sábado, 9 de outubro de 2010

O Que é Bungee jumping

Bungee jumping é um esporte radical praticado por muitos aventureiros corajosos, que consiste em saltar para o vázio amarrado aos tornozelos a uma corda elástica. Há muito tempo, este esporte era uma espécie de prova iniciática pela qual os rapazes de uma aldeia teriam de passar para poderem começar a ser chamados de adultos. Apesar de só haver uma prova por ano, consistia em irem buscar lianas, subirem uma espécie de escada com cerca de 5 metros, prenderem um extremo da liana à cana da escada e o outro extremo a um dos seus pés. Depois teriam de se atirar e, se chegassem lá a baixo sãos e salvos, tornar-se-iam adultos. Mas, se por outro lado, a liana se rompesse ou se fosse comprida demais, eles morreriam .

Origem

Segundo uma lenda, tudo começou na em Pentecost, uma ilha do Pacífico Sul, quando uma mulher traiu o seu marido e teve de arranjar maneira de fugir dele. Para isso, subiu à árvore mais alta que encontrou com uma videira amarrada aos tornozelos. O marido foi atrás dela mas não conseguiu apanhá-la porque ela saltou da árvore. Como estava presa pelos pés, nada lhe aconteceu. O mesmo não se pode dizer do marido que saltou atrás dela mas... sem videira!
Ao que parece, a moda pegou e os homens da região começaram a saltar de torres construídas por eles. Não se sabe bem porquê, mas a tradição manteve-se.
Em 1954, dois jornalistas da revista National Geographic foram a esta ilha e viram homens a saltar de uma torre com videiras amarradas aos tornozelos. A técnica já era tão avançada que as videiras tinham as medidas exactas para que quem saltasse encostasse apenas a cabeça no chão, mantendo a distância suficiente para não partir o pescoço.
Em 1955, na edição de Janeiro da revista, estes dois jornalistas (Irving e Electa Johnson) relataram ao mundo este estranho costume.
Quinze anos mais tarde, o escritor Kal Muller foi à ilha e tornou-se o primeiro "homem branco" a realizar o salto.
Em 1979, membros da Oxford University´s Dangerous Sport Club saltaram da ponte Clifton, em Bristol, de uma altura de 75 m, presos por elásticos usados para amarrar a bagagem aos carros.
Em 1987, o neozelandês A. J. Hackett saltou da torre Eiffel, em Paris, uma coisa impensável na altura e que deixou o mundo de olhos postos naqueles "malucos" que se atiram de alturas impressionantes presos apenas pelo tornozelo.
A partir daí, o bungee jumping passou a ser considerado um desporto radical e tem já milhares de adeptos por todo o mundo

Equipamento

Como qualquer outro desporto, o bungee jumping utiliza um equipamento próprio. Além das presilhas, engates e cintos, que são também utilizados na prática do alpinismo, o bungee jumping utiliza cordas elásticas, cordas essas que são essenciais para a segurança e o sucesso do salto. Existem quatro tipos de cordas, que variam consoante o peso da pessoa que vai fazer o salto. Todas as cordas têm um tempo de vida útil de aproximadamente 1200 saltos. Depois de alcançarem este limite, são imediatamente substituídas.
As cordas são testadas e aprovadas para aguentarem até 4000 kg. Entrelaçada no seu interior, têm uma corda de nylon com capacidade até 2500 kg, que tem aproximadamente um metro a mais de comprimento do que a corda elástica esticada, o que torna o salto mais seguro, uma vez que, se a corda elástica se romper, há ainda a de nylon.
Algumas das empresas que organizam este tipo de saltos utilizam também um colchão de ar que é colocado no chão para maior segurança.

Onde Praticar

Apesar de os mais afoitos insistirem em saltar de pontes e torres, essa prática, além de proibida, é muito perigosa. Por isso, além dos locais apropriados que as várias empresas de saltos propõem, o bungee jumping também pode ser praticado em feiras ou exposições, onde a torre e o guindaste são armados por uma equipe treinada e com todas as condições de segurança.

O salto mais alto

O Guinness (livro dos recordes mundiais) informa que o maior salto comercial de bungee jump é feito da Bloukrans River Bridge, uma ponte a 40km ao leste de Plettenberg Bay, na África do Sul. O salto é dado de uma plataforma sob a ponte e a altura de lá até o chão do vale é de 216m (709 pés). Há outro bungee comercial operante que alega ser um pouco mais alto com 220m (722 pés). Este último fica perto de Locarno, na Suíça, e pula-se do topo da barreira de uma hidrelétrica. O salto apareceu rapidamente na abertura de um dos filmes de James Bond. Em Dezembro de 2006, a AJ Hackett, empresa de esportes radicais, colocou um ponto de bungee jumping na Macau Tower, China, inaugurando assim o salto mais alto com 233m (764 pés). No entanto, este último não é considerado bungee jumping, já que é uma espécie de descida desacelerada.
O Guinness só registra saltos de plataformas fixas para garantir a precisão das medidas. John Kockleman, no entanto, entrou para o livro após um salto de 2200 pés de um balão na Califórnia, em 1989. Em 1991, Andrew Salisbury saltou 9000 pés de um helicóptero em Cancún para um programa de televisão, patrocinado pela Reebok. A corda atingiu uma tensão máxima de 3157 pés. Ele pousou a salvo de pára-quedas após o salto.

