domingo, 28 de julho de 2013

Hamilton alcança 'milagre' na Hungria e conquista 1ª vitória com Mercedes

Após danificar bico em toque com Rosberg na primeira volta, Felipe Massa faz corrida discreta e chega em oitavo. Raikkonen e Vettel completam pódio

Por GLOBOESPORTE.COM Budapeste, Hungria
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Logo depois de cravar a pole position para o GP da Hungria no treino classificatório de sábado, Lewis Hamilton manteve os “pés no chão” e afirmou que um triunfo neste domingo em Hungaroring seria muito difícil: “Temos uma colina íngreme para escalar por causa dos pneus, e será um milagre se ganharmos. Sinto que a vitória ainda está um pouco distante”, disse. Milagre pedido, milagre feito. Com uma atuação impecável, o campeão mundial de 2008 conseguiu administrar o desgaste dos pneus na quente tarde de Budapeste (35º C) para, enfim, “ir às alturas” com sua primeira vitória na Mercedes, após seis anos na McLaren. Confira os melhores momentos da prova no vídeo. A TV Globo exibe a corrida na íntegra nesta noite, logo após a série “Revenge”.
- Que grande fim de semana. O trabalho em equipe atingiu este resultado hoje e não poderia estar mais feliz. Parece que milagres acontecem - escreveu Hamilton nas redes sociais.
Depois da prova, em entrevista às TVs, ainda dedicou o feito à ex-namorada, a cantora Nicole Scherzinger, em uma tentativa de reatar o relacionamento que durou cinco anos.
Belo duelo entre Vettel e Raikkonen
Possíveis companheiros de RBR em 2014, o alemão Sebastian Vettel e o finlandês Kimi Raikkonen protagonizaram um acirrado duelo nos instantes finais pelo segundo lugar. O tricampeão tentou um bote no rival da Lotus a três voltas do fim, mas o "Homem de Gelo" - que apostava em uma estratégia de uma parada a menos - fechou a porta e segurou a posição, deixando o rival com o degrau mais baixo do pódio (reveja a disputa no vídeo). Kimi não levou seu carro para a garagem, parando metros depois da linha de chegada. Mas a comissão de prova identificou o mínimo de um litro de combustível em seu carro e, por isso, não aplicou nenhuma punição.
Hamilton pódio GP Hungria (Foto: Getty Images)Hamilton celebra sua primeira vitória com a Mercedes na Fórmula 1 (Foto: Getty Images)
Largando em sétimo, Felipe Massa teve atuação discreta. O brasileiro se envolveu num toque com Nico Rosberg (Mercedes) logo na primeira volta, quebrando uma parte do bico de sua Ferrari. Com a asa danificada, enfrentou dificuldades para imprimir um ritmo forte e teve que se contentar com a oitava posição. E a performance dos carros vermelhos não era das melhores. Fernando Alonso também teve atuação apagada, fechando em quinto, logo atrás de Mark Webber (RBR). Após a prova, o espanhol foi investigado por usar a asa móvel em três ocasiões com mais de 1s de diferença para o carro da frente, o que não é permitido, mas escapou de punição. A Ferrari foi multada em 15 mil euros (R$ 45 mil).
Felipe Massa GP Hungria (Foto: EFE)Discreto, Felipe Massa terminou a prova em oitavo após fazer boa largada (Foto: EFE)
Grosjean recebe duas punições
Se Alonso passou "impune", o mesmo não se pode dizer de Romain Grosjean, uma das grandes atrações da corrida. O francês foi dos que mais mostraram ousadia no travado circuito de Hungaroring e terminou em sexto. Porém, na mira dos comissários pelos inúmeros incidentes do ano passado, acabou levando duas penalidades para casa. Primeiro, recebeu um drive-through (passagem pelos boxes) por usar a parte de fora da pista para completar uma ultrapassagem sobre Massa, que, inclusive, considerou a punição exagerada. Além disso, depois da prova recebeu umo acréscimo de 20s em seu tempo total em razão de um incidente com Button. Como a diferença dele para o sétimo (o próprio Button) era de 21s, a penalidade não alterou o resultado final da prova.
Foi a 22ª vitória de Hamilton na carreira, a primeira com as “Flechas de Prata”. Um triunfo que serve para silenciar os críticos que condenaram sua saída da tradicional McLaren para apostar em novos ares na emergente Mercedes. Aposta essa que se mostrou acertada em 2013, evidenciada ainda mais pela péssima fase que atravessa sua ex-equipe, que terminou mais uma vez no pelotão intermediário: Jenson Button terminou em sétimo, e Sergio Pérez, em nono. Curiosamente, foi o ex-companheiro de Hamilton na McLaren, Button, um dos responsáveis pela vitória do britânico, ao segurar Vettel por muitas voltas na primeira metade da prova. Pastor Maldonado completou o top 10 e conquistou o primeiro pontinho na temporada para a Williams, outro time inglês que enfrenta dificuldades.
Kimi assume a vice-liderança
De quebra, o resultado coloca Hamilton de vez na briga pela taça. O britânico chegou aos 124 pontos e se aproximou dos rivais na classificação. Mas a principal mudança na tabela após dez das 19 etapas disputadas fica por conta de Raikkonen, que supera Alonso e assume a vice-liderança com 134 pontos, um à frente do espanhol. No topo, Vettel aumentou um pouco mais sua vantagem e lidera com 172. A Fórmula 1 agora entra nas tradicionais férias de meio de ano e só volta daqui a um mês, com o GP da Bélgica, de 23 a 25 de agosto.
Hamilton pódio GP Hungria (Foto: EFE)Raikkonen e Vettel completaram o pódio do GP da Hungria (Foto: EFE)
Header_corrida (Foto: arte esporte)
Massa e Rosberg se tocam na primeira volta
Hamilton largou bem e manteve a ponta. Vettel se arriscou e espremeu Grosjean na esquerda para segurar a segunda posição. O francês da Lotus ainda teve que suportar  a pressão de Alonso, que havia superado Rosberg. Massa foi outro que começou bem. Partindo em sétimo, ganhou a posição de Raikkonen. Mas ao tentar atacar Rosberg, acabou tocando no pneu traseiro direito do alemão, perdendo um pequeno pedaço do bico de sua Ferrari. Com o incidente, Nico caiu para a 12ª posição, e o brasileiro subiu para quinto.
Hamilton largada GP Hungria (Foto: AP)Largada do GP da Hungria, décima etapa da temporada 2013 (Foto: AP)
O britânico da Mercedes conseguiu administrar uma vantagem confortável para Vettel nas primeiras voltas. O alemão da RBR era seguido de perto por Grosjean. Um pouco mais atrás vinha Alonso. Com a asa dianteira danificada, Massa tinha dificuldades para acompanhar o ritmo do companheiro de Ferrari e admitiu à equipe pelo rádio que o carro estava saindo de frente.
Hamilton foi o primeiro dos ponteiros a parar nos boxes, na volta 10, retornando à pista em oitavo, logo atrás de Button. Vettel assumiu a liderança provisória até fazer seu pit stop duas passagens depois. O tricampeão também voltou depois de Button, mas a essa altura Hamilton já havia passado o inglês da McLaren e estava mais à frente - o que, no fim, se mostrou vital para a vitória. Grosjean se manteve um pouco mais de tempo na pista, liderando por algumas voltas.
Vettel chega a tocar em Button
Por não ter anotado tempo no treino classificatório, Webber largou em décimo com pneus médios – contra macios dos rivais que começaram na frente. Com compostos mais resistentes, o australiano apostava em uma estratégia diferente, seguindo na pista e assumindo a ponta. Button, em terceiro, era mais um com pneus médios a retardar a parada nos boxes. O britânico passou então a segurar as investidas de Vettel. Os dois chegaram a se tocar, e o alemão perdeu parte do bico. Grosjean e Alonso acompanhavam de camarote o embate.
Aconselhado pela equipe, Vettel reduziu o ritmo e deixou Button se afastar para evitar desgaste de pneus. No entanto, o alemão começou a sofrer pressão de Grosjean e precisou fechar a porta em um belo duelo. Enquanto isso, mais atrás, ao tentar tomar a oitava colocação de Sutil, Massa perdeu um pouco de tração na manobra e acabou abrindo espaço para Raikkonen tomar sua posição.
E foi Sutil o primeiro a abandonar a prova (volta 21), justamente na corrida que marcava sua 100ª participação na Fórmula 1. Segundo a Force India, o carro do alemão teve uma pane hidráulica. Ao parar nos boxes, ele ainda teve problemas na fixação de uma das rodas, e o bólido foi recolhido para a garagem.
Hamilton volta à ponta
Na volta 24, Webber enfim fez seu primeiro pit stop. Com isso, Hamilton reassumiu a ponta. Vettel finalmente conseguiu deixar Button para trás e subiu para segundo. Com pneus desgastados, o britânico “abriu a porteira”. Ao ver Grosjean ao seu lado, tentou fechar a porta e chegou a tocar no francês. Na sequência, perdeu também a posição para Alonso, indo para os boxes logo depois.
Hamilton GP Hungria (Foto: Reuters)Calor em Budapeste faz imagem de Hamilton diante de torcida parecer uma pintura (Foto: Reuters)
Após o toque com Button, a Lotus identificou uma suspeita de furo em um dos pneus de Grosjean e antecipou sua segunda parada. Pelo menos, retornou em sétimo, à frente do inglês, evitando um possível novo duelo. Em seguida, o francês deu o bote em cima de Massa e subiu para sexto. O brasileiro também perdeu posição para Button.
Na volta 30, Hamilton liderava tranquilamente, com uma vantagem de mais de 10s para Vettel. Mas após perder muito tempo com Button, o alemão da RBR forçava o ritmo e ia descontando aos poucos a desvantagem para o piloto da Mercedes.
Uma passagem depois, Hamilton fez seu segundo pit stop e retornou em quarto. Vettel assumiu a ponta, seguido por Alonso e Webber. A essa altura, Massa – que também já havia visitado os boxes duas vezes – ultrapassava Hulkenberg e subia para nono. Hamilton rapidamente deixou Webber para trás. Com os pit stops de Vettel e Alonso, o britânico novamente passou para a liderança, seguido pelo australiano da RBR e por Raikkonen, ambos com uma parada a menos.
Grosjean punido por manobra sobre Massa
Por ter passado por fora da pista para ganhar a posição de Massa, Grosjean foi punido com um drive-through (passagem direta pelos boxes) e acabou saindo da briga pelo pódio. A direção de prova interpretou que o francês ganhou vantagem com a manobra. Pelo rádio, o piloto mostrou surpresa com a penalidade: “Por quê?”, gritou espantado.
Completadas 40 das 70 voltas, Hamilton liderava com 2s5 de vantagem sobre Webber. Cinco segundos depois aparecia Raikkonen. Bem mais atrás estava Vettel, com boa vantagem sobre Alonso. Massa era oitavo.
Com táticas diferentes dos demais, Webber e Raikkonen foram para os boxes para o segundo pit stop, voltando, respectivamente, em terceiro e quarto. O líder Hamilton fez o terceiro pit stop na 51ª volta e retornou logo atrás do australiano da RBR. Mas o britânico, com pneus mais novos, logo deixou Webber para trás, evitando perder segundos preciosos. Com uma parada a menos que Hamilton, Vettel era o novo líder.
Hamilton lidera
Na 56ª volta, Vettel foi para os boxes pela terceira vez, retornando em quarto, atrás de Webber e Raikkonen. O alemão então tinha 14 voltas para tirar a desvantagem do companheiro de RBR e de seu possível parceiro de time em 2014 para chegar, pelo menos, em segundo. Enquanto isso, Hamilton voltava para a ponta, com pista livre para a vitória.
Depois de usar três jogos de pneus médios, Webber foi para os boxes, colocou pneus macios e foi para a pista em quarto, para tentar uma arrancada final. Com isso, Raikkonen subiu para segundo, e Vettel, para terceiro. Dez segundos atrás do companheiro de time, o australiano virava 1s5 mais veloz.
Fogo em carro de Rosberg
Em um fim de semana complicado, Rosberg pressionava Massa na luta pela oitava posição. Mas para alívio do brasileiro, não era dia do alemão da Mercedes. Na passagem de número 65, seu motor estourou. O carro ainda teve um princípio de incêndio, e Nico precisou abandonar.


