domingo, 19 de maio de 2013

Rui Costa vê pressão externa para saída de Luxa: 'Não partiu do Grêmio'

Dirigente afirma que comissão técnica será reavaliada em uma reunião
nesta segunda-feira. Encontro terá a presença do presidente Fábio Koff

Por GLOBOESPORTE.COM Porto Alegre
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Vanderlei Luxemburgo e Rui Costa no treino do Grêmio (Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)Rui Costa poupou Luxemburgo das críticas
(Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)
A forte pressão para a demissão do técnico Vanderlei Luxemburgo não encontra eco dentro do Grêmio. Ao menos essa é a avaliação do diretor executivo do clube, Rui Costa. Para ele, as especulações sobre a queda do treinador partiram de pessoas que não trabalham no Tricolor, que na última quinta-feira foi eliminado da Libertadores nas oitavas de final, com a derrota para o Santa Fé.
- Isso (demissão de Luxemburgo) é uma especulação que não teve origem no clube. É algo que surgiu na imprensa, o que é normal depois de uma desclassificação. Nunca se ouviu algum dirigente do Grêmio falando sobre isso, nunca partiu daqui. Em nenhum momento se ouviu que o trabalho do técnico estava em avaliação. É claro que todo o trabalho está em avaliação constante. Temos reuniões semanais, inclusive com a presença do Vanderlei, para avaliar elenco e desempenho. É claro que a eliminação nos impõe uma avaliação mais ampla - afirmou em entrevista à Rádio Gaúcha.
Nesta segunda-feira, quando jogadores e comissão técnica se reapresentam depois da folga, uma reunião está marcada para discutir os erros do primeiro semestre. O encontro ocorre de forma rotineira, mas desta vez servirá para fazer uma avaliação mais minuciosa.
- Vamos conversar com a comissão técnica e com o presidente para que possamos ter uma análise da gestão, do futebol e também da comissão técnica. Precisamos ver o que podemos aprimorar para buscar as nossas metas para o resto do ano, que são o Brasileirão e a Copa do Brasil.
O dirigente fez elogios ao currículo de Luxemburgo e lembrou que o técnico tinha a aprovação da torcida quando a atual gestão assumiu e manteve o treinador.
- O presidente, quando renovou com o Vanderlei, fez algo em cima de uma convicção e também com um apelo da torcida, além de ser uma comissão técnica vencedora e de qualidade. Renovamos com todos que tiveram um bom desempenho no ano anterior, inclusive os jogadores, e ainda fizemos investimentos altíssimos para manter a equipe em muito bom nível - disse.
Durante todo o sábado, o presidente Fábio Koff colheu informações sobre o que ocorreu na Colômbia para tomar uma decisão. Ouviu do Conselho de Administração que a multa rescisória do técnico não impediria uma eventual demissão. O mandatário do clube, porém, irá esperar o encontro de segunda-feira para anunciar oficialmente o futuro de Luxemburgo.

Mineirinho perde final para Jordy, mas sai do Rio líder do ranking

Brasileiro buscava o bicampeonato da etapa brasileira, terceira da temporada

Por Gabriele Lomba e Leo Velasco Rio de Janeiro
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Adriano de Souza, o Mineirinho, viu o bicampeonato do Rio Pro escapar. Mas, assim como em 2011, deixou o Rio de Janeiro como líder do Circuito Mundial. Na decisão, em ondas de 1m no Postinho, na Barra da Tijuca, perdeu para o sul-africano Jordy Smith, que agora pula do sexto lugar para a vice-liderança da temporada. Foi a segunda final consecutiva do brasileiro, campeão em Bells Beach, na Austrália, há pouco mais de um mês.
Kelly Slater, vencedor na Gold Coast australiana e até então primeiro colocado, foi a primeira vítima de Mineirinho neste domingo. Com a eliminação nas quartas, o americano caiu para quarto do ranking, atrás ainda do australiano Mick Fanning, carrasco de Jordy nas semis. A próxima etapa será nas Ilhas Fiji, a partir do dia 2 de junho. De lá, o circuito segue para Bali, na Indonésia; Teahupoo, no Taiti; Trestles, nos Estados Unidos; South West Coast, na França, Cascais, em Portugal e, finalmente, Pipeline, no Havaí.
Para chegar à final, depois de passar por Slater, Mineirinho teve de superar o amigo Gabriel Medina. Uma bateria dura, com vira-vira e só decidida nos últimos segundos. Filipinho Toledo manteve-se na briga até as quartas de final, quando perdeu para Jordy.
Jordy Smith surfe Rio Pro comemoração (Foto: Daniel Smorigo / ASP)Jordy Smith comemora o título da etapa carioca do WCT (Foto: Daniel Smorigo / ASP)

A bateria verde-amarela garantiu um brasileiro na final. Dois anos depois, Mineirinho voltava a decidir o título do Rio Pro. Em 2011, uma decisão contra o australiano Taj Burrow numa tarde ensolarada. Agora, um domingo nublado.
Os gritos de "Mineiro, Mineiro" se fizeram ouvir desde os primeiros segundos de bateria. O paulista do Guarujá arrancou 4,67 com um floater, rasgada e batida. Logo depois, 6,17. Jordy assustou com um 7,33, mas o troco de Mineirinho veio em seguida: 7,17.
Adriano de Souza surfe Mineirinho Rio Pro  (Foto: EFE)Mesmo com a derrota em casa, Mineirinho assumiu o topo do ranking do WCT (Foto: EFE)
Jordy precisava de 6,01. A 13 minutos do fim, tirou 8,50 para assumir a liderança. Mineirinho, que passou a precisar de 8,66, tirou uma carta da manga: uma direita, aplicando boas rasgadas. Mas Jordy remou para a onda seguinte e decolou em um aéreo. Pousou com perfeição. Mineiro levou 7,87, e Jordy, 9,30.
- A sensação é incrível. A pressão da torcida foi bem dura. Eu enfrentei dois brasileiros hoje (domingo), o Filipe Toledo e o Adriano. A cada manobra deles ouvia o pessoal gritando. Sabia que o Adriano iria apostar nos aéreos, então tinha que fazer isso também. Ele tem um dos melhores aéreos do circuito, e sabia que precisava ir alto – afirmou Jordy Smith.
Mineirinho tinha seis minutos para buscar uma nota 9,93. Na primeira tentativa tirou 8,47, trocando sua nota mais baixa. Teria de correr atrás de 9,33. Tentou um aéreo, mas não conseguiu completá-lo. Saiu da da água aplaudido e sob gritos de "Mineiro".
- Estou muito feliz de estar aqui representando o Brasil. Quero deixar claro que dei o meu sangue e o meu melhor lá dentro, pensando também na torcida. Mas quero dar o parabéns para o Jordy, que foi melhor nesses 35 minutos da final. Antes de entrar no mar, tentei pegar essa energia do povo brasileiro e levar para o mar. Foi o que aconteceu. Dei o meu melhor e estou saindo de cabeça em pé – destacou Mineiro.
Final:
Jordy Smith (AFS) 17,80 x 16,34 Adriano de Souza (BRA)
Semifinais:
Adriano de Souza (BRA) 17,64 x 17,50 Gabriel Medina (BRA)
Jordy Smith (AFS) 14,83 x 8,26 Mick Fanning (AUS)
Quartas de final:
Adriano de Souza (BRA) 15,33 x 12,30 Kelly Slater (EUA)
Gabriel Medina (BRA) 16,43 x 14,93 Adrian Buchan (AUS)
Mick Fanning (AUS) 13,37 x 12,37 Sebastian Zietz (HAV)
Jordy Smith (AFS) 17,76 x 14,07 Filipinho Toledo (BRA)

