sábado, 29 de março de 2014

Cyborg revela torcida por Carano
caso luta contra Ronda se concretize

Lutadora desabafa sobre dificuldade para bater peso e conta que perde mais de 10 kg de músculo e água para lutar: 'Se fosse fácil, já estaria nos 61kg'

Por Direto de Las Vegas, EUA
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A brasileira Cristiane Justino dos Santos, a Cris Cyborg, bateu tranquilamente os 65,91 kg exigidos para o combate desta sexta-feira, contra a holandesa Jorina Baars, pelo campeonato de muay thai Lion Fight 14, que acontece no Hard Rock Hotel e Cassino em Las Vegas, EUA. Com o semblante tranquilo, mas sério, ela protagonizou uma encarada dura contra a atual campeã do torneio e chegou ao local com seu ex-empresário e amigo, Tito Ortiz, que acompanhou de perto todos os passos da atleta.
Antes da pesagem, Cris falou  ao Combate.com sobre a sua relação com o peso e explicou a dificuldade em conseguir baixar de categoria e finalmente desafiar a atual campeã peso-galo do UFC, Ronda Rousey:
MMA  - pesagem Lion Fight 14 - Cris Cyborg (Foto: Evelyn Rodrigues)Cyborg está pronta para enfrentar Baars (Foto: Evelyn Rodrigues)
- Realmente as pessoas não têm muito conhecimento nessa área, elas pensam que eu peso 65 kg e que para baixar para 61kg eu teria que perder 4kg. Elas não sabem que eu normalmente peso 75kg e tenho que passar por um processo de perda de quase 10 kg para bater 65kg. E isso é difícil, eu desidrato bastante, bato o peso quase morrendo. É claro que, desde dezembro, estou mudando a minha dieta, estou fazendo um trabalho certinho para perder músculo, porque eu peso 65kg e tenho só 4% de gordura corporal e é difícil perder músculo. Perder gordura é fácil, o músculo é difícil de ganhar e de perder. Para não perder a minha explosão, que é a minha característica, eu tenho um trabalho duro por trás, tenho que perder músculo - explica, completando:
- Se eu pesasse 75 kg e fosse gordinha, era fácil, só que com 4% de gordura é difícil para mulher, é muito baixo. Se fosse fácil, eu já estaria nesse peso. Até porque quanto tempo eu fiquei sem lutar por falta de adversária na minha categoria? Já fiquei quase quatro anos parada por causa disso, lutava uma vez no ano, ficava dois anos parada…Mas eu vou dar o meu máximo para baixar de peso e fazer esse duelo acontecer. Já estou fazendo dieta, já estou me regrando, e é até por isso que estou com bastante compromissos na agenda esse ano, para manter a cabeça focada e acredito que vai dar tudo certo.
Cyborg também falou sobre a sua preparação para o combate desta sexta, o seu retorno para o octógono e futuro no MMA, a relação com Tito Ortiz e revelou, ainda, que torceria por Gina Carano, caso o duelo entre ela e Ronda Rousey realmente se concretize:
MMA  - pesagem Lion Fight 14 - Cris Cyborg (Foto: Evelyn Rodrigues)Baars e Cyborg na famosa encarada após a pesagem oficial (Foto: Evelyn Rodrigues)