Vettel tenta bote em Kimi no fim
Webber não conseguiu manter ritmo forte o suficiente para chegar em Vettel. Sem a pressão do australiano, o alemão decidiu então partir para cima de Kimi. A três voltas do fim, tentou o bote no finlandês. Mas o "Homem de Gelo" fez jogo duro e segurou a segunda posição, provocando reclamações do menino-prodígio da RBR. Enquanto isso, Hamilton rumava com tranquilidade para receber a bandeira quadriculada em primeiro.
Header_resultado (Foto: arte esporte)
1) Lewis Hamilton (ING/Mercedes) 70 voltas
2) Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) +10s09
3) Sebastian Vettel (ALE/RBR) +12s4
4) Mark Webber (AUS/RBR) +18s
5) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) +31s4
6) Romain Grosjean (FRA/Lotus) +32s2
7) Jenson Button (ING/McLaren) +53s8
8) Felipe Massa (BRA/Ferrari) +56s4
9) Sergio Pérez (MEX/McLaren) + 1 volta
10) Pastor Maldonado (VEN/Williams) + 1 volta
11) Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) + 1 volta
12) Jean-Eric Vergne (FRA/STR) + 1 volta
13) Daniel Ricciardo (AUS/STR) + 1 volta
14) Giedo van der Garde (HOL/Caterham) + 2 voltas
15) Charles Pic (FRA/Caterham) + 2 voltas
16) Jules Bianchi (FRA/Marussia) + 3 voltas
17) MAx Chilton (ING/Marussia) + 3 voltas
Abandoram:
Paul Di Resta (ESC/Force India)
Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
Valtteri Bottas (FIN/Williams)
Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber)
Adrian Sutil (ALE/Force India)
Arte circuito de Hungaroring, GP da Hungria de Fórmula 1 (Foto: Infoesporte)
 

Hamilton dedica triunfo à ex, Nicole: 'Estranho sem aquele alguém aqui'

Separado da ex-vocalista do Pussycat Dolls há pouco mais de um mês, piloto briânico usa vitória na Hungria para tentar reatar romance com amada