Brasil espanta a polêmica, despacha a Itália e avança à final em busca do tri Após primeiro set avassalador, seleção supera lesão de Bruninho, mantém a cabeça no lugar e cala a Arena de Roma para chegar à decisão de domingo

Clima hostil, troca de farpas, acusações voando de um lado para o outro. Quando a bola subiu neste sábado, o Brasil só precisou de 20 minutos para pulverizar duas semanas de polêmicas. Foi o tempo que durou o primeiro set da semifinal, num avassalador 25/15 que nocauteou a seleção italiana e fez a torcida se engasgar com as vaias na Arena de Roma. Dali em diante, os comandados de Bernardinho se dedicaram à tarefa de abater os donos da casa. Até então invicta, a Azzurra até se levantou e roubou a terceira parcial, mas logo voltou para o chão. Com grandes atuações de Leandro Vissotto e Marlon, que segurou a onda após uma lesão de Bruninho, a seleção verde-amarela aplicou um incontestável 3 a 1 (25/15, 25/22, 23/25 e 25/17) e saltou para encarar na final deste domingo a última barreira antes do tri mundial: os valentes cubanos.
Se conseguiu escapar de Cuba na terceira fase ao perder para a Bulgária, agora não tem mais jeito. Será justamente contra os caribenhos a decisão do Mundial, às 16h15m de domingo, com transmissão ao vivo do SporTV. Na primeira fase do torneio, eles levaram a melhor, batendo os brasileiros por 3 a 2 num jogo espetacular. Agora o cenário é diferente e vale a medalha de ouro.
vôlei Brasil x ItáliaFesta em amarelo na Arena de Roma: o Brasil despacha a Itália e avança para a decisão (Foto: Reuters)
O equilíbrio que todos esperavam neste sábado não chegou a acontecer. Após um primeiro set irrepreensível, o Brasil perdeu Bruninho, que levou um pisão acidental de Murilo no pé esquerdo. O levantador deu lugar a Marlon e ainda tentou voltar no fim da terceira parcial, mas não resistiu. Mesmo após todos os problemas físicos que teve no início do Mundial, com uma doença no intestino, Marlon deu conta do recado com sobras. Foi um dos motores da vitória verde-amarela, ao lado de um quase infalível Vissotto, autor de 24 pontos.
- Estou muito feliz por ter ajudado o time a vencer, mas o fim da guerra é amanhã. Temos que ter a cabeça no lugar para ganhar - afirmou Vissotto, em entrevista ao SporTV.
vôlei Matej CernicA Itália de Cernic foi nocauteada (Foto: AFP)
Primeiro set irretocável
O Brasil entrou na Arena de Roma com 12.178 torcedores gritando “buffoni” (palhaços), ofensa que tinha ouvido pela primeira vez em Ancona, na derrota para os búlgaros. E foi no meio das vaias que a seleção, blindada contra a pressão, mostrou o cartão de visitas e abriu 3/0. No terceiro ponto, Mastrangelo já encarava Dante na rede. Olhava e ria de forma irônica. Mas quem respondeu foi Vissotto. Com atuação impecável, o oposto virou todas e foi abrindo vantagem.
No retorno da primeira parada técnica, o placar era de 8/5. Logo pulou para 14/9, numa invasão do levantador Vermiglio. Quando os italianos erraram mais uma vez, com Mastrangelo atacando para fora, o técnico Andrea Anastasi pediu tempo. No 15º ponto, Bruninho vibrou e gritou em direção aos reservas. A seleção embalou e abriu seis pontos: 17/11. Estranhamente calmo, Bernardinho fazia no máximo sinais de positivo. A vantagem chegou a impensáveis 21/12, e a torcida já não esboçava o ânimo habitual. Anastasi ainda trocou seus jogadores, lançando Birarelli e Cernic nos lugares de Sala e Parodi. Não adiantou, o nocaute do primeiro set estava sacramentado. No chão, os italianos viram Lucão fechar a parcial em 25/15.
Apesar do golpe, a Itália não voltou grogue para o segundo set. Equilibrado, o placar de 8/8 fez Bernardinho parar o jogo. Na volta, Cernic, que tinha acertado um ace para empatar a partida, sacou para fora. Os italianos queriam bola dentro, abrindo a primeira de muitas polêmicas de arbitragem no set. O juiz chinês chamou Murilo na rede, e o ginásio quase veio abaixo com as vaias. O Brasil levou o ponto, mas sofreu um baque pouco depois. Bruninho levou um pisão no pé esquerdo e deixou a quadra. Foi substituído por Marlon, que não jogou a primeira metade do Mundial por causa de uma doença intestinal.