- Eu acho que ia ser bom para mim independente de quem ganhasse. Se a Gina ganhasse, seria bom porque teria a revanche, se a Ronda ganhar, os fãs vão pedir mais ainda pelo duelo comigo. Eu vou tentar ser imparcial, mas eu torceria pela Gina, apesar de ela estar em desvantagem. É fácil para a Ronda falar: ‘Eu vou subir de peso para lutar contra a fulana que não luta há 4 anos’. A Gina lutou pela última vez em 2005 e a Ronda está aí lutando direto, mas vamos ver.
Confira a entrevista na íntegra:
Combate.com: É a segunda vez que vc está lutando por esse campeonato Lion Fight. O que te motivou a buscar esse tipo de desafio neste momento da sua carreira?
Cris Cyborg: "Eu gosto de competir e acredito que sempre evoluo como atleta quando estou competindo.É lógico que o MMA é o principal para mim, mas cada modalidade que eu faço separada me ajuda a evoluir. Fora isso, a adrenalina é a mesma, independente de ser uma luta de MMA ou muay thai. É claro que as regras são diferentes, a preparação física é diferente, pois não tem a parte de chão, mas os sparrings são fortes da mesma forma. Muay thai é uma modalidade difícil porque tem muito mais contato, tem muito chute e bloqueio, mas eu gosto porque me faz crescer. Eu treinei wrestling, jiu-jitsu, só falta agora lutar boxe. Está nos meus planos, quem sabe?"
Você tem um cartel de 2-0 no muay thai. A sua adversária, a Jorina, tem um cartel de 25 vitórias, nenhuma derrota e 3 empates. Como é para você já disputar o cinturão dessa modalidade com apenas duas lutas e contra uma adversária desse calibre?
Toda vez que eu vou competir em outra modalidade sem ser a que eu tenho mais experiência é um risco. Mas eu acho que isso é bom para mim, porque, quanto maior é o desafio, maior é o crescimento. Eu sempre respeitei todas as minhas adversárias, sempre treinei muito, nunca lutei no susto. É claro que a vitória é consequência e eu só quero fazer uma boa luta. Eu respeito a Jorina como atleta, ela já está há bastante tempo no muay thai e no kickboxing, mas dentro do ringue eu vou tentar buscar o meu espaço, dar o meu máximo e buscar a vitória. Eu quero fazer uma boa luta, uma boa apresentação e o que vir depois disso é consequência.
Você não luta MMA desde julho do ano passado. Falou-se em um retorno seu para o octógono em maio contra a Ediane Gomes, a Índia, pelo Invicta. Isso está confirmado?
Sim está confirmado, vai ser em maio mesmo contra a Índia. Infelizmente vai ser um duelo de brasileiras, mas o esporte é assim, não tem muitas mulheres. Eu acho que vai ser uma boa luta, a Índia é uma grande lutadora, boa de chão, vem para a trocação também. Espero que ela esteja preparada para que façamos um bom espetáculo.
E esse duelo vai ser o último nos 65,9 kg? Você vai mesmo descer para os pesos-galos (61,36 kg) depois desse duelo?
Não, não digo que vai ser a última, eu vou defender meu cinturão. Eu vou descer para 61,36 kg para tentar fazer a luta contra a Ronda, mas eu vou continuar sendo campeã na divisão de cima, ou não sei como vai ser feito isso…o meu foco por enquanto é defender o cinturão, eu só desceria de peso para tentar fazer a luta contra a Ronda, já que ela só sobe de categoria se for lutar contra a Gina Carano, comigo não.
MMA  - pesagem Lion Fight 14 - Cris Cyborg (Foto: Evelyn Rodrigues)A brasileira segue com Ronda Rousey na alça de mira
(Foto: Evelyn Rodrigues)
Falando em Ronda Rousey, o que achou desses rumores de um possível duelo entre ela e Gina Carano?
A primeira vez que fiquei sabendo desses rumores eu perguntei: ‘Vai ser em que peso?’, porque a Gina tem problema para bater os 65 kg também. Ela é grande, pesada e eu pensei na hora que ela não conseguiria bater os 61,kg e que essa luta tivesse que ser nos 65,9 kg ou no catchweight. Aí, depois, veio a declaração da Ronda. Mas isso não me surpreendeu, porque desde o começo, desde a primeira vez, ela corre de mim, então ela subir de categoria para lutar com a Gina e falar que só a Gina, ela mesma está se entregando, ela sabe que não é capaz. Eu, se tiver um desafio, luto no peso que tiver que bater, se for fácil. O que é para ela subir 2,27 kg sendo que ela anda por aí pesando 72 kg para lutar judô? Tudo tem uma desculpa. Mas não me surpreendeu. Se essa luta acontecer, eu acho legal a Gina voltar a lutar, porque ela é uma das estrelas do MMA, ficou um tempo afastada, mas se ela achar interessante voltar porque é bom para o MMA feminino, eu estou torcendo para que aconteça. Meu objetivo nunca foi desrespeitar ninguém e sim fazer o esporte crescer e fazer o meu melhor dentro do octógono, mostrar que as mulheres são capazes.
Se ela voltar e vencer a Ronda, você ainda teria interesse em enfrentar a Ronda no futuro?
Eu não escolho luta, quem me colocarem para lutar, eu enfrento. Já não tenho adversária, se eu começar a escolher, vou ficar sem lutar. O meu objetivo é lutar, é minha vida, é o que eu amo fazer, seja contra a Ronda, contra a Gina ou quem tiver para lutar. Eu acho que ia ser bom para mim independente de quem ganhasse. Se a Gina ganhasse, seria bom porque teria a revanche, se a Ronda ganhar, os fãs vão pedir mais ainda pelo duelo comigo. Eu vou tentar ser imparcial, mas eu torceria pela Gina, apesar de ela estar em desvantagem. É fácil para a Ronda falar: ‘Eu vou subir de peso para lutar contra a fulana que não luta há 4 anos’. A Gina lutou pela última vez em 2005 e a Ronda está aí lutando direto, mas vamos ver.
Você e a Gina mantiveram contato depois da luta entre vocês?
Não…eu nunca mais falei com ela. Até encontrei um professor dela há um tempo atrás, até mandei um alô para ela, mas é que depois disso ela passou a fazer filmes e tal. Mas eu não tenho nada contra a Gina, ela é uma grande atleta, começou no muay thai também, lutou na Tailândia, tem um histórico de atleta e, quando eu lutei contra ela, ela sempre mostrou muito respeito, classe, independente de ser adversária. Eu tiro o chapéu para ela.
Foi difícil se preparar para esse desafio do Lion Fight em meio a tudo o que aconteceu nos últimos meses? Houve toda aquela questão dos comentários do Dana, a saída do Tito Ortiz e do George Prajin como seus empresários…O que mudou na sua vida desde então?
Na verdade eu sempre morei em San Diego, sempre treinei na Arena, continuei treinando lá quando comecei a trabalhar com o Tito. Ele deixou de ser meu empresário, mas a gente continua amigo e até treina juntos de vez em quando. Ele está me apoiando no duelo de sexta. É claro que eu fiquei chateada com tudo o que aconteceu, mas tudo é aprendizado, o fato de ele deixar de ser meu empresário para não deixar a relação com o Dana me afetar foi algo muito importante para mim, foi uma atitude que eu respeitei muito. Na verdade, eu nunca achei que seria necessário chegar a esse ponto, mas eu tento olhar para tudo o que acontece, mesmo para as críticas, de uma forma positiva, tento buscar o lado bom das coisas. Eu continuei focada, treinando, o tempo não para e a gente tem que continuar trabalhando independente dos obstáculos que aparecem. A gente tem que pular esses obstáculos e ir conforme a correnteza, contornando as pedras e seguir sempre em frente.
Você se arrepende de alguma coisa ou da forma como a sua ida para o UFC foi negociada naquela época?
Não, não me arrependo de nada. Acho que tudo o que eu faço eu tento fazer com consciência e acredito que tudo o que aconteceu tinha que acontecer. Falo isso até do doping. Foi ruim, muita gente ficou contra mim, passei um perrengue, mas acho que eu nunca passei nenhuma dificuldade mesmo na minha carreira. Deus sempre me abençoou em tudo o que eu fiz. Mesmo se eu quisesse entrar em um campeonato de bola de gude, eu sempre saía com uma medalha, então eu acho que sempre fui abençoada. Tudo o que aconteceu foi mais um aprendizado para que eu crescesse como atleta, amadurecesse e eu acredito que tudo tem uma razão. A gente erra e tem que aprender com cada erro, porque sempre vai haver uma consequência.
A Shannon Knapp, presidente do Invicta FC, declarou em algumas entrevistas que têm chovido propostas de novos empresários para você desde a saída do Tito Ortiz. É verdade?
É verdade. Todo mundo começou a me ligar, a mandar mensagem. E, por enquanto, eu não estou com cabeça para lidar com isso, não estou atrás de empresário. Todos os meus compromissos desse ano já estão fechados, então não vai mudar nada se eu pegar outro empresário. Eu tenho umas agências que fecham patrocínio para mim, tenho o meu advogado que me ajuda com algumas ações, enfim, não quero pensar em outro empresário. Eu quero um tempo para focar e treinar e o que tiver que acontecer vai acontecer, não preciso acelerar nada. Às vezes eu fico chateada porque quando eu estava lá atrás ninguém apareceu né, e agora todo mundo acha que eu estou na boca do gol, apesar de eu achar que ainda falta chão para tudo ainda, aparecem vários interessados em me empresariar. Mas estou tranquila, focada nessa luta de sexta, vou esperar e decidir com calma.

