que dominou o estádio, abriu o bandeirão e comemorou. Ali, bem longe do Beira-Rio, o Colorado conquistou sua primeira vitória no Brasileirão com 4 a 2 sobre o América-MG. Mérito da dupla Oscar e D’Alessandro, que contrariou quem dizia que os dois não poderiam jogar juntos. O técnico Paulo Roberto Falcão respira aliviado por ter a primeira noite de tranquilidade depois de muitos dias de pressão.
O resultado fez o Inter pegar o elevador na classificação do campeonato. Com a vitória, segunda em oito jogos, o time subiu cinco posições e chegou ao 10° lugar. Já o América-MG caiu três postos e ligou o alerta. Na 16ª colocação, o Coelho está à beira da zona de rebaixamento.
Para a quarta rodada do Brasileirão, Inter continuará sem Leandro Damião e Bolatti, convocados para as seleções brasileira e argentina. O time receberá o Palmeiras no Beira-Rio no domingo, às 16h. No sábado, o América-MG irá à Ressacada para enfrentar o Avaí, às 18h30m.

Oscar marca dois gols e brilha em campo
Também longe de casa, por opção, o Coelho começou o jogo sorrateiro pela direita. Sem tomar conhecimento do adversário, o time de Mauro Fernandes jogou como mandante que era e assustou com cruzamentos de Marcos Rocha para Fábio Júnior e Eliandro. O segundo chegou até mesmo a mandar uma bola na trave, que fez a torcida colorada respirar fundo no Morenão.
Sem Kleber, lesionado, o Colorado dependia de Juan na lateral esquerda. Improvisado, o zagueiro de 19 anos abriu uma avenida para o ataque mineiro, que, apesar do espaço, foi mal nas finalizações e não conseguiu definir.
lance de jogo internacional x américa mg (Foto: Hélder Rafael/Globoesporte.com)Oscar levou vantagem sobre a zaga em quase todas as jogadas (Foto: Hélder Rafael/Globoesporte.com)

Falcão percebeu o perigo e mudou. Gritou, mexeu os braços e conseguiu corrigir a marcação, trazendo os volantes Guiñazu e Tinga para a direita e recuando D’Alessandro para também ajudar a atrapalhar as saídas do rival.
As mudanças apagaram o América-MG.  Em compensação, do outro lado, um jogador começou a brilhar. Depois de tentativas de cruzamento pela direita que procuravam Leandro Damião, que está com a Seleção, e encontravam um vazio na grande área, Oscar resolveu assumir a responsabilidade. Em jogada individual, avançou pelo meio e chutou. Teve a sorte de o rebote do goleiro Flávio encontrar o zagueiro Gabriel, que, todo atrapalhado, deixou a bola escapar para Cavenaghi. O argentino cruzou para o próprio Oscar, que cabeceou para abrir o placar, aos 13.
Não deu tempo nem de comemorar direito. Três minutos depois, Zé Roberto fez um belo lançamento para D’Alessandro na esquerda. O argentino preparou a canhota e mandou de primeira no canto esquerdo do gol mineiro.
O placar de 2 a 0 era o que bastava para a torcida colorada se manifestar ainda mais no Morenão. Das arquibancadas, onde havia gremistas reforçando a pequena torcida do Coelho, era possível ouvir os gritos de “segunda divisão”, como provocação ao adversário que subiu para a Série A neste ano.
E ninguém segurava Oscar. Lençol, cruzamento perfeito para a área e chutes que deram trabalho ao goleiro Flávio. Em nova falha da defesa, que não conseguia encontrar o camisa 16, o meia recebeu um lançamento direto da zaga e mandou de primeira para quase furar as redes mineiras. Fora do campo, Falcão levou as mãos à cabeça e olhou para cima, como se agradecesse pelo que estava vendo no gramado. Era o terceiro gol do Inter em menos de dez minutos.
Coelho balança as redes, mas não evolui
Com 0 a 3 no placar, o América-MG sabia que só restava sair para o jogo. E foi o que ele fez. Mas o maior domínio de bola no início do segundo tempo ainda não era suficiente para um time que errava muitos passes e não conseguia finalizar. Até que, aos 10, o esforço deu certo. Após escanteio, Eliandro ajeitou de peito, e Rodriguinho estufou as redes coloradas com um chute no ângulo de Renan.
O golaço levantou a torcida mineira, que ensaiou gritos de “América”. A comemoração, porém, durou apenas cinco minutos. Em bela jogada individual, Zé Roberto passou por um, dois, três marcadores, invadiu a área. O desarme do zagueiro foi a assistência perfeita para Cavenaghi, sozinho, marcar seu segundo pelo clube colorado. Na comemoração, o argentino tirou a camisa e ganhou cartão amarelo, o que irritou Falcão.
O quarto gol do Inter acordou o Coelho. O time passou a subir mais para o ataque e dar trabalho. Após cobrança de escanteio, Anderson cabeceou para dentro das redes. Porém, o jogador se apoiou no zagueiro colorado, e a arbitragem anulou o gol, marcando falta.
O esforço do sistema ofensivo mineiro, no entanto, não foi em vão. Após bela tabela com Fábio Júnior, Alessandro invadiu a área e marcou seu segundo gol no Brasileirão. A vantagem no placar diminuiu, mas, dentro de campo, o Inter continuou dominando. Aos 45, D'Alessandro e Thiago Carleto se desentenderam e iniciaram uma discussão, após o jogador do Coelho atingir o argentino no rosto. Com os ânimos já acalmados, o árbitro deu o apito final, e a torcida vermelha concluiu a festa no Morenão.
américa-mg  2 x 4  internacional
Flávio; Marcos Rocha, Anderson, Gabriel e Thiago Carleto; Glauber (Alessandro), Leandro Ferreira (Camilo), Amaral e Rodriguinho; Eliandro (Kempes) e Fábio Júnior. Renan; Nei, Bolívar, Rodrigo e Juan; Guiñazu, Tinga, D’Alessandro e Oscar (Glaydson); Zé Roberto (Ricardo Goulart) e Cavenaghi (Gilberto).
Técnico: Mauro Fernandes Técnico: Paulo Roberto Falcão
Gols: Oscar, aos 13 e 21 do primeiro tempo. Oscar, aos 15 do primeiro tempo. Rodriguinho, aos 10 do segundo tempo. Cavenaghi, aos 15 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Bolívar, Cavenaghi e Rodrigo (Inter). Thiago Carleto (América-MG)
Local: Morenão (MS). Data: 05/06/2011. Competição: Campeonato Brasileiro. Árbitro: Arílson Bispo da Anunciação (BA). Auxiliares: Belmiro da Silva (BA) e Raimundo Carneiro de Oliveira (BA). Público Pagante: 3.119 pessoas. Público presente: 4.541pessoas.