Mudou o levantador, mas a discussão continuou. Savani atacou e disse que a bola raspou no bloqueio de Dante, abrindo um bate-boca entre Marlon e Vermiglio na rede. O italiano recorreu ao juiz, mas não adiantou. As duas equipes seguiam se revezando na liderança. Enquanto Bruninho recebia atendimento no banco, Marlon arredondava a bola para Vissotto, que continuava virando todas as bolas. Murilo manteve o Brasil à frente e, com um ace de Lucão, veio o 23º ponto. Escorada na experiência de Fei, a Itália ainda tentou reagir, mas levou outro golpe: Brasil 25/22, 2 a 0 na partida.
vôlei BrasilEm dia ruim para Bruninho (à direita), que se machicou, o Brasil venceu e foi à final (Foto: AFP)
Os fiscais de linha, italianos, cometiam erros grosseiros a favor do time da casa, e era o juiz chinês que corrigia as falhas. Os brasileiros tentavam não perder a cabeça. Mas, como Rodrigão tinha previsto durante a semana, as provocações começaram no terceiro set. Vermiglio falava com Dante, que andava pela quadra. Murilo chamou o companheiro e pareceu pedir para que ele não caísse no jogo emocional. Mas o time caiu, e os italianos abriram vantagem no placar. Mastrangelo gesticulava para Vissotto, Marlon encarava e, perdendo por 10/6, Bernardinho pediu tempo. Os atletas ouviram os gritos do técnico e as orientações de Giba. Ainda assim, a Itália foi para a segunda parada técnica com 16/13.
E seguiu na frente. Fei atacava bem pela saída de rede, enquanto Mastrangelo conseguia parar Murilo no meio fundo. Com 18/13, Bernardinho parou o jogo outra vez. O Brasil melhorou, e o técnico fez a inversão de 5-1, mandando Bruninho de volta à quadra ao lado de Theo, nos lugares de Marlon e Vissotto. Mas Bruninho mal conseguia se movimentar em quadra, mancava e, na bola que poderia ser o 19º ponto brasileiro, errou o saque. No banco, o treinador levou a mão ao rosto e baixou a cabeça. Com a alteração desfeita, a seleção ainda apertou e cortou a diferença para um ponto. Mas não deu. Os italianos fecharam em 25/23, respiraram no jogo e acordaram a torcida.
vôlei BrasilOs brasileiros festejam a vitória (Foto: AFP)
Mas não abalaram os brasileiros. Com os brios mexidos, os jogadores voltaram afiados para a quarta etapa. Com bons saques de Murilo, um bloqueio de Dante e erros de Fei, o Brasil abriu 6/2. Em uma só tacada, congelou a torcida e ganhou o fôlego necessário para controlar o ritmo do jogo. Isso não significa que Bernardinho estava calmo. O técnico quase rasgou a camisa ao ver Murilo errar um passe. A Itália apertou o placar. Bloqueado por Mastrangelo, Rodrigão se irritou e chutou a bola nas arquibancadas.

Vermiglio provocava na rede. Durante um rali, chegou a cair no chão e demorou a levantar. A pedido de Dante, o juiz parou o ponto. O brasileiro foi até o levantador, que dispensou a ajuda. Dante insistiu, estendendo a mão, mas o italiano não parava de falar. Virou-se para Vissotto, que o chamou de maluco.
Fato é que, na segunda parada, o Brasil já tinha 16/10 no placar. E continuou abrindo vantagem. Com Vissotto no ataque e um ace de Dante, colocou 20/11. Fei ainda retornou à quadra e atrapalhou a recepção brasileira, mas àquela altura o estrago estava feito, e Vissotto seguia virando todas. A Arena de Roma já não gritava. Os italianos já não provocavam. Os fiscais de linha já não ajudavam. E o Brasil garantia a vaga na final, sem se desviar do caminho que leva ao tricampeonato mundial.

Tempestade não cessa em Suzuka, e treino é adiado para as 22h de sábado

Pilotos disputarão o treino classificatório do GP do Japão apenas cinco horas antes da prova, que tem largada programada para as 3h deste domingo

E não teve jeito. A forte tempestade que desaba sobre Suzuka desde a tarde de sexta-feira e deixou as condições da pista impraticáveis forçou o adiamento do treino classificatório do GP do Japão. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) marcou o início da luta pela pole no circuito japonês para as 22h de sábado (de Brasília), 10h de domingo no horário local.

Com a decisão de Charlie Whiting, diretor de provas da FIA, o treino classificatório será disputado apenas cinco horas antes da largada, programada para as 3h (de Brasília), 15h locais. O safety car saiu algumas vezes à pista para avaliar as condições do circuito, mas sem sucesso. O alemão Bernd Maylander, piloto do carro de segurança, sofreu para manter o Mercedes SLS AMG, preparado para andar em um ritmo próximo dos carros de Fórmula 1 na pista.
Esta é a primeira vez que um treino classificatório é adiado desde o GP do Japão de 2004, também em Suzuka. Na ocasião, a pole foi disputada no domingo por causa da passagem do tufão Ma-on. Na época, a previsão era de ventos de até 180 km/h, mas a tempestade acabou sendo mais branda. O circuito, de qualquer forma, não teve atividades de pista durante todo o sábado.
Jenson Button, atual campeão mundial, disse que não havia chances do treino classificatório ser realizado. Segundo o inglês da McLaren, as condições eram piores do que no GP do Brasil de 2009, quando a luta pela pole durou mais de quatro horas por causa da forte chuva em Interlagos.
Estava molhado demais, mais ainda do que no Brasil no ano passado. No treino livre, tivemos de andar devagar, pois se forçássemos mais, poderíamos sofrer um acidente. Não dava para completar uma volta. As condições pioraram muito e estavam bem complicadas - diz Button, em entrevista à imprensa inglesa.
Durante a espera, de mais de uma hora, pelo cancelamento do treino classificatório, os pilotos e equipes fizeram de tudo para se divertir. Lucas di Grassi, Timo Glock e seus mecânicos optaram por jogar pôquer em uma mesa improvisada. Já a RBR, a Lotus e a Sauber fizeram barquinhos que desciam o rio formado pelo excesso de água no pit lane de Suzuka, que fica em uma descida.

