sábado, 29 de agosto de 2015

Pepey exalta treinos com Werdum, Dos Anjos e Wand na Kings: "Feras"

Vice-campeão da primeira temporada do TUF Brasil, atleta passa temporada na Califórnia, nos EUA, para afiar muay thai sob o comando do mestre Rafael Cordeiro

Por Rio de Janeiro
Um período sem luta marcada pode ser angustiante para um lutador, mas Godofredo Pepeyprefere encarar o fato como uma oportunidade para aprimorar técnicas e buscar experiências em novos ambientes. No início de agosto, deixou o Brasil e foi para a Califórnia, nos Estados Unidos, treinar com Rafael Cordeiro na renomada Kings MMA.
Pepey e Rafael Cordeiro Kings MMA (Foto: Arquivo Pessoal)Pepey posa com Rafael Cordeiro na King MMA, em Huntington Beach (foto: Arquivo Pessoal)

Empolgado com os treinamentos, Pepey comemora o momento positivo pela primeira vez fora do país. Serão mais dois meses longe de casa, com o objetivo de afiar o muay thay e chegar ainda mais preparado para um novo desafio.
 
- Vou passar mais ou menos um, dois meses provavelmente, depois volto para minha equipe em Curitiba, a Evolução Thai, treinar com o meu mestre André Dida e meus parceiros de treino. Está sendo muito bom e proveitoso esse tempo que estou trabalhando na Kings, esse intercâmbio, vim conhecer novos treinos, uma metodologia parecida com o que eu treino com o mestre André Dida, até porque o mestre Rafael Cordeiro passa uma metodologia bem parecida mesmo – destacou Pepey em entrevista por telefone ao Combate.com.
Pepey, Werdum, Wanderlei Silva e Rafael Cordeiro Kings MMA (Foto: Arquivo Pessoal)Rafael Cordeiro, Pepey, Wanderlei Silva e Fabricio Werdum (foto: Arquivo Pessoal)
Nos Estados Unidos, Pepey, finalista do TUF Brasil, não só adquire mais experiência, como também realiza o sonho de estar treinando e aprendendo com nomes consagrados do MMA, como Fabrício Werdum, Rafael dos Anjos e Wanderlei Silva, que costuma aparecer por lá também.

- São muitas feras juntas. Eu só tenho a agradecer a Deus. Na minha vida passei por muita dificuldade, como eu postei uma foto dias anteriores, que um dia seria meu sonho estar com Wanderlei Silva, Werdum, mestre Rafael Cordeiro. Hoje estou aqui na Kings, na Califórnia, treinando com eles, pegando essa energia do Rafael dos Anjos, doFabricio Werdum e até do próprio Wanderlei Silva que está sempre presente na academia também. Já sou muito grato pela oportunidade de vida e estou muito feliz, como eu sempre digo, eu faço o que eu amo, meu esporte e o meu trabalho é o melhor do mundo.  

O momento de Pepey no Ultimate é favorável. Nas últimas três lutas, três vitórias - uma por nocaute e duas por finalização. Ainda sem previsão de data e adversário, o lutador de 28 anos, que soma 12 triunfos e três reveses no MMA, almeja novo resultado positivo para ampliar a boa sequência.

- Enquanto não marcam a luta vou me reciclando, querendo adicionar treinos novos. Logo estarei de volta, falei com meu empresário esses dias, mas ele disse que o UFC não falou nada ainda. Logo vocês vão ver o Pepey de volta. A cada treino sinto uma diferença. Estou me dedicando muito e com certeza vou vencer a minha próxima luta.

Sob contrato com o Ultimate, Vagner Rocha mira vaga no UFC Orlando

Radicado na Flórida, nos Estados Unidos, "Ceará" afirma que contaria com apoio da torcida no evento de dezembro. "Seria o máximo lutar dentro de casa", declara

Por São Paulo
Vagner Rocha, UFC (Foto: Marcelo Barone)Vagner Rocha diz que ainda não pediu para o Ultimate para lutar na Flórida: "Vou implorar, botar na internet, bombar", diz (foto: Marcelo Barone)
Vagner Rocha está mais focado no jiu-jítsu, onde disputa o ADCC, neste fim de semana, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Mas, apesar de ter seu carro-chefe na arte suave, é no MMA que ele pretende concentrar seus esforços.

