sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Bonnar e Dave Herman são flagrados pelo exame antidoping do UFC Rio III

Rival do Spider apresentou traços do esteroide anabolizante Drostanolona, enquanto amostra do adversário de Minotauro tinha metabólitos de maconha

Por SporTV.com Las Vegas, EUA
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Stephan Bonnar UFC Rio MMA (Foto: Reprodução/Twitter)Stephan Bonnar foi flagrado por uso de esteroides
anabolizantes no UFC Rio III (Foto: Reprodução/Twitter)
Os americanos Stephan Bonnar e Dave Herman, que enfrentaram respectivamente Anderson Silva e Rodrigo Minotauro, foram flagrados pelo exame antidoping realizado após o UFC Rio III, disputado dia 13 de outubro, na capital fluminense. Bonnar, que recentemente anunciou a sua aposentadoria do MMA, teve em sua amostra traços de Drostanolona, um esteroide anabolizante, enquanto o material colhido de Herman apresentou metabólitos de maconha. Os dois lutadores foram os únicos cujos resultados dos testes foram positivos.
Por não haver no Brasil uma comissão atlética que regule os esportes de combate, como nos EUA, os comissários do UFC assumiram o controle dos testes de dopagem. Marc Ratner, responsável pela operação, afirmou ao site "MMA Junkie", que a empresa ainda irá avaliar qual suspensão será aplicada, e que provavelmente a decisão será anunciada na próxima semana.
UFC 146 Peso-pesado Dave Herman chega à arena para sua luta contra Roy Nelson (Foto: Adriano Caldas / Globoesporte.com)Dave Herman teve a presença de maconha em seu
exame antidoping (Foto: Adriano Caldas / SporTV.com)
Tanto Bonnar quanto Herman são reincidentes em casos de doping. O "Psicopata Americano" testou positivo também para metabólitos de Boldanona, que indica uso de esteroides anabolizantes - após o UFC 62, quando foi derrotado por decisão unânime dos jurados por Forrest Griffin, na revanche da final do TUF 1. Na ocasião, Bonnar foi suspenso por nove meses, e multado em US$ 5 mil. Já Dave Herman já havia sido flagrado em 2011, antes da luta contra Mike Russow, o que ocasionou o cancelamento da mesma.
Na época, Herman não conseguiu explicar a presença de metabólitos de maconha em seu exame, e chegou a dizer que não havia consumido a droga, alegando que poderia ter estado em um ambiente em que outras pessoas estivessem consumindo o entorpecente, e que a fumaça poderia ter contaminado o seu organismo.

Thiago Tavares enfrenta russo Khabib
Nurmagomedov no Brasil em janeiro

Catarinense teve dois combates cancelados em 2012 e não luta desde o UFC Rio II. Adversário está invicto em 18 lutas, duas delas no Ultimate

Por SporTV.com Rio de Janeiro
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Mais uma luta está confirmada para o evento do UFC em janeiro de 2013, no Brasil. O catarinense Thiago Tavares vai enfrentar o russo Khabib Nurmagomedov pelos pesos-leves.
Thiago Tavares Khabib Nurmagomedov mma (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)Khabib Nurmagomedov (esq.) é o próximo oponente de Tavares (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)
O duelo foi noticiado primeiro pelo site da revista Tatame. Na tarde desta sexta-feira, Tavares confirmou o duelo pelo Twitter. Será sua terceira luta consecutiva no país, e ele pediu o apoio da torcida brasileira.
- Então é isso, pessoal. Luta marcada, russo duríssimo, 18 lutas invicto. Mas, eu sou manezinho e estarei lutando em casa. Conto com vocês! - escreveu o lutador, que representa o Avaí no MMA.
SporTV.com/Combate: sua página para notícias do MMA e UFC
Tavares não luta desde janeiro deste ano, quando venceu Sam Stout na decisão unânime dos jurados, pelo UFC Rio II. O peso-leve brasileiro chegou a ter lutas anunciadas contra Tony Ferguson e Dennis Hallman neste ano, mas desistiu da primeira por conta de uma lesão. A segunda foi adiada duas vezes, mas Hallman não conseguiu bater o limite de peso da categoria, nem um peso-combinado estipulado por Tavares, e a luta foi cancelada. O catarinense tem 17 vitórias, quatro derrotas e um empate na carreira, e vem de dois triunfos consecutivos.
Já o russo Khabib Nurmagomedov está invicto em 18 lutas na carreira, todas vitórias. Ele estreou no Ultimate em janeiro, com uma vitória por finalização sobre Kamal Shalorus, e derrotou o brasileiro Gleison Tibau por decisão unânime no UFC 148, em julho.
Assista a vídeos de lutas
O card do evento em janeiro no Brasil já teria seis lutas, mais a presença de Daniel Sarafian. Confira:
UFC
19 de janeiro de 2013, no Brasil
CARD PRINCIPAL*
Vitor Belfort x Michael Bisping**
Gabriel Napão x Ben Rothwell**
Diego Nunes x Nik Lentz**
Godofredo Pepey x Miltinho Vieira **
Iuri Marajó x George Roop **
Thiago Tavares x Khabib Nurmagomedov **
Daniel Sarafian x Adversário a ser definido **
* A ordem dos combates ainda não está definida oficialmente
** Os combates ainda não foram anunciados oficialmente pelo UFC