No bom adeus de Pet, Flamengo e Corinthians ficam no empate

Timão assume liderança provisória ao lado do rival Palmeiras, com sete pontos ganhos, e rubro-negros não conseguem se aproximar dos líderes

por GLOBOESPORTE.COM
Foram 197 partidas com a camisa rubro-negra. Ora vestindo a 10, com a qual marcou os gols de falta do título do tricampeonato carioca e da Copa dos Campeões, ambos em 2001. Ora com a 43, com a qual comandou ao lado de Adriano o hexa brasileiro. Petkovic se despediu da torcida em jogo com muita emoção e, como mesmo disse, à vera. O Corinthians, que não tinha nada a ver com isso, bem que tentou estragar a festa no Engenhão, regada a mosaico e volta olímpica no intervalo. Empolgado, o sérvio teve boa atuação e saiu sob os gritos de "fica!". Mas não viu o Flamengo vencer. O time ficou no empate por 1 a 1 com o rival paulista, que até então tinha 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro.
Willian e Renato Abreu, de falta, marcaram os gols para as duas equipes, no primeiro tempo. Com o empate, o Corinthians, que estava com 100% de aproveitamento, vai para sete pontos e ocupa a liderança provisória - espera o desfecho da rodada na próxima quarta-feira. O Flamengo, que vencera na estreia e empatara com o Bahia, chega a cinco pontos. Na quarta rodada, o Flamengo vai à Arena da Baixada encarar o Atlético-PR, no domingo. No mesmo dia, o Corinthians receberá o Fluminense no Pacaembu.
Timão assusta
O mosaico feito pela torcida rubro-negra com as cores da Sérvia, que depois se transformava na bandeira do Flamengo, certamente fez o meia sérvio fazer uma viagem no tempo e se lembrar quando, com nove anos, em Madjanpek, brincava de bater bafo-bafo e conseguir a figurinha do ídolo Zico para preencher o álbum da Copa do Mundo de 1982. Agora, estava ali, no mesmo clube do maior camisa 10 da Gávea, despedindo-se dos campos.
Ronaldinho Gaúcho, o novo astro, deu a Pet a braçadeira de capitão. Os jogadores entraram todos com o nome do sérvio às costas, em mais uma homenagem. Mas o Corinthians não queria saber de festa para o sérvio. Por pouco não botou água no chope logo na saída. Aos 40 segundos, Willian, de fora da área, fez Felipe bater roupa. No rebote, Liédson, ex-Flamengo, obrigou o ex-goleiro corintiano a fazer grande defesa.
Estava claro, ali, que a intenção do técnico Tite era se aproveitar do cllima festivo da despedida de Pet. Com três atacantes, forçava o jogo explorando a velocidade. Principalmente do camisa 9 e de Jorge Henrique, de volta à equipe, que se aproveitou de falha de marcação da zaga rubro-negra e perdeu a segunda chance de gol em menos de cinco minutos.
Era questão de tempo para o Timão abrir o placar. Ralf e Paulinho bloqueavam as jogadas ofensivas do Flamengo e alugavam o meio-campo com a boa quantidade de desarmes. Danilo virava bem o jogo pelas laterais. Pelo lado direito, Weldinho fazia sua estreia e entrava para a história na despedida de Pet: levou vantagem sobre Egídio na arrancada e centrou na medida para Willian, mais rápido do que David Braz, tocar sem defesa: 1 a 0 Timão, aos 18 minutos.
Boas jogadas de Pet
O autor do gol, por sinal, era um dos que apresentavam futebol rápido e insinuante. A zaga do Flamengo voltava a mostrar as velhas falhas individuais e de colocação. De volta à equipe, Léo Moura, sem ritmo, estava lento nos avanços. Egídio, que no começo apoiava bem, sentiu o baque das vaias após a jogada do gol corintiano. As melhores jogadas saíam dos pés de Ronaldinho, aberto pela esquerda mas pouco acionado, e Petkovic.
