Felipe repete dose no futevôlei, mas
participa de treino tático em dia tenso
Antes do trabalho sob comando de Cristóvão, meia bate bola com rede improvisada. Receio por protesto aumenta segurança em São Januário
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Ao entrar em campo nesta segunda-feira, Felipe era o centro das atenções. Cada passo do meia, que jogou futevôlei na praia no último domingo
mesmo vetado do time que foi goleado pelo Bahia, seria vigiado. Sem se
importar com a polêmica, fez questão de repetir a dose na modalidade
durante o aquecimento, em São Januário. Ele reuniu alguns companheiros
que não têm sido relacionados, para bater uma bola rápida, algo
tradicional antes dos treinos.
Felipe (ao fundo) observa a jogada de Chaparro no treino na Colina (Foto: André Casado / Globoesporte.com)
Logo depois, o técnico Cristóvão Borges reuniu os jogadores que tinha à
disposição para uma atividade tática. Apenas os que não participaram da
derrota por mais de 45 minutos estiveram no gramado, o que, diante do
batalhão de desfalques, quis dizer um elenco dividido. Felipe se juntou a
nomes como Rodolfo, Tenorio, William Matheus e Wendel, por exemplo.
Destes, pelo menos os dois últimos, suspensos na rodada passada, serão
titulares contra o Palmeiras, quarta-feira.
O Maestro dependia de seu desempenho nesta movimentação para ser liberado para encarar o Palmeiras. Ele ficou fora dos últimos três jogos do time por dores no joelho esquerdo. O médico Albino Pinto e até Cristóvão não viram problema na atitude do camisa 6, que já vinha iniciando os treinos com bola no fim da semana passada.
Cristóvão e Felipe no treino desta segunda-feira
(Foto: André Casado / Globoesporte.com)
A ênfase da atividade foi na disputa entre ataque e defesa, devidamente
separadas com coletes de cores diferentes. Ela durou menos de uma hora.
Depois, os preparadores físicos orientaram um trabalho com piques
curtos e longos para avaliar a condição de cada um. Os outros titulares
estiveram na academia, em recuperação para o próximo compromisso.
Ainda sem Auremir e Carlos Alberto, e agora com Jonas suspenso por ter sido expulso, o Vasco deve ter um time bem menos desfigurado. A escalação deve ser Fernando Prass, Max (Fellipe Bastos), Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Fellipe Bastos (Felipe) e Juninho; Eder Luis e Alecsandro.
No clube, o clima era tão complicado quanto dentro de campo, onde os semblantes fechados e o trabalho em ritmo forte foram marcantes. Os porteiros tiveram a orientação de conferir minuciosamente a entrada de cada pessoa, sob a alegação de que havia a chance de protestos se repetirem. Apenas os sócios, os atletas e seus familiares e membros da imprensa estavam liberados. Normalmente, o Vasco permite o acesso de torcedores a suas dependências.
O Maestro dependia de seu desempenho nesta movimentação para ser liberado para encarar o Palmeiras. Ele ficou fora dos últimos três jogos do time por dores no joelho esquerdo. O médico Albino Pinto e até Cristóvão não viram problema na atitude do camisa 6, que já vinha iniciando os treinos com bola no fim da semana passada.
(Foto: André Casado / Globoesporte.com)
Ainda sem Auremir e Carlos Alberto, e agora com Jonas suspenso por ter sido expulso, o Vasco deve ter um time bem menos desfigurado. A escalação deve ser Fernando Prass, Max (Fellipe Bastos), Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Fellipe Bastos (Felipe) e Juninho; Eder Luis e Alecsandro.
No clube, o clima era tão complicado quanto dentro de campo, onde os semblantes fechados e o trabalho em ritmo forte foram marcantes. Os porteiros tiveram a orientação de conferir minuciosamente a entrada de cada pessoa, sob a alegação de que havia a chance de protestos se repetirem. Apenas os sócios, os atletas e seus familiares e membros da imprensa estavam liberados. Normalmente, o Vasco permite o acesso de torcedores a suas dependências.
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