Wallid promete continuar casando lutas entre XGym e Corinthians

Dirigente argumenta que acordo entre as equipes deveria valer apenas
para atletas de ponta: 'Quem está começando não pode ser prejudicado'

Por Adriano Albuquerque Rio de Janeiro
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Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail não gostou de saber que os treinadores da XGym pretendem recusar lutas entre seus atletas e lutadores do Corinthians, como parte do intercâmbio montado entre as equipes, assim como já fazem com a Team Nogueira. O dirigente contou que ligou para Rogério Camões, preparador físico da XGym, para comentar o caso da polêmica luta entre Fabiano Soldado, representante da equipe, e Alexandre Capitão, do Corinthians, e explicou sua visão do ocorrido. Ao SPORTV.COM, afirmou que continuará casando duelos entre atletas das duas equipes, a não ser que haja uma fusão entre elas.
Fabiano Soldado e Alexandre Capitão no Jungle Fight 44 (Foto: Fernando Azevedo / Jungle Fight)Fabiano Soldado (esq.) e Alexandre Capitão lutaram no Jungle 44 (Foto: Fernando Azevedo/Jungle Fight)
- Hoje, o esporte é muito profissional. Todos os treinadores são amigos, até os lutadores são amigos. O negócio é lutar, e a amizade continua. Até falei com o Rogerão agora. Ele sabe que esse embate foi bem interessante entre XGym e Corinthians, porque XGym é um time e Corinthians é outro. Até brinquei com ele, disse que vou falar direto com os lutadores, porque quero ver se os lutadores vão dizer não! Mas ele sabe que são dois times diferentes, e a XGym ganhou do Corinthians. Nosso esporte evoluiu muito, e espero que todos os treinadores tenham consciência de não prejudicar seus atletas por causa de amizade. Se XGym mudar para Corinthians, ou Corinthians virar XGym, é outra coisa. Senão, está 1 a 0, continuam dois times e a luta continua - disse Wallid Ismail.
SporTV.com/Combate: sua página para notícias do MMA e UFC
A polêmica se deu porque alguns lutadores, como Anderson Silva e Rafael Feijão, fazem treinos tanto na XGym, quanto no Corinthians, e ainda na Team Nogueira. Como resultado, Ramon Lemos, técnico principal do Spider e da nova equipe do Timão, ocasionalmente comanda atividades nas duas academias cariocas. Apesar de serem três equipes diferentes, há um acordo entre elas de evitar confrontos entre si.
wallid ismail jungle fight rio  (Foto: Marcelinho de Jesus / Globoesporte.com)Wallid promete continuar casando lutas entre Xgym
e Corinthians (Foto: Marcelinho de Jesus)
Na opinião de Wallid, entretanto, o acordo entre as equipes pode causar desperdício de oportunidades para seus lutadores iniciantes, que ainda buscam reconhecimento e contrato com um evento internacional. O dirigente citou a luta entre Gabriel "Napão" Gonzaga e Fabrício Werdum, no Jungle Fight 1, que aconteceu sob circunstâncias semelhantes.
- Não pode misturar os atletas de ponta com os que estão começando. Os de ponta já estão de vida ganha, os que estão começando não podem ser prejudicados. Isso é para o bem do esporte. Quando fiz o primeiro Jungle Fight, casei o Napão contra o Werdum. Não lembro direito, mas acho que foi o Sylvio Behring que disse que o Napão treinava com o Werdum, ou com um amigo dele, mas o Werdum disse que aceitava a luta. Se o Werdum não tivesse lutado, será que seria o lutador que é hoje? Se tivesse negado uma oportunidade de aparecer para o mundo todo? Não tem o lado pessoal, é o lado profissional, e acaba a luta e todo mundo treina junto. Essa parte de inimizade e guerra já acabou. Hoje são todos amigos, só que, quando entra na luta, é tempo ruim o tempo todo. Pelo bem do esporte, tem que continuar assim - argumentou.
Assista a vídeos de lutas
Wallid garantiu que Soldado e Capitão serão recompensados pelo bom desempenho na luta no Rio de Janeiro, no Jungle 44: enquanto Soldado avançou à disputa do cinturão dos pesos-penas, Capitão vai voltar a lutar no evento de Porto Alegre, em 21 de dezembro, contra adversário ainda indefinido. E o dirigente continua casando lutas entre amigos de equipes diferentes: o Jungle Fight 45, em Belém, no próximo dia 15 de novembro, terá o confronto entre os paraenses Toninho Marajó e Michel Pedro. Os treinadores dos dois pesos-penas são amigos, mas eles vão lutar.
- Hoje em dia é bom, porque é que nem futebol: depois da luta, todo mundo se abraça e bola para frente. A única diferença é que vale soco na cara e chute de frente! - brincou Wallid.
Confira o card do Jungle Fight 45 até o momento:
Itamar Rosa x Pedro da Rosa Neto (semifinal até 84kg)
Kléber Bekão x Arinaldo da Silva (semifinal até 57kg)
Iliarde Santos x adversário a definir
Thiago Trator x Rafael Alves
Toninho Marajá x Michel Pedro
Altair Alencar x Ramalho da Silva

