segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pacotão da rodada #1: Botafogo e Inter vencem bem e largam na frente

Torcida do Sport lota a Ilha do Retiro em seu retorno à Primeira Divisão

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
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Herrera gol Botafogo (Foto: Satiro Sodré / AGIF)Herrera fez três gols (Foto: Satiro Sodré / AGIF)
Bola rolando para o Campeonato Brasileiro. Botafogo e Internacional, que já estão fora da Copa do Brasil e da Libertadores, respectivamente, aproveitaram para largar na frente diante de equipes que ainda dividem as atenções. O Alvinegro contou com uma defesaça de Jefferson e uma entregada de Maicon para bater o São Paulo por 4 a 2. O destaque do jogo, no entanto, foi Herrera, autor de três gols. No Sul, o Colorado fez 2 a 0 no Coritiba com direito a uma pintura de Leandro Damião.
Quem também deu show foi a torcida do Sport, que colocou 28.663 pessoas na Ilha do Retiro em sua volta à Série A. O time não correspondeu à empolgação e ficou só no 1 a 1 diante do Flamengo. Rithelly, da equipe pernambucana, até foi um dos ladrões de bola da rodada, assim como Léo Silva, da Portuguesa, como seis desarmes perfeitos.
As decepções ficaram por conta dos já citados São Paulo e Coritiba, além de Corinthians e Ponte Preta, que perderam em casa. O Vasco, por outro lado, conseguiu a vitória, mas Allan abusou do direito de errar passes, cometendo 12 equívocos no 2 a 1 frente ao Grêmio, que teve um gol mal anulado pelo árbitro Célio Amorim.
Além do botafoguense Jefferson, outros goleiros de destaque foram Paulo Victor, do Flamengo, Roberto, do Atlético-GO, e Weverton, da Portuguesa. Todos fizeram cinco defesas difíceis, que impediram as derrotas de seus times na estreia. Coincidentemente, todos empataram nesta primeira rodada.
pacotão da rododa#1 corrigido (Foto: arte esporte)
header pacotao golaço da rodada (Foto: arteesporte)
Leandro Damião recebe de Oscar na entrada da área e tenta o chute. A bola bate na zaga do Coxa e volta para ele. O atacante decide se livrar da marcação, faz o drible da vaca e bate sem chances para Vanderlei. Uma pintura do camisa 9 colorado que vale a pena ver e rever.
header pacotao defesa da rodada (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)


header pacotao sarrafo da rodada (Foto: arteesporte)
Jefferson não é goleiro da Seleção Brasileira por acaso. Quando a bola de Jadson partia em direção à cabeça de Luis Fabiano teve muita gente que já contava com o gol do São Paulo. Estavam enganados! O arqueiro alvinegro defendeu com reflexo e sem dar rebote.



header pacotao mico da rodada (Foto: arteesporte)
Colisão frontal no Beira Rio entre o colorado João Paulo e o atacante Marcel, do Coritiba. Pior para o meia do Inter, que acabou deixando o campo após a dura dividida.


header pacotao gol mais perdido da rodada (Foto: arteesporte)

Sem Neymar e Ganso, o Santos não conseguiu tirar o zero do placar diante do Bahia e a torcida baiana ainda teve que assistir a um lance bisonho protagonizado por Gerson Magrão. O jogador se enrolou com a bola, que acabou saindo pela linha lateral.

header pacotao erro da rodada (Foto: arteesporte)

Tudo certo para Miralles fazer o gol do Grêmio em São Januário. Marcelo Moreno pegou pela esquerda, chutou firme, Fernando Prass rebateu exatamente onde estava o atacante argentino, mas ele pegou muito mal na bola e mandou pela linha de fundo.

header pacotao drible da rodada (Foto: arteesporte)
Quando Miralles fez o gol, o árbitro Célio Amorim anulou o lance. O goleiro vascaíno Fernando Prass se chocou com seu companheiro Rodolfo, e a bola sobrou para o argentino tocar para a rede. Só o juiz viu falta na jogada. Aos tricolores, restaram as reclamações.



O Fla pode não ter vencido na estreia diante do Sport (1 a 1), mas Léo Moura pelo menos deixou um adversário no chão. Rivaldo veio com tudo para ganhar o lance e acabou levando uma caneta do lateral-direito.

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Felipão diz que deixa o Palmeiras em 2013 e diretoria confirma acordo

Em entrevista à TV Gazeta, comandante avisa que não vai renovar contrato. Vice-presidente afirma que treinador sai mesmo no fim de 2012

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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O técnico Luiz Felipe Scolari não vai permanecer no Palmeiras após o fim do seu contrato, em dezembro de 2012. Neste domingo, o comandante revelou em entrevista ao programa "Mesa Redonda", da TV Gazeta, que seu ciclo no clube vai se encerrar ao fim desta temporada – independentemente do que ocorrer.
Felipão, Guarani x Palmeiras (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)Felipão diz não ter interesse em continuar no Palmeiras (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)
– Em 2013, não penso em ficar no Palmeiras, nem pensam em ficar comigo. Muitas vezes, acham que não temos um bom relacionamento, mas nos tratamos como adultos. Muitas vezes um ciclo é encerrado com o fim de um contrato. É melhor para todos que eu não prossiga – afirmou o técnico.
Em contato com a reportagem, o vice-presidente Roberto Frizzo confirmou que houve conversas nesse sentido, e que realmente a vontade do técnico é de não permanecer no clube na próxima temporada.
– Se ele disse que não vai ficar, não há o que fazer – disse o vice.
No cargo desde julho de 2010, Felipão não obteve sucesso nas principais competições que disputou com o Palmeiras. Os maiores feitos foram as semifinais da Copa Sul-Americana em 2010 e do Campeonato Paulista em 2011. O presidente Arnaldo Tirone é um dos poucos na diretoria que banca o treinador, visto com resistência por parte da cúpula palmeirense.
Felipão ainda tem pela frente as disputas de Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Sul-Americana. Sua multa rescisória era de R$ 5 milhões no início do contrato, mas foi diminuindo ao longo do tempo. Mesmo com a saída do Palmeiras no fim do ano, a vontade do técnico é de continuar morando em São Paulo, já que um de seus filhos estuda na cidade.