Por GLOBOESPORTE.COM Budapeste, Hungria
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montagem nicole scherzinger e lewis hamilton (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)Ex-casal Nicole e Hamilton, hoje separados
(Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)
Lewis Hamilton tem motivos para comemorar neste domingo. Com uma atuação impecável, venceu o GP da Hungria, conquistando seu primeiro triunfo pela equipe Mercedes, após seis anos da McLaren. O campeão mundial de 2008 fez a festa com os membros da escuderia alemã, mas para ele faltava alguém para celebrar em Hungaroring. E esse alguém se chama Nicole Scherzinger. Há pouco mais de um mês, o piloto terminou um relacionamento com a cantora, ex-Pussycat Dolls. Mas Hamilton não se deu por rogado, e usou a vitória deste domingo como trunfo para tentar trazer de volta o seu amor, com quem já comemorou tantas vitórias. Mesmo sem mencionar o nome da amada, ele admitiu o período difícil que tem passado e abriu seu coração em entrevista às TVs britânicas após a corrida:
- Não tem sido os meses mais fáceis. Só digo que minha família tem me apoiado muito. Parece um pouco estranho sem aquele alguém por aqui, mas esse é um tipo de corrida que eu desejo dedicar àquele alguém – reconheceu.
Esta não é a primeira tentativa dele de reatar o romance com a estrela pop. Recentemente, ele revelou estar compondo uma música especialmente para a ex-namorada. Agora, Hamilton terá um mês de férias para ir em busca de sua amada.
Nicole Scherzinger já comemorou muitas vitórias de Lewis Hamilton, como esta neste mesmo circuito de Hungaroring, há quatro anos, no GP da Hungria de 2009 (Foto: Getty Images)Nicole Scherzinger já comemorou muitas vitórias de Lewis Hamilton, como esta neste mesmo circuito de Hungaroring, há quatro anos, no GP da Hungria de 2009 (Foto: Getty Images)

Com McLaren de dragão, Bruno Senna chega em 8º nas 24H de Spa

Brasileiro faz participação especial em prova da 'Blancpain Endurance Series', campeonato europeu para carros esportivos de alta performance

Por GLOBOESPORTE.COM Spa-Francorchamps, Bélgica
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O sobrenome Senna e a McLaren se reencontraram nas pistas neste fim de semana. Vinte anos depois do tricampeão da Fórmula 1 Ayrton Senna encerrar seu ciclo no time britânico, seu sobrinho Bruno Senna disputou as 24 Horas de Spa-Francorchamps com uma McLaren MP4-12 C, válida pela “Blancpain Endurance Series”, campeonato europeu para carros esportivos de alta performance. Os desenhos de dragões nos carros e macacões de sua equipe, a VonRyan Racing, chamaram a atenção.
Bruno Senna 24 Horas de Spa Francorchamps (Foto: Divulgação)Bruno Senna em ação nas 24 Horas de Spa-Francorchamps (Foto: Divulgação)
 Ao lado dos parceiros de time Rob Barff e Chris Goodwin, o brasileiro chegou no 8º lugar da classe PRO, 15º na classificação geral. A corrida valeu pela quarta etapa do campeonato, mas Bruno fez apenas uma participação especial.
Bruno Senna 24 Horas de Spa Francorchamps (Foto: Divulgação)Brasileiro em uma das trocas de piloto na prova.
Macacão estilizado com dragão (Foto: Divulgação)
A prova foi vencida pelo trio alemão Bernd Schneider, Maximilian Buhk e Maximilian Götz, que cruzou a linha de chegada com o Mercedes SLS AMG depois de 564 voltas, com uma de vantagem sobre o Porsche 997 GT3 R de Marc Lieb, Richar Lietz e Patrick Pillet. Complementando o esmagador domínio das fábricas germânicas, Andre Lotterer, Frank Stippler, Christopher Miess conduziram o Audi R8 LMS ao terceiro e último degrau do pódio.
Após a participação no torneio, Bruno volta suas atenções para Campeonato Mundial de Endurance, série que vem disputando regularmente na temporada e que chegou a liderar na categoria GTE Pro até o abandono de sua equipe nas 24 Horas de Le Mans no mês passado. A próxima etapa, a Le Mans 6 Horas de São Paulo, está marcada para dia 1º de setembro em Interlagos.

Agente negocia Alonso com RBR para 2014 e time analisa, diz jornal

Empresário é flagrado por 'Sport Bild' em conversa com Horner. Ferrari, nega, piloto faz piada e chefe da RBR acha dupla Vettel/Alonso interessante

Por GLOBOESPORTE.COM Budapeste, Hungria
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Alonso carro Red Bull (Foto: Getty Images)Estaria Alonso de olho na RBR?(Foto:Getty Images)
Na sexta-feira de treinos livres da Fórmula 1 para o GP da Hungria, o empresário de Fernando Alonso, Luis Garcia Abad, esteve conversando com o chefe da RBR Christian Horner, no motorhome do time austríaco. O jornal alemão “Sport Bild”  flagrou o encontro e revelou uma informação que pode mexer com os bastidores da Fórmula 1. Segundo a publicação, o assunto seria uma possível ida do espanhol da Ferrari para a RBR em 2014. Sem títulos pelo time italiano, o bicampeão teria cansado do rendimento aquém dos carros vermelhos nas últimas temporadas e estaria de olho na vaga que será aberta com a aposentadoria de Mark Webber no fim do ano.
No entanto, Abad afirma que apenas conversou com Horner sobre Carlos Saiz Jr., membro da academia de pilotos da RBR. Ele também agencia o jovem espanhol, que disputa a GP3 por uma equipe comandada por Horner. Abad, inclusive, estava acompanhado do pai da revelação, Carlos Sainz. No entanto, na sequência, foi conversar em particular com o o dirigente.
Ao ser questionado sobre o assunto pelo jornal espanhol “Marca”, Alonso confirmou, em tom de chacota:
- Sim, mas só se o segundo carro da RBR for dado à Vettel – brincou, para em seguida garantir a “Autosport” que está “muito feliz na Ferrari”.
Chefe da RBR, sobre parceria entre Vettel e Alonso: "Seria interessante"
Conquistas de Christian Horner à frente da RBR renderam reconhecimento da Rainha Elizabeth II (Foto: Getty Images)Christian Horner, chefe da RBR (Foto:Getty Images)
Horner também foi indagado sobre a possibilidade da contratação do espanhol. A princípio, o time austríaco estaria apenas entre os nomes de Kimi Raikkonen (Lotus)  e Daniel Ricciardo (STR). Porém, o dirigente não confirmou nem negou a especulação:
- Qualquer conversa entre nós e qualquer piloto sempre permanecerá confidencial. Mas claro que tem tido alguns pilotos que expressaram interesse em nosso cockpit como você pode imaginar – desconversou em declaração ao site britânico “Autosport”.
Perguntado sobre o que achava de uma parceria estelar entre Sebastian Vettel e Fernando Alonso na RBR, Horner reconheceu:
- Seria interessante. No fim, você tem que pensar sobre o que é melhor para a equipe. Obviamente, a dupla que queremos montar para o próximo ano tem que ser a certa para o time. Na semana passada, especularam Kimi, nesta semana, Alonso. Temos que ter certeza que não há impedimentos em nossa mente de montar a equipe para o próximo ano com os dois pilotos mais rápidos que pudermos, que irão trabalhar bem em conjunto e alcançar os melhores resultados para a equipe.
O curioso é que no ano passado era Vettel o especulado para ir para a Ferrari fazer dupla com Alonso.
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Vettel Alonso coletiva F1 GP Espanha (Foto: EFE)Horner admite que seria interessante uma equipe com Vettel e Alonso (Foto: EFE)
Ferrari nega com veemência: "Tem contrato"
Alonso possui contrato vigente com a Ferrari até a temporada de 2016. No entanto, veículos internacionais especulam que ele poderia se tornar agente livre em breve, o que o deixaria livre para negociar com outros times.
Comandante da Ferrari, Stefano Domenicali rechaçou com veemência a especulação, reconheceu a fase complicada da equipe e projetou recuperação na segunda metade do campeonato:
- Primeiro de tudo, temos contrato com ele. Sem dúvida, Fernando é um trunfo para a equipe. Apenas precisamos trabalhar muito próximo com todos, afinal de contas é um momento difícil na temporada. Precisamos entregar um bom trabalho. Esta parada ideal é o momento para todos – declarou Domenicali.
Alonso conversa com Stefano Domenicali nos boxes da Ferrari (Foto: Getty Images)Stefano Domenicali nega uma saída de Fernando Alonso da Ferrari (Foto: Getty Images)