Minha Luta Inesquecível: final do TUF 1 salva investimento de Dana White

Presidente do UFC conta que fechou contrato para segunda temporada do reality show graças a duelo épico entre Forrest Griffin e Stephan Bonnar

Por Adriano Albuquerque Rio de Janeiro
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Para Dana White, presidente do UFC, escolher uma luta inesquecível em 19 anos de franquia e 11 anos de envolvimento direto como coproprietário é como escolher um filho favorito. O dirigente afirma que há milhões de momentos memoráveis na história do maior evento de MMA do mundo - um eufemismo, já que, neste ano, o Ultimate viu seu combate de número 2.000. Todavia, há uma luta pela qual White e seus sócios, os irmãos Fertitta, agradecem todos os dias antes de dormir: a final do torneio peso-meio-pesado da primeira temporada do reality show The Ultimate Fighter, Forrest Griffin x Stephan Bonnar, vencida por Griffin em decisão unânime dos jurados, no dia 9 de abril de 2005.
- A luta que realmente me deixou assombrado e foi a maior da história do UFC foi Stephan Bonnar x Forrest Griffin. Mas você tem que colocar em contexto - disse Dana White.
Forest Gruffin e Stephan Bonnar, TUF 2005, Luta Inesquecível (Foto: Getty Images)Stephan Bonnar (E) fez o gesto da vitória, mas quem ganhou épico combate do TUF 2005 foi Forrest Griffin. Decisão foi unânime, mas trocação dos dois no fim fez público aplaudi-los de pé  (Foto: Getty Images)
Tudo bem, Dana, coloquemos em contexto: quando o grupo Zuffa LLC, formado por White e pelos irmãos Lorenzo e Frank Fertitta III, comprou o UFC em 2001, o MMA - ou vale-tudo, como ainda era chamado na época - era vítima de campanha difamatória por parte de grupos políticos e era boicotado pela maioria absoluta das comissões atléticas estaduais dos EUA, órgãos regulatórios dos esportes de luta no país. O grupo tratou de trabalhar duro numa definição de regras mais rígidas, que logo se tornariam as Regras Unificadas das Artes Marciais Mistas; na produção visual dos eventos e na construção de ídolos para a companhia, como Tito Ortiz, Randy Couture e Chuck Liddell. Todavia, quatro anos e US$ 44 milhões depois, o Ultimate ainda estava deficitário e com pouca atenção do público.
Foi quando surgiu o The Ultimate Fighter ("O Lutador Definitivo", na tradução para o português). O programa seguiria a fórmula já consagrada dos reality shows, em que participantes convivem dentro de uma casa, sem acesso ao mundo exterior, e são eliminados um a um até que haja um vencedor - no caso, dois vencedores, já que foram disputados torneios nas categorias peso-médio e peso-meio-pesado. A aposta do UFC era que o público criaria maior afeição ao esporte e aos atletas uma vez que acompanhasse o dia a dia dos lutadores e conhecesse suas histórias de vida. Foi um investimento de cerca de US$ 10 milhões, sem garantia de retorno.
Dana White, Luta Inesquecível (Foto: Adriano Caldas / Globoesporte.com)Dana White, sobre luta: "Parecia que um trem estava
passando (Foto: Adriano Caldas / Globoesporte.com)
- No nosso acordo com a Spike (canal de TV a cabo dos EUA), fizemos essa primeira temporada do The Ultimate Fighter e não tínhamos um acordo para uma segunda temporada. Era um horário comprado, nós compramos o horário para estar naquele canal. Ao entrar naquele Finale, nem sabíamos se teria uma segunda temporada, ou o que aqueles caras fariam - explicou White.
O programa foi um sucesso de audiência desde o primeiro episódio, que teve 1,7 milhão de telespectadores. Mesmo assim, ao chegar ao evento final do programa, em 9 de abril de 2005, no Cox Pavillion, em Las Vegas, o cenário se mantinha: não havia nenhuma garantia de renovação com o canal a cabo. A final dos pesos-médios, entre Kenny Florian e Diego Sanchez, foi resolvida em apenas um round, com vitória de Sanchez por nocaute técnico.