MMA  - pesagem Lion Fight 14 - Cris Cyborg (Foto: Evelyn Rodrigues)Cyborg enfatizou as dificuldades enfrentadas para baixar o peso e estar aptar para lutar (Foto: Evelyn Rodrigues)
Só para explicar para o público, você luta na divisão de 65,9 kg e a Ronda Rousey na de 61,36 kg. O público leigo não entende como é difícil perder essa diferença de 4,54 kg, ainda mais para uma lutadora do sexo feminino. Como é a sua relação com o peso e você pode explicar como funciona quando você precisa bater peso?
Realmente as pessoas não têm muito conhecimento nessa área, elas pensam que eu peso 65 kg e que para baixar para 61kg eu teria que perder 4kg. Elas não sabem que eu normalmente peso 75kg e tenho que passar por um processo de perda de quase 10 kg para bater o peso. E isso é difícil, eu desidrato bastante, bato o peso quase morrendo. É claro que, desde dezembro, estou mudando a minha dieta, estou fazendo um trabalho certinho para perder músculo, porque eu peso 65kg e tenho só 4% de gordura corporal e é difícil perder músculo. Perder gordura é fácil, o músculo é difícil de ganhar e de perder. Para não perder a minha explosão, que é a minha característica, eu tenho um trabalho duro por trás. Se eu pesasse 75 kg e fosse gordinha, era fácil, só que com 4% de gordura é difícil para mulher, é muito baixo. Se fosse fácil, eu já estaria nesse peso. Até porque quanto tempo eu fiquei sem lutar por falta de adversária na minha categoria? Já fiquei quase quatro anos parada por causa disso, lutava uma vez no ano, ficava dois anos parada…Mas eu vou dar o meu máximo, já estou fazendo dieta, já estou me regrando, e é até por isso que estou com bastante compromissos na agenda esse ano, para manter a cabeça focada e acredito que vai dar tudo certo.
Você recebeu algum contato do UFC desde que divulgou aquele comunicado? Porque o Dana White tinha dito em uma coletiva de imprensa que você teria que começar por baixo na divisão dos galos, que você não chegaria desafiando a campeã...
Não recebi nenhum contato do UFC, só vi o que saiu na mídia. Não tem problema, todo desafio para mim é bem vindo. Eu já tinha pensado nisso, é por isso que a primeira luta nos 61 kg seria no Invicta FC, até para ver como eu vou me sentir. Eu sei que não preciso provar nada para ninguém, onde eu deveria estar, onde estou, eu acho que os meus fãs sabem. Mas com certeza eu quero primeiro estrear no Invicta, que é a minha casa, para depois ver o que eu faço.
Você tinha dito que desafiaria a Ronda Rousey em dezembro, caso você conquiste o cinturão peso galo do Invicta…
Se ela não se aposentar até lá, porque ela está correndo, vai que ela se aposenta....

