Felipão ironiza especulações sobre futuro, mas não descarta dirigir rivais
Técnico admite ter boa relação com Andrés Sanches e diz que nada o impede de trabalhar num clube rival do Palmeiras
que teria acerto com clubes rivais (Foto: Ag. Estado)
- Já definimos que o Murtosa vai para Minas Gerais, o Carlão (Pracidelli, preparador de goleiros) para o Rio, o Galeano vai assumir o comando técnico e eu vou ser o gerente geral. Todos sabem mais do que eu. Em um mês, já tive uns quatro pré-contratos. Se os dirigentes querem que eu trabalhe nesses outros clubes, ótimo. Sinal de que não sou tão ruim assim – ironizou.
- Acho legal contarem com meu trabalho, mas tenho cumprido tudo com o Palmeiras – completou.
Gosto muito do Andrés, tenho boa amizade, com ele, quando o encontro converso por meia hora. E só por isso eu vou para o Corinthians?"
Felipão
- Gosto muito do Andrés, tenho boa amizade com ele. Quando o encontro converso por meia hora. E só por isso eu vou para o Corinthians? Não posso ter nenhum amigo em São Paulo, Corinthians e Cruzeiro? Vivo mais enclausurado e preso do que quem está na cadeia. Se eu encontrar o Pedrinho, do Jabaquara, então vou assinar com o Jabaquara? – disse o treinador, novamente carregando na ironia.
Apesar de negar quaisquer sondagens dos rivais do Palmeiras, Felipão não descarta dirigir São Paulo ou Corinthians no futuro. Com o discurso do profissionalismo, o técnico se diz livre para acertar com quem quiser.
- Sou um profissional livre. Antes de voltar para o Brasil, recebi proposta do Internacional, mesmo identificado com o Grêmio. E tenho grandes amigos lá até hoje, a proposta era espetacular, mas só não fui porque eles queriam ganhar a Libertadores. Um tropeço seria ruim de administrar, já que eu sou identificado com a torcida rival. Mas isso não me impede de um dia treinar o Inter ou qualquer outro clube – avisou Felipão.
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