Em entrevista ao Combate.com, ele garantiu que ainda tem vínculo com o UFC e torce para ser escalado no card do dia 19 de dezembro, em Orlando, na Flórida.

- Eu queria lutar nesse evento. Ali é minha casa, toda vez que tenho luta na Flórida, vem muita gente para ver. Seria o máximo lutar dentro de casa. Eu não pedi para me botarem, mas se acabar o ADCC e eu não sofrer nenhuma lesão, vou implorar, botar na internet, bombar, para entrar em algum card. Estou perfeito, melhor do que já estive na minha vida, com saúde e forte. Criei uma raiz mais forte ainda no jiu-jítsu durante meus treinos para o torneio, o que vai me ajudar bastante.

Vagner, que atuou pela última vez em dezembro de 2014, quando perdeu por finalização para Jake Mattews, garante que, aos 33 anos, está em um ótimo momento para entrar no octógono.

- Perdi minha luta na Austrália, lutei mal, acordei me sentindo mal, a viagem não foi do jeito que planejei. Eles me deram outra luta, me machuquei e não lutei. 
Estou na idade perfeita para lutar em termos de foco e cabeça - declarou o atleta, da categoria até 70kg.

De olho na medalha de ouro no ADCC, "Ceará" não sabe dizer quem são seus principais adversários por conta do alto nível e fala em realização de um sonho.

- É o melhor evento do mundo, eles representam os atletas, ajudam a melhorar o esporte, não tem como comparar. Lutar jiu-jítsu, no Brasil, para mim, é tudo - finalizou.

Mortandade de peixes atinge rios que desaguam no Parque Olímpico

Frente fria que mexeu com o fundo dos rios e tirou oxigênio das águas foi provável causa, segundo biólogo. Prefeitura prevê recuperação para a Bacia de Jacarepaguá

Por Rio de Janeiro
Parque Olímpico mortandade de peixes (Foto: Mario Moscatelli)Mortandade de peixes com o Estádio Aquático do Parque Olímpico ao fundo (Foto: Mario Moscatelli)
Uma mortandade de peixes atingiu a Lagoa de Jacarepaguá nesta sexta-feira e deixou as margens do Parque Olímpico da Barra repletas de tilápias, robalos e tainhas. Uma equipe do Instituto Estadual do Ambiente esteve no local na manhã deste sábado para realizar uma vistoria, mas ainda não teve um diagnóstico. De acordo com o biólogo Mario Moscatelli, a provável causa da mortandade foi a entrada de uma frente fria que mexeu com o fundo dos dois rios que desaguam na lagoa, liberando ácido sulfídrico ou esgoto, e tirando oxigênio dos peixes. Moscatelli avisa que o cenário poderá se repetir em 2016, durante os Jogos.   

- É mais uma vez um aviso de que isso poderá ocorrer durante os Jogos Olímpicos. Se não estão preocupados com a natureza, fiquem preocupados pelo menos com a imagem do país, que está bem desgastada - disse.  

No Plano de Políticas Públicas dos Jogos Olímpicos está prevista a reabilitação ambiental da Bacia de Jacarepaguá pela prefeitura. A previsão é da "requalificação" de 14 rios da região. Segundo a prefeitura, oito já tiveram obras concluídas, somando 15km de cursos d´água canalizados. De acordo com o biólogo, o projeto foi deixado de lado.  

- Era parte que cabia ao município tratar dos rios que trazem esgoto para a lagoa. O projeto inicial seria a instalações de quatro unidades de tratamento dos rios nos quatro principais rios contaminados. O problema é que essa ideia foi abandonada e até hoje não foi apresentada uma solução - disse Moscatelli.  
Através de nota, a prefeitura do Rio informou que as intervenções realizadas nos rios da bacia de Jacarepaguá são para o controle de enchentes da região e que a responsabilidade da despoluição das águas da bacia de Jacarepaguá é do Governo do Estado. Acrescentou ainda que a construção das UTRs (Unidades de Tratamento de Rios) na bacia hidrográfica de Jacarepaguá só será executada caso haja um avanço no planejamento e implementação do saneamento de esgoto da região. A prefeitura entende que, enquanto o tratamento de esgoto não avançar, a construção das estações de tratamento não é uma alternativa eficaz.
Parque Olímpico mortandade de peixes (Foto: Mario Moscatelli)Mortandade de peixes na Lagoa de Jacarepaguá  (Foto: Mario Moscatelli)






