Costela tirou Raphael Assunção da disputa de título contra Renan Barão

Peso-galo, que vem de seis vitórias seguidas, agora planeja se recuperar e enfrentar o vencedor da luta entre o campeão e TJ Dillashaw, no UFC 173

Por Atlanta, EUA
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A surpresa pelo anúncio de TJ Dillashaw, e não Raphael Assunção, como o próximo desafiante ao cinturão dos pesos-galos do UFC, diante do campeão Renan Barão, acabou nesta sexta-feira, quando o próprio Assunção revelou o motivo de ter ficado fora da luta principal do UFC 173, na qual será posto em jogo o cinturão da categoria. Em sua conta no Twitter, o lutador disse que uma costela fraturada o impediu de aceitar a luta, que lhe foi oferecida antes de Dillashaw.
Raphael Assunção luta contra Pedro Munhoz no UFC 170 (Foto: Getty Images)Raphael Assunção venceu Pedro Munhoz no UFC 170, quando sofreu a lesão na costela (Foto: Getty Images)
- Uma lesão sofrida no UFC 170 (fratura na costela) me fez NÃO aceitar a luta pelo cinturão contra Renan Barão no UFC 173, dia 24 de maio. Me desculpem! - escreveu o lutador em sua conta no Twitter.
Com cerca de dois meses para a luta, Assunção não teria tempo para ficar totalmente curado da lesão e pronto para lutar contra Renan Barão. Os planos do UFC eram exatamente colocar frente a frente os dois brasileiros para a disputa do cinturão dos galos. Agora, com tempo para se recuperar, Assunção esperará pelo vencedor da luta entre Barão e Dillashaw para desafiar o campeão, provavelmente ainda este ano.
UFC 173
24 de maio de 2014, em Las Vegas (EUA)
CARD PRINCIPAL
Peso-galo: Renan Barão x TJ Dillashaw
Peso-pesado: Júnior Cigano x Stipe Miocic
Peso-galo: Takeya Mizugaki x Francisco Rivera
Peso-leve: Tony Ferguson x Katsunori Kikuno
Peso-leve: Jamie Varner x James Krause
CARD PRELIMINAR
Peso-leve: Michael Chiesa x Francisco Massaranduba
Peso-galo: Chris Holdsworth x Kyung Ho Kang
Peso-leve: Al Iaquinta x Mitch Clarke
Peso-leve: Anthony Njokuani x Vinc Pichel
Peso-leve: Yves Edwards x Piotr Hallman
Peso-pena: Doo Ho Choi x Sam Sicilia
Peso-meio-médio: Danny Mitchell x Li Jiangliang