O sérvio, que bateu bem quatro escanteios, chegou a tabelar algumas vezes com R10 e fez três belíssimas jogadas:na primeira, entrou driblando na entrada da área; na segunda, deu drible desconcertante em Ralf na intermediária rubro-negra; e, por último, voltou a ser o belo garçom como em 2001 e 2009, quando rolou a bola para Wanderley. O atacante chegou uma fração de segundo depois do goleiro Julio Cesar, que saiu muito bem para cortar o lance.
Faltava, para Pet, dar adeus aos gramados sem ver o time derrotado, ainda que parcialmente. Foi aí que o sérvio ganhou um presente. Ronaldinho caiu na meia direita após dividida com Fábio Santos. O árbitro Héber Roberto Lopes interpretou como falta. O camisa 43 se colocou para bater, a torcida pediu, mas foi Renato Abreu quem cobrou - dessa vez colocado, à la Pet, e meteu no ângulo esquerdo, sem defesa, aos 39.
O Corinthians merecia vencer nos primeiros 45 minutos, mas Pet também merecia aquela vibração. Foi o primeiro a correr em direção a Renato para abraçá-lo, como que agradecendo pelo gol, e despediu-se com um empate nos primeiros 45 minutos e sob os gritos de "Fica!" da torcida na volta olímpica.
Ronaldinho cresce
Após as homenagens, com direito a placa da presidente do clube, Patrícia Amorim, Pet saía emocionado de campo. Na volta do intervalo, Renato Abreu explicava que deixara o camisa 43 à vontade para bater a falta, mas o próprio homenageado preferiu que o volante fizesse a cobrança. E já com Negueba no lugar do sérvio na segunda etapa, o Flamengo abriu mais o jogo pelas laterais.
O Corinthians continuou ofensivo. Resumo: as duas equipes tiveram chances de abrir o placar logo no início em bolas aéreas. Renato Abreu e Liédson pararam nas boas intervenções dos goleiros. A equipe paulista sofreu uma desvantagem: numa dividida com Felipe, Liédson se contundiu e pediu substituição. Tite lançou Edenilson. O time caiu um pouco de rendimento, mas ainda levava perigo com Willian.
Luxemburgo trocou Wanderley, apagadíssimo, por Diego Maurício, que pouco depois recebeu passe açucarado de Ronaldinho Gaúcho, mas, fominha, não devolveu e desperdiçou a chance ao bater cruzado, para fora. R10, que crescia na partida pela direita, reclamou, e por pouco não desempatou a partida ao girar sobre o marcador pelo meio e bater na trave.
Tite mexeu na armação corintiana: trocou Danilo, cansado, por Morais, para tentar tirar o time do sufoco. Depois, tirou Jorge Henrique, cansado, para promover a estreia de Emerson, o Sheik. O Fla até pressionava, mas esbarrava na fraca atuação de Negueba, que errava todas as jogadas individuais. Na tentativa de melhorar o avanço pelo lado esquerdo, Vanderlei Luxemburgo pôs o estreante Júnior César no lugar de Egídio, que acabou saindo aplaudido.
Visivelmente cansado, o Corinthians tentava segurar uma pressão rubro-negra que também não se traduzia em oportunidades de gol. No finalzinho, foi Leandro Castán que se aproveitou da fragilidade da zaga rubro-negra pelo alto para quase marcar de cabeça o gol da vitória - Felipe salvou à queima-roupa. Não dava para mais nada. O empate estava de bom tamanho.
flamengo 1 x 1 corinthians
Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Egídio; Willians, Renato Abreu, Bottinelli e Petkovic (Negueba); Wanderley (Diego Maurício) e Ronaldinho Gaúcho. Julio Cesar, Weldinho, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo (Morais); Willian, Liedson (Edenilson) e Jorge Henrique (Emerson).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Técnico: Tite.
Gols: no primeiro tempo, Willian, aos 18, e Renato Abreu, aos 39 minutos.
Cartões amarelos: Liédson (Corinthians) e Willians e Negueba (Flamengo).
Local: Engenhão. Data: 05;/06/2011. Competição: Campeonato Brasileiro. Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa-PR). Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR). Renda: 1.180.655,00. Público pagante: 37.010. Público presente: 42.000.