Iluminado, Alejo Muniz despacha anfitriões e leva taça do US Open

Brasileiro tem dia brilhante e conquista seu segundo título de uma etapa prime do Circuito Mundial de surfe

Por GLOBOESPORTE.COM Huntington Beach, EUA
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Alejo Muniz surfe US Open (Foto: Reprodução)Em domingo iluminado, Alejo Muniz ergueu a taça do
US Open (Foto: Reprodução)
Alejo Muniz deixa a água de Huntington Beach e logo fica de pé sobre outra onda. O surfista é carregado por um mar de amigos e fãs. Ainda em êxtase, o brasileiro celebra um domingo especial, um dia iluminado no US Open, nos Estados Unidos. Nem os anfitriões californianos foram capazes de superar Alejo, que despachou Nat Young e Klohe Andino para levar o título da etapa prime do Circuito Mundial. O brasileiro estava iluminado.
- Estou tão feliz. Não consigo acreditar. Meu avô faleceu há pouco mais de duas semanas. Dedico esse título a ele. Sei que ele está lá no céu me mandando boas ondas. Ele me ajudou - disse Alejo, muito emocionado.
Este é o segundo título de uma etapa prime do garoto de Bombinhas, em Santa Catarina. O surfista argentino por nascimento e brasileiro de coração havia vencido o prime de Fernando de Noronha, em 2011. Agora, ele volta a figurar entre os melhores da modalidade.
Alejo Muniz vence o US Open (Foto: Divulgação/ASP)Alejo Muniz foi brilhante no momento certo e conseguiu as duas melhores ondas da final (Foto: Divulgação/ASP)
O caminho até a final
Adriano de Souza, o Mineirinho, abriu as baterias do dia com uma difícil missão: bater o surfista da casa Kolohe Andino nas quartas de final. O californiano conhece bem todos os atalhos do mar de Huntington Beach e abriu vantagem, somando 14,66 pontos (6,83 + 7,83). O brasileiro então precisava de uma nota 8,40 para assumir a ponta, conseguiu uma última boa onda, mas recebeu apenas nota 7,00 e foi eliminado somando 13,27 pontos.
Adriano de Souza, o Mineirinho, no US Open (Foto: Divulgação/ASP) Mineirinho foi eliminado nas quartas de final, neste
domingo (Foto: Divulgação/ASP)
- Não deu. Acabei perdendo nas quartas de final. Estou feliz com meu desempenho no US Open e com a cabeça erguida, de olho no Taiti (onde será realizada a próxima etapa do WCT, a partir do dia 15 de agosto). Agora é torcer pelo meu grande amigo Alejo Muniz nesta reta final nos Estados Unidos - disse Adriano.
O outro brasileiro na disputa também tinha pela frente outro californiano, Nat Young. Só que depois de conquistar a vaga nas quartas de final com uma virada na última onda no sábado, Alejo estava com todo gás. Foi ele quem colocou pressão no anfitrião, abrindo 12,77 pontos já nas duas primeiras ondas. O americano não se encontrou na bateria, somou apenas 5,83 pontos (4,83+1,00) e ainda viu o brasileiro pegar a melhor onda do duelo e com 6,87 pontos, aumentou seu somatório para 13,64.
Ainda no embalo da vitória sobre Nat Young, Alejo voltou ao mar para a semifinal contra o australiano Matt Bating, que havia superado o favorito ao título, o sul-africano Jordy Smith. Argentino de nascimento e crescido nas praias de Santa Catarina, Alejo teve mais trabalho desta vez, mas teve desempenho ainda melhor, somou 14 pontos (7,83 + 6,17) e avançou à decisão com vantagem de 2,50 pontos. Era a hora de tentar vingar Mineirinho, batendo o algoz do compatriota. Kolohe Andino era o rival da final.
Brilho na hora certa
O californiano iniciou bem a bateria decisiva. Antes mesmo que Alejo arriscasse sua primeira onda, o anfitrião já somava 13,27 pontos (7,77 + 5,50). Parecia que Andino controlaria o duelo, assim como contra Mineirinho. No entanto, o dia era do brasileiro. Ele esperou o momento certo e brilhou nas suas duas primeiras tentativas com uma nota 8,43 e outra 7,80, somando 16,23.
Kolohe ainda tentou uma reação com uma onda de nota 6,77, chegando a 14,54 pontos no somatório. Só que o mar estava a favor de Alejo e se acalmou nos minutos finais da bateria para acabar com as chances do californiano. O brasileiro apenas administrou a prioridade para pegar uma boa onda, que nem veio. O relógio nem tinha zerado quando Andino cumprimentou Alejo reconhecendo a derrota. O catarinense ergueu as mãos, apontando para o céu e comemorando seu segundo título de uma etapa Prime do Circuito Mundial, sua primeira taça do US Open.
Carissa Moore surfe us open (Foto: ASP)Carissa Moore teve dificuldades, mas levou a etapa
californiana do Circuito Mundial (Foto: ASP)
Havaiana vence entre as mulheres
Com Silvana Lima eliminada antes das quartas de final, o Brasil não teve representantes nas finais do US Open feminino. As semifinais e a decisão ficaram para este domingo. Courtney Conlogue começou o dia eliminando a então líder do circuito, Tyler Wrigth, e Carissa Moore deixou Pauline Ado pelo caminho. Na final, a havaiana derrotou a australiana em uma bateria muito difícil (16,00 x 15,27) e faturou o terceiro título na temporada.
Com as vitórias em Margaret River e Bells Beach, na Austrália, e agora em Huntington Beach, na Califórnia, Carissa Moore assume a liderança do Circuito Mundial feminino, com 48.200 pontos. A australiana Tyler Wrigth caiu para segundo (46.500), seguida pela americana Courtney Conlogue (40.100). Silvana Lima é apenas a 14ª, com 18.450.
Confira os resultados masculinos
Quartas de final
Kolohe Andino (EUA) 14,66 x 13,27 Adriano de Souza (BRA)
Bede Durbidge (AUS) 10,50 x 10,43 Michel Bourez (PFR)
Matt Banting (AUS) 10,70 x 9,30 Jordy Smith (AFS)
Alejo Muniz (BRA) 13,64 x 5,83 Nat Young (EUA)
Semifinais
Kolohe Andino (EUA) 14,00 x 11,76 Bede Durbiedge (AUS)
Alejo Muniz (BRA) 14,00 x 11,50 Matt Banting (AUS)
Final
Alejo Muniz (BRA) 16,23 x 14,54 Kolohe Andino (EUA)
Confira os resultados femininos
Semifinais
Courtney Conlogue (EUA) 16,07 x 11,33 Tyler Wrigth (AUS)
Carissa Moore (HAV) 14,70 x 10,23 Pauline Ado (FRA)
Final
Carissa Moore (HAV) 16,00 x 15,27 Courtney Conlogue (EUA)