Leão dispara: 'Difícil digerir quando o adversário é inferior a você'

Treinador condena postura do time que, na sua visão, entregou a vitória de mãos beijadas: 'Homenageamos o Botafogo no dia do Nilton Santos'

Por Rafael Cavalieri Rio de Janeiro
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O São Paulo abriu o placar. Cedeu o empate. Voltou a ficar na frente. Mas depois sofreu três gols e terminou com uma derrota para o Botafogo por 4 a 2 na estreia do Brasileiro, neste domingo. Em campo, apesar do tropeço, o time criou muitas chances e poderia ter matado o jogo. Pelo menos essa foi a visão do técnico Emerson Leão. Para o comandante, o time acabou derrotado no Engenhão por sua própria culpa. Ele acredita que o time carioca se mostrou um time "inferior" ao Tricolor durante praticamente os 90 minutos.
Com a voz mansa e a fala bem pausada, Leão comentou com calma cada gol sofrido pelo São Paulo. O primeiro, para ele, foi um achado de Herrera. Depois um pênalti que julgou altamente discutível. Em seguida, uma cobrança de falta que acabou sendo uma fatalidade por contar com um desvio na barreira. E o último, este sim uma falha do setor defensivo, que foi sair jogando e deixou a bola nos pés de Herrera. Para ele, foi o São Paulo quem chamou a derrota. E, por isso, não pode reclamar.
Emerson Leão São Paulo x Botafogo (Foto: Satiro Sodré / Ag. Estado)Leão reclamou muito da postura de sua equipe(Foto: Satiro Sodré / Ag. Estado)
- Estávamos à frente e poderíamos ter decidido o jogo. Quando você não derruba o adversário, dá a ele a oportunidade de se recuperar. Foi o que aconteceu. O Botafogo achou três pontos. É difícil digerir um resultado desse quando se sabe que o adversário é inferior a você. Em um dia em que todos homenageavam Nilton Santos, nós homenageamos o Botafogo - disparou o treinador.
O técnico ainda criticou o excesso de zelo mostrado pelos jogadores no ataque, quando acabaram desperdiçando boas chances para matar o jogo, e na defesa, quando viu o time sair jogando e entregar o quarto gol para o Botafogo.
- Isso está custando caro. Pedimos sempre para ser feito o mais simples. Isso é o mais difícil no futebol. Foi querer sair driblando, deu no que deu. Na frente, a mesma coisa. Os grandes artistas em certos momentos nem assinavam as suas obras. Não precisava. Aqui é o mesmo. Vai demorar, aí chega um beque e anula a jogada. Não podemos nem reclamar das chances, porque elas foram muitas - lamentou Leão.
O São Paulo embarca ainda na noite deste domingo para São Paulo. A reapresentação do grupo está marcada para 16h, no CT da Barra Funda, na próxima segunda-feira. O São Paulo agora volta as suas atenções à Copa do Brasil. O time entra em campo na quarta-feira, às 21h50m, contra o Goiás, no Serra Dourada.
O Tricolor pode perder por um gol de diferença - ou até por dois, desde que balance as redes do adversário. Para os esmeraldinos, um triunfo por 2 a 0 levará a decisão para os pênaltis. Para garantir a vaga nos 90 minutos, será necessário vencer por três gols de diferença.

domingo, 20 de maio de 2012

1ª RODADA
Com três gols de Herrera, Botafogo vira sobre o São Paulo e lava a alma
Time carioca faz 4 a 2 no Engenhão após argentino mudar a partida. Se aposta com Renato for cumprida, Luis Fabiano terá muito trabalho a fazer
 
 
A CRÔNICA
por André Casado
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Após duas eliminações traumáticas no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil, o Botafogo superou o São Paulo por 4 a 2, neste domingo, no Engenhão, largando na frente no Campeonato Brasileiro. O argentino Herrera brilhou, com três gols no segundo tempo. Vitor Júnior ainda marcou seu primeiro gol pelo clube. Jadson e Luis Fabiano chegaram a deixar o Tricolor Paulista em vantagem no placar por duas vezes na partida que levou pouco público ao estádio. Apenas 4.836 torcedores pagaram ingresso (7.008 presentes), totalizando renda de R$ 215.010,00.
E por falar no Fabuloso, o duelo valia uma aposta entre ele e o volante alvinegro Renato, ex-companheiros de Sevilla no futebol espanhol. O acordo era que quem perdesse teria que lavar as camisas do adversário. Se o combinado for cumprido, o camisa 9 são-paulino vai ter muito trabalho pela frente. Aposta à parte, o atacante lamentou a derrota de virada.
- Estivemos duas vezes na frente do placar, e faltou um pouco de experiência e de tranquilidade para administrar o jogo. Em time que quer chegar longe e lutar por alguma coisa não pode acontecer o que aconteceu hoje - analisou Luis Fabiano.
Já o nome do jogo, Herrera, não mostrou muita animação na saída de campo, ao ser questionado sobre a música que pediria no "Fantástico":
- Música? Para quê? Não vou pedir música, não. Fica sem música mesmo - disse.
As duas equipes voltam a campo pelo Brasileirão no próximo fim de semana. O Glorioso vai a Curitiba enfrentar o Coritiba, no domingo. O São Paulo, que antes encara o Goiás pelo segundo jogo das quartas de final da Copa do Brasil, quarta-feira, no Serra Dourada, tem pela frente o Bahia, domingo, no Morumbi.
Luis Fabiano São Paulo x Botafogo (Foto: Maurício Val / Vipcomm)Luis Fabiano tenta o domínio, cercado por Brinner (3) e Vitor Júnior (Foto: Maurício Val / Vipcomm)
Bota ameaça no início, mas São Paulo sai na frente
A julgar pelo início da partida, a impressão era que o Botafogo havia apagado as frustrações no Carioca e na Copa do Brasil. Ligado, o time carioca por pouco não se aproveitou de cochilos da defesa são-paulina e quase abriu o marcador em duas oportunidades. Na armação, pelo centro, Vitor Júnior buscava jogo e deu chute perigoso, em um contragolpe, aos oito minutos.
Não demorou, no entanto, para que o Tricolor tomasse as rédeas. Com espaço, os habilidosos meias trocavam passes e, aos 11, Lucas achou Jadson na área. O camisa 10 concluiu de primeira, acertando o ângulo direito de Jefferson, que nem saltou. A vantagem era tudo o que a equipe de Emerson Leão queria para desestabilizar o Botafogo, que sentiu o golpe e mostrou dificuldades para reagir.
Isolado, Loco Abreu não recebia as bolas. E, quando ela chegava, o uruguaio desperdiçava. A torcida se irritou com a lentidão de algumas jogadas, especialmente com Maicosuel. Os erros se acumularam, mas o São Paulo não soube explorá-los, à exceção de um arremate de Cortez, livre na área, e de uma cabeçada de Lucas defendida por Jefferson.
As estatísticas no intervalo comprovavam o domínio territorial do Glorioso, que teve 68% de posse de bola contra 32% do visitante. Mas o hexacampeão do Brasileirão finalizou mais (7 a 6) e teve 16 desarmes a mais. Em um dos últimos lances da etapa, Loco entregou uma cabeçada nas mãos de Denis e fez Oswaldo de Oliveira chamar Herrera para aquecer. Mal sabiam os alvinegros que isso mudaria inteiramente a história da então monótona partida.
Herrera incendeia o jogo
Com outra postura, o Botafogo melhorou com a entrada do argentino no lugar de Abreu. O ganho em movimentação abriu o caminho para Fellype Gabriel, discreto até aquele momento, crescer, e Márcio Azevedo passar a ser mais acionado nas costas de Douglas. Logo aos quatro, em cruzamento preciso de Lucas, que foi a surpresa na escalação, Herrera cabeceou com estilo e igualou. Na comemoração, o lateral foi tão celebrado quanto o camisa 17, após o pesadelo que viveu com as duas expulsões em jogos decisivos, no início do mês.
Embalado, o time da casa partiu com tudo. Aos sete, Herrera arriscou de longe, e Dênis espalmou para a frente. Márcio Azevedo pegou o rebote e também parou no goleiro. A resposta do São Paulo foi rápida. Luis Fabiano apareceu sozinho na área e testou uma bola à queima-roupa, mas Jefferson operou um milagre, sem dar rebote. Mas a insistência no jogo aéreo deu resultado aos 15 minutos. Em jogada de Jadson pela esquerda, Fabuloso cabeceou nas costas de Brinner, e Jefferson não conseguiu evitar -  a bola ainda resvalou no defensor alvinegro: 2 a 1 para o Tricolor. O goleiro deu uma dura bronca na zaga após o novo vacilo.
Confiando na reação, Oswaldo não mexeu. O Alvinegro se manteve no ataque e, desta vez, não baixou a guarda. Endiabrado, Herrera brigou entre os defensores e sofreu pênalti de Paulo Miranda. Ele mesmo bateu, com força, no canto direito do goleiro Dênis, que pulou para o esquerdo: 2 a 2, aos 22. E, antes mesmo de o Tricolor respirar, um lance sorte virou o jogo para o Botafogo, pouco depois: Vitor Júnior bateu falta, a bola desviou, enganou Dênis e morreu no fundo da rede. Alegria no Engenhão.
Atordoado, o São Paulo passou a hesitar. Leão tentou acabar com a apatia momentânea da equipe fazendo duas substituições. Entraram Maicon e Fernandinho. O problema, porém, era defensivo. Maicon foi desarmado por Fellype Gabriel na saída de bola, e Herrera fuzilou a rede para fazer 4 a 2. Um gol que, além de selar o triunfo, pode renovar os ânimos de uma equipe ferida por três derrotas seguidas em jogos decisivos do primeiro semestre.
No entanto, mesmo com o alívio no placar, Oswaldo de Oliveira, que reclamava muito do árbitro Sandro Meira Ricci, acabou expulso. Nervoso, disse que não sairia de campo e atrasou o reinício do duelo.
Sem forças, nem o brilho que apareceu em fugazes momentos, o São Paulo não ameaçou mais o Botafogo, que fez duas alterações, com Lucas Zen e Gabriel, apenas para passar o tempo e largou na frente na disputa do Brasileirão.
Com Libertadores à frente, reservas do Fluminense batem os do Timão
Tricolor faz 1 a 0 na véspera de as equipes decidirem a vida no torneio sul-americano. Na quarta, Flu enfrenta o Boca, e Corinthians, o Vasco
 