A final dos meio-pesados, todavia, cumpriu toda a promessa de "fogos de artifício" que Dana White esperava para o UFC, enfim, deslanchar. Motivados pela promessa de um contrato com a organização para o vencedor, Bonnar e Griffin partiram para a batalha desde o começo, sem se preocuparem muito com defesa. Griffin acertou um golpe de direita com apenas sete segundos e seguiu com boas combinações, mas Bonnar respondeu com dois chutes e uma série de socos. O ritmo não diminuiu por todo o primeiro round. Griffin sacudiu o adversário com um soco na metade do round, obteve suas costas nos 20s finais e buscou uma chave de braço, antes de o gongo soar. O rosto do chefão se ilumina ao lembrar da atmosfera na arena naquele momento.
- Stephan Bonnar e Forrest Griffin entraram para a luta e, vou te contar, conforme a luta acontecia, você sentia. Você simplesmente sentia que aquilo era grande e estávamos rompendo barreiras. As pessoas estavam batendo seus pés no lugar, parecia que um trem estava passando!
Aplausos de pé
No segundo round, o ritmo voltou a acelerar após o primeiro minuto. Desta vez, Bonnar foi superior na trocação, e seu adversário levou o combate para o chão. A luta foi interrompida brevemente por causa de um corte no nariz de Griffin, e o "Psicopata Americano" continuou melhor no recomeço, acertando bons socos. Griffin retomou o comando no início do último round, com boas joelhadas e chutes na perna. O final do combate foi de trocação franca, para delírio do público, que aplaudiu de pé os dois lutadores, com os rostos ensanguentados. Forrest Griffin foi declarado vencedor por decisão unânime dos jurados (triplo 29-28), mas White anunciou que daria contratos a ambos, por acreditar que "não havia perdedor nesta luta". Minutos depois, ele também receberia o presente que queria.
Forrest Griffin e Stephan Bonnarr, TUF 2005, Luta Inesquecível (Foto: Getty Images)Forrest Griffin (D) acerta Stephan Bonnar: trocação no fim fez público aplaudir de pé (Foto: Getty Images)
- Assim que acabou a luta, os caras da Spike correram atrás de nós, nos puxaram para um canto e fecharam o acordo para a segunda temporada, ali, na arena, num corredor. E, conforme os números de audiência começaram a chegar, nós soubemos que tínhamos conseguido. Durante seis minutos dessa luta, subiu até 12 milhões de telespectadores e superou o Masters (um dos quatro principais torneios internacionais de golfe) naquele dia, na CBS (um dos maiores canais abertos dos EUA). Então, sabíamos que, com aquela luta, rompemos a barreira - contou o dirigente.
A partir daí, o UFC começou sua virada, tornando-se uma das franquias esportivas mais valiosas do mundo - comprada por meros US$ 2 milhões (cerca de R$ 4 milhões), é avaliada por seus proprietários atualmente acima de US$ 2 bilhões (mais de R$ 4 bilhões). Aos poucos, os maiores lutadores começaram a convergir para a companhia, que viu a maioria de seus principais concorrentes falir - muitos, como Pride e Strikeforce, terminaram comprados pela Zuffa - desde então. A nova fase gerou inúmeros momentos "Santa M…", como o chefão gosta de colocar.
- É quando você salta do seu assento e diz, "Santa M…" Houve tantos deles no UFC, e é o que faz nosso esporte ser tão divertido. Quando Anderson (Silva) chutou Vitor (Belfort) naquela noite, foi louco, foi um daqueles momentos de cair o queixo… Quando o Anderson estava apanhando por cinco rounds, e estava a pouco mais de um minuto de perder, e encaixou um triângulo com chave de braço no Chael Sonnen… Matt Hughes x Frank Trigg, na segunda luta, parece que Matt Hughes está apagado, mas ele se vira, acorda e levanta Trigg, o carrega ao outro lado do octógono, joga no chão e o estrangula. Foi uma das noites mais loucas do MGM (Grand Garden Arena). Você tinha que ter ouvido aquele lugar, foi insano. Quando Chuck Liddell nocauteou Tito, o lugar foi ao delírio. A noite em que o Randy Couture acertou Tim Sylvia, quando voltou para os pesos-pesados, o lugar foi à loucura… - enumerou o "papai Dana".