Primeiro dia em Barcelona: Neymar conhece trajeto da casa ao CT do time

Após 10 horas de viagem, craque tem domingo caseiro e sai apenas para conhecer o percurso que o levará ao local do treino desta segunda-feira

Por GLOBOESPORTE.COM Barcelona, Espanha
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Neymar já está em casa em Barcelona. Após desembarcar na cidade catalã por volta das 9h (4h, no horário de Brasília) deste domingo, ele foi direto à casa alugada pela família, antes de conhecer o trajeto que o levará ao Centro de Treinamento do clube dirigindo o próprio carro. As informações são do repórter Mauro Naves, da TV Globo, que viajou no mesmo voo do jogador.
Já no segundo dia na cidade, Neymar se apresentará ao Barcelona nesta segunda-feira, assim como os demais jogadores que tiveram as férias prolongadas por conta da disputa da Copa das Confederações. É o caso dos espanhóis Valdés, Piqué, Jordi Alba, Busquets, Xavi, Iniesta, Fàbregas e Pedro, além do brasileiro Daniel Alves.
Neymar vai treinar em dois períodos em seu primeiro dia como jogador do Barcelona. Por conta do calor que faz nessa época do ano no verão catalão, a comissão técnica do Barça marcou as atividades para as 9h e 19h do horário local.
carro Neymar Barcelona (Foto: Reprodução)Neymar foi com o próprio carro da casa ao CT onde
treinará nesta segunda-feira  (Foto: Reprodução)
Segundo Mauro Naves, Neymar dormiu durante boa parte da viagem de mais de dez horas até a Espanha e só foi acordado mais tarde por dois amigos. Ele ficou de conversa com a dupla e com o pai, que também o acompanhou ao longo da viagem.
- Ele está muito feliz. Trouxe os amigos, o pai (Neymar da Silva Santos) e o assessor (Eduardo Musa), e está muito ansioso para saber como será a vida nova. Parece que esse era mesmo o grande sonho dele: jogar no Barcelona, não em outro clube. Ou ir para o Barcelona, ou ficar no Santos - avaliou, Mauro Naves em depoimento ao GLOBOESPORTE.COM.
A estreia de Neymar pelo Barça será justamente contra o Santos, nesta sexta-feira, no Camp Nou, pelo Troféu Joan Gamper. A partida está marcada para as 16h30m (de Brasília) e terá transmissão em Tempo Real pelo GLOBOESPORTE.COM.

Com atuação surpreendente, Náutico atropela o Internacional na Arena PE

Alvirrubro sai da lanterna do Brasileirão ao bater o então líder por 3 a 0. Timbu aproveita apagão do Colorado e faz três gols nos 20 minutos finais

Por GLOBOESPORTE.COM Recife
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  • Golaço
    Derley
    Revelado pelo Internacional, Derley foi o personagem do duelo contra o Internacional. Ele havia prometido comemorar muito se marcasse. Dito e feito.
  • nome do jogo
    Maikon Leite
    O ex-palmeirense estreou
    com grande atuação pelo
    Náutico. Além de marcar um
    gol, participou diretamente
    do terceiro, de Rogério.
     
  • fez falta
    D'Alessandro
    O técnico Dunga não conseguiu encontrar um substituto para o argentino D’Alessandro. Sem  armador, a equipe perdeu a criatividade no meio.
O abismo da classificação desmoronou quando a bola rolou. Então lanterna do Campeonato Brasileiro, o Náutico atropelou o Internacional, que era líder, em apenas 20 minutos. Três gols marcados a partir dos 27 do segundo tempo garantiram o primeiro triunfo do Timbu na Arena Pernambuco, apenas o segundo no Brasileirão. Foi a segunda derrota do Colorado, que vinha embalado por quatro vitórias, enquanto o Náutico havia perdido seus quatro últimos jogos.
O jogo, válido pela nona rodada da competição, deixou em transe os quase 20 mil alvirrubros presentes na nova casa do Timbu. Com o resultado, o Náutico chegou aos 7 pontos e deixou a lanterna - agora é 19º. O Internacional caiu para o segundo lugar com os mesmos 18 pontos do Cruzeiro, novo líder da competição. O próximo compromisso dos pernambucanos é apenas no dia 7 de agosto, contra o Goiás, no Serra Dourada. O Colorado tem o clássico com o Grêmio, dia 4, na Arena do Grêmio.
Equilibrado e morno
Num primeiro tempo de poucos lances, prevaleceu o equilíbrio e o ambiente morno dentro de campo. Os goleiros Ricardo Berna e Muriel pouco trabalharam. Porque os atacantes, obviamente, quase nada produziram. Certamente nenhum dos times desceu para o intervalo satisfeito. Ao menos, o Náutico, razoável, apagou a péssima impressão deixada nas últimas rodadas.
Jogadores Do Náutico comemoram  (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Estreantes, Maikon Leite e Tiago Real comemoram gol do atacante (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Reforçado pelos novos contratados - Maikon Leite, Peña e Tiago Real - o Timbu conseguiu segurar a bola no pé - algo raro nos últimos jogos - e foi melhor que o adversário em alguns momentos. A “evolução”, porém, teve muito a ver com a postura do Inter, precavido demais. O time de Dunga passava a impressão de conformismo.
Os poucos lampejos de criatividade saíram dos pés de Fórlan. Aos 32, o uruguaio recebeu um belo passe de Alan Patrick e chegou a driblar Ricardo Berna dentro da área alvirrubra, mas acabou travado na hora do chute. Dez minutos depois, um lance equivalente poderia ter resultado em gol do Náutico. Maikon Leite invadiu a área colorada, mas antes de definir acabou interceptado na 'hora H' por Ronaldo Alves.
Uma cabeçada de Juan, defendida por Berna, e o chute de Derley da entrada da área do Inter, também foram jogadas dignas de registro em um primeiro tempo fraco tecnicamente.
A avalanche do Náutico
A inércia do Internacional obrigou Dunga a mexer duas vezes aos 16 minutos. Saíram Alan Patrik e Rafael Moura para as entradas de Dátolo e Caio, respectivamente. Uma opção clara do técnico de tentar dar mais velocidade a um time estático. Antes de sair, Rafael Moura ainda teve uma chance, por acaso. Uma bola despretensiosa sobrou limpa para o atacante, dentro da área. Atento, William Alves voou em cima da bola e impediu o gol do Inter. 
No minuto seguinte, o Náutico respondeu em cobrança de escanteio. Muriel falhou, Luiz Eduardo cabeceou certeiro e Edniei salvou em cima da linha. A emoção estava reservada para o fim. Aos 27 minutos, Derley abriu o placar com um golaço da entrada da área, indefensável para Muriel: 1 a 0 para os donos da casa.

