Grã-Bretanha pretende manter alto desempenho nos Jogos do Rio 2016
País que sediou os Jogos deste ano não quer afrouxar meta de medalhas e já projeta crescimento no número de pódios no Brasil, daqui a quatro anos
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A Grã-Bretanha aproveitou a oportunidade de sediar os Jogos Olímpicos
para se projetar na briga por medalhas. O país alcançou a terceira
colocação do ranking geral ao arrebatar 65 medalhas, incluindo 29 de
ouro, na melhor campanha desde a edição de 1908, também realizada em
Londres. Mas o governo britânico não pretende afrouxar a estratégia para
os Jogos do Rio, em 2016. A agência governamental responsável pelos
esportes de alto rendimento anunciou um investimento de 508 milhões de
libras (cerca de R$ 1,61 bilhão) para o próximo ciclo olímpico.- Ainda não temos uma nova meta de medalhas, porque precisamos terminar o balanço total da participação britânica nos Jogos de Londres. Mas estou convicta de que poderemos melhorar nosso desempenho no ranking olímpico daqui a quatro anos - afirmou Liz Nicholl, chefe da agência, ao jornal inglês “The Daily Telegraph”.
A Grã-Bretanha encerrou sua participação nos Jogos de Pequim em quarto lugar, com 19 medalhas de ouro e 47 no total. A escalada no ranking para Londres funcionou, e o país conseguiu conquistar 65 medalhas em casa, sendo 29 de ouro. Com o resultado, passou a Rússia e assumiu a terceira posição no quadro geral.
Desde os Jogos de Seul-1988, os países que sediam o evento registram uma grande evolução na disputa por medalhas e conseguem ficar entre o top 10 - meta já estipulada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para 2016. A exceção ficou por conta da Grécia, que recebeu os Jogos de Atenas, em 2004. Apesar de um pequeno aumento no número de medalhas, o país conseguiu ficar apenas em 15º no ranking geral.
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