 
A CRÔNICA
por Leandro Canônico
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Corinthians e Fluminense foram os melhores times da fase de grupos da Taça Libertadores da América. Além disso, são os últimos campeões brasileiros. Ingredientes suficientes para imaginar que o encontro deles na primeira rodada do Brasileirão 2012 fosse sinal de um bom jogo. Errado! De olho na competição sul-americana, paulistas e cariocas atuaram com reservas neste domingo, no Pacaembu, e fizeram um jogo insosso, vencido pelo Tricolor por 1 a 0, gol de Leandro Euzébio.
A maior experiência dos reservas do Timão fez a diferença no primeiro tempo, e a equipe de Tite dominou a maior parte da etapa. Só que não foi suficientemente eficiente para balançar as redes. No segundo tempo, o cenário mudou de figura e prevaleceu a ousadia maior dos jovens jogadores do Fluminense. A equipe de Abel Braga, que, suspenso, acompanhou das tribunas, surpreendeu o adversário.
Muito embora o jogo não tivesse tantos atrativos, a torcida do Timão compareceu em bom número para a primeira rodada. Foram 14.791 pagantes para uma renda de R$ 419.729.
Passada a estreia no Brasileirão, as duas equipes se concentram totalmente na Libertadores da América. Ambos decidem vaga nas semifinais na quarta-feira. Às 19h30m, o Fluminense recebe o Boca Juniors no Engenhão, no Rio de Janeiro. E às 21h50m, o Corinthians encara o Vasco no Pacaembu, em São Paulo.
Na segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians vai a Belo Horizonte enfrentar o Atlético-MG, às 16h de domingo, no estádio Independência. O Fluminense, por sua vez, recebe o Figueirense, no Engenhão, às 18h30m.
Leandro Euzébio faz gol - Corinthians x Fluminense (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Leandro Euzébio comemora o gol do jogo no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Experiência x juventude
No Corinthians, o técnico Tite optou pelo titular Cássio no gol e por dez reservas na linha. Já o Fluminense, de Abel Braga, poupou todos os titulares e apostou numa equipe totalmente formada por suplentes. O Timão reserva poderia até se considerar mais experiente, com jogadores como Douglas, Liedson e Willian. O trio, aliás, já chegou a ser titular.
O Tricolor, por sua vez, apostou nesta partida em atletas que têm poucas chances na equipe principal. Esse cenário ficou evidente no primeiro tempo do duelo. Os donos da casa encurralaream os visitantes no campo de defesa. Só que pouco fizeram para transformar a superioridade em gol. Faltaram pontaria e criatividade.
Mas as melhores chances de gol da etapa inicial, curiosamente, foram da equipe carioca. Primeiro, aos 15 minutos, quando Lanzini achou Matheus Carvalho livre na entrada da área. O garoto formado na base do Flu bateu forte e viu Cássio executar bela defesa. Depois, aos 21, Carleto tentou em cobrança de falta e deu trabalho ao goleiro corintiano, que rebateu para o meio da área. A zaga tirou. O troco alvinegro veio com investidas de Gilsinho e Willian.
Flu arrisca mais e vence
No retorno para o segundo tempo, Tite não fez nenhuma alteração no Timão. Mas Abel Braga mudou o Flu: sacou Lanzini e apostou em Jean. Apesar de o jogo continuar morno, assim como no primeiro tempo, o Fluminense passou a se arriscar mais no campo de ataque e tentar alguns chutes.

Ao sair mais para o jogo, o time carioca abriu espaços para o Corinthians, que por pouco não abriu o marcador aos nove minutos, quando Douglas acertou a trave. No rebote, a bola bateu em Berna que dominou o lance.

Com mais espaços, os paulistas passaram a jogar na pressão. E o Fluminense, que antes tinha conseguido chegar mais à frente, ficou esperando um erro do adversário para encaixar um contra-ataque. Ambos ainda pecavam muito na pontaria.

Foi preciso um zagueiro deixar o campo de defesa para abrir o placar no Pacaembu. Aos 26 minutos, após cobrança de escanteio, Leandro Euzébio cabeceou para a rede. Foi o primeiro gol sofrido por Cássio em cinco jogos como titular.
- O Abel tinha alertado que o Corinthians entraria com uma equipe baixa. Era para caprichar na bola aérea. O Marcos Júnior caprichou, e eu pude ajudar o Fluminense - disse Leandro Euzébio.
Após o gol, o Timão ficou sem reação.
- Valeu o esforço. Sabíamos que era importante estrear com vitória, mas não foi possível. Temos muita coisa pela frente ainda - completou o corintiano Liedson.