Vencedora do BBB11, Maria faz ensaio sensual no CT do São Paulo

Modelo será a musa da próxima edição da revista oficial do clube

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
maria bbb são paulo (Foto: Site Oficial)Maria é torcedora fanática (Foto: Site Oficial)
A modelo Maria Melilo, vencedora da 11ª edição do Big Brother Brasil, participou neste domingo de um ensaio fotográfico, no CT do São Paulo, na Barra Funda, zona oeste da capital paulista, para a próxima edição da revista oficial do clube.
A tarefa foi difícil, já que a temperatura no momento era de 11 graus e o céu estava nublado. Mas a musa mostrou desenvoltura e o resultado poderá ser conferido nas bancas, dentro de algumas semanas.
- Meu pai era palmeirense, mas eu e minha irmã sempre fomos são-paulinas. Gosto bastante deste clube e sempre procuro acompanhar. Meu sonho é poder assistir a um jogo no Morumbi - disse Maria.
A vencedora do BBB11 se diz fanática pelo São Paulo. No mês passado, ela já havia participado da série “Meu Jogo Inesquecível”, do Globoesporte.com.
maria bbb são paulo (Foto: Site Oficial)O termômetro marcava 11 graus quando Maria posou no gramado do CT (Foto: Site Oficial do SPFC)
 

Viçosa, duas vezes 9, dá vitória ao Grêmio: 2 a 0 sobre o Bahia

Jogador segue ensinamentos de Renato Gaúcho e marca dois gols típicos de centroavante contra um adversário de rendimento pobre

