Steinkopf vibra com eleição de melhor ring girl do ano: 'Trabalho com amor'
Ex-panicat recebe 6.624 votos do público e fica com 31% do total
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Início no MMA
"Comecei minha participação como ring girl de eventos de MMA em 2011. Na época, o MMA não tinha o destaque que tem hoje no Brasil, principalmente após a realização do TUF Brasil, evento organizado pelo UFC e que teve transmissão em TV aberta. Acredito que, após o TUF BRASIL, o MMA estourou de vez em nosso país".
Relação com as artes marciais
"Sou apaixonada pelo MMA, sempre gostei de artes marciais, bem antes de o esporte se tornar popular no Brasil. Já pratiquei muai thay, é ótimo para manter a forma e queimar gordurinhas indesejadas (risos). Acompanho o MMA pela televisão desde a época do extinto Pride, evento de MMA que era realizado no Japão. Eu achava meio violento, pois as regras do Pride permitiam certos golpes que hoje não são permitidos. Hoje em dia, o MMA evoluiu muito e se tornou um esporte totalmente seguro, em que as regras preservam em primeiro lugar a integridade física do lutador".
Mulheres no mundo das lutas
"Acho ótimo! As mulheres estão cada vez mais se destacando no esporte, e por que não no MMA também? Estou sabendo que em breve o UFC terá uma luta feminina em seu card, o Brasil tem grandes lutadoras como Cris Cyborg, Carina Damm, etc, que com certeza vão nos encher de orgulho"!
"A sensação é de felicidade! Quando você faz um trabalho com amor, o reconhecimento vem naturalmente! Adoro atuar como ring girl em eventos de MMA, e é uma grande honra para mim receber este prêmio. Espero ser bicampeã em 2013 (risos)".
"A minha mensagem aos fãs de MMA em todo Brasil é que continuem assistindo e prestigiando os nossos atletas, que literalmente dão o sangue para representar nosso país pelo mundo afora, e que lugar de lutar é no ringue ou no cage. Não brigue, lute! Osss!".
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