terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

UFC 198: Warlley Alves encara Bryan Barberena, algoz de Sage Northcutt

Brasileiro tenta aumentar invencibilidade para 11 vitórias em 11 lutas na carreira, e para cinco triunfos no UFC. Americano tenta terceira vitória em quatro lutas na organização

Por Rio de Janeiro
Aos poucos o card do UFC 198, que acontecerá dia 14 de maio, no Brasil, vai ganhando contornos de um grande evento. A organização anunciou nesta terça-feira mais um duelo que integrará o torneio, entre os pesos-médios Warlley Alves e Bryan Barberena, que recentemente finalizou a jovem sensação americana Sage Northcutt. 
Bryan Barberena x Warlley Alves (Foto: infoesporte)Bryan Barberena viaja ao Brasil para tentar estragar a festa de Warlley Alves (Foto: infoesporte)

Com 10 vitórias em 10 lutas como profissional, o mineiro Warlley Alves tenta sua quinta vitória no UFC - derrotou Márcio Lyoto, Alan Jouban, Nordine Taleb e Colby Covington. Aos 25 anos de idade, o lutador é tido como uma das grandes promessas do MMA brasileiro. Alves também foi campeão do TUF Brasil 3, quando atuou como peso-médio.
Com 26 anos, o americano Bryan Barberena fez apenas três lutas no UFC, somando duas vitórias e uma derrota - além de Sage Northcutt, ele derrotou Joe Ellenberger - e foi vencido por Chad Laprisse. Com 11 vitórias e três derrotas na carreira, Barberena ainda busca se firmar no UFC.
UFC 198
14 de maio, em cidade a ser definida
CARD DO EVENTO (até agora):
Peso-pesado: Fabricio Werdum x Stipe Miocic
Peso-médio: Ronaldo Jacaré x Vitor Belfort
Peso-meio-médio: Demian Maia x Matt Brown
Peso-meio-pesado: Rogério Minotouro x Patrick Cummins
Peso-médio: Thiago Marreta x Nate Marquardt
Peso-leve: Evan Dunham x Léo Santos
Peso-meio-médio: Bryan Barberena x Warlley Alves
Header UFC Anderson Silva x Michael Bisping (Foto: Editoria de Arte)

Foto: antes de competir, Havaiana-gaúcha aproveita folga em cachoeira

Musa do surfe, Tatiana Weston-Webb posta foto saltando para mergulho

Por Rio de Janeiro
Uma das musas do surfe mundial, a surfista Tatiana Weston-Webb, nascida no Brasil e criada no Havaí, aproveitou o dia de folga para curtir uma cachoeira. Na próxima semana, a Havaina-Gaúcha compete em Merewether, na Austrália, em etapa válida pelo WQS, a divisão de acesso à elite.
Tatiana Weston-Webb surfe férias (Foto: Reprodução Instagram)Tatiana Weston-Webb posta foto em momento de lazer (Foto: Reprodução Instagram)
Filha da bodyboarder gaúcha Tanira Guimarães e do surfista Doug Weston-Webb, inglês criado nos EUA, Tatiana afirmou, há um ano, que se sente mais brasileira do que americana. Viciada em arroz e feijão, ela costuma visitar o Brasil nos momentos de folga.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Bethe se compara a uma Fênix e diz: "Voltarei mais poderosa do que nunca"

Após ser nocauteada por Ronda, brasileira irá retornar ao octógono dia 16 de abril, contra Raquel Pennington e dispara: "Ponto fraco dela é ser frágil psicologicamente"