Sem trocar pneus, Ricardo Maurício vence e Rubinho faz primeiro pódio

Em dia de 'sambadinha' de Barrichello, opção de ficar na pista com pneus de chuva no asfalto seco vale vitória e liderança do campeonato ao carro 90

Por Alexander Grünwald Direto de Salvador
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A forte chuva que caiu sobre Salvador na manhã deste domingo provocou um atraso de quase uma hora na largada da quarta etapa da Stock Car, mas a espera valeu a pena para quem optou por ousar na estratégia. Largando na segunda fila, Ricardo Maurício e Rubens Barrichello apostaram nas diversas entradas do safety cara para se manterem na pista com pneus de chuva – mesmo quando o asfalto já estava completamente seco. A tática deu certo, e os dois terminaram a prova nas duas primeiras posições, com o campeão de 2008 - Ricardo Maurício - à frente. O pódio foi completado por outro piloto que brilhou na capital baiana: Thiago Camilo, que havia largado em 23º e fez exatamente o contrário dos dois primeiros. Com pneus slick, o carro 21 “voou” nas ruas do centro administrativo da Bahia e ganhou nada menos que 20 posições.
Sem vencer uma prova desde 2010, quando faturou a Corrida do Milhão, Ricardo Mauríxio, novo líder do campeonato, disse que não havia pressão por uma nova vitória na categoria. Só lamentou o pouco tempo para comemorar, já que a próxima etapa será em duas semanas, no anel externo do autódromo de Brasília.
- Nunca tive um peso nas minhas costas por ter que ganhar ou não. Esta é a décima prova que eu ganho na Stock Car, é meu sexto pódio consecutivo, contando os do ano passado. Guio em uma equipe de ponta, e algumas vezes a gente está liderando e algo acontece que nos faz perder a corrida. Mas sempre lutei pelo título, fui vice-campeão nos últimos dois anos. Era uma questão de encaixar tudo para essa vitória vir – disse Ricardo Maurício.
Barrichello e Ricardo Maurício pódio Stock Car Salvador 2 (Foto: Miguel Costa Jr. / Divulgação MF2)Barrichello e Ricardo Maurício no pódio da Stock Car em Salvador (Foto: Miguel Costa Jr. / Divulgação MF2)
Corrida teve quatro intervenções do safety car
A largada foi dada com um atraso de 50 minutos, e com o carro de segurança puxando o grid. Ele só foi aos boxes no começo da quarta volta, e foi aí que começou o duelo entre o pole Átila Abreu e o segundo colocado Allam Khodair, vencedor da prova baiana em 2012. Com a largada, começaram também as confusões sobre o asfalto molhado. Popó Bueno, que largava em nono, foi tocado por Sergio Jimenez e rodou. Max Wilson, que depois partir de oitavo já havia ganho as posições de Felipe Lapenna e Duda Pamplona, também perdeu o controle do carro.
Na nona volta, com o asfalto secando, Valdeno Brito – que vinha em décimo lugar – entrou nos boxes, mas só trocou um pneu, mantendo os compostos de chuva. Na volta seguinte, Patrick Gonçalves, único baiano da categoria, passou reto e bateu na curva da balança. Oportunidade de ouro para Max Wilson, que havia entrado exatamente naquela volta para colocar pneus para pista seca. Como a batida de Patrick exigiu a entrada do safety car, diversos carros optaram por trocar pneus, o que deu a liderança a Ricardo Maurício, à frente de Rubens Barrichello e Rafa Matos.
De volta à pista com os pneus ainda frios, Khodair perdeu o ponto de freada e acertou uma barreira, perdendo diversas posições e avariando seu carro. Mas a bandeira verde durou pouco: envolvido em toques em disputas por posições, Julio Campos parou na reta principal, provocando a terceira intervenção do safety car e juntando os carros mais uma vez. A relargada foi dada a cerca de dez minutos para o fim do tempo regulamentar de 40 minutos.
Ricardo Maurício pódio Stock Car Salvador (Foto: Duda Bairros / Stock Car)Ricardo Maurício comemora com a equipe a vitória em Salvador (Foto: Duda Bairros / Stock Car)
Àquela altura, Thiago Camilo era o melhor entre os que haviam trocado pneus, em 13º, logo à frente de Cacá Bueno. Com os compostos mais adequados, ambos ganharam muitas posições e já estavam respectivamente em quatro e quinto lugares quando ocorreu a quarta entrada do safety car, em decorrência da batida de Ricardo Zonta no muro.
Motivo de alívio para Ricardinho, Barrichello e Rafa Matos. Afinal, o ritmo mais lento poupava seus pneus de chuva, já muito desgastados no asfalto seco. E, com o cronômetro correndo, só haveria tempo para mais uma volta.
Com a bandeira verde, veio mais emoção: os três primeiros colocados foram muito pressionados por Thiago e Cacá. Ambos superaram Rafa Matos, e assim o piloto do carro 21 garantiu um lugar no pódio, passando a meio carro de Rubinho na linha de chegada. Ricardo Maurício conquistou sua primeira vitória em três anos e se tornou o novo líder do campeonato.
Veja o resultado da quarta etapa da temporada 2013 da Stock Car, em Salvaddor:
1. Ricardo Maurício – carro 90 da RC
2. Rubens Barrichello – carro 111 da Full Time
3. Thiago Camilo – carro 21 da RCM
4. Cacá Bueno – carro 0 da RBR Mattheis
5. Átila Abreu – carro 51 da AMG
6. Max Wilson – carro 90 da RC
7. Nonô Figueiredo, carro 11 da AMG
8. Marcos Gomes – carro 80 da Carlos Alves
9. Sergio Jimenez – carro 73 da VS Racing
10. Luciano Burti – carro 14 da Boettger
11. Popó Bueno, carro 74 da A. Mattheis
12. Felipe Lapenna – carro 27 da Cavaleiro Racing
13. Duda Pamplona – carro 23 da ProGP
14. Daniel Serra – carro 29 da RBR Mattheis
15. Galid Osman – carro 28 da RCM
16. Tuka Rocha – carro 25 da RZ Motorsport
17. Alceu Feldmann – carro 82 da Full Time
18. Fábio Fogaça – carro 72 da Vogel
19. Allam Khodair – carro 18 da Vogel
20. Vitor Genz – carro 46 da Gramacho Racing
21. Rodrigo Sperafico, carro 19 da Mico’s Racing
22. Diego Nunes – carro 70 da Bassani Racing
23. Lico Kaesemodel – carro 63 da Boettger.
24. Wellington Justino – carro 26 da Hot Car
25. Beto Cavaleiro – carro 7 da Cavaleiro Racing
26. Rafa Matos – carro 2 da Hot Car
27. Valdeno Brito – carro 77 da A. Mattheis
Não completaram
Ricardo Zonta – carro 10 da RZ Motorsport
David Muffato – carro 35 da Carlos Alves
Rodrigo Pimenta – carro 3 da Gramacho Racing
Denis Navarro, carro 5 da VS Racing
Júlio Campos – carro 4 da Mico’s Racing
Ricardo Sperafico – carro 20 da ProGP
Patrick Gonçalves – carro 8 da Bassani Racing

