Galo-mascote do Ji-Paraná é comido por sucuri, e 'reserva' assume o posto
Substituto não dá a mesma sorte de Tissoka e, mesmo tímido, chega
a enganar a torcida na derrota para o América-RN pela Copa do Brasil
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(Foto: Hudson Pimentel)
No meio de tanta gente que lotou o Biancão, um 'torcedor' era especial. O mascote do time é presença garantida nos jogos e tem até lugar de honra no estádio. O galo-mascote Tissoka, que ficou conhecido no país pelo quadro Brasil Afora arrancou aplausos quando chegou no colo do dono Marambaia, depois de anunciado pelo locutor do estádio. (conheça a história do Tissoka)
- Galera... o Tissoka chegou! - bradou com voz forte o locutor.
E foi aquela festa. Mas ninguém imaginava que esse galo, na verdade, era um 'reserva'. O bicho estava tímido e com o olhar assustado. Nem de longe lembrava aquele Tissoka que até cantava quando o time fazia gol. Mas tinha uma explicação. O mascote verdadeiro morreu há uma semana e Marambaia foi surpreendido com a notícia no dia do jogo.
- Eu fui na chácara da minha irmã onde ele (Tissoka) estava e para minha surpresa o meu sobrinho disse: "Tio, o Tissoka já era!". Ele me disse que uma sucuri comeu o galo e um pato que eu comprei. O jeito foi improvisar com um reserva.
- Pintei rapidinho antes de vir pro jogo, usei um secador nele e ficou tudo beleza - explica.
- Ele é mais calminho, ainda não tive tempo de treiná-lo, mas com o passar do tempo ele vai aprendendo. Até terminar o campeonato Rondoniense ele vai estar afiado - garante
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