Machucado, Saffiedine é substituído por Lawler em luta contra Ellenberger

Duelo do peso-meio-médio também passa do UFC 172 para o UFC 173

Por Rio de Janeiro
Uma das lutas de maior destaque do UFC 172 teve de ser adiada e também alterada. Tarec Saffiedine se machucou durante os treinos e não poderá participar do evento de abril. Por conta disso, o Ultimate decidiu colocar Robbie Lawler em seu lugar e transferir o duelo contra Jake Ellenberger para o UFC 173, em maio. A informação foi divulgada pelo site "MMAjunkie" e confirmada oficialmente pela organização.
UFC  Johny Hendricks e Robbie Lawler (Foto: Agência Getty Images) Johny Hendricks e Robbie Lawler na luta principal do UFC 171 (Foto: Agência Getty Images)
Os dois lutadores que vão se enfrentar vêm de derrotas. Jake Ellenberger (29-7) foi superado por Rory MacDonald em julho do ano passado, e Robbie Lawler (22-10-0, 1NC) perdeu para Johny Hendricks a disputa do cinturão da categoria no último dia 15 de março.
Curiosamente, o card do UFC 173, que será disputado no dia 24 de maio, está completo com 13 lutas e devidamente ordenado no site oficial do Ultimate. Já o UFC 172, marcado para 26 de abril, passou a ter dez combates e ainda não está dividido em card preliminar e card principal.
Rory MacDonald x Jake Ellenberger UFC MMA (Foto: Getty Images) Jake Ellenberger recebe chute de Rory MacDonald em sua última luta (Foto: Getty Images)
Rivera substitui Dillashaw
O UFC também  não demorou para anunciar o substituto do americano TJ Dillashaw, que deixou a luta contra Takeya Mizugaki no UFC 173 para encarar o brasileiro Renan Barão, na disputa do cinturão dos pesos-galos. O escolhido foi o também americano Francisco Rivera, que encarará o japonês na antepenúltima luta da noite.
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UFC 173
24 de maio de 2014, em Las Vegas (EUA)
CARD PRINCIPAL
Peso-galo: Renan Barão x TJ Dillashaw
Peso-pesado: Júnior Cigano x Stipe Miocic
Peso-meio-médio: Jake Ellenberger x Robbie Lawler
Peso-galo: Takeya Mizugaki x Francisco Rivera
Peso-leve: Tony Ferguson x Katsunori Kikuno
Peso-leve: Jamie Varner x James Krause
CARD PRELIMINAR
Peso-leve: Michael Chiesa x Francisco Massaranduba
Peso-galo: Chris Holdsworth x Kyung Ho Kang
Peso-leve: Al Iaquinta x Mitch Clarke
Peso-leve: Anthony Njokuani x Vinc Pichel
Peso-leve: Yves Edwards x Piotr Hallman
Peso-pena: Doo Ho Choi x Sam Sicilia
Peso-meio-médio: Danny Mitchell x Li Jiangliang
UFC 172
26 de abril de 2014, em Baltimore (EUA)
CARD DO EVENTO
Peso-meio-pesado: Jon Jones x Glover Teixeira
Peso-meio-pesado: Phil Davis x Anthony Johnson
Peso-médio: Luke Rockhold x Tim Boetsch
Peso-leve: Jim Miller x Bobby Green
Peso-pena: Max Holloway x Andre Fili
Peso-mosca: Joseph Benavidez x Tim Elliott
Peso-leve: Takanori Gomi x Isaac Vallie-Flagg
Peso-galo: Jessamyn Duke x Bethe Correia
Peso-leve: Yancy Medeiros x Joe Ellenberger
Peso-leve: Danny Castillo x Charlie Brenneman

Lutador rouba a cena ao se pesar de terno na pesagem do Circuito Talent

Gabriel Macario foi direto do trabalho para a pesagem e ainda ia para a faculdade depois. Evento em Osasco tem encarada tensa entre protagonistas