Carreira, família, fortuna, Ronaldo
e Neymar: Beckham abre o jogo

Antes de anunciar a aposentadoria, inglês deu ao 'Esporte Espetacular' a
sua última exclusiva como jogador. E ele para tendo realizado os sonhos

Por GLOBOESPORTE.COM Paris, França
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Em sua última entrevista antes de anunciar que deixaria os gramados, David Beckham falou ao "Esporte Espetacular" sobre futebol, carreira, família e os craques brasileiros Neymar e Lucas. Jogador mais bem pago do mundo, ganhando o equivalente a R$ 97 milhões por ano, o inglês diz ser uma pessoa "simples". Mas afinal, quem é David Robert Joseph Beckham?
– Ah, é uma pessoa normal do leste de Londres. Alguém que ama jogar futebol, que tinha o sonho de jogar pelo Manchester United e pela seleção inglesa. É uma pessoa apaixonada pela bola, pela família e pelos amigos. Uma pessoa que deseja continuar amando o futebol, como amou nos últimos 30 anos. Simples assim – disse o meia.
Bem-humorado, Beckham explica que tenta passar essa simplicidade aos quatro filhos. As regras em casa são rígidas, e o dinheiro não é dado com facilidade para os herdeiros, frutos do casamento com Victoria Beckham, ex-cantora do grupo Spice Girls.
Tive muita sorte na carreira, ganhei muito dinheiro. Hoje estou numa posição na qual posso fazer o que quiser com meu salário"
Beckham
- Toda semana eles têm que fazer a própria cama, colocar a roupa suja na máquina de lavar. Se não fizerem isso, não ganham mesada. No fim da semana, recebem dez libras (cerca de R$ 30) se cumprirem suas obrigações. Se não, eles não ganham nada.
A disciplina rigorosa faz parte da experiência de quem começou a ter responsabilidade com 15 anos, quando chegou ao poderoso Manchester United. E foi lá que começou a relação entre ele e o treinador mais importante da história do clube inglês: Alex Ferguson.
- A filosofia do Ferguson sempre foi a seguinte: você trabalha duro para chegar onde quer. E eu adotei essa mentalidade. Sempre fui o primeiro a chegar ao treino e o último a ir embora.
O talento precoce logo virou ídolo e mostrou que queria deixar sua marca. Em 1999, ele conquistou o Campeonato Inglês, a Copa da Inglaterra, a Liga dos Campeões e o Mundial - este último, em decisão contra o Palmeiras.
Fora de campo, Beckham também fazia muito sucesso com os penteados estilosos. A grande preocupação com o visual lhe rendeu mais um título: símbolo sexual. No entanto, o inglês diz não ser vaidoso, muito menos se considera um dos homens mais bonitos do mundo.
- Não, de jeito algum. Mas é um orgulho enorme ser visto assim. Para mim, o mais importante é ser visto como um grande jogador. Mas é uma honra ser admirado por vários pontos de vista.
O ídolo também é fã
Em 2003, Beckham foi contratado pelo Real Madrid, por cerca de R$ 120 milhões, para jogar ao lado de pessoas que admirava muito.
- Eu queria jogar ao lado de Zidane, Ronaldo e Roberto Carlos. Queria estar no mesmo time desses caras. Foi um sonho pra mim. Foi uma honra treinar e jogar com Ronaldo. Ver o jeito como ele jogava, ver a alegria com que atuava. Foi incrível. Roberto e Ronaldo tornaram-se grandes amigos. São pessoas incríveis. Sempre agradeci a eles e continuo agradecendo até hoje, pela forma como sempre me trataram, por tê-los visto jogar.
Beckham no Esporte Espetacular4 (Foto: Jefferson Rodrigues / TV Globo)Beckham fala com exclusividade ao Esporte
Espetacular (Foto: Jefferson Rodrigues / TV Globo)
Hoje, o meia inglês se prepara para se juntar ao time dos amigos aposentados e apreciar os novos talentos brasileiros, como Neymar.
- Eu o encontrei uma vez apenas, e ele fez algo muito especial para mim recentemente. Meu filho mais velho é um grande fã do Neymar. E por sorte eu consegui uma camisa autografada dele, que ele mesmo enviou. E ainda gravou um vídeo dizendo: “Parabéns, Brooklin”. Quando as pessoas fazem isso para crianças, provam que são muito especiais. E, claro, Neymar é um dos melhores jogadores da atualidade.
No início deste ano, Beckham chegou ao Paris Saint-Germain como o jogador mais valioso do mundo. Mas o investimento valeu a pena: na loja oficial do clube, os objetos e roupas com o nome e a imagens do craque são os mais procurados.
Com propagandas, vendas de produtos e salários, o jogador recebe R$ 8 milhões por mês. Sua fortuna é estimada em R$ 610 milhões. Tanto dinheiro deu ao inglês a possibilidade de fazer ações beneficentes, como ajudar crianças carentes.
- Tive muita sorte na carreira, ganhei muito dinheiro. Hoje estou numa posição na qual posso fazer o que quiser com meu salário. Sinto uma coisa muito especial quando faço isso, e com certeza as crianças carentes de Paris vão ficar mais felizes.
São por atitudes como essas, pelo talento com a bola e pelo sucesso como garoto-propaganda que o astro é admirado por jogadores, treinadores e milhares de fãs. Prova disso foi o seu adeus ao PSG no sábado, com a vitória por 3 a 1 sobre o Brest. O inglês chorou ao deixar o campo, foi ovacionado pelos torcedores e ganhou um mimo destinado a técnicos campeões: foi jogado para o alto pelos companheiros. David Beckham se aposenta com lugar cativo na história do futebol mundial.
Beckham no Esporte Espetacular2 (Foto: Jefferson Rodrigues / TV Globo)A fortuna do craque é estimada em R$ 610  milhões (Foto: Jefferson Rodrigues / TV Globo)

sábado, 18 de maio de 2013

Renan Barão sofre lesão e defesa de cinturão no UFC 161 está ameaçada

Treinador André Pederneiras aguarda resultados de exames na segunda-feira para determinar gravidade da contusão do campeão interino