Por Rio de Janeiro
Bethe Correia UFC 177 (Foto: Evelyn Rodrigues)Bethe Correia deixa derrota para Ronda no passado e foca em seu próximo compromisso (Foto: Evelyn Rodrigues)
Acostumada a entrar no octógono sempre em uma sequência positiva, Bethe "Pitbull" Correia irá experimentar uma volta ao cage após uma derrota. A atleta, que foi nocauteada por Ronda Rousey, em agosto do ano passado, tentará retomar o caminho das vitórias no dia 16 de abril, no UFC programado para acontecer na Flórida, contra a peso-galo Raquel Pennington. 
Em preparação para a luta na AKA - academia dos campeões Luke Rockhold e Daniel Cormier - Bethe está nos Estados Unidos em busca de melhorias em seu jogo. A evolução poderá ser vista no embate com Pennington e, pelos elogios ao time, a paraibana aposta na redenção, conforme declarou ao Combate.com.
- Minha volta será diferente de todas as outras lutas, pode ter certeza. O que passei no meu país, com a mídia, na minha vida pessoal, no meu camp, sei que nenhuma menina teve um momento tão crucial como o meu. Não desmereço nenhuma e sei que todas suaram a camisa, mas em termos de pressão e críticas, nenhuma passou o que eu passei. Mentalmente, eu me sinto amadurecida e forte. Minha forma de treinar mudou e tudo isso repercutirá na luta, sempre falo que voltarei como uma Fênix. Não que eu tenha morrido, porque uma derrota não apaga a minha história, mas voltarei mais poderosa do que nunca.
Confira a entrevista completa:
Como está a preparação para a luta?
Eu estou com muita vontade de voltar ao octógono depois do meu primeiro revés. Não é fácil passar pela sua primeira derrota, em especial, da forma como foi, pelo tamanho da repercussão. Lido bem e gosto demais da mídia, mas ela não foi legal comigo nem antes, nem durante e nem depois da luta. Dei um tempo e voltei aos treinos, fomos negociando com UFC. Quero fazer a minha melhor performance, não só vencer, mas ficar orgulhosa de mim como nunca. Tenho uma legião grande de fãs em todos os países e sei que todos estarão vendo a luta. Só penso em treinar da forma correta e evitar estresses, por isso, saí do Brasil e vim para os Estados Unidos, para me isolar de qualquer problema que possa surgir. Foquei apenas nos treinos.
Aqui há um arsenal de atletas com diversos estilos diferente, de vários países. Descobri muitos erros no meu jogo treinando com essa galera
Bethe Correia
O que pode destacar desse período de treinos na AKA?
Quando perdi a luta sabia que muita coisa deveria mudar. Não só em treino como na própria Bethe. Eu precisava me conhecer mais, e tomar a frente de muita coisa na minha vida pessoal e na minha carreira. Percebi que a melhor forma seria viajar e ter novas experiências. O Leandrino (Vieira), treinador na AKA, e o Javier Mendez (líder do time) me receberam de braços abertos. Aqui há um arsenal de atletas com diversos estilos diferentes, de vários países. Descobri muitos erros no meu jogo treinando com essa galera. A academia é completa e tem fome de treino, o que é muito bom.

A ideia é ficar na AKA até quando?
Pretendo fazer todo meu camp aqui em San Jose para essa luta. Estou adaptada à galera e ao estilo de treino da equipe. Ano passado fiquei dois meses aqui para conhecer e, agora, devido a alguns problemas pessoais e buscando minha melhora, decidi ficar. Aqui eu penso apenas em treinar, a cidade é bastante tranquila. Basicamente, é treino e descanso (risos).

Como tem sido morar nos Estados Unidos?
Bethe Correia (Foto: reprodução/Instagram)Bethe Correia (Foto: reprodução/Instagram)
Eu tive a sorte de conhecer alguns brasileiros aqui, que me acolheram muito bem. Tem bastante estrangeiro na AKA, muitos latinos e acho que isso facilitou a minha adaptação. Fiz amigos de verdade aqui, nada substitui a família, mas tenho amigos que posso contar. O país virou local de trabalho para mim, é como meu escritório. Estou muito feliz pela oportunidade de estar aqui. O mais legal de tudo é receber o carinho dos fãs por onde eu vou nos Estados Unidos. Eu não imaginava que tinha tantos fãs americanos.

Você era invicta. Como acha que será voltar ao octógono após uma derrota?
Minha volta será diferente de todas as outras lutas, pode ter certeza. O que passei no meu país, com a mídia, na minha vida pessoal, no meu camp, sei que nenhuma menina teve um momento tão crucial como o meu. Não desmereço nenhuma e sei que todas suaram a camisa, mas em termos de pressão e críticas, nenhuma passou o que eu passei. Mentalmente, eu me sinto amadurecida e forte. Minha forma de treinar mudou e tudo isso repercutirá na luta, sempre falo que voltarei como uma Fênix. Não que eu tenha morrido, porque uma derrota não apaga a minha história, mas voltarei mais poderosa do que nunca.
Como analisa os pontos fortes e fracos da sua adversária?
O UFC me deu um tempo para que eu me sentisse preparada a voltar. Quando me senti, avisei a eles, que me ligaram falando para eu lutar contra a Jessica Eye em fevereiro. Ela recusou a luta porque tinha um filme e acabou nem gravando. Depois, mandou mensagem no Twitter querendo lutar em abril. Várias meninas pediram para lutar comigo nas redes sociais, mas o UFC marcou com a Raquel que aceitou na hora e gostei bastante. Gosto de lutar com garotas com perfil da Raquel, não tenho dúvidas que vamos botar a Flórida de pernas para o ar, porque somos trocadoras. Ela fez boas lutas e isso é um ponto forte. O ponto fraco da Raquel é ser frágil psicologicamente. Ela leva isso para a luta. Assisti ao TUF e acompanhei um pouco sua carreira depois do programa.