Por Osasco, SP
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O jovem Gabriel Macario, de 20 anos, ainda é um garoto buscando seu espaço no MMA, mas, nesta sexta-feira, o lutador roubou a cena de veteranos como Marcos Babuíno e João Paulo Rodrigues, atrações principais do Circuito Talent de MMA 7, que acontece neste sábado em Osasco-SP. Tudo porque chegou direto do trabalho para a pesagem do evento, que foi realizada num shopping local. Macario trabalha como representante comercial até as 16h e precisou pedir permissão ao patrão para sair uma hora mais cedo e ir se pesar. Ele conseguiu, mas chamou a atenção ao chegar de terno e gravata, figurino que carregou para cima da balança.
Gabriel Macario pesagem Circuito Talent de MMA 7 (Foto: Rodrigo Villalba/Divulgação)Gabriel Macario sobe à balança de terno e gravata e bate limite de peso (Foto: Rodrigo Villalba/Divulgação)
- Vim direto do trabalho, meu chefe me liberou um pouco mais cedo porque sabe da minha jornada tripla. Amanhã (sábado), ele vai assistir à minha luta. Saindo daqui, ainda vou correr para a faculdade, que hoje tenho aula - explicou Gabriel através da assessoria de imprensa do evento. O jovem lutador de 20 anos cursa publicidade.
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Encarada Marcos Babuíno João Paulo Rodrigues Circuito Talent de MMA 7 (Foto: Rodrigo Villalba/Divulgação)Marcos Babuíno (dir.) e João Paulo Rodrigues se
encaram (Foto: Rodrigo Villalba/Divulgação)
Mesmo com o traje, Gabriel marcou 73kg, limite acordado para seu combate contra Marcial Robles. Será sua segunda luta profissional de MMA, após estrear com vitória no Circuito Talent 4, em outubro do ano passado. No resto da pesagem, apenas Jayme Barros ficou acima do limite do peso de sua categoria, peso-pena, ao bater 67kg. Jânio Rodrigues, seu adversário, marcou 66kg e aceitou fazer o combate em peso combinado. Ele recebeu 20% do valor da bolsa de Jayme.
A luta principal, entre Marcos Babuíno e João Paulo Rodrigues, teve encarada tensa. Babuíno encarou João Paulo de boné e óculos escuros e os dois quase se tocaram. A luta vale o cinturão da categoria.
Confira os resultados da pesagem abaixo:
Circuito Talent de MMA 7
29 de março de 2014, no Ginásio Geodéstico, em Osasco (SP)
CARD PRINCIPAL
Até 66 kg: Marcos Babuíno (65,6 kg) x João Paulo Rodrigues (66 kg) - Disputa de cinturão dos pesos-penas
Até 70,7 kg: Celsinho Venicius (70,7 kg) x André Urso (70,5 kg)
Até 77,6 kg: Eduardo Pamplona (77,5 kg) x Federico Torres (77,5 kg)
Até 73 kg: Udi Lima (72,5 kg) x Clecio Bruto (70,7 kg)
Até 66,2 kg: Serginho Soares (66 kg) x Dioginis Overeem (65,8 kg)
Até 120,7 kg: Kitner Moura (107,8 kg) x Rodrigo Batista (114,9 kg)
CARD PRELIMINAR
Até 66,2 kg: Jânio Rodrigues (66 kg) x Jayme Barros (67 kg)
Até 77,6 kg: Everaldo Osso (76,8 kg) x Edvaldo Gameth (77 kg)
Até 120,7 kg: Armando Polêmico (105 kg) x Salvador Minniti (104,2 kg)
Até 84,4 kg: Gabriel Checco (84 kg) x Uryan Carlos (83,5 kg)
Até 84,4 kg: Diogo Almeida (84,1 kg) x Rafael Xavier (83,7 kg)
Até 77,6 kg: Julio Gomes (77,3 kg) x Sergio Ferreira (76,6 kg)
Até 57,2 kg: Felipe Efrain (57 kg) x Vinicius Moraes (57 kg)
Até 73 kg: Marcial Robles (73 kg) x Gabriel Maccario (73 kg)

WSOF: Toquinho bate peso e confirma primeira luta após demissão do UFC

Lutador brasileiro iguala rival Steve Carl na balança com 77,1kg. Ele
também passou por exame antidoping antes do duelo

Por Las Vegas, EUA
60 comentários
Depois de ser submetido a um exame antidoping poucos dias antes de lutar, Rousimar Toquinho passou por mais um obstáculo nesta sexta-feira, em Las Vegas (EUA). O ex-peso-médio subiu na balança pela segunda vez na carreira para ficar dentro do limite do peso-meio-médio e conseguiu. Assim, a disputa do cinturão da categoria no World Series of Fighting, contra o campeão Steve Carl, está confirmada. Ambos bateram 77,1kg.
MMA Steve Carl e Rousimar Toquinho Palhares WSOF (Foto: Reprodução/Twitter)Steve Carl e Rousimar Toquinho se encaram após pesagem no WSOF (Foto: Reprodução/Twitter)
Rousimar Toquinho foi dispensado do Ultimate no fim do ano passado por ter demorado a soltar uma finalização (chave de tornozelo) e machucar Mike Pierce, seu adversário no UFC: Maia x Shields. A luta deste sábado no WSOF 9 é a primeira dele desde então.
Outro brasileiro presente no card é Marlon Moraes. Ele e Josh Rettinghouse vão disputar o título inaugural do peso-galo no WSOF. Os dois lutadores também bateram o mesmo peso, o limite da categoria para duelos que valem cinturão: 61,2kg.
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Marlon Moraes x Josh Rettinghouse (Foto: Reprodução / Twitter)Marlon Moraes e Josh Rettinghouse se encaram à distância (Foto: Reprodução / Twitter)
Nos demais combates, três atletas não conseguiram bater o peso. O destaque negativo ficou com Gil Guardado. O lutador do peso-leve ficou 2,2kg acima do limite permitido. Ele será multado, e parte da sua bolsa vai para o seu adversário, Jimmy Spicuzza.
CARD PRINCIPAL
Peso-meio-médio (até 77,1kg): Steve Carl (77,1kg) x Rousimar Toquinho (77,1kg)
Peso-galo (até 61,2kg): Marlon Moraes (61,2kg) x Josh Rettinghouse (61,2kg)
Peso-médio (até 84,4kg*): Yushin Okami (83,9kg) x Svetlozar Savov (83,7kg)
Peso-meio-médio (até 77,6kg*): Josh Burkman (77,1kg) x Tyler Stinson (76,7kg)
Peso-leve (até 70,8kg*): Ozzy Dugulubgov (70,5kg) x Johnny Nunez (70,3kg)
CARD PRELIMINAR
Peso-pena (até 66,2kg*): Mike Corey (65,8kg) x Shane Kruchten (65,3kg)
Peso-galo (até 61,7kg*): Sean Cantor (61,7kg) x Bryson Hansen (61,7kg)
Peso-pena (até 66,2kg*): Chris Gruetzemacher (66,2kg) x John Gunderson (66,2kg)
Peso-pena (até 66,2kg*): Brenson Hansen (66,4kg**) x Boostayre Nefarios (66,5kg**)
Peso-meio-médio (até 77,6kg*): Phil Dace (77,1kg) x Danny Davis (77,1kg)
Peso-leve (até 70,8kg*): Gil Guardado (73kg**) x Jimmy Spicuzza (70,1kg)