Damião e Dagoberto marcam, e Inter vence Coritiba na estreia no Brasileiro

Mais de 20 mil colorados comparecem ao Beira-Rio, e time gaúcho constrói a vitória ainda no primeiro tempo

Por Tomás Hammes Porto Alegre
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Vida nova para o Inter. Vida que segue para o Coritiba. Campeão gaúcho após a eliminação na Taça Libertadores, o Colorado recebeu o Coritiba, campeão paranaense e de olho numa vaga nas semifinais da Copa do Brasil. E no Beira-Rio com mais de 20 mil torcedores, deu o time que tem no Brasileirão o seu último objetivo na temporada. Com gols de Leandro Damião e Dagoberto, o time vermelho fez o dever de casa e largou na frente ao vencer o Coxa por 2 a 0, na tarde deste domingo.
Os dois times voltam a campo no próximo fim de semana, pelo Campeonato Brasileiro. O Inter enfrenta o Flamengo no sábado, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão. O Coritiba busca a recuperação diante do Botafogo, domingo, às 16h, no Couto Pereira.
Antes, porém, o Alviverde recebe o Vitória no Couto Pereira, quarta-feira, às 21h50m, no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. E o Coxa precisa da vitória para avançar às semifinais. Com o empate sem gols na primeira partida, no Barradão, um novo 0 a 0 levará a disputa para os pênaltis, e qualquer empate com gols dá a vaga ao Rubro-Negro baiano.
Oscar Willian e Nei Internacional x Coritiba (Foto: Neco Varella / Ag. Estado)Willian e Nei disputam a bola no Beira-Rio (Foto: Neco Varella / Ag. Estado)


Blitz inicial

O domingo ensolarado contagiou os colorados. Aproximadamente 22 mil torcedores foram ao Beira-Rio empurrar o time atrás da vitória na estreia no Brasileirão. E foi o Inter que teve a primeira oportunidade de gol. Logo aos três minutos, Oscar tocou para Dátolo. O argentino arrancou pela esquerda e cruzou para Leandro Damião. O artilheiro preferiu passar para Dagoberto, mas a defesa do Coxa jogou para escanteio. Aos sete, Oscar bateu falta direta e obrigou o goleiro Vanderlei a afastar de soco.

A blitz colorada surtiu efeito. Um minuto depois, o Inter abriu o placar. Oscar tocou para Damião, o camisa 9 arriscou e a bola bateu na zaga, voltando para o centroavante. Aí apareceu a qualidade do goleador. Ele aplicou uma meia-lua em Gil e chutou forte, no ângulo esquerdo de Vanderlei, que nada pôde fazer.

O Inter seguia como dono das ações da partida, com ampla posse de bola. Aos 13, no entanto, um descuido da zaga gaúcha quase custou o empate. Anderson Aquino arrancou pela direita e cruzou. Renan Oliveira recebeu sozinho na área. O meia pegou embaixo da bola e chutou por cima do gol de Muriel.

O lance do Coxa não arrefeceu o ímpeto vermelho. Seis minutos depois, o Inter fez um bombardeio contra a meta de Vanderlei. Oscar bateu escanteio, e Índio cabeceou. A zaga conseguiu afastar, mas Dátolo ficou com o rebote e arrematou. Na sobra, Dagoberto finalizou de primeira, mas para fora, à direita do gol paranaense. Apesar da desvantagem no placar, o Coritiba seguia esperando o erro do Inter. Aos 27, Anderson Aquino encontrou Júnior Urso na esquerda. O volante chutou forte, mas Muriel segurou firme.
Damião e Oscar comemoram gol contra o Coritiba (Foto: Alexandre Lops/Divulgação, Inter)Damião e Oscar comemoram gol contra o Coritiba (Foto: Alexandre Lops/Divulgação, Inter)
O Inter, que havia diminuído o ritmo, ampliou com um golaço aos 37, em bela jogada coletiva. Dátolo tabelou com Dagoberto, que tocou para Damião. O centroavante, em vez de arriscar, fez a parede e devolveu para Dagoberto, que mandou para o fundo das redes. Dois minutos depois, um lance polêmico. O Coritiba marcou um gol com Everton Costa, mas o árbitro Pablo dos Santos Alves assinalou impedimento.
Coxa tenta, mas Inter é senhor do jogo
O Coritiba retornou modificado para o segundo tempo. Sérgio Manoel entrou no lugar de William, e Everton Ribeiro substituiu Anderson Aquino. E foi o Coxa que arriscou primeiro. Aos três minutos, Everton Ribeiro aproveitou erro da zaga do Inter e chutou, mas a bola saiu pela linha de fundo. O Inter não se assustou e foi para frente. Aos seis, Oscar arrancou pela direita e tocou para Damião. O centroavante estava marcado, mas se jogou na bola e desviou de Vanderlei. O goleiro do time paranaense só olhou a bola sair pela linha de fundo, tirando tinta da trave.
Com a necessidade de inverter o resultado, o Coritiba se atirou para o ataque. Everton Costa arrancou pela direita, mas foi desarmado por Rodrigo Moledo, que tocou para Dátolo. O argentino carregou a bola e soltou para Oscar. O camisa 16 puxou para o meio e chutou forte para fora. O lance animou o Inter. No minuto seguinte, os donos da casa avançaram pela direita com Nei. O lateral ajeitou para Dagoberto, que arriscou. Vanderlei segurou firme.
O Coritiba, todavia, seguiu em busca do primeiro gol. O time do técnico Marcelo Oliveira trocava passes dentro do campo colorado. Aos 18, Gil cruzou para Lincoln, que fez bela jogada individual e chutou. Muriel espalmou e salvou o Inter. Os gaúchos, por sua vez, administravam a partida. Aos 31, quase marcaram o terceiro com Elton. Sete minutos depois, João Paulo, que entrou na vaga de Dátolo quase marcou um gol olímpico. O meia bateu escanteio fechado e a bola acertou o travessão.
Aos 40, foi a vez de Damião acertar o travessão. O artilheiro recebeu passe de João Paulo e invadiu a área, mandando uma bomba. E não houve tempo para mais nada. O Inter abre o Brasileirão com os três pontos, enquanto o Coritiba volta a pensar na Copa do Brasil.