Por Jaraguá do Sul, SC
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O brasileiro Renan Barão pode ser forçado a desistir de sua segunda defesa do cinturão interino dos pesos-galos, programada para o UFC 161, no dia 15 de junho, em Winnipeg, Canadá. O lutador potiguar se machucou durante os treinos para a luta com o americano Eddie Wineland e passou por exames para determinar a gravidade da lesão. Uma definição sobre o caso deve acontecer na segunda-feira, de acordo com seu treinador principal, André Pederneiras.
- Renan se machucou nos treinos, mas não tem nada definido. Os resultados dos exames só saem na segunda-feira - disse o técnico ao COMBATE.COM. Pederneiras está em Jaraguá do Sul acompanhando os lutadores Jussier Formiga e Hacran Dias, que competem no UFC no Combate 2.
Renan Barão, lutador do UFC (Foto: Divulgação/UFC)Renan Barão aguarda resultados de exames na segunda-feira (Foto: Divulgação/UFC)
A revista Tatame foi a primeira a noticiar a lesão sofrida por Barão no pé direito. O matchmaker (responsável pelo casamento das lutas) das divisões mais leves do UFC, Sean Shelby, também desmentiu que Barão estivesse fora do UFC 161.
- Não é verdade. Não sei de nada disso. Todo lutador se machuca nos treinos. É assim com todo mundo - disse Shelby.
Renan Barão fará, no UFC 161, sua segunda defesa do cinturão interino dos pesos-galos. Na primeira, em fevereiro, derrotou o americano Michael McDonald por finalização no quarto round. O campeão linear, Dominick Cruz, segue em recuperação de lesão no joelho e não luta desde outubro de 2011. Confira o card completo do UFC 161:
UFC 161
15 de junho de 2013, em Winnipeg (CAN)
CARD PRINCIPAL
Renan Barão x Eddie Wineland
Rogério Minotouro x Maurício Shogun
Rashad Evans x Dan Henderson
Pat Barry x Shawn Jordan
Rosi Sexton x Alexis Davis
Jake Shields x Tyron Woodley
Sam Stout x Isaac Vallie-Flagg
Stipe Miocic x Soa Palelei
Ryan Jimmo x Igor Pokrajac
Dustin Pague x Yves Jabouin
Sean Pierson x Kenny Robertson
Mitch Clarke x John Maguire
Roland Delorme x Edwin Figueroa

'Rei da Rua', Átila Abreu é pole em Salvador, e Barrichello sai em quarto

Conhecido pelo ótimo desempenho em circuitos de rua, sorocabano larga na frente na Bahia. Recordista de GPs na F-1 alcança melhor grid na Stock

Por Alexander Grünwald Direto de Salvador
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Stock Car Átila Abreu  (Foto: Luca Bassani / Divulgação)Sorocabano passou perto dos muros para garantir
pole em Salvador (Foto: Luca Bassani / Divulgação)
O ‘Rei da Rua’ está de volta. Conhecido pelos excelentes desempenhos em circuitos urbanos, incluindo duas vitórias em Ribeirão Preto, Átila Abreu foi o mais rápido no treino classificatório da Stock Car nas ruas de Salvador e largará na primeira posição na quarta etapa da temporada 2013, que será transmitida ao vivo pela TV Globo a partir das 10h20m. Ele vai dividir a primeira fila com Allam Khodair, vencedor da etapa baiana no ano passado. Quem também teve um excelente desempenho na sessão cronometrada foi Rubens Barrichello. O recordista de GPs na Fórmula 1 vai largar na quarta posição, ao lado de Ricardo Maurício, campeão da Stock em 2010. O líder do campeonato, Daniel Serra, não conseguiu uma boa volta e partirá apenas da 14ª posição.
Átila Abreu pole Stock Car Salvador (Foto: Duda Bairros / Stock Car)Átila Abreu comemoru a quinta pole de sua carreira na Stock Car (Foto: Duda Bairros / Stock Car)
- Eu sempre gostei muito de circuitos de rua, desde que eu andei em alguns na Europa. Nesse tipo de pista, o piloto tem que assumir muito risco. Em um autódromo, você tenta uma freada mais tarde, vai na grama e volta. Aqui, não. É muro. Prova de rua é um jogo de pressão. Às vezes, o adversário fica atrás tentando te forçar ao erro, e você tem que se manter muito concentrado para que isso não aconteça – avaliou o piloto do carro 51, logo após a quinta pole de sua carreira na Stock.
Mudança de temperatura e problemas com favoritos
O treino começou quente em Salvador. Com 35 graus centígrados de temperatura ambiente e 46 no asfalto, os carros foram divididos em grupos de quatro, que iam à pista para duas voltas lançadas cada. A ordem de entrada foi pela classificação invertida do campeonato, portanto os pilotos que ainda não pontuaram foram os primeiros a andar, quando a pista estava mais suja. Mesmo assim, Rubens Barrichello – que está em 28º na tabela, com apenas três pontos marcados – marcou uma bela volta e mostrou que poderia alcançar uma boa posição no grid.
Vencedor da prova de Salvador da Stock Car em 2012, Allam Khodair larga na primeira fila em 2013 (Foto: Luca Bassani / divulgação)Vencedor da prova baiana em 2012, Allam Khodair larga na primeira fila (Foto: Luca Bassani / divulgação)
Conforme os favoritos foram fazendo suas voltas, a relação de forças ficou mais presente, e Allam Khodair, vencedor da corrida baiana no ano passado, conquistou a pole provisória. A alegria durou até a passagem de Átila Abreu, que também contou com a sorte depois de voltar aos boxes. Como o treino foi disputado a partir das 16h, a temperatura da pista baixou cerca de dez graus no terço final, e assim diversos favoritos tiveram mais dificuldade para bater o tempo do carro 51. Caso de Daniel Serra, último a entrar, que ficou apenas em 14º.
Outros pilotos com chances de largar entre os primeiros colocados também tiveram problemas: Valdeno Brito, que neste fim de semana corre com um capacete igual ao de Ayrton Senna, rodou; Thiago Camilo, vencedor da etapa de Salvador em 2011, sofreu uma quebra no câmbio; e Cacá Bueno, que precisou trocar o câmbio às pressas por causa de uma batida no último treino livre, não encontrou o melhor acerto.
Barrichello treino Stock Car Salvador (Foto: Miguel Costa Jr. / Divulgação MF2)Estreando em Salvador, Barrichello fez seu melhor treino Stock (Foto: Miguel Costa Jr. / Divulgação MF2)
Barrichello rejeita favoritismo
Colocado como um dos candidatos à vitória pelo pole Átila Abreu, Barrichello comemorou o quarto lugar, mas optou pela cautela ao falar de sua expectativa para a corrida deste domingo, que será a sua primeira no circuito urbano montado no centro administrativo da Bahia.
- Muito obrigado ao Átila pela grande frase. Mas a verdade é que a gente pode ter uma grande corrida amanhã. A gente conseguiu um bom acerto e está largando em uma posição boa. Mas vamos continuar com o pé no chão. É dar o máximo e ver onde chega. Sempre almejei largar mais para frente para ficar longe de qualquer tipo de toque, e esta é uma das chances boas – frisou Barrichello.
Nova chicane pode causar problemas, dizem pilotos
Uma das principais reclamações dos pilotos após o treino foi com relação à nova chicane, no fim da volta, pouco antes da linha de chegada. Com zebras mais altas e um traçado mais estreito, o trecho foi responsável por verdadeiras decolagens durante as voltas rápidas. Os competidores temem que a elevação da zebra possa causar acidentes, além de causar quebras em alguns componentes dos carros, como o assoalho e a suspensão. A corrida terá a dureação de 40 minutos + uma volta. Os 50 mil ingressos colocados à venda estão esgotados.
Lico Kaesemodel voa no circuito de rua de Salvador da Stock Car (Foto: José Mario Dias / divulgação)Lico Kaesemodel voa no circuito de rua de Salvador da Stock Car (Foto: José Mario Dias / divulgação)
Veja como ficou o grid para a quarta etapa da temporada 2013, em Salvador:
1. Átila Abreu – carro 51 da AMG
2. Allam Khodair – carro 18 da Vogel
3. Ricardo Maurício – carro 90 da RC
4. Rubens Barrichello – carro 111 da Full Time
5. Rafa Matos – carro 2 da Hot Car
6. Duda Pamplona – carro 23 da ProGP
7. Felipe Lapenna – carro 27 da Cavaleiro Racing
8. Max Wilson – carro 90 da RC
9. Popó Bueno, carro 74 da A. Mattheis
10. Marcos Gomes – carro 80 da Carlos Alves
11. Sergio Jimenez – carro 73 da VS Racing
12. Luciano Burti – carro 14 da Boettger
13. Valdeno Brito – carro 77 da A. Mattheis
14. Daniel Serra – carro 29 da RBR Mattheis
15. Ricardo Sperafico – carro 20 da ProGP
16. Denis Navarro, carro 5 da VS Racing
17. Tuka Rocha – carro 25 da RZ Motorsport
18. Fábio Fogaça – carro 72 da Vogel
19. Rodrigo Sperafico, carro 19 da Mico’s Racing
20. Cacá Bueno – carro 0 da RBR Mattheis
21. Diego Nunes – carro 70 da Bassani Racing
22. David Muffato – carro 35 da Carlos Alves
23. Thiago Camilo – carro 21 da RCM
24. Ricardo Zonta – carro 10 da RZ Motorsport
25. Lico Kaesemodel – carro 63 da Boettger.
26. Nonô Figueiredo, carro 11 da AMG
27. Galid Osman – carro 28 da RCM
28. Alceu Feldmann – carro 82 da Full Time
29. Patrick Gonçalves – carro 8 da Bassani Racing
30. Vitor Genz – carro 46 da Gramacho Racing
31. Júlio Campos – carro 4 da Mico’s Racing
32. Wellington Justino – carro 26 da Hot Car
33. Rodrigo Pimenta – carro 3 da Gramacho Racing
34. Beto Cavaleiro – carro 7 da Cavaleiro Racing