* Limites das categorias já contando com uma libra (454g) a mais, que é a tolerância para lutas que não valem título
** Não bateram o peso
- Atualizado em

Passado o susto, Diego Souza projeta carreira na Ucrânia: 'Gosto do país'

Meia do Metalist convive com incerteza na liga nacional e revela tensão no início do ano com crise nas ruas: 'Saber de pessoas mortas e machucadas assustava a gente'

Por Rio de Janeiro
33 comentários
Há nove meses no Metalist Kharkiv, o meia brasileiro Diego Souza tem acompanhado de perto a incerteza quanto ao futuro político da Ucrânia. O jogador conta que onde vive atualmente, em Carcóvia, segunda maior cidade do país, a onda de manifestações cessou. Adaptado ao estilo de vida local, relembra o clima de tensão vivido no início do ano, mas diz que o conflito não o impediu de manter sua rotina.
- A gente se assustava com o que via na televisão. O povo estava bem revoltado. Saber de pessoas mortas e machucadas assustava a gente. Aqui na cidade em que eu moro, as manifestações aconteciam nos fins de semana e à noite, mas nós nunca deixamos de fazer nada - afirmou Diego Souza em entrevista por telefone.
Diego Souza treino Metalist (Foto: Reprodução/Instagram do Metalist)Casa de brasucas: Diego e o zagueiro Rodrigo Moledo em treino do Metalist (Foto: Reprodução/Instagram do Metalist)

Depois de uma paralisação que chegou a durar duas semanas no início de março, a liga nacional de futebol voltou a ser disputada no último dia 15, na sequência da tradicional interrupção de inverno no país. Mas sofre com alterações na tabela, já que algumas partidas envolvem times da região da Crimeia, atualmente ocupada por tropas russas. No entanto, a antecipação das eleições presidenciais para o dia 25 de maio parece ter acalmado os ânimos.
Com dois jogos a menos que as outras equipes, o Metalist ocupa a quarta posição no Campeonato Ucraniano. O time de Diego Souza enfrenta o líder Shakthar Donetsk, recheado de brasileiros, neste domingo. A missão é diminuir a diferença de sete pontos na classificação para tentar a conquista do título, já que o clube foi eliminado da Copa da Ucrânia na última quarta-feira ao perder por 3 a 2 para o Dínamo de Kiev.
Escalado como segundo volante no time, Diego convive com outros sete jogadores brasileiros no Metalist, além do preparador físico Michel Huff. E, se a turbulência que tomou conta do país assustava, o clube servia como um porto seguro.
- É um clube que dá bastante assistência para a gente. Por enquanto, eu estou tranquilo aqui. Tem sido bem legal. A equipe tem uma estrutura muito boa. O clube me trata bem e cuida dos jogadores. O Metalist faz com que os atletas fiquem felizes - afirmou Diego Souza.
Diego Souza Metalist (Foto: Reprodução/Instagram do Metalist)Diego Souza disputa bola em jogo do Metalist: 'O clube cuida dos jogadores' (Foto: Reprodução/Instagram do Metalist)
Diego conta que a paixão da torcida ucraniana é grande. Os jogadores costumam ser assediados na rua com pedidos de fotos e autógrafos. Só que o comportamento dentro dos estádios “é mais tranquilo”.
Sem jogar uma partida oficial desde o dia 4 de dezembro, por causa de uma suspensão que o impediu de entrar em campo no reinício do campeonato após o inverno, o meia aproveitou para desmentir insinuações de que estaria querendo voltar para o Brasil. Tudo começou quando o Ucraniano foi paralisado, e ele decidiu ir ao país natal. Ele explica que a viagem tinha dois objetivos: encontrar a família, que ficou longe do território ucraniano por precaução, e realizar um tratamento médico na coxa.
- Surgiu um boato de que eu estava fugindo da guerra, mas não foi nada disso. Disseram que eu queria rescindir o contrato amigavelmente com o Metalist e voltar para o Brasil. Não houve nada disso. Gosto bastante daqui do país – disse Diego, que tem contrato até 2017.
CARINHO EQUILIBRADO