Verdão conclui 70% de triagem e encaminha contratação de atacante

Sampaio finaliza processo de obtenção de dados sobre jogadores da lista de Felipão, e deve concentrar esforços na contratação de Thiago Ribeiro

Por Diego Ribeiro São Paulo
thiago ribeiro cagliari gol navara (Foto: Agência Getty Images)Thiago Ribeiro está na mira do Palmeiras
(Foto: Agência Getty Images)
O processo de triagem e busca de informações sobre jogadores que interessam ao Palmeiras está perto do fim. Há 15 dias, o gerente de futebol César Sampaio tem colhido todos os dados possíveis sobre os nomes pretendidos pelo técnico Luiz Felipe Scolari, a maioria para o setor do ataque – prioridade no momento. Dos atletas que constam na lista elaborada por Felipão, o que está em situação mais avançada é Thiago Ribeiro, do Cagliari, que pertence ao Rentistas-URU, clube controlado pelo empresário Juan Figer.
Outros nomes também interessam, casos de Eder Luis, Obina e até mesmo Jô, oferecido pelo Internacional depois de um caso de indisciplina no clube gaúcho. César Sampaio e a diretoria do Palmeiras devem anunciar nos próximos dias o resultado de um “funil” promovido pelo clube. Com informações sobre todos os atacantes, o Verdão vai voltar seus esforços para apenas um deles – provavelmente Thiago.
– Ele está dentro das prioridades, o Juan Figer está no Brasil, é um nome importante. Acho que temos 70% das informações que necessitamos sobre os jogadores, agora estamos caminhando para o fechamento. Vamos focar em um nome e finalizar essa operação – afirmou o gerente de futebol do Palmeiras.
Pressa não há, até porque a janela internacional de transferência abre só no dia 20 de junho. Sampaio deve se reunir com o presidente Arnaldo Tirone e os vices Roberto Frizzo e Edvaldo Frasson para definir quem será o nome da vez para o ataque do Verdão. Tirone retorna da Alemanha nesta semana – ele foi convidado para assistir à final da Liga dos Campeões entre Bayern de Munique e Chelsea.
– Não temos prazo para resolver o assunto, tenho feito o meu trabalho, que é o da triagem, de levantar condições econômicas, esportivas e disciplinares, parcerias com possíveis investidores. Caminhamos para o fechamento, com a volta do presidente vamos equacionar melhor tudo isso – informou César Sampaio.
O trabalho do gerente de futebol também inclui a busca por parcerias que possam facilitar uma contratação. Sem dinheiro disponível para trazer jogadores, o Palmeiras busca alternativas para conseguir bons negócios. César Sampaio avisa que três investidores já demonstraram interesse em colaborar. Em contrapartida, o clube daria alguma porcentagem do jogador contratado ou até mesmo participação em atletas das categorias de base.
– Temos pelo menos três mais encaminhados. Se precisarmos, poderemos contar com essas pessoas – concluiu o gerente do Verdão.

Brasileirinhos: Ganso, da adoção no Pará à camisa 10 da Seleção Brasileira

Série de reportagens começa a mostrar a trajetória de jovens craques do futebol nacional, principais apostas para a Copa do Mundo de 2014

Por GLOBOESPORTE.COM Santos e Belém
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Aos quatro anos, ele já não largava a bola. O menino de Ananindeua, município do Pará, foi batizado como Paulo Henrique Chagas de Lima. Hoje, ele é mais conhecido como Ganso, o camisa 10 do Santos, primeiro entrevistado da série 'Brasileirinhos', do Esporte Espetacular, que vai mostrar a trajetória dos jovens craques que são as grandes esperanças da Seleção Brasileira para a Copa de 2014.
O jogador cresceu, virou craque, ídolo do clube paulista e foi parar na Seleção. Na carreira do jovem de 22 anos, capítulos de conquistas, frustrações e esperança. O seu objetivo agora é buscar um sonho que acabou escapando em 2010: representar o Brasil na Copa. Para tornar o momento ainda mais especial, o meia quer uma revanche contra Messi. Tudo por causa da última final do Mundial de Clubes.
- Eu acho que seria muito bom a gente poder vencer a Argentina aqui no Brasil. Com o Messi jogando então, seria demais - disse Ganso.
O sucesso do craque não veio por acaso. O talento ajudou bastante, mas foi tudo muito bem planejado. Adotado ainda bebê pelo seu Júlio e pela dona Maria Creusa, o caçula logo virou o xodó da família e teve sua carreira abençoada pelos pais, que o ajudaram a não desgrudar mais da bola com um método diferente.
- A gente colocava a bola em todos os espaços da casa. Quando ele ia fazer algum dever da escola, a bola já estava no pé. E na cozinha nós colocamos uma bola no teto, pendurada em uma rede. Toda vez que entrava, ele pulava para cabecear - brincou o pai Júlio.
Ganso e Dona Creusa  (Foto: Reprodução: arquivo pessoal)Dona Creusa sempre incentivou o filho a jogar
futebol (Foto: Reprodução: arquivo pessoal)
- Eu comprava bola de todo tipo. Bola pesada, bola de borracha. E quando chegava em casa do treino, eu ainda praticava para ele aprender a cabecear e dominar no peito - disse dona Creusa.
Em Ananindeua, no Pará, ele participava de peladas com os amigos todos os dias. Mas, agora, ele é apontado como um dos melhores jogadores do Brasil. A cidade, que era conhecida apenas como a terra das ananis, tipo de árvore que deu nome ao lugar, agora conta com um personagem de peso.
Primeiros passos
Foi no pequeno ginásio do Tuna Luso Brasileiro do Pará que Paulo Henrique começou a aprender futebol para valer. Quem ensinou foi Carlos Alberto Conceição, o Capitão, considerado por ele muito mais que apenas um técnico.
- É um paizão para mim. Foi quem me ensinou muita coisa desde que eu cheguei na Tuna Luso Brasileira. Fico muito feliz quando encontro ou falo com ele. Eu não posso nem falar que ele começa a chorar - disse Ganso.
E Capitão se emociona mesmo toda vez que fala do pupilo.
- Ele é como se fosse um filhão. Eu sei que as pessoas vão dizer que eu sou chorão, mas não sabem o que passamos nessa quadra. Eu me emociono porque você vê uma criança que vem com sete anos para quadra e hoje você vê jogar com a camisa do Santos e da Seleção. É muita emoção! Tem uma camisa da Seleção lá em casa que ele me deu e a gente guarda com todo carinho - disse Capitão, com lágrimas nos olhos.
montagem carrossel Ganso Brasileirinhos EE (Foto: Globoesporte.com)Ganso em vários momentos com a família de seus pais adotivos (Foto: Globoesporte.com)
Antes de ver o Ganso pela TV se destacando, o seu Carlos Alberto Conceição viu o o menino Paulo Henrique despontar nas quadras do Pará, ganhando tudo e acumulando medalhas desde pequeno.
- Ele foi campeão comigo desde 97. Foram oito títulos paraenses consecutivos pelo Tuna Luso - disse o treinador.
Quando não estava nas quadras, o menino Paulo Henrique estava no colégio, sempre sentado na última fileira da classe. Ele já era o homem da criação, da armação das brincadeiras.
- Como um famoso camisa dez, eu tenho que armar as jogadas. Eu só armava e deixava os outros concluírem - brincou o meia.
Além de jogar bola e fazer bagunça, Paulo Henrique também gostava de festa junina, piscina, triciclo, capoeira, fazer pose no descanso e até que fazia sucesso com as meninas.
- Acho que isso tem que ficar para o resto da vida. São coisas que você não vive no futebol e em nenhum outro lugar. Isso é para estar sempre na minha mente.
Conquistas, frustrações e esperança
Do Tuna Luso, Ganso foi levado para fazer testes no Santos por Giovanni, ídolo do clube paulista, também paraense. Com dona Creusa ao seu lado, Paulo Henrique passou e começou a escrever sua história na Vila Belmiro.
- Era um quarto e uma sala com um sofá. Eu dormia no sofá para ele ficar tranquilo, porque ia treinar de manhã. Não tinha por que ter conforto e o meu filho não - lembrou a mãe.
- Ela dormia praticamente em um colchãozinho no chão. E eu mais confortável, para poder passar nos testes - acrescentou o craque.
Assinatura do primeiro contrato com Santos (Foto: Arquivo Pessoal)Ganso virou profissional do Santos aos 18 anos,
com ajuda de Geovani (Foto: Arquivo Pessoal)
Ganso virou profissional aos 18 anos. Mas vida de jogador nem sempre são só flores. E ele sabe bem disso. Com Cuca, atualmente técnico do Atlético-MG, subiu para a equipe principal, mas acabou descendo de novo para os juniores. Com Leão, treinador do São Paulo hoje em dia, foi a mesma coisa. O meia chegou até a pensar em parar de jogar.
- Eu estava tendo as oportunidades e não estava confiante para explodir e ser um grande atleta. E isso fica na cabeça. Você acaba ficando com receio, triste, e vai se isolando. Pensei em voltar a estudar - lamentou.
Seleção e a relação com Neymar
Mas seu Júlio e dona Creusa não deixaram o filho parar. E hoje o Brasil agradece. Sempre com a cabeça erguida, como havia aconselhado o pai, ele passou a encontrar os espaços que poucos conseguem achar. Em 2009, despontou, e em 2010 provou estar no auge nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil. Virou ídolo do Santos e também do país. A partir daí, começou a ter a convocação para a Copa do Mundo de 2010 pedida por crítica e público. Mas acabou ficando fora da lista final de Dunga.
Foi em 2010 também que o Brasil conheceu a grande amizade e parceria com a bola que encantaria o país desde então. O sucesso nos gramados tornou Ganso e Neymar a dupla xodó dos torcedores.
- Esse cara é meu irmão, meu irmão mais novo. Ele é um gênio, um craque de bola - disse Ganso em relação a Neymar.
Fora da Copa de 2010, Ganso entrou na primeira lista de Mano Menezes e foi um dos destaques da vitória sobre os Estados Unidos em amistoso logo depois do Mundial. Tudo parecia se realinhar muito bem até o dia 25 de agosto de 2010. Uma ruptura no ligamento do joelho esquerdo em partida do Santos contra o Grêmio afastou o jogador dos gramados por sete meses, terminando precocemente com a sua temporada.
- Eu já sabia que tinha rompido o ligamento porque há três anos tinha acontecido a mesma coisa. Isso me deixou muito triste na hora. Eu jamais vou esquecer. Vai sempre passar o filme na minha cabeça.
Enquanto Ganso se recuperava, Neymar brilhava com propostas do Barcelona e Real Madri. O melhor amigo passou a receber um salário superior. Mas, na relação entre eles, a inveja nunca teve espaço.
- Se a gente tem essa amizade hoje é porque é muito verdadeira. E eu falo sempre para ele: "Irmão, se você tiver que ganhar muito mais coisas, que você ganhe. Você tem que ser o melhor do mundo". Não tem inveja, nem comparação. Eu amo esse moleque de paixão - disse Ganso.
Aos poucos, Paulo Henrique está voltando a mostrar sua genialidade e precisão em campo. Ele identifica que agora é um bom momento para participar do antigo sonho de representar o país na Copa do Mundo.
- Agora é o momento de poder assumir essa camisa dez e poder mostrar tudo o que eu sei. Espero que o Mano possa me chamar e levantar aquela taça aqui no Brasil. O maior sonho da minha vida é poder conquistar essa Copa ao lado do meu irmãozinho e do nosso craque Neymar - confessou o meia.
Ganso e Neymar comemoram gol do Brasil  (Foto: AFP)Ganso sonha conquistar a Copa de 2014 no Brasil ao lado do amigo Neymar (Foto: AFP)