Por Alexandre Alliatti Porto Alegre
 
junior viçosa  grêmio x bahia (Foto: Wesley Santos/Pressdigital)Aplausos para Viçosa: Grêmio vence no Olímpico
(Foto: Wesley Santos/Pressdigital)
Júnior Viçosa leva às costas o número 29, como se quisesse ser duas vezes 9, duas vezes centroavante. E foi. Pelo menos neste domingo, foi um duplo: duas vezes na frente do gol, duas bolas na rede, duas comemorações. Com o atacante em tarde de um brilho não exatamente habitual, o Grêmio foi superior ao Bahia, venceu por 2 a 0 no Olímpico e saltou na tabela, já de olho na zona de classificação para a Libertadores.
O inverso da moeda é a situação dos tricolores baianos. Ainda esperançoso de que medalhões como Carlos Alberto e Ricardinho resolvam a pobreza técnica da equipe, o Bahia teve mais insistência do que competência. Mereceu perder e, como consequência, começou a ser sufocado pela tabela: tem apenas um ponto, na área de queda para a Série B.
Os dois gols de Júnior Viçosa foram marcados ainda no primeiro tempo. O jogo marcou a estreia de Marquinhos pelo Grêmio. Ele foi a campo na etapa final.
Os gaúchos voltam a campo no sábado. Encaram o São Paulo no Morumbi. O Bahia, no domingo, recebe o Atlético-MG.
Renato ensina, Viçosa aprende: 2 a 0 no primeiro tempo
Manhã de sábado, Olímpico, tradicional treino recreativo de vésperas de partidas. Bola alçada na área. Renato Portaluppi, dois quilômetros à frente do última zagueiro (mas desde quando chefe fica impedido?), desvia de cabeça. Bola na rede. Imediatamente, o técnico olha para Júnior Viçosa e aponta para o gol, como quem diz: “Viu como se faz?”.
Viu, sim. Pois foi justamente Júnior Viçosa, com dois gols no primeiro tempo, o desenhista da vitória azul. Ainda longe de ter com a bola o mesmo relacionamento que o treinador tinha nos tempos de boleiro, o atacante teve oportunismo. Fez dois gols típicos de centroavante: um de cabeça, outro com o pé, ambos a poucos centímetros do gol.
Foi justo o resultado final do primeiro tempo. E muito mais pela fraqueza do Bahia do que pela qualidade do Grêmio, em tarde competente, mas não mais do que isso. O time gaúcho teve a bênção do relógio: pulou na frente cedo, com cinco minutos, após toque de calcanhar de Fernando, cruzamento de Mário Fernandes e desvio de cabeça de Viçosa.
O time nordestino ainda não teve suas duas principais contratações, Carlos Alberto e Ricardinho, em processo de condicionamento físico. Contando com a criação de Lulinha, a correria de Jobson e algum surto produtivo de Souza, o Tricolor de Salvador ficou a ver navios no gramado do Olímpico. Teve uma chance com Jobson, em boa defesa de Marcelo Grohe, e outra com Souza, em cabeceio fraco. Só.
O Grêmio foi mais produtivo. Escudero, no losango do meio-campo, ocupou o lugar de Lúcio, vetado, com dores nas costelas. Foi bem o argentino. Na direita, Mário Fernandes contribuiu com chegadas fortes ao ataque. Chamou a atenção o desempenho dissonante de Lins. Depois de muito bater boca com a bola, ele participou da jogada do segundo gol de Júnior Viçosa. Pela esquerda de ataque, tabelou com Escudero e acionou o artilheiro da tarde, que só completou para a rede.
Crescimento inútil do Bahia; Marquinhos estreia
O Bahia voltou melhor para o segundo tempo. O time de René Simões conseguiu se apossar do campo de ataque, rondou a área gremista, colecionou escanteios. Mas foi pouco efetivo. A contrapartida foi o perigo do Grêmio nos contra-ataques. O resultado ficou em vias de engordar. Mas não aconteceu.
Foi curiosa a postura do treinador do Tricolor de Salvador. Com sua equipe perdendo o jogo e apresentando soluções quase nulas, ele só mexeu em sua equipe depois dos 30 minutos. As entradas de Maranhão e Rafael estiveram longe de resolver os problemas dos visitantes. O melhor momento do Bahia no segundo tempo (e em toda a partida) foi uma cobrança de falta de Ávine, no travessão de Grohe.
O Grêmio, na base da velocidade, poderia ter ampliado. Viçosa teve sua chance, em pancada cruzada. Lins também, mas o desvio foi fraco. Para os quase 20 mil gremistas que foram ao Olímpico, a maior atração da etapa final foi a estreia de Marquinhos.
O reforço azul, buscado no Avaí, demonstrou o bom toque de bola que fez o Grêmio contratá-lo. Mas não teve tempo para produzir nada de excepcional. Afinal, o jogo estava praticamente garantido para os gaúchos, na vitória desenhada por Júnior Viçosa, duas vezes 9, duas vezes centroavante.
GRÊMIO 2 X 0 BAHIA
Marcelo Grohe, Mário Fernandes, Saimon, Rafael Marques e Neuton; Fábio Rochemback, Fernando, Escudero (Gabriel) e Douglas; Lins (Leandro) e Júnior Viçosa (Marquinhos). Marcelo Lomba, Gabriel, Danny Morais, Titi e Ávine (Marcos); Fahel, Marcone, Camacho e Lulinha (Maranhão); Jobson e Souza (Rafael).
T: Renato Gaúcho T: René Simões
Local: Olímpico, em Porto Alegre (RS). Data: 05/06/2011. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ). Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ).
Gols: Júnior Viçosa, aos cinco e aos 32 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Souza, Camacho (Bahia); Fernando (Grêmio).
Público: 18.693. Renda: R$ 277.682,00

Na ‘preliminar’ dos reservas, Coritiba passeia em goleada sobre o Vasco

Em duelo que antecede a decisão da Copa do Brasil, Anderson Aquino brilha em vitória do Coxa por 5 a 1 no Couto Pereira