Maikon Leite comemora gol  (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Estreante do dia, Maikon Leite festeja o segundo gol alvirrubro  (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Se o Inter, aparentemente, havia melhorado com as substituições, o time pernambucano cresceu muito a partir da entrada de Rogério. O atacante, titular da equipe, começou no banco por conta de uma lesão às vésperas da partida. Quando entrou, porém, mostrou por que merece jogar.
Apreensiva, a torcida timbu só lavou a alma aos 44 do segundo tempo, quando Maikon Leite marcou o segundo gol do Náutico após receber a bola de Rogério. Já estava completa a festa quando o mesmo Rogério foi retibuído por Maikon Leite e marcou o terceiro, fechando a conta.
Majestoso zerado: Timão não engrena, e Tricolor fica no Z-4
Em clássico com poucas emoções, Corinthians e São Paulo fazem jogo cauteloso. Time de Autuori bate recorde histórico negativo
 
 
DESTAQUES DO JOGO
  • público
    33 mil
    O Pacaembu ficou lotado, e as torcidas fizeram bela festa. No entanto, assistiram a um empate sem graça.
  • decepção
    Pato
    O atacante foi festejado quando entrou em campo na metade do segundo tempo, mas perdeu gols e deixou Timão zerado.
  • decepção 2
    Osvaldo
    Sem Luis Fabiano e Aloísio, era ele a principal esperança do ataque são-paulino. Bastante tímido, foi anulado sem grande dificuldade.
A CRÔNICA
por Diego Ribeiro e Leandro Canônico
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Não é balela dizer que as coisas costumam se equilibrar em grandes clássicos, ainda mais quando Corinthians e São Paulo se enfrentam. O Majestoso deste domingo, no Pacaembu, provou isso. No duelo entre a equipe tranquila e a que atravessa uma das maiores crises de sua história, o placar terminou zerado. Os 33 mil pagantes assistiram a um duelo sem muita graça. O Tricolor tem mais motivos para lamentar: vai terminar a nona rodada do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento, em 18º lugar, com apenas nove pontos. Além disso, chega à maior sequência sem vitórias de sua história: agora são 12 jogos consecutivos sem festejar um placar favorável.
O Corinthians também não está em situação tão boa, mas sabia que o clássico seria duro, disputado, difícil. E foi. O Timão comandou as ações, criou chances, mas parou na forte marcação são-paulina. A equipe de Tite soma 11 pontos, em 11º lugar, ainda está longe de objetivos maiores na competição.
O Tricolor acumulou compromissos porque viaja nesta segunda-feira para a Europa. Disputará torneios amistosos na Alemanha, Portugal e Japão. Só volta a jogar pelo Brasileirão no dia 10 de agosto, contra a Portuguesa, no Canindé. Já o Corinthians continua sua saga no Brasileiro contra o Grêmio, quarta-feira, no Pacaembu.
São paulo x Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Osvaldo arranca pela direita e tenta se livrar de Fábio Santos (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Agito só fora de campo
A má fase do São Paulo motivou os torcedores corintianos que lotaram o Pacaembu. Faixas provocativas, gritos e até um balão com os dizeres “eterno freguês” fizeram parte do cenário do primeiro tempo. Em campo, porém, o clima foi bem mais ameno e preguiçoso.
Um Corinthians em melhor fase e com jogadores mais entrosados dominou as ações no gramado, mas sem se impor de verdade. O toque de bola refinado dos alvinegros até envolveu a reconstruída defesa são-paulina, que teve Paulo Miranda no lugar do barrado Lúcio. No entanto, só duas chances mais agudas foram criadas, com Romarinho e Guilherme, após boas trocas de passes no meio-campo. O atacante mandou para fora, e o volante viu Rogério Ceni espalmar seu chute.
Em crise, o São Paulo marcou muito e só deu o primeiro chute a gol quase nos acréscimos, com Wellington, que pegou mal na bola e mandou para fora. Ademilson não conseguiu se adaptar no ataque, enquanto Osvaldo foi vigiado de perto pelos laterais corintianos e pegou pouco na bola.
No banco de reservas, a grande diferença entre um rival motivado e outro abatido. Tite se movimentou, gesticulou e orientou seus jogadores em diversos momentos. Perto dali, Paulo Autuori passou a maior parte do tempo sentado, observando o nível técnico decepcionante dos primeiros 45 minutos no Pacaembu.
Clima esquenta, mas zero permanece
Tite percebeu que o jogo se arrastava e que o São Paulo não faria tanto esforço para mudar o panorama. O técnico do Corinthians olhou para o banco, chamou Renato Augusto e Alexandre Pato, e, aí sim, viu seu time imprimir um ritmo mais forte para buscar a vitória. Pato mostrou dinâmica, mas perdeu um gol na cara de Rogério Ceni.
O Tricolor se soltou apenas nos contra-ataques, e quando o apagado Ademilson deu lugar a Roni, mais ligado no jogo. Com os dois rivais mais atirados, o clima esquentou. Guerrero se desentendeu com Paulo Miranda, enquanto Pato travou disputa particular com Rogério Ceni nas reposições de bola do goleiro são-paulino.
A iniciativa era do Corinthians. E a bola rondou muito a área do São Paulo na parte final do jogo. Cabeçada de Pato, chute de Renato Augusto, drible seco de Douglas em Reinaldo, e vários gritos de “Uhhh” vindos das arquibancadas. A falta de pontaria e a tarde segura de Rogério Ceni mantiveram o zero no placar. Um zero também para o duelo de poucas emoções no Pacaembu.
Cruzeiro goleia mistão do Galo, carimba faixa e lidera provisoriamente
Titulares de Marcelo fazem 4 a 1 de virada no time quase reserva de Cuca. Alecsandro marca, mas virada vem com Éverton Ribeiro, Nilton e Ricardo Goulart (2)
 