Serra supera Cacá em Ribeirão e salta para a liderança do campeonato

Em manobra questionada via rádio pelo tetracampeão, Daniel ultrapassa o companheiro na largada e vence no circuito de rua; Átila Abreu é o terceiro

Por Alexander Grünwald e Nikolas Capp Ribeirão Preto, SP
Dobradinha no grid de largada, dobradinha na corrida e dobradinha no topo da tabela do campeonato. Apesar do desempenho arrebatador deste domingo em Ribeirão Preto, o clima interno na RBR Mattheis não era dos melhores durante a celebração de pódio da quarta etapa da temporada 2012. Pole position, Cacá Bueno adotou uma postura conservadora na largada e foi surpreendido pelo companheiro de equipe Daniel Serra, que tomou a ponta na primeira curva e liderou até a bandeirada. Pelo rádio do time, Cacá reclamou abertamente da manobra, dizendo que, na próxima vez, não vai "aliviar". Na coletiva pós-corrida, de cara amarrada, ele manteve o discurso.
- Não larguei mal. Daniel sabe que não fiquei contente com a manobra que ele fez. Fiquei espremido no muro e, com essa nova pontuação, achei melhor não tocar e acabar prejudicando os dois na prova. Se fosse no sistema antigo, eu teria tocado. E também se fosse brigando pelo título ou se não fosse da mesma equipe, também teria feito – avisou Cacá Bueno, ao lado do companheiro.
Stock Car - Daniel Serra à frente de Cacá Bueno nas ruas de Ribeirão Preto (Foto: Bruno Terena / Divulgação)Daniel Serra à frente de Cacá Bueno nas ruas de Ribeirão Preto (Foto: Bruno Terena / Divulgação)
Apesar do clima de poucos amigos, Daniel não se intimidou e preferiu comemorar o bom resultado, que o alçou à liderança da campeonato, após um sexto e dois quartos lugares nas provas anteriores.
- Em primeiro lugar, quero agradecer à equipe. Fizemos um trabalho belíssimo durante todo o fim de semana, tanto nos treinos quanto na prova. Sabia que hoje tinha que largar bem, porque aqui é muito difícil para ultrapassagem. Na hora, consegui ver uma boa oportunidade para passar e fui. Depois foi só administrar, ainda mais na hora que o safety car entrava, mas conseguimos um ótimo resultado e estou muito feliz – disse o competidor do carro 29, que havia sido o mais rápido no último treino livre antes da classificação, no sábado.
Confusões e discussões
Como era esperado, por se tratar de um circuito de rua, a corrida teve três entradas do carro de segurança. A primeira foi após uma rodada de Ricardo Zonta, que atravessou a pista em uma saída de curva na sétima volta e fez com que alguns pilotos que não conseguiram desviar de seu carro ficassem presos na confusão – que custou a perda de uma roda no carro 20 de Ricardo Sperafico. Após quatro voltas em bandeira amarela, a corrida foi retomada, mas paralisada na sequência por causa de uma batida de Valdeno Brito na barreira de pneus.
Enquanto Átila Abreu, Marcos Gomes e Thiago Camilo brigavam intensamente por posições atrás dos três primeiros, outras confusões aconteceram. Allam Khodair bloqueou uma tentativa de ultrapassagem de Tuka Rocha e os dois bateram, causando um novo engavetamento que eliminou outros dois carros no mesmo local. Os pilotos chegaram a discutir enquanto a pista era limpa pela equipe de resgate. A cerca de três minutos para o fim da corrida, Átila, que havia largado na oitava posição, superou Julio Campos e assegurou uma vaga no pódio.
Veja o resultado da etapa de Ribeirão Preto da Stock Car, a quarta da temporada 2012:
1º) Daniel Serra, RBR Mattheis – 28 voltas em 41m38s872
2º) Cacá Bueno, RBR Mattheis – a 0s844
3º) Átila Abreu, AMG Motorsport – a 2s356
4º) Julio Campos, Carlos Alves Competições – a 4s517
5º) Marcos Gomes, Full Time – a 5s381
6º) Thiago Camilo, RCM – a 5s807
7º) Denis Navarro, Vogel – a 8s410
8º) Luciano Burti, Boettger – a 9s604
9º) Diego Nunes, Hot Car – a 10s652
10º) Xandinho Negrão, Full Time – a 14s895
11º) Lico Kaesemodel, RCM – a 15s930
12º) Eduardo Leite, Hot Car – a 16s691
13º) Galid Osman, FTS – a 17s769
14º) Nonô Figueiredo, AMG Motorsport – a 19s002
15º) Rodrigo Sperafico, Mico’s Racing – a 20s876
16º) David Muffato, Boettger – a 42s486
17º) Ricardo Mauricio, RC Competições – a 1 volta
18º) Popo Bueno, RZ Motorsport – a 1 volta
19º) Ricardo Zonta, RZ Motorsport – a 2 voltas
20º) Max Wilson, RC Competições – a 4 voltas
Não completaram:
Allam Khodair, Vogel
Tuka Rocha, FTS
Duda Pamplona, ProGP
Vitor Meira, ProGP
Valdeno Brito, A. Mattheis
Antonio Pizzonia, Nascar JF Racing
Alceu Feldmann, A. Mattheis
Ricardo Sperafico, Mico’s Racing
Pedro Boesel, Nascar JF Racing