A sua luta contra a Ronda teve muita provocação. Pretende apimentar esta também?
A diferença é que quando me agridem ou me chamam para lutar de forma desafiadora, sou do tipo que não leva desaforo para casa. Respondo à altura e muitos interpretam de má fé, às vezes
Bethe Correia
Cada luta, cada adversária, é uma história diferente. Muitos não sabem que as adversárias me chamam para lutar, como a Miesha, a Kaufman, a Amanda Nunes, a Eye, a Leslie Smih, a Bate-Estaca e a própria ex-campeã (Ronda). A diferença é que quando me agridem ou me chamam para lutar de forma desafiadora, sou do tipo que não leva desaforo para casa. Respondo à altura e muitos interpretam de má fé, às vezes. Acho que meu jeito atrevido e o fato de ser uma trocadora faz vender a luta e ser um desafio que elas querem testar. Eu estou treinando e vou vencer a Raquel. Ela ficando calada ou falando ou não de mim, nunca levo desaforo pra casa, só isso! Agora só penso em mostrar ao público o meu treinamento, que está show de bola.

Como vê esse duelo acabando?
Eu me vejo vencendo e convencendo para dar mais um passo à frente no rumo para ser novamente a desafiante ao título. 

Principal ring girl do UFC, Arianny Celeste postou mais uma foto capaz de tirar o fôlego de seus seguidores nas redes sociais. Para promover o seu calendário oficial, a morena postou uma foto em que aparece sem a parte de cima do biquíni.

- Vida de sereia - escreveu a musa, em sua conta no Instagram.

Eleita como a "Ring Girl do Ano", no "Oscar do MMA", promovido na última sexta-feira, Arianny vende o calendário em seu site oficial. Aos interessados, a peça custa 30 dólares (cerca de R$ 120).
Arianny Celeste

Ronda Rousey volta aos treinos, três meses após derrota para Holly Holm

Lutadora é vista fazendo manopla com treinador em academia em Los Angeles

Por Las Vegas, EUA
Ronda Rousey treino TMZ (Foto: Reprodução/TMZ)Ronda Rousey de luvas, treinando com Edmund Tarverdyan (Foto: Reprodução/TMZ)
Quase três meses após sofrer a primeira derrota de sua carreira no MMA, Ronda Rousey está de volta aos treinos. A ex-campeã dos pesos-galos do UFC foi flagrada fazendo manopla na academia Glendale Fighting Club, em Los Angeles, com seu treinador, Edmund Tarverdyan, nesta quinta-feira, em fotos publicadas pelo site especializado em celebridades "TMZ".
É a primeira vez que Ronda é vista fazendo qualquer treino de MMA desde a derrota por nocaute para Holly Holm no UFC 193, em 14 de novembro passado. Na ocasião, a judoca, nocauteada com um chute na cabeça, sofreu estragos na boca e nos dentes, precisou passar por cirurgia, e especulou que seriam necessários de três a seis meses para voltar aos treinos.
Desde então, a lutadora se manteve distante da mídia, com poucas entrevistas e aparições públicas, enquanto gravava participações em filmes. Em uma de suas entrevistas, declarou quequeria uma revanche contra Holm este ano. O Ultimate, contudo, marcou uma luta contra Miesha Tate para ser a primeira defesa do cinturão da nova campeã, em 5 de março. O presidente da companhia, Dana White, confirmou na semana passada que Ronda enfrentará a vencedora da luta.

Holloway projeta volta ao octógono e sugere luta com Aldo por título interino

Americano declara que brasileiro deveria ter recebido uma revanche imediata 
contra Conor McGregor, próximo desafiante ao cinturão do peso-leve do Ultimate

Por Las Vegas, EUA
Max Holloway; UFC 194 (Foto: Evelyn Rodrigues)Holloway está sem atuar desde dezembro do ano passado, quando venceu Jeremy Stephens (Foto: Evelyn Rodrigues)
Quarto colocado no ranking oficial do peso-pena do UFC, Max Holloway acredita que José Aldo, ex-campeão da categoria, merecia a revanche imediata contra Conor McGregor. Ciente, porém, que o irlandês vai desafiar Rafael dos Anjos, nos leves, "Blessed" sugeriu a criação de um título interino para que ele dispute o posto com o manauara.

- Ele foi o campeão por um longo tempo, eu não vejo por que não (receber a revanche imediata). Por que não fazer uma luta entre Aldo e eu pelo cinturão interino? Seria ideal para caramba - declarou Holloway, em entrevista ao site da "Fox Sports".

Depois de vencer Jeremy Stephens no UFC 194, em dezembro do ano passado, Holloway sofreu uma lesão no polegar. Ele aproveitou a recuperação, ainda, para ficar mais próximo da família, afinal, nos últimos dois anos, foram oito combates.

- Tive dois anos com quatro lutas. Estava tratando lesões existentes e descobrimos pequenas coisas que estavam fora do lugar. Eu relaxei, gastei um pouco mais de tempo com a minha família, com a minha esposa, levei meu filho ao cinema, comemos pipoca e todas essas coisas divertidas.

Holloway, no entanto, frisa que ficar um período extenso sem lutar faz com que as pessoas esqueçam dos atletas e, por isso, espera voltar no fim de maio ou no início de junho.

- Quero lutar três vezes neste ano - encerrou.