No dia da batalha, Bruninho brinca: ‘Sonífero no ar condicionado’

Levantador afirma que seleção brasileira dormiu bem e acordou melhor ainda antes da semifinal do Mundial de Vôlei contra a Itália

Bruninho no treino da seleção brasileira de vôleiBruninho, no treino da seleção brasileira de vôlei
(Foto: Carol Oliveira / Globoesporte.com)
Depois de alguns dias de muita tensão, a descontração e a tranquilidade tomaram conta do último treino da seleção brasileira horas antes do esperado confronto com os italianos na semifinal do Mundial. Na manhã deste sábado, na Arena de Roma, o técnico Bernardinho caminhava mancando atrás das bolas. Com um par de tênis, encostou as muletas no banco de reservas. O capitão Giba e Rodrigão, na parte lateral da quadra, se aqueciam e riam um do outro. Já no fim, quando todos se encaminhavam para o ônibus, Bruninho tentou explicar o clima.

- Até brinquei com o João Paulo, acho que colocaram sonífero no ar condicionado. A gente dormiu muito bem e acordou melhor ainda - contou o levantador, rindo.

Brincadeiras à parte, Bruninho sabe a importância da partida que está por vir. A semifinal entre Brasil e Itália, além de uma vaga na decisão, vale colocar um fim às polêmicas que envolveram as duas equipes no campeonato. Situações que ultrapassaram a rivalidade em quadra. Os brasileiros acusaram os italianos de terem sido beneficiados pelo regulamento, enquanto os donos da casa criticaram a postura do rival na segunda fase, quando perdeu para a Bulgária e acabou pegando um caminho mais fácil.

De acordo com o levantador, o importante agora é se manter relaxado e com a cabeça no lugar para, quando entrar em quadra, estar totalmente pronto para a batalha.

- A gente sempre fica pensando no jogo, é normal, mas o que a gente tem que fazer agora é descansar. Isso é importante. A gente fez um bom treino, tranquilo e alegre. Agora, é manter o foco estar pronto na hora da batalha - afirmou Bruninho.

Brasil e Itália estarão frente a frente às 16h (de Brasília), disputandouma vaga na decisão. Os brasileiros buscam o tricampeonato, enquanto os italianos tentam o tetra. Na outra semifinal, às 12h (de Brasília), Cuba e Sérvia se enfrentam. O SporTV transmite as partidas ao vivo,

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sandro Dias na expectativa pelo Jump Festival: 'Será um show de manobras'

Em São Bernardo do Campo (SP), o skate vertical vai ser uma das atrações. Final da modalidade será exibida no Pro Rad, dentro do Esporte Espetacular

skate sandro diasSandro Dias será uma das estrelas do Jump Festival,
em São Bernardo do Campo-SP (Foto:Helge Tscharn)
A quinta edição do Jump Festival, em São Bernardo do Campo (SP), vai reunir atletas de elite como Sandro Dias, Lincoln Ueda, Edgard Vovô, Sérgio Negão, Eugênio Amaral e Lécio Batista, e outros novatos, como Dan Cezar e Roni Gomes estão confirmados. Um skatista amador ainda terá vaga garantida na disputa do skate vertical profissional. Ele será definido durante a programação, após a realização da SuperFinal, que reunirá dez competidores. Cinco deles já se garantiram na quarta edição do Jump Festival, em São Caetano do Sul (SP), e os demais serão conhecidos em São Bernardo do Campo (SP). O evento vai ser realizado de 07 a 10 de outubro, no bairro Anchieta.
- A estrutura montada em São Bernardo do Campo (SP) é realmente de impressionar e não fica devendo nada para as competições que disputamos fora do Brasil. É muito legal ver tudo isso acontecendo aqui no Brasil e mostra que os esportes de ação estão cada vez mais fortes e organizados. É muito legal participar do primeiro Jump Festival que abrirá espaço para skatistas profissionais. Com os nomes confirmados, certamente teremos um campeonato com um nível alto. Certamente vai ver um show de manobras - comentou Sandro Dias, pentacampeão mundial de skate vertical.