A fala de Moscatelli se refere a dois rios que desaguam no Parque Olímpico, Arroio Pavuna e Pavuninho, que não estão entre os 14 rios da obra da prefeitura, da qual não constam as UTRs.   
Ao mesmo tempo, o governo estadual é responsável pela dragagem da Lagoa de Jacarepaguá, que permitiria a renovação constante das águas em contato com o mar. As obras deveriam ficar prontas antes dos Jogos, haviam sido embargadas pelo Ministério Público Federal no ano passado e liberadas em julho após mudança no projeto. O Estado pretendia criar uma ilha com os resíduos retirados da dragagem, o que o MPF não permitiu. Segundo o órgão não havia garantia de que uma ilha artificial sustentasse construções, como casas ou prédios. 

Tanquinho negocia renovação com Legacy FC, mas esbarra em valores

Evento americano quer reduzir bolsa do brasileiro, que deseja novo vínculo com os mesmos números do atual contrato, ocasionando um impasse nas tratativas

Por São Paulo
Augusto Tanquinho Mendes; MMA (Foto: Marcelo Barone)Tanquinho revelou que foi sondado por dois grandes eventos americanos de MMA (foto: Marcelo Barone)
Invicto no MMA, Augusto Mendes, o "Tanquinho", atravessa grande fase no Legacy FC, evento pelo qual venceu suas últimas três lutas. O brasileiro, que caminha para disputar o cinturão do peso-galo, porém, não sabe se irá prosseguir na organização.

Após o fim do contrato, Tanquinho negocia a renovação, contudo, há um entrave: o evento deseja reduzir a bolsa do lutador que, por sua vez, não quer alterar os valores. Enquanto a situação não é resolvida, o atleta aguarda para ver qual será seu próximo passo.

- Estou esperando o Legacy definir o que vai fazer,estamos conversando, é mais questão financeira agora. Eles estão falando que fiquei muito caro para o evento, mas eles que me ofereceram o valor de antes, e eu ganhei três combates pela organização. Foi prometida a disputa do título, que está vago, mas até agora não rolou. Há um impasse: eles querem diminuir a minha grana, eu não quero que diminua. De qualquer maneira, se não sair com o Legacy, eu vou lutar em outro lugar, tenho porta aberta em outros lugares. Posso lutar em um evento local no Arizona mesmo, meu estado, só para não parar, até chegar no UFC, que é onde eu quero alcançar - declarou, em entrevista exclusiva ao<b> Combate.com</b>, na quinta-feira.

Tanquinho revela sondagens de dois grandes eventos americanos, mas a proximidade ao título do Legacy o deixa balançado.

- Conversamos um pouco com o pessoal do RFA e do Bellator. São bons eventos, mas estou esperando o Legacy porque estou muito perto do cinturão. Em outro show vou ter que começar tudo de novo, ganhar duas, três lutas ou não, talvez vá para o UFC antes. Mas é um trabalho todo que vou ter que reiniciar. Por exemplo, o RFA, o cara que é campeão do meu peso treina junto comigo, indo para lá, na realidade vou estar lutando com os caras duros todos e não vou poder disputar o título porque a gente treina junto.
Ben Henderson x Augusto Tanquinho; ADCC, UFC (Foto: Marcelo Barone)Ex-campeão dos leves do UFC, Ben Henderson, é parceiro de equipe de Tanquinho na MMA Lab e também vai participar do ADCC, em São Paulo (foto: montagem Infoesporte)
Enquanto a decisão final não é tomada, Tanquinho - campeão mundial de jiu-jítsu - vai se testar no ADCC, principal evento de grappling do mundo, que acontece em São Paulo, neste fim de semana. E ele não estará sozinho nesta missão: ex-campeão dos leves do UFC e seu parceiro de equipe na MMA Lab, Ben Henderson, também entrará nos tatames. Aliás, a arte suave do americano é alvo de elogios por parte do brasileiro, especialista no assunto.

