Mick Fanning pede doações para ajudar esposa e filho de Andy Irons
Australiano bicampeão do mundo abre conta em banco havaiano
- Todos sabemos o quanto o Andy era especial e como ele tocou nossas vidas. Ele era um líder no nosso esporte, mas, além disso, um grande amigo e uma pessoa com coração enorme. Na semana passada, Lyndie deu à luz o filho deles. Sei que todo mundo está empenhado em ajudar, então queria avisar que foi criado um fundo para ajudar a Lyndie e o bebê. Vamos mostrar nosso amor novamente ajudando um membro da nossa família do surfe. Obrigado e sempre lembrem: o Andy Irons nunca será esquecido - diz a carta de Mick, bicampeão do mundo.
No dia 31 de outubro, Andy Irons deixou Porto Rico - onde, doente, desistiu da etapa do Mundial -, depois de contar à família e aos amigos que estava com febre de dengue. Foi analisado por um médico, que o recomendou a ir a um hospital. O surfista, porém, decidiu voltar para o Havaí.
Antes de chegar a Dallas, onde foi encontrado morto em um quarto de hotel no dia 2 de novembro, o tricampeão mundial fez uma conexão em Miami e, segundo relatos da revista “Go Outside”, para não perder o vôo rumo a Honolulu, virou a noite em uma festa.
O surfista fez o check in em Dallas no dia 1º de novembro. Segundo a revista, comeu um chocolate, tomou uma garrafa de água e dois refrigerantes. No dia seguinte, Isaac Ambriz, segurança do hotel, foi informado de que o hóspede não respondera ao despertador. Às 9h43m, Ambriz bateu na porta, mas não houve resposta. Entrou no quarto e viu o surfista sobre a cama.
As causas da morte apenas serão conhecidas depois da divulgação dos exames toxicológicos, em janeiro. Uma das hipóteses é que o surfista tenha morrido em decorrência de complicações da dengue. Ele estaria usando remédios com efeitos similares ao da morfina, e essa medicação, combinada indevidamente ao quadro da doença, seria fatal.
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