RBR domina sexta-feira, e Vettel bate Webber nos treinos livres em Suzuka

Equipe austríaca faz dobradinha nas duas sessões. Alonso é o quarto, uma posição à frente de Massa, o melhor brasileiro do dia. Rubinho fica em 14º

Por GLOBOESPORTE.COM Suzuka, Japão

O primeiro dia de treinos para o GP do Japão, em Suzuka, terminou sem surpresas, com o amplo domínio da RBR nas duas sessões. O alemão Sebastian Vettel, quarto no Mundial de Pilotos, foi o melhor em ambas, com o tempo de 1m31s465, 395 milésimos à frente do companheiro australiano Mark Webber, segundo colocado do dia e líder do campeonato. A equipe austríaca teve mais de sete décimos de vantagem sobre o terceiro, o polonês Robert Kubica, da Renault.
Vice-líder do Mundial de Pilotos, 11 pontos atrás de Webber, Fernando Alonso foi o quarto colocado, quase nove décimos mais lento que Vettel nesta sexta-feira. Em busca do tricampeonato da Fórmula 1, o  espanhol ficou uma posição à frente do companheiro Felipe Massa, quinto colocado no acumulado das duas sessões. O brasileiro ficou mais de um segundo atrás do líder do dia.
Lewis Hamilton McLaren acidente treino livre GP do Japão SuzukaMcLaren é retirada após batida (Foto: Getty Images)
Quem não conseguiu um bom desempenho foi a McLaren, que teve uma sexta-feira cheia de problemas. O inglês Jenson Button ficou apenas em sexto, atrás das duplas de RBR e Ferrari. O atual campeão do mundo não conseguiu andar no mesmo ritmo dos rivais em nenhuma das duas sessões. Já Lewis Hamilton teve o dia comprometido por um erro no treino da manhã, quando acertou a zebra da curva Degner, errou a freada, saiu da pista e acertou a barreira de pneus. A equipe conseguiu consertar o carro a dez minutos do fim, mas ele ficou só em 13º.
Após uma boa sexta posição de Rubens Barrichello no treino da manhã, a Williams não conseguiu manter o bom ritmo à tarde, quando os tempos melhoraram muito. O veterano brasileiro ficou apenas com a 14ª posição, mais de dois segundos atrás de Vettel. O alemão Nico Hulkenberg, seu companheiro, ficou quatro postos à frente, em décimo lugar nesta sexta-feira.
Após não andar pela manhã, quando cedeu seu lugar ao belga Jerome D'Ambrosio, Lucas di Grassi teve um bom desempenho à tarde. O brasileiro da VRT ficou na 21ª posição do dia, dois décimos mais rápido que o experiente companheiro Timo Glock. Bruno Senna, outro piloto do país na categoria, ficou na 23ª e penúltima posição, à frente apenas do japonês Sakon Yamamoto, seu colega na Hispania. Ambos ficaram muito atrás dos rivais nesta sexta-feira em Suzuka.
Veja os melhores tempos da sexta-feira de treinos livres para o GP do Japão:
1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m31s465 (54 voltas)
2 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m31s860 (52)
3 - Robert Kubica (POL/Renault) - 1m32s200 (55)
4 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m32s362 (57)
5 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m32s519 (60)
6 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m32s533 (47)
7 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m32s703 (57)
8 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m32s831 (47)
9 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m32s842 (39)
10 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m32s851 (50)
11 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m32s880 (35)
12 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m33s471 (50)
13 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m33s481 (17)
14 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m33s564 (37)
15 - Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari) - 1m33s697 (56)
16 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m34s005 (58)
17 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m34s055 (59)
18 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m34s310 (54)
19 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m36s095 (62)
20 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m36s333 (56)
21 - Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m36s630 (28)22 - Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m36s834 (45)
23 - Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m37s352 (61)24 - Jerome D'Ambrosio (BEL/VRT-Cosworth) - 1m37s778 (23)
25 - Sakon Yamamoto (JAP/Hispania-Cosworth) - 1m37s831 (60)

Brasileirão 2010

PC Gusmão e Renato Gaúcho: semelhanças e bom rendimento

Vasco e Grêmio passaram por mudanças drásticas com a chegada dos dois

Os dois mudaram a história de Vasco e Grêmio no Brasileirão
Os dois mudaram a história de Vasco e Grêmio no Brasileirão

PC Gusmão e Renato Gaúcho podem ser considerados técnicos de sucesso da nova geração do futebol brasileiro. Prova disso é o momento tranquilo que Vasco e Grêmio atravessam na tabela do Brasileirão. A situação das equipes era bem diferente antes dos dois assumirem o comando.
As semelhanças entre os treinadores não esbarram apenas no passado dentro dos gramados. Além de terem tirado Vasco e Grêmio da zona de rebaixamento este ano, ambos têm grande identificação com o Rio de Janeiro. PC atuou pelo pela equipe de São Januário e já treinou os quatro grandes clubes da cidade. Renato Gaúcho, por sua vez, jogou por Fla e Flu e comandou o Gigante da Colina e o Tricolor das Laranjeiras.
Grandes motivadores, além de conquistarem a torcida com facilidade, os dois treinadores sempre tiveram o apoio de todos os jogadores por onde passaram.
Até o início de ano dos técnicos têm lá suas semelhanças. PC e Renato treinavam times de menor expressão, do Nordeste, antes de assumirem Vasco e Grêmio. O técnico do Gigante da Colina fez ótima campanha com o Ceará nas sete primeiras rodadas do Brasileirão, deixando o Vozão na segunda posição na tabela. Já Renato fez trabalho razoável com o Bahia na Série B.
A mudança pelas quais as duas equipes passaram é tão evidente que PC Gusmão e Renato Gaúcho já atingiram marcas importantes neste campeonato. O técnico vascaíno bateu o recorde de Muricy Ramalho e se transformou no técnico mais tempo invicto na era dos pontos corridos, com 19 partidas sem perder.
Já Renato Gaúcho colocou o Grêmio na liderança do segundo turno do Brasileirão, com 19 pontos ganhos.
O treinador vascaíno faz questão de elogiar a fase da equipe do rival deste sábado, em São Januário.
- Tenho que dar parabéns ao Renato pelo trabalho que ele vem fazendo. Pegou o Grêmio em uma situação ruim e está fazendo belo trabalho. A nossa situação não é diferente. Também pensamos apenas na vitória, esperamos que a torcida jogue junto. São dois jogos em casa e temos de vencer - disse.
Segundo PC, a necessidade de se afirmar para um treinador é diária.
- Somos jovens e estamos buscando nosso espaço a cada dia. Temos de mostrar que temos capacidade a cada jogo. Ele viveu a vida toda no futebol e, assim como eu, está acostumado com a pressão - afirmou.