- O Ben ama o jiu-jítsu, é um super-atleta, um cara que me puxa muito. Quando você está cansado na academia e pensa em descansar depois do treino, você olha para o cara e ele está trabalhando sem parar. É um privilégio poder treinar com ele e me puxar bastante para poder lutar um ADCC. A gente treinou muito para lutar esse ADCC. O Ben gosta muito de se testar, não liga muito de ganhar ou perder no grappling, no MMA é diferente (risos), é a área dele. Aqui vai se divertir, ver até onde ele consegue ir, e espero que seja campeão. Ele é duro pra caramba, não conseguiu ainda mostrar o tanto do jiu-jítsu dele no grappling apesar de ter lutado bem no ADCC China (em 2013), mas chegou nas quartas. O Ben vai complicar uma galera este ano.

Durinho, sobre russo Magomedov:
"É que nem galinha, vou no pescoço"

Invicto, brasileiro elogia flexibilidade do rival do dia 7 de novembro, no "UFC: Belfort x Henderson", que será em São Paulo. "Sem dúvida o mais duro que vou lutar", diz

Por São Paulo
Gilbert Durinho; UFC (Foto: Marcelo Barone)Durinho acredita que Magomedov seja o mais técnico dos russos que lutam no UFC (foto: Marcelo Barone)
Com cartel perfeito em 10 lutas e vindo de três triunfos no Ultimate, Gilbert Durinho voltará ao octógono no dia 7 de novembro, quando enfrentará Rashid Magomedov, no "UFC: Belfort x Henderson 3". O brasileiro fez diversos elogios ao russo, que possui um cartel de 18 triunfos e apenas um revés, e mostrou ter estudado bastante o jogo do rival. De acordo com ele, a flexibilidade do oponente, que costuma resistir às tentativas de finalizações nos braços e pernas, tornam o pescoço como o único caminho para que seu jiu-jítsu refinado seja colocado em prática com eficiência. Durinho chegou até a brincar ao comparar Magomedov a uma galinha.

- Tento sempre voltar às origens, lembrar de onde vim, o que estou conquistando, para ter pé no chão e valorizar esse momento. O UFC me deu um teste difícil, um russo bem duro, altamente técnico, acho ele, dos russos, o mais técnico. O Khabib é mais agressivo, vai muito na vontade, mistura técnica com vontade e grosseria. O Khabilov é um cara que também vai nesse wrestling, Você vê que eles são muito fortes. O Rashid é mais técnico, trabalha muito os chutes, é inteligente lutando, mas acho que a luta casa bem. Vi a primeira luta dele contra o Tony Martin, que derrubou e encaixou uma chave de braço bem justa. O Rodrigo Damm chegou em posições boas para derrubar, mas estava um pouco cansado. O Elias fazia uma luta bem dura, mas, no fim, viu que tava perdendo, se expôs e acabou nocauteado. Muita gente nem sabe, mas o Rashid é um cara que tem o estilo do Vinny Magalhães, bem flexível, não bate em chave de braço, chave de pé, acho que tem uma frouxidão nas articulações e resiste bastante, então o caminho vai ser o pescoço. É que nem galinha: não dá para pegar nas pernas, vai no pescoço (risos). É sem dúvida o mais duro que vou lutar. O UFC disse que somos dois caras para entrar no top 15 e quero garantir minha vaga - afirmou o lutador, em conversa com jornalistas, nesta quinta-feira.
Gilbert Durinho x Rashid Magomedov, UFC (Foto: Montagem: Infoesporte)Gilbert Durinho e Rashid Magomedov se enfrentam no dia 7 de novembro no "UFC: Belfort x Henderson"(foto: montagem Infoesporte)



Em seu último compromisso. Durinho passou sufoco para vencer Alex Cowboy. Depois de perder os dois últimos rounds, ele conseguiu uma finalização no assalto final e manteve sua invencibilidade. As dificuldades serviram de lição, e o lutador mostrou autocrítica ao revelar ter menosprezado seu adversário e garantir que isso não se repetirá.