Sem lutar no UFC Rio III, Napão deve encarar Ben Rothwell em janeiro

Ex-desafiante dos pesados não pôde lutar na edição 153 por causa da ausência de última hora de Mondragon, mas vai ter chance de atuar no Brasil

Por SporTV.com Rio de Janeiro
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Gabriel Napão viu o seu desejo de voltar a lutar no Brasil cair por terra depois que seu adversário no UFC Rio III, Gerônimo Mondragon, foi impedido de atuar por não passar nos exames médicos do Ultimate. Mas o ex-desafiante do peso-pesado terá uma nova oportunidade. De acordo com os sites "Portal do Vale-Tudo" e "MMAWeekly", Napão vai enfrentar Ben Rothwell no dia 19 de janeiro, em cidade brasileira ainda não divulgada pelo UFC.
Ednaldo oliveira versus gabriel gonzaga ufc rio (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Gabriel Napão (calção branco) em ação contra Ednaldo Lula (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Sem lutar desde janeiro deste ano, quando finalizou Ednaldo Lula com um mata-leão no primeiro round durante o UFC 142, no Rio, Gabriel Napão tem 13 vitórias e seis derrotas na carreira. Em 2007, ele disputou o cinturão da categoria, mas foi derrotado por Randy Couture.
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Ben Rothwell, por sua vez, nunca esteve perto de disputar o título do Ultimate, mas tem experiência de sobra. Foram 40 lutas na carreira, sendo 32 vitórias e oito derrotas. Em sua última apresentação, bateu Brendan Schaub por nocaute no UFC 145, em abril.

Hunt é mais um a desafiar Overeem: 'Gostaria de ter uma revanche'