Por Gustavo Rotstein Curitiba
Neste domingo, a torcida do Coritiba deixou o Couto Pereira em estado de euforia com a vitória por 5 a 1. No entanto, por incrível que pareça, também com uma ponta de frustração. Afinal, Anderson Aquino, destaque da goleada sobre o Vasco, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, não estará em campo na próxima quarta-feira para enfrentar o mesmo adversário e no mesmo estádio, numa partida de importância muito maior. O atacante cumpre suspensão automática no jogo de volta da final da Copa do Brasil.
Depois de duas vitórias nas primeiras rodadas do Brasileirão, os reservas do Vasco mal viram a cor da bola. O consolo dos torcedores cruz-maltinos é que serão os titulares que estarão no Couto Pereira na próxima quarta-feira para decidir a Copa do Brasil, depois da vitória por 1 a 0 em São Januário. O próximo compromisso dos vascaínos no Brasileirão é no próximo sábado, contra o Figueirense, no Rio de Janeiro. Já o Coritiba, que conseguiu a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro, enfrenta o Botafogo, domingo, no Engenhão.
tcheco coritiba x vasco (Foto: Agência Estado)Tcheco comemora o gol que abriu a goleada do Coxa sobre o Vasco (Foto: Agência Estado)
Empurrado pela torcida, Coxa atropela o 'Expressinho' do Vasco
Foi um passeio do Coritiba no primeiro tempo. Em 20 minutos, o time da casa marcou quatro gols com extrema facilidade, contando com a grande movimentação de seu ataque e uma atuação desastrosa da defesa do Vasco. Se de um lado o Coxa tinha Anderson Aquino, do outro os vascaínos tinham o lateral-esquerdo Max, que cometeu erros decisivos para a composição do placar.
O Coritiba abriu o placar aos três minutos, depois que Fernando viu Anderson Aquino passar por suas costas e receber a bola do lado direito, num lance que nasceu num erro de Max na saída de bola. O atacante cruzou rasteiro, mas Jomar cortou erradamente. Tcheco ficou com a sobra e chutou da marca do pênalti, fazendo 1 a 0. Aos 11, Anderson Aquino deixou o papel de garçom para assumir o de artilheiro. Leonardo cruzou pela esquerda, Fernando Prass não cortou e, dentro da área, o atacante marcou o segundo. Aos 14, Max errou um passe que originou o ataque do Coritiba. Maranhão avançou pelo lado direito e lançou Aquino, que tocou na saída do camisa 1 vascaíno, marcando 3 a 0.
No mesmo momento, Ricardo Gomes chamou Jumar para reforçar a marcação do lado esquerdo do Vasco. Max teve a chance de minimizar suas falhas, mas perdeu um gol feito. Já o Coritiba não desperdiçou sua chance e, aos 20 minutos, consumou sua goleada. Leonardo cruzou pelo lado esquerdo, e Anderson Aquino marcou seu terceiro na partida e o quarto do Coxa na partida.
Até o fim do primeiro tempo, o Vasco seguiu sendo dominado, embora tenha criado algumas chances de gol. O Coritiba seguiu em busca do ataque, mas esbarrou na marcação um pouco mais firme do adversário.
O Vasco voltou para a segunda etapa com Bernardo no lugar de Enrico. Mesmo assim, a equipe de Ricardo Gomes não conseguiu articular jogadas de ataque e, apesar de não se mostrar tão vulnerável, continuava a ser dominada. Aos 16 minutos, o Couto Pereira se levantou para aplaudir a saída de Anderson Aquino. O substituto foi Geraldo, um dos candidatos a substituir o próprio Aquino na finalíssima da Copa do Brasil.
fagner felipe bastos coritiba x vasco (Foto: Agência Estado)Sem sucesso, reservas do Vasco tentam parar o Coxa no Couto Pereira (Foto: Agência Estado)
Vasco faz gol de honra e Coxa amplia goleada

E mesmo diminuindo seu ritmo, o Coritiba não precisou de muito esforço para marcar mais um, novamente pelo lado direito de seu ataque. Everton Ribeiro lançou para Maranhão, que chutou rasteiro, no canto esquerdo de Fernando Prass, fazendo o quinto gol aos 19 minutos. A torcida da casa aproveitou para chamar o goleiro do Vasco de frangueiro, criticando o jogador que atuou no Couto Pereira.

Aos 22 minutos, o Vasco finalmente fez seu gol de honra, aos 23 minutos. Bernardo cobrou falta rasteira, e a bola sobrou para Élton. O atacante teve espaço para dominar e concluir. Mas foi só. Quem continuou a tomar conta da partida foi o Coritiba, que criou oportunidades e por pouco não terminou a partida aplicando uma goleada ainda maior.
CORITIBA 5 X 1 VASCO
Vanderlei, Maranhão, Walisson, Luccas Claro e Eltinho (Triguinho); Djair, Marcos Paulo, Tcheco e Éverton Ribeiro (Éverton Costa) ; Anderson Aquino (Geraldo) e Leonardo. Fernando Prass, Fagner, Jomar, Fernando e Max (Irrazábal); Jumar, Fellipe Bastos, Jéferson (Chaparro) e Enrico (Bernardo); Leandro e Élton.
Técnico: Marcelo Oliveira. Técnico: Ricardo Gomes.
Gols: Tcheco, aos 2, Anderson Aquino, aos 10, 14 e 19 minutos do primeiro tempo. Maranhão, aos 19, e Elton, aos 22 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Walisson e Luccas Claro (Coritiba); Fellipe Bastos e Irrazábal (Vasco).
Estádio: Couto Pereira, em Curitiba (PR). Data: 05/06/2011. Árbitro: Célio Amorim (SC). Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Ângelo Rudimar Bechi (SC). Público: 16.691 pagantes (18.554 presentes). Renda: R$ R$ 205.860,00.