- Na luta do Cowboy foi uma luta que trocou o adversário, era co-evento principal na minha terceira luta no UFC. Saí da segunda luta do preliminar para o co-evento principal. Estava bem tranquilo e, do nada, trocou o oponente. Me deram um cara bem duro, O Cowboy provou para todo mundo quem ele é. Não só comigo, mas nas outras lutas também. Deu para me conhecer mais e evoluir. A maior lição que tirei é que, quando botei ele para baixo no começo, senti que estava tranquilo. Fiz um ground and pound dando espaço e ele levantou. Quando derrubei no começo, menosprezei, achei que ia ser fácil. Foi quando começou a ficar difícil. Tive que lidar com a frustração, mas reverti a luta. Aprendi a não mais menosprezar em nenhum momento na luta, mesmo quando parecer que está fácil. Se está fácil, que eu acabe logo com a luta então.  Não subestimei quando começou a luta, mas, quando derrubei, do jeito que ele caiu, falei: "Ah ,meu irmão, ele não vai levantar". Quando parei para analisar tecnicamente a luta, vi os momentos que pensei que estava fácil. Eu não deixo o cara levantar, quando vejo que o cara vai levantar, é quando começo a fazer meu jogo e lá eu nem me preocupei. Aí que notei que menosprezei. Não conscientemente. Mas quando você menospreza, paga o preço - declarou.

Para alcançar seu 11º resultado positivo na carreira, Durinho quer mostrar um jogo imprevisível para Magomedov.

- Vou focar muito na parte em pé nesse camp. O objetivo é a minha parte de defesa, movimentação, fiquei muito parado naquela luta. Agora, com o Rashid, é um cara que movimenta muito, usa muito chute, então tenho que apostar na movimentação em pé, não ficar parado, me cuidar na resposta de golpe e na distância, que foi o que senti muito com Cowboy, que é um cara muito longo. Ele se movimentava muito e ficou difícil achar a distância. Objetivo agora é trabalhar muita trocação, distância, movimentação, jogo de pés, não ficar parado, não deixar ele prever o que quero. Contra o Magomedov, não vou querer deixar ele saber a hora que quero derrubar ou trocar. Quero trabalhar muito nisso. Não posso ser previsível. Ele não pode saber o que quero e na hora que quero.

Neste fim de semana, Gilbert Durinho vai disputar o Abu Dhabi Combat Championship (ADCC), torneio famoso de grappling que acontece de dois em dois anos e que será realizado em São Paulo. Peso-leve no Ultimate (até 70kg), o atleta vai atuar na divisão até 77kg e elogiou seus rivais no evento.

- O ADCC, em todas as categorias, está sinistro. Quem gosta, aconselho a vir. Na minha categoria tem muito cara duro, caras que batem o jogo comigo, têm vários caras duros. Acho que, se eu for apontar os mais duros, seriam Otávio Souza, finalista ano passado, o Davi Ramos, que já treinamos juntos e ele ganhou a seletiva no Rio... Aí começa a embaralhar. Tem um aluno do Renzo Gracie, Garry Tonon, tem o Lucas Lepri, campeão mundial, tem um monte de campeões mundiais, de promessas, caras duros, tem o Ben Henderson. Vamos esperar sair a chave para depois preocupar com cada um - concluiu.

UFC: Belfort x Henderson 3
7 de novembro, em São Paulo (SP)
CARD DO EVENTO (até agora):
Peso-médio: Vitor Belfort x Dan Henderson
Peso-meio-pesado: Glover Teixeira x Patrick Cummins
Peso-meio-pesado: Fábio Maldonado x Tom Lawlor
Peso-leve: Gleison Tibau x Abel Trujillo
Peso-leve: Gilbert Durinho x Rashid Magomedov
Peso-leve: Yan Cabral x Johnny Case
Peso-galo: Bruno Korea x Matheus Nicolau
Peso-meio-médio: Viscardi Andrade x Gasan Umalatov
Peso-leve: Alex Cowboy x Piotr Hallmann