Julio Baptista elogia Inter, Dunga e admite estudar proposta para voltar

Meia-atacante do Málaga está nos planos do Inter, mas nega que tenha aberto tratativas com o clube gaúcho

Por Tomás Hammes Porto Alegre
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Julio Baptista treino seleção brasileira (Foto: Reuters)Julio Baptista disputou a Copa de 2010 com Dunga
(Foto: Reuters)
Um possível reencontro entre Julio Baptista e Dunga, agora no Beira-Rio? Não é descartado, mesmo que o jogador do Málaga diga que não foi procurado por nenhum dirigente do Inter. O meia-atacante, aliás, reiterou sua admiração pelo técnico e não fechou as portas para ouvir uma oferta caso seu telefone toque.
Julio é um jogador versátil, que exerce as duas funções de armação no meio-campo e também pode desempenhar as funções de ataque. Viria para o Inter para dividir o protagonismo com D’Alessandro, Diego Forlán e Leandro Damião, se este último não for negociado.

- Ninguém do Inter falou comigo, não.  Se existir o interesse, eu precisaria sentar com o meu empresário e pensar – afirmou em contato com o GLOBOESPORTE.COM.

A saída do clube espanhol após o término do campeonato nacional poderia ser facilitada pela reformulação pela qual o Málaga passará. Depois de ser comprado pelo xeque Abdullah bin Nasser bin Abdullah Al Ahmed Al Thani, a equipe passou a receber reforços de peso como o holandês Ruud van Nistelrooy e Joaquín, porém, a política de grandes contratações será alterada para a próxima temporada.

- O Málaga está com uma mentalidade distinta para o ano que vem. O clube está com alguns problemas. Eles precisarão reduzir custos e terão de se desfazer de alguns jogadores - afirmou.
Julio Baptista, Borussia Dortmund x Málaga (Foto: EFE)Júlio Baptista contra o Borussia Dortmund x Málaga pela Liga dos Campeões (Foto: EFE)
Mesmo à distância, Julio elogiou o grupo do Inter. Mostrou-se informado ao comentar sobre o título recente do Gauchão. Entretanto, o que o empolga mesmo é falar sobre Dunga.
A dupla trabalhou junta no período pelo qual o técnico passou pela Seleção. La Bestia, como é chamado na Espanha, foi o autor do primeiro gol na final da Copa América de 2007, quando o Brasil ganhou da Argentina por 3 a 0. Julio também esteve no grupo que disputou o Mundial na África do Sul, tendo atuado em uma partida.
- O Inter tem um time forte, que acaba de ser campeão. Não é novidade o Dunga fazer um bom trabalho. Em um clube, aparece mais o valor dele, pela constância. É um grande treinador, que já tem uma projeção e subirá ainda mais.
A força e o chute potente são suas principais aptidões. O meia-atacante está no Málaga desde 2010. Após sofrer com as lesões na temporada 2011/12, na atual jornada disputou 13 partidas, tendo marcado três gols. No total, foram 31 jogos, com 13 tentos. Pela Seleção, soma 47 embates, com cinco gols.
Além do meia, o Inter tenta também um atacante velocista e um lateral-esquerdo. Este viria para ser uma alternativa a Fabrício e Kleber.

