Treinador e conciliador: Cristóvão administra queixas dos medalhões
Em meio a manifestações públicas de insatisfação ao longo do ano, técnico diz que são válidas as reclamações de jogadores do Vasco por vaga no time
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Cristóvão (Foto: Marcelo Sadio/Site Oficial do Vasco)
O último caso foi Eduardo Costa, que minimizou a importância do recém-negociado Romulo e destacou seu currículo como um dos argumentos para retornar ao time titular. Também nesta semana, Alecsandro afirmou que o Vasco não precisava contratar outro centroavante, indo de encontro ao movimento da diretoria, que busca um atleta para substituir o camisa 9 em caso de lesão ou suspensão.
Quando eu estiver atrapalhando, não tem problema nenhum. Posso
pendurar as chuteiras ou voltar para o Qatar e jogar meu futebolzinho lá
"
Felipe
O técnico diz compreender a manifestação dos jogadores e tenta, na medida do possível, administrar insatisfações e apagar incêndios. Segundo ele, esses episódios não chegam a ser um problema.
- Todos têm o direito de se expressar, e cada um faz da sua maneira. Não vejo como um problema, porque são sentimentos verdadeiros. Nada disso altera o que nós pensamos em relação à filosofia de trabalho. De início, só fica satisfeito quem está jogando. E eu acho que tem de ser assim, porque todos precisam buscar seu espaço e aproveitar as oportunidades - avaliou o treinador vascaíno.
Relembre algumas frases de jogadores:
- É complicado escalar quando se tem um elenco forte. Mas quando eu estiver atrapalhando, não tem problema nenhum. Posso pendurar as chuteiras ou voltar para o Qatar e jogar meu futebolzinho lá - Felipe, após sair do banco e brilhar na vitória do Vasco por 4 a 2 sobre o Alianza Lima, pela Libertadores.
- Vinha treinando e jogando bem antes da lesão e acho que poderia somar com minha experiência em momentos decisivos e importantes. Mas o treinador é quem decide e ele optou por outros. Eu respeito. É ele quem tem de achar as soluções – Eduardo Costa, ao comentar o tempo no banco de reservas.
- Vocês (jornalistas) estão loucos para contratar um atacante. Há uns seis meses vejo vocês falando sobre isso com o Daniel (Freitas, diretor de futebol do Vasco). Felizmente pude dar uma resposta positiva, jogando quase todas as partidas deste ano. Hoje, com a volta do Tenorio, não vejo a necessidade da chegada de mais um atacante – Alecsandro, ao falar sobre a busca do clube por mais um centroavante.
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