Antes da chegada de PC Gusmão e Renato Gaúcho:


Vasco
Grêmio
Vitórias
1
2
Empates
3
6
Derrotas
4
5
Gols marcados
5
15
Gols sofridos
12
19
Aproveitamento de pontos
25%
30%

Depois da chegada de PC Gusmão e Renato Gaúcho:


Vasco
Grêmio
Vitórias
7
9
Empates
11
3
Derrotas
2
3
Gols marcados
24
30
Gols sofridos
15
14
Aproveitamento de pontos
53%
62%

O Que é Bodyboard

Bodyboard é um desporto onde o praticante desce a onda deitado ou de joelhos em uma prancha, que tem medidas (médias) de 39 polegadas a 42 polegadas (podendo haver maior ou menor. Para auxílio da prática do desporto, utilizam-se pés de pato - nadadeiras - que servem para auxiliar na entrada da onda e na execução de manobras.
O desporto que deu origem ao Bodyboard era conhecido no Havaí como paipo-board. No fundo é um bodyboard mais erudito fabricado de madeira. O paipo é a prancha reportada como a mais antiga para apanhar ondas, pelo menos que esteja registado, mas é algo que surge como senso comum se pensarmos que é a forma mais obvia de andar nas ondas, e uma evolução natural ao bodysurf. Mais tarde os reis havaianos, e apenas eles construiram pranchas maiores, autênticos troncos, para andar "de pé" nas ondas, uma forma de se distanciarem da plebe. Os nativos em geral continuaram a usar o paipo para se divertirem, algo que veio até aos nossos dias até à invenção da prancha de surf.
O paipo esteve na obscuridade durante algumas décadas, até que o engenheiro químico e surfista americano Tom Morey foi quem deu cara nova ao esporte. Aperfeiçoando a idéia dos nativos, Morey, que morava no Havaí, re-criou um paipo usando a primeira prancha de espuma de polietileno. Chamou-lhe bodyboard.
Ao mudar-se para a Califórnia, em 1974, começou com uma pequena produção de fundo de quintal. No ano seguinte, uma multinacional americana comprou os direitos de produção e passou a fabricá-la em grande escala.
O resto da história é sobejamente conhecida, o bodyboard rapidamente ganhou milhares de praticantes, dentro e fora do mundo "surf", por ser um meio mais seguro, divertido e acessível, mas teve um crescimento tal que chegou a assustar a já estabelecida na altura industria do surfwear, que através de um boicote geral criou a primeira crise da história do bodyboard. Foi durante esta crise que se deram os primeiros passos para o estabelecimento de marcas 100% bodyboard.
A nível desportivo a performance do bodyboard chegou a píncaros nunca sonhados por Tom Morey, que apenas tinha planejado um desporto mais acessível a todos, em conformidade com o espírito paipo. No entanto as possibilidades desta prancha revelaram-se imensas, chegando a ser o desporto nr. 1 no que toca a desempenhos nas ondas mais perigosas do planeta. Nos picos mais desafiantes do planeta como pipeline, teahupoo, sharkisland, el fronton ou cyclops os limites foram e são ditados pelo que os bodyboarders conseguem fazer.
Esta mudança de atitude, ou revelação das possibilidades do bodyboard, mudaram radicalmente a natureza do mesmo, e se ainda é utilizado como meio de lazer pelas famílias em condições suaves, é também o desporto aquatico mais agressivo e técnico da actualidade, exigindo uma preparação física intensa aos seus praticantes mais sérios, especialmente ao nível lombar. A quantidade de manobras que se fazem num bodyboard é imensa, e cada vez com mais grau de dificuldade, não sendo uma comparação fútil colocar este desporto como os ginastas do mar.