DESTAQUES DO JOGO
  • titulares x reservas
    sem dó
    O Galo saiu na frente, mas o Cruzeiro controlou o jogo. Ssuperior, tomou conta do rival e venceu por 4 a 1. Destaques para Egídio e Ricardo Goulart e para a estreia de Willian.
  • torcidas
    só festa
    Mesmo com a goleada, a torcida do Galo continuou a festa. Com o grito de “campeão”, o pequeno número de atleticanos vibrou. Os cruzeirenses não deixaram por menos e comemoraram.
  • marketing
    valioso
    Antes de a bola rolar, o Cruzeiro apresentou seu reforço. Júlio Baptista chegou em um carro-forte para representar o valioso patrimônio, em uma apresentação inusitada.
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
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Nem parecia um dos clássicos de maior rivalidade no país. A semana não respirou o tradicional Cruzeiro x Atlético-MG, e nem mesmo o domingo amanheceu com aquele ar tenso reservado aos dias em que uma cidade se divide. A conquista da Taça Libertadores ainda tão recente, na última quarta, tirou do Galo qualquer responsabilidade ou necessidade de mostrar bom futebol diante do arquirrival. Até as arquibancadas estavam neste clima, sobretudo pelo lado dos alvinegros, que tiveram acesso a apenas 10% dos ingressos. Com o time praticamente completo, o Cruzeiro entrou em campo com a missão, quase obrigatória, de vencer, e como satisfação a seu torcedor, carimbar a faixa rival. Missão cumprida: mais motivado, interessado e com um time melhor, o Cruzeiro até levou um susto, mas se recuperou com tranquilidade e não deu chances ao rival Atlético, disparando goleada por 4 a 1. Alecsandro abriu o placar, em cobrança de pênalti, mas a virada, com direito a goleada, veio dos pés de Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart (duas vezes) e Nilton.
Com o resultado e com os placares consolidados até o momento, de quebra o time de Marcelo Oliveira assumiu a liderança provisória do Brasileirão, com 18 pontos, enquanto o Galo caiu para 13º, com dez. Na próxima rodada, a Raposa encara o Fluminense, no Maracanã, quarta, às 19h30m (de Brasília). O Galo volta ao Horto para, no mesmo horário, enfrentar o Atlético-PR.
Ricardo Goulart gol Cruzeiro (Foto: Daniel Oliveira / Ag. Estado)Ricardo Goulart vibra com um dos dois gols marcados no clássico (Foto: Daniel Oliveira / Ag. Estado)
Ressaca só de um lado
Antes de a bola rolar, o Cruzeiro se aproveitou do fato de ser o mandante da partida, para fazer uma ação de marketing, no mínimo inusitada. Um carro-forte entrou no gramado do Mineirão, e, de dentro dele saiu Júlio Baptista, o mais novo reforço do clube para a temporada. A ideia foi mostrar a cara de mais um dos valorizados jogadores que pertencem ao clube.
Em campo, as ações foram comandadas pela parte azul. Sem entrosamento, a orientação de Cuca a seus comandados foi a de tentar usar o contragolpe. O comando deu certo, já que na primeira chegada ao ataque, o Galo conseguiu marcar. Marcos Rocha driblou Dedé na área e espertamente deixou o pé para ser tocado pelo rival. Na batida, Alecsandro repetiu a cobrança perfeita que havia feito contra o Olimpia e mandou no ângulo direito de Fábio, que nada pôde fazer, aos 18.
O gol não refletia o que ocorria em campo e só serviu para que a pressão do Cruzeiro se tornasse maior, praticamente irresistível. E o empate veio em uma jogada pela esquerda, não com Egídio, que vinha se destacando, mas depois de uma gracinha mal-sucedida do autor do gol da partida.
Alecsandro tentou um chapéu cheio de estilo, mas Egídio cortou, e a bola sobrou com Gilberto Silva. O zagueiro tentou tirar, mas com o peito, Luan ganhou a jogada e cruzou no pé de Éverton Ribeiro. Ele cortou Gilberto Silva e bateu cruzado para empatar, aos 31. Festa da maioria presente ao estádio e pedido de silêncio aos poucos atleticanos, que sem se importar muito, ainda comemoravam a conquista da Libertadores.
O ímpeto da Raposa não diminuiu, e de tanto pressiona,r chegou à virada ainda na etapa inicial, aos 42. Depois de escanteio cobrado por Egídio, a bola sobrou com Vinícius Araújo que bateu cruzado e encontrou o pé direito de Ricardo Goulart para virar o marcador e fazer justiça ao que foi apresentado nos primeiros 45 minutos.
Jogo de um time só
Com o time em desvantagem no placar e também no futebol, Cuca até tentou fazer alguma coisa ao sacar Richarlyson e Rosinei, para as entradas de Jemerson e Leleu, respectivamente. Mas não deu resultado, e logo veio o terceiro gol. Aos sete, Nilton se antecipou a Giovanni e de carrinho mandou para as redes. O avassalador ataque celeste transformou a vitória em goleada cinco minutos depois, quando Éverton Ribeiro deu belo passe para Ricardo Goulart marcar seu segundo no jogo.
A partir daí, de forma irônica, a torcida do Cruzeiro usou o mantra atleticano pedindo o repeteco dos 6 a 1 de 2011. Gritando “eu acredito”, os cruzeirenses tentavam estimular seus jogadores em busca de mais dois gols.
Apesar do incentivo e do amplo domínio, o resultado permaneceu o mesmo até o fim do jogo. O clássico ainda marcou a estreia do atacante Willian, discreta, é verdade, no novo clube após ser envolvido numa troca com Diego Souza.
Mas o fato curioso é que, mesmo com goleada no plcar desfavorável, a torcida do Galo terminou o jogo gritando "é campeão", em referência ao título da competição continental. Em resposta, a torcida do Cruzeiro comemorou os três pontos e devolveu a provocação com o grito de bicampeão, em referência ao fato de terem duas Libertadores no currículo.
 
Em tarde festiva, Grêmio afunda Fluminense na crise e vence por 2 a 0
Gaúchos se reabilitam com gols do estreante Riveros e de Kleber. Cariocas chegam à quinta derrota seguida e aumentam pressão sobre Abel Braga
 
DESTAQUES DO JOGO
  • o nome do jogo
    Riveros
    O paraguaio foi o destaque da vitória gremista em sua estreia. Marcou o primeiro gol e roubou cinco bolas, número mais alto na partida.
  • a decepção
    Samuel
    O substituto de Fred - expulso contra o Vasco - até teve chance para marcar. Finalizou três vezes, duas delas em boas condições. Passou em branco.
  • estatísticas
    na trave
    Duas das sete finalizações do Grêmio pararam no poste (com Elano e Barcos). O Flu também mandou uma das suas nove na trave (com Wagner).
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
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A festa foi completa para o torcedor do Grêmio. Em domingo de homenagens na Arena Grêmio por causa dos 30 anos da conquista da Taça Libertadores de 1983, a equipe gaúcha nem precisou ser brilhante como aquela geração para deixar o campo com os três pontos. Diante de um frágil Fluminense, venceu por 2 a 0, subiu para o quinto lugar do Brasileiro e ampliou o calvário dos cariocas, que conheceram sua quinta derrota consecutiva.
O volante Riveros, estreante da tarde, e Kleber marcaram os gols, ambos no segundo tempo, pela nona rodada.
- Podíamos ter ganho do Criciúma, fomos lá para vencer, mas tivemos duas expulsões. Precisávamos vencer de qualquer maneira hoje (domingo). Está todo mundo de parabéns, a gente sobe na tabela e fica perto do Inter. Agora temos um jogo dificílimo contra o Corinthians - disse o atacante Kleber, referindo-se ao confronto da próxima quarta-feira, às 21h50m, no Pacaembu.
O Grêmio soma agora 15 pontos e fica a três do grande rival, que perdeu a liderança ao ser derrotado pelo Náutico por 3 a 0. Já o Fluminense olha para a parte de baixo da tabela. E pode estrear na zona de rebaixamento se o Flamengo ao menos empatar com o Botafogo, no clássico que começa às 18h30m.
A situação faz aumentar a pressão sobre o técnico Abel Braga, que viu um time com atuação muito ruim, sem poder de reação e que igualou uma sequência de derrotas de quatro anos atrás. Na última semana, após a derrota para o Vasco, a diretoria tricolor se reuniu e estudou nomes de possíveis substitutos. Na quarta-feira, o Fluminense volta ao Maracanã para tentar a reabilitação diante do Cruzeiro, às 19h30m.