Atletas se enfrentaram em julho de 2008, e holandês venceu por finalização

Por SporTV.com Rio de Janeiro
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Alistair Overeem tem a garantia de que será o próximo desafiante dos pesados depois que Junior Cigano e Cain Velásquez se enfrentarem. Entretanto, o holandês teme que o vencedor do duelo demore a voltar a lutar e declarou que, caso isso aconteça, prefere enfrentar um outro adversário antes de disputar o título. Antônio Pezão já se colocou à disposição para enfrentá-lo, e agora surge mais um nome: Mark Hunt.
Mark Hunt nocauteia Cheick Kongo no card principal do UFC 144 (Foto: Getty Images)Mark Hunt (esq.) vem de vitória sobre Cheick Kongo no UFC 144 (Foto: Getty Images)
Assim como Alistair Overeem, Mark Hunt fez parte do plantel de lutadores do Pride, extinto evento japonês que foi o mais importante do mundo na década passada. Eles se enfrentaram em 2008, pelo Dream, e o holandês venceu por finalização (americana). Agora, o neozelandês vê a oportunidade de dar o troco.
- Se eles (do UFC) quiserem me arranjar uma luta, eu gostaria de ter uma revanche com Alistair Overeem, quando ele voltar de sua lesão ou de qualquer outra coisa (nota da redação: na verdade Overeem está suspenso por doping). Estou disposto a lutar no próximo ano, o que para ele não importa muito - disse Hunt ao site "MMA Fighting".
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Mark Hunt (8-7) vem de três vitórias seguidas no UFC. Sua última vítima foi o francês Cheick Kongo, em fevereiro. Ele voltaria a lutar no UFC 146, no dia 26 de maio, contra Stefan Struve, mas uma lesão na perna o deixou longe do octógono até hoje.

Preparador físico da XGym lamenta duelo contra o Corinthians no Jungle

Rogério Camões trata situação como 'muito delicada' e pede desculpas a Ramon Lemos por causa da luta entre atletas que são parceiros do Spider

Por Adriano Albuquerque Rio de Janeiro
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Técnicos do astro Anderson Silva, Ramon Lemos e Josuel Distak tiveram de ficar em córneres opostos durante a última edição do Jungle Fight, realizada no Rio de Janeiro. O coevento principal colocou frente a frente Alexandre Capitão, do Corinthians, e Fabiano Soldado, da XGym, e o segundo levou a melhor ao vencer por decisão unânime dos jurados. Representante do clube de São Paulo, Ramon chegou a lamentar o casamento do duelo na ocasião, dizendo que havia ficado "surpreso" com o fato de a XGym ter aceitado que Soldado substituísse o peruano Diego Akita, que estava escalado inicialmente e acabou não podendo lutar, enquanto Distak preferiu não comentar para evitar qualquer tipo de polêmica. O preparador físico da equipe, Rogério Camões, no entanto, pediu voz ao SPORTV.COM esta semana e deu sua versão do acontecido:
Rogério Camões e Distak treinadores de Erick Silva, lutador do UFC (Foto: Ivan Raupp / Globoesporte.com)Rogério Camões (E) e Distak representam a
XGym (Foto: Ivan Raupp / Globoesporte.com)
- Foi uma situação muito delicada. Nosso atleta (Soldado) já estava com luta fechada no Jungle, e essa luta caiu. E o atleta do Ramon (Capitão) tinha o peruano (Akita) para lutar, e também caiu. Aí o Wallid (Ismail, presidente do evento) casou os dois, mas foi no momento em que eu e o Ramon estávamos ocupados com o Anderson, que lutou duas semanas antes (contra Stephan Bonnar no UFC Rio III). E eu ainda tinha o Erick (Silva, que enfrentou Jon Fitch). Então a coisa procedeu, foi casada a luta, e a gente não se ligou que era um atleta do Corinthians e um da XGym. Eu e o Ramon ficamos sabendo disso no dia da pesagem (do UFC Rio III). Não houve intenção nenhuma de casar essa luta nem da parte da XGym, nem da parte do Ramon, porque existe essa parceria. O Anderson é atleta do Corinthians e treina na XGym. O Ramon vem para a XGym treinar o Anderson. Este ano, todos os atletas do Corinthians vieram fazer a preparação para o Mundial de jiu-jítsu aqui. Foi uma situação chata para mim e para o Ramon. A gente vai ter o cuidado de isso não acontecer de novo em uma próxima vez. Assim como a gente não casa lutas contra atletas da Team Nogueira, não casa contra atletas do Corinthians, porque existe essa parceria, esse intercâmbio. Como representante da XGym, peço até desculpas para o Ramon e o pessoal do Corinthians - disse Rogério Camões, que é preparador físico de Anderson Silva.
Apesar de também lamentar o casamento da luta, Camões destacou o equilíbrio e a empolgação dos dois atletas, que promoveram um belo espetáculo de trocação em pé dentro da jaula:
Fabiano Soldado e Alexandre Capitão no Jungle Fight 44 (Foto: Fernando Azevedo / Jungle Fight)Fabiano Soldado (E) venceu Alexandre Capitão no Jungle Fight 44 (Foto: Fernando Azevedo / Jungle Fight)
- Foi uma luta sensacional, pelo que todo mundo falou. Eu não estava presente. Provou que os dois atletas estão supertreinados e à beira do cinturão do Jungle Fight.
Com a vitória, Fabiano Soldado classificou-se para a final do torneio rumo ao título da categoria dos penas. Nos outros principais combates do card do Jungle Fight 44, Ildemar Marajó finalizou Ederson Lion e foi à decisão dos médios, e Dimitry Zebroski bateu o argentino Ausutin Acuña por nocaute técnico e avançou à final rumo ao título dos leves.