Roberto Carlos volta a ter equipe na Stock Car a partir da próxima corrida

Lateral-esquerdo volta a ser sócio da equipe Bassani na prova de Londrina.
Escuderia não disputou as duas últimas etapas por falta de patrocínio.

Por Nikolas Capp Ribeirão Preto, SP
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O lateral-esquerdo ex-Palmeiras e Corinthans Roberto Carlos vai voltar para a ser dono de uma equipe de Sotck Car. Presente neste domingo (20), na 4ª etapa da competição disputada em Ribeirão Preto, o jogador, atualmente no time russo Anzhi, afirmou que será sócio na escuderia Bassani.
Roberto Carlos já teve parceria na mesma equipe, que na época se chamava RC3 Bassani, onde disputou algumas temporadas. Segundo o outro sócio, Eduardo Bassani, o retorno do jogador já está marcada para a próxima etapa da Stock Car, que acontece no dia um de julho, em Londrina, no Paraná.
- Vamos retomar a parceria e iniciar um trabalho para termos um time forte já para Londrina. A ideia é que possamos, enfim, atuar na Stock como deveríamos ter feito desde o início, com um orçamento completo e mais estabilidade - afirma Bassani, que nesta temporada contou com os pilotos Felipe Maluhy e Giuliano Losacco, mas não disputou as duas últimas etapas por falta de patrocínio.
Roberto Carlos volta a Stock Car (Foto: Érico Andrade/ Globoesporte.com)Jogador já foi parceiro na equipe Bassani por algu (Foto: Érico Andrade/ Globoesporte.com)
O lateral ainda tentou disfarçar sua volta a categoria, explicando que estava em Ribeirão Preto por ser próxima de sua cidade natal, Araras.
- É muito bom, estou perto de casa, já visitei o Corinthians semana passada. Tenho que aproveitar que estou de férias. Vim ver o Thiago Camilo e o meu amigo Eduardo Bassani. Está todo mundo comigo hoje, é gostoso demais.

Entretanto no final assumiu que está de volta a Stock Car. Roberto Carlos já assumiu diversas vezes em entrevistas que é um apaixonado pela velocidade.
- Na semana que vem eu piloto, hoje não dá – respondeu ao ser questionado se não daria uma volta com um dos carros.

Mar azul recepciona campeões do Chelsea pelas ruas da capital Londres

Delegação dos Blues comemora título da Champions em carro aberto ao lado de torcedores nos arredores do Stamford Bridge

Por Cahê Mota Direto de Londres
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"Orgulho de Londres". A frase estampada no bandeirão que é aberto pela torcida do Chelsea antes de todos os jogos se transformou em atitude na tarde deste domingo na capital. Após longa espera, os Blues, enfim, se tornaram campeões da Europa e os jogadores que bateram o Bayern de Munique, no dia anterior, por 4 a 3 nos pênaltis após 1 a 1 tempo regulamentar e prorrogação (assista no vídeo ao lado), foram recepcionados por um oceano azul na volta para casa. Milhares de extasiados torcedores tomaram as ruas nos arredores do Stamford Bridge e puderam ver de perto a "orelhuda", como é chamada a taça da Liga dos Campeões, em desfile em carro aberto dos campeões.
- A gente comemorou muito ainda na Alemanha, mas estava todo mundo ansioso para chegar em Londres e encontrar o torcedor do Chelsea. A carreata foi emocionante. Não havia nada nesse mundo que o torcedor mais quisesse do que esse título da Liga dos Campeões. Fizemos história. Nosso nome vai ser lembrado para sempre. É um momento em que você se sente imortal, que sabe que fez algo que ninguém pode apagar, não importa o tempo que passe - disse o brasileiro Ramires.
Drogba com a taça da Liga dos Campeões na festa do título (Foto: AP)Drogba com a taça da Liga dos Campeões na festa do título (Foto: AP)
Entre os torcedores, muitas camisas de Drogba e máscaras do técnico Di Matteo. Treinador caiu definitivamente no gosto popular, com a torcida homenageando o italiano ao ritmo de guantanamera: "Um Di Matteo, só existe um di Matteo. Um di Matteo, só existe um Di Matteo!".
Drogba com a taça da Liga dos Campeões na festa do título (Foto: AP)Além do troféu da Champions, taça da Copa da
Inglaterra (nas mãos de Mikel), também foi erguida
Ainda no palco da conquista, já era evidente que a comemoração do título, conquistado com vitórias improváveis sobre Napoli, Barcelona e o próprio Bayern, seria longa. Depois da festa no gramado com os cerca de 17 mil ingleses que viajaram a Munique para presenciar o dia histórico, os jogadores permaneceram por muito tempo no vestiário e só deixaram o estádio cerca de três horas e meia após o pênalti decisivo cobrado por Drogba.
- Quando sofremos o gol no finalzinho, parecia que estava tudo acabado, mas conseguimos dar a volta por cima. Agora, é curtir. Agradeço a todos os brasileiros que torceram por nós - disse David Luiz.
torcida do Chelsea na festa do título da Liga dos Campeões (Foto: Reuters)Torcida do Chelsea nas ruas de Londres festeja o título da Liga dos Campeões (Foto: Reuters)
A delegação campeã deixou a Alemanha por volta das 8h (de Brasília) e desembarcou no aeroporto de Heathrow duas horas depois, de onde partiu direto para o Stamford Bridge para encontrar os torcedores. Em desfile em carro aberto partindo do estádio, a delegação passeou pelo bairro de Fulham, terminando em Parsons Green.
comemoração do Chelsea pelo título da Liga dos Campeões (Foto: AP)Comemoração do Chelsea pelo título da Liga dos Campeões (Foto: AP)
O desfile coroou uma conquista inédita não somente para o Chelsea, mas também para a cidade. Apesar da tradição de Arsenal, Tottenham, entre outros, nunca um clube londrino tinha alcançado o posto de melhor da Europa.