Corinthians é recebido por fãs na chegada da delegação em Santos

Dezenas de pessoas marcaram presença na porta de hotel no Gonzaga, onde os corintianos vão ficar concentrados para a final do Paulistão

Por GLOBOESPORTE.COM Santos, SP
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O torcedor corintiano que mora na Baixada Santista deu seu apoio ao time da capital, na chegada da delegação alvinegra, na porta do hotel aonde os jogadores vão concentrados para a final do Paulistão, que será disputada contra o Santos, neste domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro.
Os corintianos estão hospedados em um hotel no bairro do Gonzaga, em Santos. Na chegada da delegação, às 19 horas, os jogadores ouviram gritos de apoio e foram fotografados de perto pelos fãs.
chegada Corinthians hotel gonzaga (Foto: Arquivo pessoal/ Roberto Strauss)Torcida espera pelo ônibus do Timão, em Santos
(Foto: Arquivo pessoal/ Roberto Strauss)
Apesar do grande número de pessoas, não houve confusão. A princípio, a delegação chegaria no início da tarde, mas acabou atrasando por conta do trânsito.
O Corinthians venceu o primeiro jogo por 2 a 1, no Pacaembu, e joga pelo empate para ficar com a taça.
Já o Peixe precisa vencer por dois gols de diferença para conquistar o tetracampeonato. Se vencer por um gol, levará a decisão para os pênaltis.

Atacante sub-20 do Flu minimiza canela rasgada: 'Gosto de apanhar'

Denílson, atingido por Lorran, do Flamengo, com o jogo parado, dá de ombros para pancadas. Tricolor se sagra bicampeão carioca de juniores

Por Vicente Seda Rio de Janeiro
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Após a conquista do título do Campeonato Carioca Sub-20, ainda anestesiado pelos gritos de campeão da torcida e dos companheiros, o atacante Denílson, do Fluminense, andava pelo gramado de Moça Bonita acenando para a arquibancada. De meião arriado, foi questionado sobre o título, consumado após a derrota por 1 a 0 diante do Flamengo, e sobre o lance em que foi atingido por Lorran, com o jogo parado. O rival acabou expulso. A surpresa ficou por conta da resposta de Denílson:
- Eu gosto de apanhar - disse o atacante.
A risada foi inevitável. E foi assim, rindo, que ele explicou:
- Eu nem vi a jogada. Quando chutei ele já veio batendo. Mas futebol é assim, eu apanho, levanto, apanho, levanto, a minha perna está machucada... Eu gosto de apanhar. Apanho, levanto, vou para cima, perco a bola, volto... Gosto de apanhar, é bom que eu me emociono mais.
MONTAGEM - Denílson, atacante do Fluminense Sub-20 (Foto: Vicente Seda)Denílson, atacante do Fluminense, exibe a medalha. À direita, a canela machucada (Foto: Vicente Seda)
O goleiro Matheus Phillipe não apanhou. Cumprimentado por todos após a vitória, até pelo diretor executivo do futebol profissional, Rodrigo Caetano, que apertou sua mão enquanto concedia entrevistas, ele festejou a oportunidade e o pênalti defendido na cobrança de Thomás, no primeiro tempo da decisão contra o Flamengo.
Matheus, goleiro do Fluminense Sub-20 (Foto: Vicente Seda)Matheus Phillipe é só sorrisos após
a conquista do título (Foto: Vicente Seda)
- Há pouco tempo eu não estava sendo utilizado, hoje fui titular, trabalho sério desde moleque, desde pequeno, e graças a Deus pude conquistar esse título.
Para o camisa 1, a defesa da cobrança de Thomás, um dos rubro-negros que deverá ser alçado aos profissionais, deu confiança ao Fluminense.
- Foi um lance muito importante para a equipe, deu uma tranquilizada, deu uma certa segurança, mostrei que eu estava ali. Agora é comemorar. Estou muito feliz.
O auxiliar técnico Edevaldo Freitas, que comandou a equipe no lugar de Marcelo Veiga, em excursão pela Europa com a equipe Sub-20 principal - o Fluminense disputou a última partida da final estadual com reservas e juvenis - afirmou que tentou antes do jogo apenas passar confiança aos atletas. Reserva de Leandro na Copa do Mundo de 1982, ele contou que tentou transmitir um pouco da sua experiência para a garotada em formação, mas ressaltou que, em um clube grande, não dá para pensar apenas em formar.
- Os atletas foram lá e cumpriram o que foi determinado, só tenho a elogiar. Acho que dá para conciliar formar e ganhar, tem de formar vencedor, não perdedor. Passei um pouco da experiência de vida, do que conquistei. Falei que confiava neles, isso é o mais importante, que tinha certeza que conquistaríamos o título.
Edevaldo Freitas, auxiliar técnico do Fluminense Sub-20 (Foto: Vicente Seda)Auxiliar Edevaldo Freitas comandou o time tricolor na grande final (Foto: Vicente Seda)

Com lágrimas, Beckham dá adeus a
Paris na vitória do PSG sobre o Brest

Após anunciar aposentadoria, inglês joga sua última partida no Parque dos
Príncipes e é ovacionado por jogadores e torcedores. Lucas faz reverência