Vitor Belfort diz que Forrest Griffin
não quis enfrentá-lo no UFC 155

Carioca está perto de ser confirmado contra Michael Bisping no Brasil, em
19 de janeiro, enquanto americano encara Phil Davis em 29 de dezembro

Por SporTV.com Rio de Janeiro
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UFC Phils Davis x Forrest Griffin MMA (Foto: Montagem sobre foto da Getty Images)Phil Davis (E) e Forrest Griffin se enfrentam no UFC
155 (Foto: Montagem sobre foto da Getty Images)
Phil Davis não era a primeira opção do Ultimate para substituir Chael Sonnen na luta contra Forrest Griffin no UFC 155, após o falastrão ser retirado do evento de 29 de dezembro, em Las Vegas, para ser treinador da 17ª temporada do "The Ultimate Fighter" contra a equipe de Jon Jones. Vitor Belfort revelou que era ele próprio quem estava no topo da lista que foi entregue a Griffin:
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- Me encontrei com o Forrest e ele me contou que ofereceram para ele uma lista com seis nomes e o meu era o primeiro. Ele disse que enfrentaria qualquer um deles, menos eu. É bom ter esse tipo de reconhecimento. Estou aqui para servir a companhia - disse ao blog "Na Grade do MMA".
O carioca, que vem de derrota para Jon Jones no UFC 152, valendo o cinturão dos meio-pesados, afirmou também que vai retornar à categoria dos médios, mas sem descartar novas lutas no peso de cima. Como apurou o SPORTV.COM, ele está muito perto de ser confirmado pelo Ultimate como oponente de Michael Bisping no evento de 19 de janeiro, no Brasil, ainda sem cidade definida.

Após 25 anos do acidente, Minotauro reencontra médicos que o salvaram

Peso-pesado foi atropelado por um caminhão quando tinha apenas 11 anos

Por SporTV.com Vitória da Conquista, BA
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Há 25 anos, Rodrigo Minotauro, então uma criança de 11 anos, era atropelado por um caminhão e ficava entre a vida e a morte. Nesta semana, o lutador peso-pesado voltou à sua cidade natal, Vitória da Conquista, no interior da Bahia, e visitou o hospital onde ficou internado por alguns meses e os médicos que cuidaram dele naquela ocasião. Ele esteve na companhia do irmão, Minotouro.
Minotauro reencontra médicos de seu acidente (Foto: Reprodução / Twitter)Minotauro (de branco), Minotouro (de vermelho) e os médicos (Foto: Reprodução / Twitter)

UFC muda adversário de Iuri Marajó, que enfrenta George Roop no Brasil

Carioca Johnny Eduardo, que chegou a estar fechado para enfrentar o
atleta paraense, deve encarar lutador oriundo do wrestling no exterior