- É dificil falar, futebol tem esses momentos. Não estamos conseguindo marcar os gols, e os outros times fazem nas horas decisivas. Temos de continuar trabalhando, não tem outro jeito - resignou-se o meia Deco.
Antes de a bola rolar, os campeões da Libertadores de 1983 foram homenageados e subiram ao gramado com o troféu, para delírio da torcida. Renato Gaúcho, um dos protagonistas daquela conquista, não pôde participar da homenagem, mas foi o mais festejado pelos torcedores ao pisar no gramado com o elenco atual. Em campo, seu time demonstrou organização e aplicação defensiva.
Jogadores do Grêmio comemoram gol contra o Fluminense (Foto: Lucas Uebel/Divulgação, Grêmio)Jogadores do Grêmio comemoram o gol de Riveros (Foto: Lucas Uebel/Divulgação, Grêmio)
Grêmio esbarra na trave
Mal o Flu deu a saída de bola, Kleber entrou de sola em Jean. No lance seguinte, Adriano acusou Rafael Sobis de acertá-lo com o cotovelo. O clima esquentou, com empurrões de ambos os lados, mas o ambiente quente parou por aí. Em todos os sentidos. O primeiro tempo foi bastante morno na Arena Grêmio, com dois times pouquíssimo inspirados e perdendo bolas fáceis na hora de armar o ataque. Time que mais faz gol de cabeça no Brasileiro, o Fluminense ameaçou apenas duas vezes desta forma, com Carlinhos e Samuel, mas Dida, bem colocado, apareceu bem na primeira e apenas acompanhou a bola sair na segunda tentativa.
Apesar de ter tido menos posse de bola nos 45 minutos iniciais (43% contra 57%), o Grêmio foi mais efetivo e acertou a trave carioca duas vezes. Primeiro, aos 11, em cobrança de falta de Elano. Depois, aos 37, em desvio de cabeça de Barcos. Elano também assustou aos 40 em chute muito bem colocado, no ângulo esquerdo de Cavalieri, que apareceu bem para salvar o Fluminense. Foi pouco para uma equipe que entrou em campo incendiada pela torcida, que minutos antes saudou os campeões de 1983.
grêmio cesar libertadores 1983 30 anos especial arena taça mazaropi baidek (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)Campeões da Libertadores de 1983 participam de homenagem (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Paraguaio estreante mostra oportunismo

Os visitantes voltaram para o segundo tempo sem Wellington Silva, que saiu machucado, e com Diguinho em seu lugar. Jean, então, foi deslocado para a lateral direita. Foi justamente em cima dele que o Grêmio chegou ao seu gol. Aos cinco minutos, Alex Telles levantou na pequena área, e o paraguaio Riveros, livre entre Edinho e Leandro Euzébio, desviou de cabeça. O Flu, com o golpe, não demonstrou reação. Deco, completamente apagado e errando muitos passes, só foi notado ao discutir com Kleber e esfregar a bola no rosto do gremista.
Aos 30, Wagner desperdiçou a única chance do Flu na etapa complementar e acertou a trave de Dida. Nove minutos depois, Kleber apareceu na cara de Diego Cavalieri, após ótimo passe de Ramiro, e liquidou a partida. A essa altura, Abel Braga já tinha até promovido a estreia do jovem Kennedy, de 17 anos, mas que mal pegou na bola. Administrando o jogo, o bem postado time do Grêmio tocou a bola em seu campo de ataque e fez a festa completa de sua torcida neste 28 de julho.
 

Dana White critica Belfort por querer disputar título agora: 'Está fora de si'

'Por alguma razão louca, Vitor acredita que deveria ter a luta contra Chris Weidman ou Anderson Silva agora', afirma o presidente do Ultimate

Por Seattle, EUA
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Depois de nocautear Michael Bisping e Luke Rockhold, Vitor Belfort esperava ganhar a chance de logo disputar o cinturão dos médios do UFC, mas foi frustrado pela marcação da revanche entre Chris Weidman, o novo campeão, e Anderson Silva. A organização lhe ofereceu um duelo pela categoria até 84kg contra o americano Tim Kennedy para o último trimestre do ano no Brasil, mas foi recusado pela equipe, conforme revelou o Combate.com.
A imprensa americana pediu as impressões de Dana White sobre a recusa durante um bate-papo após o "UFC: Johnson x Moraga", e as palavras do presidente do Ultimate não foram das mais agradáveis:
- Não sei. Não sabia disso. Quem sabe... Por alguma razão louca, Vitor acredita que deveria ter a luta contra Chris Weidman ou Anderson Silva agora. Ele está fora de si.
Vitor Belfort coletiva UFC no Combate 2 (Foto: Marcelo Russio/Globoesporte.com)Vitor Belfort dá entrevista após vencer Luke Rockhold (Foto: Marcelo Russio / Globoesporte.com)
Esposa e empresária de Vitor, Joana Prado afirmou que o marido só aceita lutar novamente na categoria dos médios se for pelo título. Mas ele está disposto a voltar ao octógono antes de ter essa chance, desde que seja em um combate pelos meio-pesados (até 93kg), pesados (até 120kg) ou em um peso combinado.
Caso o Ultimate não marque um duelo nos termos condicionados por Belfort, o lutador carioca terá de esperar até o início do ano que vem para voltar ao octógono. A revanche entre Weidman e Anderson está marcada para o dia 28 de dezembro, em Las Vegas, EUA.

Dorival dá moral para Diogo Silva após falha: 'Salvou em outros momentos'

Treinador do Vasco ressaltou que esta foi apenas a terceira partida do goleiro com a camisa cruz-maltina


O Vasco vencia por 2 a 0 quando o Criciúma conseguiu reagir e, em dez minutos, foi buscar o empate. Os gols marcados pelo Tigre tiveram um protagonista: o goleiro Diogo Silva, que cometeu falhas nas duas oportunidades. Na primeira, o goleiro deixou a bola passar em falta muito fechada de Ivo. Depois, o camisa 1 deixou a bola sobrar nos pés de Wellington Paulista após cobrança de lateral da equipe adversária.

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Após a partida, vencida pelo Cruz-maltino por 3 a 2, o técnico Dorival Júnior contemporizou os vacilos cometidos por seu titular e até retirou sua responsabilidade pelo primeiro tento do Criciúma, onde o comandante não viu erro de Diogo Silva.

"Eu acredito que a falha ocorreu só na bola do gol de lateral. A primeira foi indefensável. Houve um desvio, ele não tem como sair de uma trave à outra já que estava esperando a bola alçada na área", apontou o técnico, que foi responsável por conduzir Diogo ao time titular, barrando Michel Alves logo em sua primeira partida no clube, diante do Flamengo.

Aliás, o pouco tempo do goleiro debaixo das traves cruz-maltinas foi apontado como fator principal para a falha, de acordo com Dorival. Segundo ele, é preciso dar tempo e confiança para Diogo manter sua curva ascendente como o goleiro número 1 do Gigante da Colina.

"É um fato natural para um jogador que está na sua terceira partida. Ele já nos salvou em outros momentos, não podemos jogar a culpa numa defesa que não tenha acontecido. Vamos trabalhar e não tirar a confiança do goleiro num momento como esse", concluiu o treinador.

Com Diogo Silva no time, o Vasco, sexto lugar no Campeonato Brasileiro, volta a jogar na próxima quinta-feira, quando visita o Goiás, no estádio Serra Dourada.