Por GLOBOESPORTE.COM Paris
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David Beckham, que está se aposentando do futebol, despediu-se da torcida do Paris Saint-Germain de forma emocionante, no Parques dos Príncipes, com a vitória sobre o Brest por 3 a 1. O clube não confirma que esta tenha sido a última partida oficial do inglês, mas pelo choro do jogador nos minutos finais, além da festa após a partida, tudo leva a crer que ele não deverá estar em campo contra o Lorrient na rodada final do Campeonato Francês.
Beckham, que disputou 14 partidas com a equipe, ganhou de presente do técnico Carlo Ancelotti a faixa de capitão, sendo o sétimo jogador do clube a ter a honraria na temporada. Os pais, a esposa - a ex-Spice Girl Vitoria - e os quatro filhos do casal estavam nas tribunas. Em campo, o posicionamento imposto pelo comandante italiano impediu que a estrela da noite brilhasse. Atuando mais recuado, como distribuidor do jogo, o meia pouco fez, mas no segundo tempo resolveu arriscar mais dos seus tradicionais lançamentos, mostrando os últimos lampejos de seu talento aos torcedores.
O Paris Saint-Germain conquistou o Francês no último fim de semana na vitória por 1 a 0 sobre o Lyon, dando fim ao jejum de 19 anos sem levantar a taça. O último compromisso da temporada será no próximo domingo, longe de Paris. Neste sábado, o time chegou a 80 pontos, contra 70 do segundo colocado Olympique.
Beckham chora PSG Brest (Foto: Reuters)David Beckham deixa o gramado chorando (Foto: Reuters)
Ibra rouba o show
Ibrahimovic não deu chances para uma possível zebra e abriu o placar logo aos cinco minutos do primeiro tempo. Com muita categoria, o sueco tabelou, livrou-se da marcação e chutou com força para fazer 1 a 0. Na jogada seguinte ao gol, o grandalhão quase fez o segundo. De frente para o goleiro, tentou o drible, mas não conseguiu passar pelo rival.
Victoria Beckham leva a filha Harper para assistir ao jogo de despedida do pai. (Foto: Agência Reuters)Victoria Beckham e a filha Harper (Foto: Reuters)
O Brest teve mais posse de bola, mas pouco incomodou. Chafni tentou inúmeros chutes de fora da área, mas não estava com a pontaria em dia. A melhor jogada de Beckham na partida aconteceu aos 13 minutos. O inglês fez um lindo lançamento para Ibra, que dominou a bola com as costas tentando um passe, que infelizmente não encontrou ninguém.
O segundo gol parisiense saiu dos pés de Becks. O capitão cobrou escanteio, e Matiudi, sem nenhuma intimidade com a bola, chutou sem jeito, mas conseguiu ampliar. Aos 35, o futuro novo aposentado da praça teve uma grande chance para fazer seu gol. Falta na entrada da área do Brest, ele se posicionou ao lado de Ibrahimovic. O sueco, todavia, não quis saber de homenagens e cobrou a falta. Acabou fazendo o terceiro, um belo gol. O goleiro ainda tocou na bola, mas ela entrou no ângulo.
Para a segunda etapa, o PSG apresentou uma novidade: Lucas entrou após o intervalo, mas assim como o restante do time, pouco fez. A única grande chance parisiense veio aos 15 minutos. Gameiro ficou na cara do gol, mas chutou nos pés do goleiro. Mas o clima já era de festa, de amistoso festivo.
Ibrahimovic Beckham PSG Brest (Foto: Agência Reuters)Ibrahimovic fez dois gols na partida (Foto: Agência Reuters)
A emoção de Beckham
 Quando Lavezzi se postou ao lado do quarto árbitro para entrar como substituto, aos 36, Beckham começou a chorar. Mas antes de o camisa 32 deixar o campo, o Brest diminuiu com Benschop, que entrou por trás da defesa e chutou cruzado. A substituição aconteceu dois minutos depois, e o jogo simplesmente parou. Todos os jogadores do PSG foram em direção ao inglês para cumprimentá-lo. Lucas foi além e fez um sinal de reverência. O estádio ficou de pé para os últimos aplausos.
Após o apito final, o inglês voltou a campo para agradecer ao público. Os companheiros aproveitaram a oportunidade e o jogaram para o ar, em gesto que tradicionalmente é feito com os treinadores em dia de título.
Beckham PSG Brest (Foto: AP)Beckham vive últimos momentos no Parque dos Príncipes (Foto: AP)
Nos pênaltis, CRB vence o CSA e conquista o bicampeonato alagoano
No centenário do rival, Galo levanta o troféu do estado pela 27ª vez
 
 
A CRÔNICA
por Victor Mélo
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CRB posa para a fotografia (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)Bicampeão, CRB posa para a fotografia (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)
O vermelho foi realçado na bandeira de Alagoas. Depois de dois grandes confrontos diante do rival CSA, o CRB demonstrou força em campo e conquistou o cobiçado bicampeonato estadual. Neste sábado, o time regatiano perdeu no tempo normal por 1 a 0, mas venceu nos pênalits por 4 a 3, no Estádio Rei Pelé, e beijou sua 27ª taça do Campeonato Alagoano.
O goleiro Tiago defendeu os pênaltis batidos por Adalberto e Anderson e foi o herói da conquista. Converteram para o CRB Denílson, Paulo Sérgio, Marcus Vinícius e Schwenck. Johnnattan desperdiçou uma cobrança para o Galo, mas não perdeu a festa do título
Após a partida deste sábado, os torcedores tomaram as ruas nas imediações do Trapichão e iniciaram um carnaval fora de época em Maceió. Os dois maiores rivais de Alagoas não se encontravam na decisão há 15 anos e a conquista do título no centenário do rival foi especial para os regatianos.
- Esse time mereceu muito esta conquista. Fizemos a melhor campanha, tivemos o melhor ataque e, com muito esforço, fomos buscar esta taça. Agora vamos comemorar e depois pensar no jogo contra Botafogo, pela Copa do Brasil. Temos chances e vamos trabalhar muito para passar deles - declarou o técnico do Galo, Ademir Fonseca, que conquistou o terceiro título estadual de sua carreira.
CRB x CSA, Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)CRB e CSA fizeram um jogo parelho no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)
Schwenck perde chance clara na primeira etapa
O CSA tomou a iniciativa no clássico, tentando variar o jogo pelas pontas, mas era pouco efetivo quando se aproximava da área. Com a vantagem do empate, o CRB jogava fechado e, aos poucos, foi avançando pela esquerda, principalmente com o lateral João Victor.
O Azulão chegou com mais perigo aos 25 minutos. Elyeser alçou a bola na área e Diego Clementino cabeceou na trave. Atenta, a arbitragem já havia paralisado a jogada, assinalando impendimento do ataque. Aos 28 minutos, João Victor foi acionado nas costas da defesa do CSA e arrematou forte, mas sem direção.
O CRB continuava perigoso e criou uma grande oportunidade aos 36 minutos. O meia Walter Minhoca tentou passe vertical no comando de ataque, a bola desviou no zagueiro Adalberto e sobrou limpa para o atacante Schwenck. O camisa 9 do Galo teve tempo de ajeitar o corpo e olhar para o goleiro Flávio, mas colocou muita força no chute e a bola subiu.
Lesão
Um dos destaques do CRB no campeonato, o goleiro Galatto sofreu uma lesão muscular e foi substituído por Tiago aos 41 minutos. Aos 44, João Victor recebeu livre na área e tocou para trás:o meia Jairo perdeu a passada no lance e deu chance para o goleiro Flávio defender.
CRB x CSA, Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)Audálio ganha a disputa com Alex Henrique (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)
CSA abre o placar no segundo tempo
O CSA decidiu testar o goleiro do CRB no início do segundo tempo e quase abriu o placar aos dois minutos. O artilheiro Everaldo mandou uma raquetada de fora da área, pela direita, e a bola passou assobiando pela trave de Tiago.
O jogo pegou fogo e, em outro chute venenoso, Diego Clementino viu a bola acertar o travessão do CRB aos nove minutos. Partindo para o ataque, o CSA deixava espaços e quase sofreu um contra-ataque mortal. Schwenck recebeu a bola de frente para o goleiro do CSA e bateu no canto: Flávio se esticou todo e fez uma defesa espetacular.
Aos 33 minutos, o CSA incendiou o lado azul do Rei Pelé. Fabiano tocou para Everaldo, que pensou rápido e acionou Elyeser, livre de marcação. O volante encheu o pé e acertou o canto direito do goleiro Tiago: 1 a 0.
O CRB partiu para cima nos minutos finais, mas, valente, a defesa do CSA segurou a vitória e forçou a prorrogação.
Pouco risco na prorrogação
O Galo começou o tempo extra mais presente no campo ofensivo. Os volantes Everton Luiz e Johnnattan se desdobravam na marcação e João Victor seguia sendo uma boa opção pela esquerda.
O Azulão estava com moral por ter vencido o clássico no tempo normal e tentava ser mortal no ataque, trocando passes e esperando espaços para dar a estocada. Os dois times, no entanto, não arriscavam muito e o jogo foi para os pênaltis.
Galo leva o título nos pênaltis
Nas penalidades, brilhou a estrela do goleiro Tiago. Ele entrou no lugar de Galatto ainda na primeira etapa e demonstrou frieza ao defender as cobranças de Adalberto e Anderson Oliveira.
Goleiro do CSA, Flávio pegou a penalidade executada por Johnnattan, mas não evitou os gols de Denílson, Paulo Sérgio, Marcus Vinícius e Schwecnk. Alex Oliveira, Diego Clementino e Everaldo converteram as cobranças do Azulão, mas, no fim, o Galo venceu por 4 a 3 e iniciou a festa que pintou o estado de vermelho.
João Victor, CRB (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)João Victor voa para dominar a bola (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)

