Em êxtase, seleção chega ao Brasil,
e Felipe França "esconde" medalhas
Dono de cinco medalhas de ouro no Mundial do Catar, Felipe França viaja de volta
ao país com medalhas no bolso para evitar extravio, curiosos e excesso de bagagem
Os heróis terão poucos dias de descanso. Voltando aos treinos, todos querem virar a página das dez medalhas no Catar (sete de ouro, uma de prata e duas de bronze) e colocar o foco nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. A primeira responsabilidade é o Open de Natação, na semana que vem, na piscina do Botafogo, no Rio de Janeiro. A competição é a primeira seletiva nacional para o Mundial de Kazan, na Rússia, em 2015, que será disputado em piscinas de 50m, assim como o próprio Open.
- Trouxe as medalhas no bolso, assim ninguém fica pegando no voo, não dá excesso de bagagem e não dá para sumir. Desde o final do ano passado, eu estava me preparando mentalmente para esse Mundial. Passei pelo Pan Pacífico com a cabeça firmada no Mundial. Deu tudo certo. Voltei com 100% de êxito - brincou Felipe França.
O nadador, medalhista de ouro nos 100m peito, 50m peito, e nos revezamentos 4x100m medley, 4x50m medley misto e 4x50m medley já mira o Open de natação. Ele espera descansar e seguir vencendo.
- Esse ano ainda tem o Open de natação. Vai ser semana que vem. Vou descansar um pouco, por cinco dias, para tentar já pegar o índice para o Mundial de Kazan e para o Pan de Toronto - frisou Felipe França.
- A ficha ainda não caiu, ainda estou encantada. Foi um grande feito, nunca imaginei bater um recorde mundial. Foi da melhor forma. A equipe está de parabéns, foi muito motivante. É uma coisa nova, tenho que começar a me acostumar com isso (assédio). É muito diferente, mas tem um grupo me ajudando. Agora é já frisar o Open e fazer o índice para o Mundial. Foco total para 2015 e 2016 - disse Etiene Medeiros.
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