Por Adriano Albuquerque e Ivan Raupp Rio de Janeiro
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Um dia após fechar acordo para enfrentar Johnny Eduardo no Brasil em 19 de janeiro, Iuri Marajó já teve de mudar seu foco para outro oponente. O paraense e sua equipe foram informados de que seu novo adversário será o americano George Roop, que faz seu retorno ao peso-galo. O combate continua marcado para o evento brasileiro, que ainda não tem local definido.
Segundo apurou o SPORTV.COM junto a fontes seguras, Johnny Eduardo também tem novo rival, cujo nome ainda não foi revelado. O carioca deve lutar fora do Brasil, possivelmente em fevereiro, na Austrália, contra um atleta estrangeiro oriundo do wrestling.
Montagem Iuri (Yuri) Marajó x George Roop. (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)Iuri Marajó x George Roop: duelo acontece no Brasil (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)
Marajó, que faz sua estreia nos galos, tem 28 vitórias e quatro derrotas na carreira, tendo lutado tanto no peso-leve quanto no peso-pena. Após a derrota para Hacran Dias no UFC 147, em sua terceira luta no Ultimate, ele decidiu descer de categoria. Roop, por sua vez, vem de três derrotas em suas últimas quatro lutas e tem cartel de 12 vitórias, nove derrotas e um empate. O americano foi participante da oitava temporada do reality show "The Ultimate Fighter" e já atuou entre os galos quando fazia parte do extinto evento WEC.
Além de Iuri Marajó x George Roop, outras duas lutas já estão praticamente acertadas para o evento no Brasil: Miltinho Vieira x Godofredo Pepey e Vitor Belfort x Michael Bisping. Miltinho já confirmou seu duelo com Pepey, enquanto Belfort e Bisping ainda não assinaram o contrato.

Vinny Magalhães veste a camisa, literalmente, da equipe de Sonnen

Brasileiro será um dos treinadores auxiliares do americano no TUF 17

Por SporTV.com Rio de Janeiro
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Vinny Magalhães será a presença brasileira na equipe que Chael Sonnen vai comandar contra Jon Jones na 17ª temporada do reality show "The Ultimate Fighter". O meio-pesado do UFC, que entrou na organização ao ser vice-campeão do TUF 8, será treinador auxiliar de jiu-jítsu do falastrão americano e postou no Twitter uma foto em que aparece vestindo a camisa do time. Além de Vinny, os demais técnicos auxiliares de Sonnen são: Dan Henderson, Clayton Hires, Jamie Huey, Scott McQuarry e Mike Dolce (nutricionista).
Vinny Magalhães no time de Chael Sonnen no TUF (Foto: Reprodução / Instagram)Vinny Magalhães com a camisa do time de Chael Sonnen no TUF (Foto: Reprodução / Instagram)

Duelo entre Werdum e Minotauro é marcado para 8 de junho, no Brasil

Cidade que sediará revanche não é divulgada. Também não está esclarecido se luta acontece na mesma noite que a final do TUF Brasil 2

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
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Após anunciar oficialmente que Rodrigo Minotauro e Fabricio Werdum seriam os treinadores da segunda temporada do The Ultimate Fighter Brasil - Em busca de campeões, o UFC confirmou também, na noite de terça-feira, a data da revanche entre os dois. O duelo entre pesos-pesados acontece em 8 de junho, no Brasil.
Não foi divulgado ainda a cidade que sediará a luta, e também não foi esclarecido se o combate entre técnicos acontecerá no mesmo evento que a final do reality show, como aconteceu na primeira temporada. Nos EUA, os treinadores do programa tradicionalmente se enfrentam num evento numerado do UFC após o TUF Finale, show que reúne os participantes do torneio e a grande final.
Na primeira temporada do TUF Brasil, as finais do reality show, que tiveram torneios no peso-pena e peso-médio, aconteceram no UFC 147, em junho, em Belo Horizonte. O evento também deveria ter o duelo entre os treinadores do programa, mas Vitor Belfort se lesionou com cerca de um mês de antecedência e foi substituído pelo americano Rich Franklin no combate com Wanderlei Silva. Na ocasião, Werdum, que foi um dos auxiliares técnicos de Wanderlei no reality, lutou e derrotou o peso-pesado americano Mike Russow, por nocaute.
SporTV.com/Combate: confira as últimas notícias do UFC e do MMA
Desta vez, o TUF Brasil 2 terá torneio em apenas uma categoria, a meio-médio (até 77kg). Os treinadores se enfrentaram nas quartas de final do torneio peso-aberto do Pride, em 2006, com vitória de Minotauro por decisão unânime. Posteriormente ao combate, o ex-campeão dos eventos Pride e Rings também conquistou o título interino do UFC, em fevereiro de 2008. Já Werdum passou pelo Strikeforce, onde derrotou Fedor Emelianenko em 2010, encerrando uma invencibilidade de quase dez anos do russo, que venceu duas de três lutas contra Minotauro - a outra foi um "No Contest" ("Luta Sem Resultado"). Ele retornou ao Ultimate em fevereiro e venceu suas duas últimas lutas.