Meninas invadem CT do Corinthians, abraçam Neymar e PM entra em ação

Torcedoras agarram atacante do Santos antes de serem contidas por policiais. Major brinca: 'Quem não gostaria de agarrá-lo nesse momento'

Por Leandro Canônico e Márcio Iannacca São Paulo
Na Granja Comary foram duas vezes na preparação da sub-20 para o Sul-Americano da categoria. Em Goiânia, nenhuma tentativa no Serra Dourada. Porém, neste domingo, não teve jeito. Duas torcedoras, que não tiveram os nomes divulgados pela polícia, invadiram o gramado do CT Joaquim Grava e agarraram o atacante Neymar. Rapidamente, a PM entrou em ação e conteve as invasoras, que foram retiradas do local pela recepção do centro de treinamento do Corinthians.
seleção brasileira neymar (Foto: Divulgação/ Mowa Press)Neymar é agarrado por duas torcedores no CT do Corinthians, em São Paulo (Foto: Mowa Press)
De acordo com o major Arantes, da polícia militar de São Paulo, as meninas entraram por um buraco no alambrado do CT. O local está passando por obras e as torcedoras aproveitaram a falha para chegar até Neymar. O PM ainda bricou com a situação.
- Não que eu queira agarrar o Neymar, mas quem não quer agarrar o Neymar numa situação como essa, num momento como esse - brincou o policial, referindo-se ao momento vivdo pelo garoto no Santos e na Seleção Brasileira.
Enquanto Neymar era agarrado pelas torcedoras, Ronaldo assistia ao treino ao lado de alguns membros da comissão técnica. Logo em seguida, antes mesmo do fim da atividade, o Fenômeno deixou o local em um carrinho de golfe.

De volta ao Rio de Janeiro, seleção
da Holanda visita o Cristo Redentor

Lateral Van der Wiel posta foto no Twitter e se empolga com vista da cidade

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Van der Wiel Holanda Cristo Redentor (Foto: Divulgação)Lateral Van der Wiel e o Cristo Redentor (Divulgação)
De volta ao Rio de Janeiro após o empate com a Seleção Brasileira, por 0 a 0, no último sábado, em Goiânia, a Holanda aproveitou o domingo para visitar a cidade. Se não tiveram muito tempo livre para ir além da praia de Ipanema durante a semana, os jogadores e comissão técnica da Laranja foram até o Corcovado. No que depender do lateral-direito Gregory van der Wiel, do Ajax, eles aprovaram a vista do Cristo Redentor.
– Acabei de visitar o Corcovado, que vista de lá. Incrível – disse, em seu Twitter.
A Holanda volta a treinar nesta segunda-feira às 10h30m (de Brasília) na Gávea, sede do Flamengo, na Zona Sul da cidade, próximo de onde estão hospedados. Depois, à tarde, embarcam para Montevidéu, no Uruguai, onde enfrenta a quarta colocada da última Copa do Mundo em outra “revanche”, então pela semifinal na África do Sul.

Paris Hilton exibe barriguinha saliente na Espanha

Usando roupa com seu nome, patricinha foi uma das atrações do Grande Prêmio da Espanha de Moto GP.
Do EGO, no Rio
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Paris Hilton foi uma das atrações do Grande Prêmio da Espanha de Moto GP, neste domingo, 5. Usando uma roupa branca com seu nome escrito, a patricinha mandou beijos e tirou fotos do público, mas acabou deixando à mostra uma barriguinha saliente.


