Sob a sombra de argentino, Patolino e Léo mostram bom humor pré-final
Ponzinibbio, que deu lugar a Léo após se machucar, é elogiado em coletiva de imprensa do evento: ‘Seria legal por ser combate entre Brasil e Argentina’
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A sombra de Santiago Ponzinibbio ainda estava ali. Depois do último
episódio do The Ultimate Fighter Brazil, o argentino, que venceu a
semifinal, mas, lesionado, dará lugar a Léo Santos
na decisão, ainda é assunto frequente. Em coletiva de imprensa
realizada nesta segunda-feira, em São Paulo, o hermano foi diversas
vezes elogiado. Os finalistas, no entanto, não parecem se importar. Com
muito bom humor, Léo e William Patolino
mostraram-se confiantes para levar o título da segunda edição
brasileira do programa, no próximo sábado, em Fortaleza. Os treinadores Fabricio Werdum e Rodrigo Minotauro, que farão o evento principal do card, também participaram do evento.
Minotauro, Patolino, Léo Santos e Fabricio Werdum (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Patolino chegou à decisão depois de nocautear Viscardi Andrade na
semifinal do programa, exibido na noite de domingo. Apontado como maior
revelação desta edição, o lutador lamentou a ausência de Santiago, mas
elogiou o novo rival.
- Seria legal por ser um combate entre Brasil e Argentina. Agora, tanto faz. Os dois são atletas duríssimos, vieram para vencer. Qualquer um dos dois, tanto faz. Santiago é duríssimo, Léo é duríssimo – afirmou.
Léo, por sua vez, foi avisado que lutaria a final há um mês. Quando saiu da casa, manteve o treinamento à espera de um convite da organização. Chegou a temer ficar fora, mas aceitou a chamada assim que recebeu o telefonema.
Patolino faz a barba durante evento em São Paulo
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
- Eles estavam dando tempo para se recuperar. Eu mantive contato com os
atletas do TUF. Mas ninguém falava nada. Faltando um mês, eles me
ligaram. Não pensei se o Patolino estava de férias ou gastando os R$ 15
mil (que recebeu em aposta com Minotauro). Eu foquei, oportunidade de
ouro. Travar uma batalha daquelas contra o argentino e ter a chance de
voltar. Quando acabou a nossa luta (contra Santiago), os dois foram para
o hospital, um xingando o outro de brincadeira (risos). E ele falou que
ia ter que operar, que havia quebrado o braço. Eu continuei treinando.
Demorou tanto, e eu sem notícia. Foi me dando agonia. Mas eu já tinha
cabeça que poderia voltar.
A menos de uma semana para a luta, porém, os dois se mostraram entrosados. Integrantes da mesma equipe no programa, Patolino e Léo Santos brincaram o tempo inteiro entre si. Quando falava da possibilidade de ser o campeão mais jovem da história do TUF, Patolino foi interrompido pelo rival.
- Fica tranquilo que isso não vai acontecer. Vai ser o finalista mais jovem e só – disse Léo, arrancado gargalhadas dos outros lutadores.
Os dois também falaram da dificuldade dentro da casa. Para Patolino, a maior dificuldade foi manter-se no peso durante todo o programa.
- Mais difícil foi ter de controlar muito o peso, eu ficava muito debilitado. Peso 93 kg, chegar ao 82 é muito difícil. Gosto de comer, encher a barriga (risos). Tendo que manter o peso, não conseguia treinar bem, porque ficava debilitado. Foi o mais difícil para mim.
Léo, por sua vez, sentiu o tempo que ficou longe da família. O lutador, que tem um filho de três anos, passou algumas noites no banheiro, chorando devido à saudade.
Adversários da final do TUF mostram bom humor (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
- Eu entrei, foi uma oportunidade e não poderia virar as costas. Não
tive esse problema de bater peso. O que mais mexeu com a minha cabeça
foi a distância, tenho um filho de três anos. É uma fase linda. Ele
estava aprendendo a rezar. Mesmo quando eu estava treinando, falava pelo
telefone: “Te amo, pai. E mete a porrada” (risos). Já estou criando um
psicopata. Eu ia para o banheiro, me trancava e ficava chorando. São
coisas que fazem falta. Foi uma coisa que me deu força. Não vai adiantar
ficar chorando, tenho de mostrar que sou forte.
Werdum e Minotauro evitaram falar da própria luta. Os dois, no entanto, não pouparam elogios aos finalistas do TUF.
- Léo tem muita experiência, já traz uma boa bagagem. Leo conseguiu fazer muito fácil a transição entre o jiu-jítsu e o MMA. Tem a cabeça muito boa, experiência com luta. Patolino chega pela vontade. É um cara brincalhão, corre atrás, tem vontade de crescer – disse Werdum.
- Eu já vejo o Leonardo há muito tempo treinando. Tem seriedade, postura dentro da competição. Do outro lado, a juventude do Patolino, a vontade. Ele levou muito a sério, teve muita atitude dentro do octógono. Sempre para cima, nunca anda para trás. Experiência com a atitude. Vamos ter uma grande luta – completou Minotauro.
- Seria legal por ser um combate entre Brasil e Argentina. Agora, tanto faz. Os dois são atletas duríssimos, vieram para vencer. Qualquer um dos dois, tanto faz. Santiago é duríssimo, Léo é duríssimo – afirmou.
Léo, por sua vez, foi avisado que lutaria a final há um mês. Quando saiu da casa, manteve o treinamento à espera de um convite da organização. Chegou a temer ficar fora, mas aceitou a chamada assim que recebeu o telefonema.
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
A menos de uma semana para a luta, porém, os dois se mostraram entrosados. Integrantes da mesma equipe no programa, Patolino e Léo Santos brincaram o tempo inteiro entre si. Quando falava da possibilidade de ser o campeão mais jovem da história do TUF, Patolino foi interrompido pelo rival.
- Fica tranquilo que isso não vai acontecer. Vai ser o finalista mais jovem e só – disse Léo, arrancado gargalhadas dos outros lutadores.
Os dois também falaram da dificuldade dentro da casa. Para Patolino, a maior dificuldade foi manter-se no peso durante todo o programa.
- Mais difícil foi ter de controlar muito o peso, eu ficava muito debilitado. Peso 93 kg, chegar ao 82 é muito difícil. Gosto de comer, encher a barriga (risos). Tendo que manter o peso, não conseguia treinar bem, porque ficava debilitado. Foi o mais difícil para mim.
Léo, por sua vez, sentiu o tempo que ficou longe da família. O lutador, que tem um filho de três anos, passou algumas noites no banheiro, chorando devido à saudade.
Werdum e Minotauro evitaram falar da própria luta. Os dois, no entanto, não pouparam elogios aos finalistas do TUF.
- Léo tem muita experiência, já traz uma boa bagagem. Leo conseguiu fazer muito fácil a transição entre o jiu-jítsu e o MMA. Tem a cabeça muito boa, experiência com luta. Patolino chega pela vontade. É um cara brincalhão, corre atrás, tem vontade de crescer – disse Werdum.
- Eu já vejo o Leonardo há muito tempo treinando. Tem seriedade, postura dentro da competição. Do outro lado, a juventude do Patolino, a vontade. Ele levou muito a sério, teve muita atitude dentro do octógono. Sempre para cima, nunca anda para trás. Experiência com a atitude. Vamos ter uma grande luta – completou Minotauro.
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