Manobras

Abaixo uma listagem das principais evoluções do Bodyboard.
  • Drop Knee: andar com um dos pés e o joelho oposto apoiados na prancha em vez de andar deitado.
  • Tubo: ficar, durante alguns instantes, totalmente encoberto pela onda, no espaço formado pela parede da onda e a projeção de sua crista, quando a mesma se quebra.
  • 360: girar num eixo perpendicular ao solo e no sentido do corte da onda (se estamos descendo uma onda para a esquerda, a rotação é feita para a esquerda), esta manobra pode ser feita em diversas seções da onda.
  • 360 invertido: girar no sentido contrário (para a direita numa onda para a esquerda), contra a força natural da onda. É mais difícil que o 360 convencional, pontuando melhor em campeonatos (no Brasil pode ser chamado apenas de "invertido").
  • El rollo: pode ser ou não uma manobra aérea, bater contra a crista da onda, girar num eixo paralelo ao solo em torno de si e retornar a base dela mesma. Somente é considerada aérea caso o executor se separe da crista da onda, verticalmente, durante a realização da manobra.
  • Aerial: virar junto com a prancha contra a crista da onda, levantar vôo, e retornar a alguma parte da mesma.
  • ARS: Air Roll Spinner (literalmente o El Rollo 360 Aéreo) manobra aérea, onde se executa um El Rollo e, ainda no ar, inicia-se um 360, podendo completá-lo antes ou depois de aterrizar na onda novamente. Foi inventada pelo australiano Michael Eppelstun link
  • Backflip: manobra aérea, inicia-se como um El Rollo ou Aerial, batendo-se contra a crista da onda e projetando-se no ar, executando um giro num eixo perpendicular ao solo (diferentemente do eixo paralelo seguido pelo El Rollo e ARS). Manobra muito arriscada devido à possibilidade de dano cervical..
  • Frontflip: manobra aérea, inicia-se como um Out Of The Lip ou Aerial, batendo-se a favor da crista da onda e projetando-se no ar, executando um giro frontal num eixo perpendicular ao solo.
  • 360 aerial: manobra aérea, bater contra a crista da onda e girar 360 graus, num eixo horizontal, ainda no ar, voltando a aterrar em alguma parte da onda (quando feito no sentido contrário ao corte da onda é chamado 360 aéreo invertido, ou ainda, no Brasil, invertido aéreo).
  • Invertido aéreo: manobra executada quando o praticante vai em direção ao lip da onda, saindo totalmente da mesma executando um 360 invertido no ar, totalmente fora da onda.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O Que é BMX

BMX (Bicycle MotoX ou ainda bicycle motocross) é uma forma de ciclismo ou de determinado tipo de bicicleta geralmente que fazem o uso de rodas de 20 polegadas de diâmetro.
Surgiram no estado da Califórnia nos Estados Unidos no final da década de 1960.

Origem

Recentemente foi descoberto um artigo de jornal, fotografias e um vídeo que comprovam que o BMX e as corridas de BMX organizadas não nasceram nos anos 60/70 na Califórnia (EUA) mas de facto em Amersfoort (Holanda) no ano de 1957.
Nos anos 60, as crianças imitavam seus ídolos do motocross com suas bicicletas, construíam pistas e faziam corridas informais. Assim nascia um novo esporte. Durante os anos 70 este novo esporte começou a crescer, surgiram equipes, campeonatos, revistas especializadas, marcas novas de peças e bicicletas BMX.
No final dos anos 70 alguns pilotos mais velhos como Tinker Juarez  começaram a aventurar-se em piscinas e skateparks, até ai território dos skaters. As manobras que começaram a criar fora das pistas de terra, começaram a dar nas vistas. Surgia o Estilo Livre, ou Freestyle. Um dos pioneiros, e considerado "pai" do Freestyle foi o Bob Haro, que inventou muitas das primeiras manobras e também criou a Haro Bikes e a primeira BMX de Freestyle - Haro Freestyler . Outros pioneiros foram R.L. Osbourn, Woody Itson, Mike Dominguez e Martin Aparijo.
Durante os anos 90 apareceu um novo herói, Matt Hoffman , que "salvou" o BMX Freestyle numa época em que a popularidade do BMX quase que desapareceu. Hoffman criou a Hoffman Bikes, organizou campeonatos e bateu vários recordes mundiais e foi durante muitos anos o campeão mundial na disciplina Vert.
Kevin Jones foi a outra grande figura doa anos 90 mas no estilo Flatland. Jones apenas participou em alguns campeonatos como amador no final dos anos 80 mas era suficiente para meter medo aos "Pro's" cada vez que aparecia. Foi na sua pequena cidade de York, Pennsylvania (EUA) que ele inventou centenas de manobras novas e criou uma serie de filmes chamados "Dorkin' in York" que revolucionaram o Flatland.
O documentário Joe Kid on a Stingray é o primeiro filme a contar a história do BMX desde o lançamento da bicicleta Schwinn Stingray em 1963 até aos X Games passando pela época de ouro do BMX nos anos 80.
O BMX chegou com toda a sua força no Brasil em 1978, sendo chamado de bicicross.
O BMX, que para alguns é um esporte e para outros estilo de vida, é caracterizado pelas manobras que vão desde as simples às arriscadas, e sempre onde é praticado chama a atenção do público por ainda ser um esporte novo e pelo belo visual conferido pelas manobras e pela emoção sentida pelo público a cada manobra arriscada.
Atualmente o BMX já está entre os maiores desportos de acção do mundo, sendo inclusive um dos que mais crescem em número de participantes. Vários campeonatos são realizados anualmente, no mundo e também no Brasil , existindo inclusive, a "copa do mundo" de BMX, o Campeonato Mundial de BMX, realizado anualmente.