Romarinho marca, e Brasiliense é campeão na reinauguração do Mané

Jovem atacante entra no segundo tempo e marca terceiro gol da vitória por 3 a 0 do Jacaré em cima do Brasília. Time de Taguatinga leva oitavo título

Por Fabrício Marques e Marcelo Baltar Brasília
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Pela manhã, a presidente Dilma Rousseff deu o pontapé inicial. À tarde, Brasiliense e Brasília fizeram a estreia oficial do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Após três anos e três meses, o estádio voltou a receber uma partida, e sua reabertura foi marcada pelo oitavo título candango do Jacaré. O Brasiliense venceu o Colorado por 3 a 0 e levou o Campeonato Metropolitano do Distrito Federal 2013, em festa que foi coroada com gol de Romarinho, para orgulho do pai, Romário, que não conseguiu segurar as lágrimas nas tribunas do estádio.
A decisão do Candangão foi ato final da festa de inauguração do novo Mané Garrincha, que durou todo este sábado. Às 10h30, a entrega oficial do estádio foi feita em cerimônia prestigiada pela presidente Dilma Rousseff. Logo após o evento, torcedores começaram a ocupar o entorno do estádio, que teve portões abertos às 14h45. Por volta das 16h, Elza Soares, que foi casada por 16 anos com o craque que dá nome ao estádio, entoou o Hino Nacinoal, dando início ao primeiro jogo do palco da abertura da Copa das Confederações.
ROmarinho brasiliense gol brasília (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)Romarinho comemora seu gol, o primeiro do Brasiliense (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)
Em campo, o Brasiliense repetiu o placar da primeira partida da decisão e se tornou o segundo maior vencedor do Campeonato Candango – ao lado do próprio Brasília, com oito conquistas –, atrás apenas do Gama, que já levantou a taça dez vezes. O lateral Bocão foi o responsável pelo primeiro gol da nova arena. O artilheiro Washington marcou o segundo tento da partida e Romarinho, sob os olhos atentos do pai, fez o terceiro gol da partida, que selou o triunfo do Jacaré.
Romário chora Brasiliense x Brasília Mané Garrincha (Foto: Fabrício Marques/GLOBOESPORTE.COM)Romário se emociona ao ver pela primeira vez gol
do filho como profissional (Foto: Fabrício Marques)
- É como um título para mim. Dá pra comparar com a conquista da Copa do Mundo. Hoje posso dizer que eu entendo exatamente as emoções que meu pai tinha quando eu jogava. É uma satisfação muito grande. É diferente, muito legal – confessou Romário, emocionado.
O jogo deste sábado, no entanto, ainda não teve todos os 72 mil lugares do novo Mané Garrincha liberados. Apenas as arquibancadas inferiores e alguns camarotes foram ocupados por torcedores. No dia 26 de maio o estádio terá sua primeira partida com carga máxima de ingressos. O jogo entre Flamengo e Santos, pela primeira rodada do Brasileirão, será organizado pelo Comitê Organizador Local (COL) da Copa de 2014 e será o último teste antes da abertura da Copa das Confederações, em 15 de junho, com o confronto entre Brasil e Japão.
Hino nacional com Elza Soares, e gols anulados
Antes de a bola rolar oficialmente, torcedores enfrentavam grandes filas do lado de fora e viam a ação de alguns cambistas. Outros torcedores protestavam por conta da pouca quantidade de ingressos, e alguns reclamavam dos gastos elevados nas obras do estádio que, segundo o Comitê Orgaizador Local (COL), foi construído por R$ 1 bilhão.
Dentro do estádio, a operação funcionou um pouco melhor. Apesar de alguns problemas, banheiros e lanchonetes funcionaram bem, assim como serviços de orientação ao público e segurança.
Seguindo o padrão da Fifa, os dois times entraram juntos em campo e ficaram perfilados para a execução do Hino Nacional, entoado pela cantora Elza Soares, que foi ovacionada pelos torcedores presentes. Em seguida, a bola enfim rolou no gramado do novo Mané Garrincha após 1.027 dias de obras.
O jogo começou bastante pegado e não demorou para o primeiro cartão amarelo do novo estádio sair. O zagueiro Fábio Braz, do Brasiliense, foi o punido. Precisando do resultado, o Brasília tentou criar algumas jogadas e perdeu algumas chances, mas o destaque da primeira etapa ficou com os auxiliares.
Elza soares canta antes do início da final entre Brasiliense e Brasília estádio mané garrincha (Foto: Francisco Stuckert / Futura Press)Elza Soares canta Hino Nacional (Foto: Francisco
Stuckert / Futura Press)
Aos 39 minutos, Bocão arrancou bem pela direita, trocou passes e entrou na área e balançou as redes. Entretanto, o bandeirinha José Reinaldo marcou impedimento e retirou do lateral do Jacaré o que seria o primeiro gol do estádio. Revoltado, o técnico do Brasiliense, Márcio Fernandes, invadiu o campo para brigar com o árbitro e acabou expulso.
Quatro minutos depois, foi a vez do Brasília ter semelhante frustração, quando o auxiliar Carlos Emanuel anulou gol marcado por Giba, também por impedimento.
Romarinho entra e garante a festa do Brasiliense
Após ter um gol anulado na primeira etapa, o lateral Bocão mostrou que estava mesmo predestinado a ser o primeiro a balançar a rede do novo Mané Garrincha. Logo aos quatro minutos, ele arracou novamente pela direita, tabelou com Giso e chutou no canto direito de Marcão: 1 a 0, e título quase garantido para o Brasiliense.
Diante da difícil missão, o Brasília não esboçou reação. O Jacaré continuou com o domínio da partida. Peninha chegou a acertar trave. Aos 23 minutos, Romarinho entrou no jogo e tomou conta do restante da decisão. Primeiro, deu a assistência para o artilheiro Washington, que marcou seu décimo gol na competição, fazer 2 a 0. Depois, nos acréscimos, foi a vez de Romarinho deixar o pai - que estava nas tribunas do estádio - orgulhoso e marcar o terceiro gol do Jacaré.
Brasiliense campeão no estádio Mané Garrincha (Foto: Divulgação / Brasiliense)Jogadores do Brasiliense comemoram o título candango (Foto: Divulgação / Brasiliense)