Reuters/Agência

Paris Hilton estrelada e barrigudinha na Espanha

Mosaico da torcida emociona Pet

'É muito maravilhoso', diz o sérvio na entrada do Flamengo em campo

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
O mosaico feito pela torcida do Flamengo na entrada do time em campo emocionou Petkovic, o homenageado da tarde. Primeiro, as cores azul, vermelha e branca lembravam a bandeira da sérvia. Depois, a arquibancada ficou colorida de vermelho e preto. Nas duas versões havia o nome de Petkovic entre as cores.
- Estou muito emocionado, é muito maravilhoso. Estão fazendo uma coisa grande e importante. Não preciso dizer, é só olhar e ver. Só que agora a festa acabou, o jogo vale três pontos - disse o sérvio pouco antes de a bola rolar para o jogo contra o Corinthians no Engenhão.
Petkovic despedida Flamengo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Crianças escreveram o nome de Pet. Ao fundo, o mosaico da torcida (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Família Irons: ‘Sabemos que a vida
do Andy foi manchada por drogas’

Em comunicado, parentes do tricampeão mundial dizem que não pediram adiamento e que estão prontos para receber os resultados da autópsia

Por GLOBOESPORTE.COM Kauai, Havaí
Arquivo - Andy Irons remando (Foto: ASP)Andy Irons, morto em novembro de 2010 (Foto: ASP)
Passados sete meses, a família de Andy Irons diz estar pronta para receber os resultados da autópsia no corpo do surfista, em novembro. Em comunicado, os parentes do tricampeão mundial disseram que o último adiamento - para dia 20 de junho - da divulgação dos exames não foi pedida por eles, e sim por um advogado, sem autorização.

- Sabemos que a vida do Andy foi manchada por drogas, estamos prontos para aceitar os resultados dos exames - disseram.

Segundo a família, o advogado pediu o adiamento para ter tempo de traduzir para termos simples o relatório de dez páginas, a fim de evitar mal entendidos.
- A família tem sido preparada para receber a causa da morte, e é triste e irritante ter de esperar mais tempo, pois não foi por nossa escolha. Também gostaríamos de que a imprensa e o público soubessem que os patrocinadores de Andy nada têm a ver com isso, não estão tentando proteger a imagem dele, os ganhos ou qualquer outra coisa. Esperamos que essas informações imprecisas acabem. Estamos aguardando os resultados ansiosamente e vamos nos pronunciar, depois que soubermos, com toda honestidade.

No dia 2 de novembro, Irons foi encontrado morto em um quarto de hotel em Dallas, nos Estados Unidos. Dois dias antes, ele tinha deixado Porto Rico - onde, doente, desistiu da etapa do Circuito Mundial -, depois de contar à família que estava com febre de dengue. Um médico recomendou ao surfista ir a um hospital. Ele, no entanto, decidiu voltar para o Havaí.
Segundo relatos da revista "Go Outside", Irons, antes de chegar a Dallas, fez uma conexão em Miami e, para não perder o voo rumo a Honolulu, teria virado a noite em uma festa.

Lara e Nayara são prata no Rio

Em equipe, país ficou em quarto no Brazil Synchro Open

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Lara Teixeira e Nayara Figueira levaram o Brasil à medalha de prata no dueto do Brazil Synchro Open, no Rio de Janeiro. Em disputa acirrada com as francesas Sara Labrousse e Chloé Willhelm (178.877), as brasileiras garantiram a segunda colocação (179.564). O ouro foi para as canadenses Marie-Pier Gagnon e Elise Marcotte (188.551). Mais cedo, a dupla integrou a equipe livre, e o país terminou em quarto, atrás de Canadá (ouro), França (prata) e Estados Unidos (bronze).
Nado Sincronizado Lara Teixeira Nayara Figueira (Foto: Satiro Sodré / CBDA)Lara Teixeira e Nayara Figueira são prata no Rio (Foto: Satiro Sodré / CBDA)
- Entramos confiantes. Vimos que podíamos e no Mundial e no Pan vamos com tudo, com mais garra ainda para conseguir levar o nome do Brasil mais longe. As coreografias estão prontas, as músicas estão aprovadas. Está tudo aí. Agora é só investir, aprimorar e colocar elementos ainda mais elaborados – disse.
No sábado, o Brasil ficou em segundo na prova de equipe técnica, superando França e EUA. O resultado dá ânimo para o Mundial de Xangai, em julho, e para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro.
- Crescemos muito. Essa competição nos animou bastante porque sentimos que realmente evoluímos. Superar França e Estados Unidos na prova técnica, onde a gente sempre caía muito, foi super importante e mostrou às atletas que é possível. Ainda vamos acertar muitas coisas, mudar outras e trabalhar bastante para ir muito bem nas duas principais competições do ano – disse a técnica Maura Xavier.

Nado Sincronizado Lara Teixeira Nayara Figueira (Foto: Satiro Sodré / CBDA)Brasileiras superam francesas e ficam atrás apenas das canadenses (Foto: Satiro Sodré / CBDA)