Com times mistos, Vasco e Grêmio se enfrentam na estreia do Brasileiro

Envolvidos com Taça Libertadores e Copa do Brasil, times apostam na motivação dos atletas que normalmente atuam menos para chegar à vitória

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro e Porto Alegre
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montagem Cristovão Vasco Luxemburgo Grêmio (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)Cristovão e Luxemburgo escalam times mistos no
domingo (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)
A noite será de estreia para Vasco e Grêmio. As duas equipes se enfrentam a partir das 18h30m (de Brasília), em São Januário, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, o foco das duas equipes estará dividido em outros compromissos, que vivem fases decisivas. Na próxima quarta-feira, o time cruz-maltino faz a partida de volta contra o Corinthians, no Pacaembu, pelas quartas de final da Libertadores. Já o Tricolor gaúcho joga novamente contra o Bahia, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Dessa forma, Cristóvão Borges e Vanderlei Luxemburgo optaram por poupar alguns de seus principais jogadores para o duelo desta noite.
Apesar disso, eles sabem que, em um campeonato equilibrado como o Brasileiro, um ponto perdido no primeiro jogo pode fazer falta no fim da competição. Por isso, apostam na motivação dos atletas que normalmente atuam menos para chegar à vitória. No ano passado, o mistão do Gigante da Colina conseguiu bons resultados, enquanto o time principal lutava na Copa do Brasil.
O Premiere 1 e o PFC Internacional transmitem a partida ao vivo para todo o Brasil, pelo sistema pay-per-view. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos.

header as escalações 2
Vasco: a equipe que entra em campo neste domingo não foi confirmada, mas pode ter a seguinte formação: Fernando Prass, Fagner, Douglas, Renato Silva (Rodolfo) e Dieyson (Thiago Feltri); Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Allan (Chaparro) e Carlos Alberto; Wiliam Barbio e Alecsandro
Grêmio: Vanderlei Luxemburgo vai poupar jogadores com desgaste físico. Marcelo Moreno (recém-recuperado de dores na coxa esquerda) e Léo Gago (gripado) devem ficar fora da partida. Vilson e Leandro são as alternativas. O Grêmio deve atuar com Victor; Edilson, Gilberto Silva, Naldo e Pará; Fernando, Souza, Vilson e Marco Antonio; Leandro e André Lima.

quem esta fora (Foto: arte esporte)
Vasco: Dedé sofre com um edema ósseo na perna esquerda, Carlos Tenorio se recupera de uma cirurgia no tendão de Aquiles do pé direito, e Abelairas tem uma lesão lombar. O zagueiro Fabrício e o meia Felipe cumprem suspensões relativas ao Campeonato Brasileiro do ano passado.
Grêmio: Kleber, Julio Cesar, Werley e Bertoglio, em processo de recuperação de lesão.
header o árbitro (Foto: ArteEsporte)
Celio Amorim apita a partida, auxiliado por Nadine Schram Camara Bastos e Kleber Lucio Gil. Ao todo, Celio Amorim participou de seis jogos no Brasileiro de 2011, aplicou dois cartões vermelhos (média de 0,33) e marcou três pênaltis e 220 faltas (média de 36,6) em um campeonato que registrou média de 0,3 vermelho, 35,8 faltas e um total de 116 pênaltis.


header fique de olho 2
Vasco:
Carlos Alberto poderá ter neste domingo a primeira oportunidade como titular desde sua volta ao Vasco. Após atuações elogiadas entrando no segundo tempo das partidas, o meia finalmente poderá mostrar serviço atuando desde o início.
Grêmio: 'termômetro' do meio-campo do Grêmio, Fernando comanda a marcação e o começo das jogadas. O volante tem feito campanha regular mesmo após não ser sido chamado na última convocação da Seleção Brasileira. É o cobrador oficial de faltas. Tem cinco gols em 26 jogos.

header o que eles disseram

Cristóvão Borges, técnico do Vasco: "O Grêmio é uma equipe muito forte, e jogar contra um time do Luxemburgo sempre é complicado. Vamos buscar a vitória porque é importante começar o Brasileiro bem."
Victor, goleiro do Grêmio: "Chegamos mais confiantes e tranquilos depois da vitória, mas a motivação é sempre a mesma. Provamos que podemos fazer grandes partidas fora de casa e teremos pela frente uma equipe de expressão, que vai nos dificultar e exigir ao máximo. Será preciso inteligência para nos defender e nos impor também em São Januário."
header números e curiosidades
* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia.
* Computando todas as competições, uma partida entre Vasco e Grêmio não termina empatada em 0 a 0 há 13 anos (ou 19 jogos). O último empate sem gols aconteceu no dia 18 de agosto de 1999, em partida válida pelo Brasileiro e disputada no estádio Olímpico.
* Há 18 anos (ou 10 jogos) o Grêmio não vence o Vasco no Rio de Janeiro pelo Campeonato Brasileiro. A última vitória gremista no Rio aconteceu no dia 26 de outubro de 1994, por 2 a 0 no Maracanã, gols de Ciro.
* Na era dos pontos corridos, iniciada em 2003, o Vasco estreou na Série A do Campeonato Brasileiro com vitória apenas duas vezes: 1 a 0 sobre o América-RN em 2007 e 3 a 1 sobre o Ceará em 2011. Nas outras seis participações, o time obteve dois empates e quatro derrotas na primeira rodada do Brasileirão.
header último confronto v2
No dia 17 de setembro do ano passado, Vasco e Grêmio se enfrentaram pela última vez em jogo válido pela 24ª rodada do Brasileirão. Em São Januário, o time cruz-maltino não tomou conhecimento dos gaúchos e, comandado por Diego Souza, aplicou uma goleada por 4 a 0. Além do meia, que fez um gol e ainda participou de outros dois, Eder Luis, Elton e Fagner também marcaram na partida. Na ocasião, a vitória levou o Vasco à liderança do Campeonato Brasileiro de 2011.