Modalidades

O BMX se divide em duas modalidades, o BMX Racing (corrida) e o BMX Freestyle (Manobras).
Já o Freestyle (estilo livre) também é dividido em modalidades, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.
Dirt Jumping
É praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas, podem ser rampas únicas, doubles, ou sequencias chamadas de trails. As manobras são uma mistura das manobras vistas no vert com os grandes saltos do bicicross.
Vert
Vert ou Vertical é praticado em uma rampas com formato de “U”, denominada Half-Pipe, com manobras nas bordas e nos chamados aéreos (vôos para fora da rampa) onde os atletas buscam executar manobras de alto grau de dificuldade o mais alto possível no dois lados da rampa. É uma modalidade com um belo visual para espectadores.
Street
É praticado nas ruas, os obstáculos são tudo o que possa ser encontrado, desde escadas, corrimãos, paredes, bancos, monumentos e etc. As manobras combinam o Dirt , o Vert e o Flatland são executadas ao se transpor algum obstaculo, e o que vale é a criatividade em cada obstáculo encontrado pelas ruas.
Park
É praticado em percursos fechados (skateparks ou bikeparks) onde se encontram obstáculos que, inicialmente, procuravam simular os obstáculos das ruas, mas actualmente já possui um desenho próprio, com rampas para aéreos e para saltos, bancadas, muros e paredes, e possui ainda hoje algumas poucas simulações de obstáculos encontrados nas ruas, como escadas e corrimãos.
Flatland
É praticado em áreas planas e sem obstáculos, as manobras são um desafio de equilíbrio, criatividade e agilidade que podem ser estáticas (usando travões) ou com muito movimento (sem os travões). Os atletas ou artistas buscam executar varias combinações e variações seguidamente sem interrupção do movimento entre uma manobra e outra. A Bicicleta utilizada no Flatland é a mais diferenciada entre as usadas nas outras modalidades do Freestyle.

BMX no Brasil

No dia 3 de Julho de 1978, Orlando Camacho foi convidado pela Monark para chefiar a primeira equipe de BMX Racing da América do Sul. Com grande experiência em competições de ciclismo e vários títulos conquistados, Camacho convidou garotos do bairro da Mooca, em São Paulo, para participar da equipe. Assim nascia o BMX no Brasil.
A primeira exibição aconteceu no Guarujá, em agosto de 1978. Dois anos depois foi construída a primeira pista para a prática de BMX Racing da América do Sul, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, próximo à Ponte da Avenida Cidade Jardim.
A partir daí, outras empresas passaram a interessar-se pelo esporte e montaram suas equipes. Vários modelos de bicicletas foram lançados e mais pistas foram construídas por todo o país.

Ensaio fotográfico

ter, 05/10/10
por mayagabeira |
categoria 

Posando para a capaFiz um ensaio para a Women’s Health Magazine (Brasil)! É a primeira vez que uma não-modelo está na capa. Estou muito honrada!
Depois de três semanas viajando (estive em Nova York e, depois,  vim para o Rio de Janeiro), hoje à noite volto para a Califórnia.

Brasileirão 2010

tabela do campeonato



P J V E D GP GC SG %
1
Fluminense
52
28
15
7
6
49
30
19
61.9
2
Corinthians
49
27
14
7
6
49
32
17
60.5
3
Cruzeiro
48
27
13
9
5
37
26
11
59.3
4
Internacional
44
27
13
5
9
34
27
7
54.3
5
Atlético-PR
43
28
12
7
9
31
33
-2
51.2
6
Botafogo
43
28
10
13
5
42
32
10
51.2
7
Santos
42
27
12
6
9
45
35
10
51.9
8
Grêmio
42
28
11
9
8
45
33
12
50
9
Palmeiras
39
27
9
12
6
31
28
3
48.1
10
São Paulo
38
28
10
8
10
36
38
-2
45.2
11
Vasco
37
27
8
13
6
29
27
2
45.7
12
Ceará
35
28
8
11
9
22
29
-7
41.7
13
Guarani
34
28
8
10
10
31
41
-10
40.5
14
Vitória
31
28
7
10
11
32
39
-7
36.9
15
Flamengo
30
27
6
12
9
26
30
-4
37
16
Avaí
29
27
7
8
12
36
40
-4
35.8
17
Atlético-MG
28
28
8
4
16
35
50
-15
33.3
18
Atlético-GO
26
27
7
5
15
35
42
-7
32.1
19
Goiás
25
27
6
7
14
31
47
-16
30.9
20
Prudente
21
28
5
9
14
26
43
-17
28.6
Taça LibertadoresSul-americanaRebaixados
P pontos J jogos V vitórias E empates D derrotas GP gols pró GC gols contra SG saldo de gols (%) aproveitamento
Quarta-feira, 06 de outubro

  • Grêmio
    4X0
    Prudente
    19h30
    Olímpico

  • Guarani
    1X1
    Botafogo
    19h30
    Brinco de Ouro

  • São Paulo
    2X0
    Vitória
    21h50
    Arena Barueri

  • Atlético-PR
    0X0
    Vasco
    22h00
    Arena da Baixada

  • Atlético-MG
    2X1
    Corinthians
    22h00
    Arena do Jacaré

  • Ceará
    1X0
    Internacional
    22h00
    Castelão

  • Quinta-feira, 07 de outubro
  • Goiás
    X
    Cruzeiro
    21h00
    Serra Dourada

  • Palmeiras
    X
    Avaí
    21h00
    Pacaembu