Com passagens por Fluminense, Flamengo, Grêmio, Palmeiras, Atlético-MG, Vasco e Cruzeiro, o meia aproveitou o tempo no Brasil para assistir ao empate em 1 a 1 do time de São Januário com o Bonsucesso, pelo Campeonato Carioca. Mas isso não significa predileção pelo clube cruzmaltino. Aliás, Diego conta que acompanha o futebol brasileiro mesmo morando no leste europeu.
- Joguei em grandes equipes no Brasil e em todas vivi bons momentos. Tive isso no Palmeiras, no Vasco...  Em casa eu acompanho tudo, mas só vejo nos fins de semana, por causa do fuso. Às quartas-feiras fica difícil para assistir (risos). E eu torço, sem dúvida. Por onde eu passei, sempre fui querido. Trabalhei com pessoas que eu gosto e que gostam de mim. Assim, acabo torcendo por elas. 
diego souza vasco x flamengo (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br)Diego na época de Vasco ao lado de Juninho: carinho pelos clubes brasileiros (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br)



LÍNGUA TRAVADA

A principal barreira mesmo tem sido o idioma. O país possui um número grande de imigrantes russos, mas, para o jogador brasileiro, o ucraniano é tão complicado quanto a língua de Vadlimir Putin. Nos compromissos com o Metalist, um tradutor ajuda, e na vida particular, um amigo muito especial dá uma força.
- Ah, tem o Edmar (apoiador brasileiro naturalizado ucraniano). A gente vai arranhando, vai se virando, mas quando tem alguma coisa séria para resolver, a gente liga para ele, que sempre ajuda bastante - afirmou.
Diego Souza marca em vitória do Metalist na Ucrânia (Foto: Divulgação / Facebook)Diego Souza comemora gol pelo Metalist: adaptação aos poucos (Foto: Divulgação / Facebook)


Cercado por amigos brasileiros, a sensação de estar longe de casa nem parece tão grande assim. Diego é otimista quanto ao destino do país onde joga. Tudo para que a única adversidade a ser enfrentada seja a climática, já que as temperaturas têm sido bem baixas. Só que, ao menos nos dias de folga, isso não chega a ser um problema.
- Eu tomo um bom vinho – revela com timidez, ao fim da conversa.

A 76 dias da Copa, Paulinho diz que não se sente bem no Tottenham

Volante lamenta falta de oportunidades no clube inglês, mas Parreira não se preocupa com situação e ressalta importância do jogador no elenco da seleção brasileira

Por Londres
722 comentários
Paulinho não vive um momento brilhante na Inglaterra. Com apenas 21 jogos em sete meses de Tottenham, o volante não é o dono da posição no time, como se esperava que fosse quando chegou na Europa. Em sua segunda experiência no Velho Continente, o atleta se considera completamente adaptado, mas desconfortável com a situação que vive no elenco.

Desde quando voltou do amistoso contra a África do Sul pela Seleção Brasileira, Paulinho não é mais titular absoluto no Tottenham. A volta à Inglaterra aconteceu exatamente quando houve uma mudança de comando no time. André Vilas-Boas, que pediu a contratação do volante, foi trocado por Tim Sherwood. O novo treinador não tem utilizado o brasileiro com frequência. Nos três últimos jogos dos Spurs, o jogador não atuou em dois e entrou no segundo tempo em um.

- Eu quero estar jogando sempre. Eu entendo a rotatividade no elenco porque é a forma que funciona aqui, mas eu não me sinto bem, não estou confortável. Quero estar sempre presente, quero sempre jogar.
paulinho parreira evento gatorade (Foto: Cassio Barco)Parreira e Paulinho conversam em evento promovido por fabricante de isotônico (Foto: Cassio Barco)


Esta é a segunda passagem de Paulinho por um clube europeu. Antes do Corinthians, ele jogou pelo Lodz, da Polônia. Naquela ocasião não se adaptou ao frio de -20ºC e sofreu com problemas de racismo. Agora, o volante vê tudo de forma diferente, se diz acostumado, apesar de não saber se comunicar tão bem em inglês - nas entrevistas que deu para a mídia local, em evento de um dos patrocinadores da seleção brasileira, contou com a ajuda de uma intérprete.

- A língua é o mais complicado porque eu sou muito preguiçoso com essa história de estudar, de professor... Estou aprendendo aos poucos, no dia a dia, ainda não entendo tudo. Mas a linguagem do futebol é mais fácil, isso não é um problema para mim dentro do campo - explicou.

A situação atual do volante não deve comprometer sua convocação para a Copa do Mundo. Pelo discurso de Carlos Alberto Parreira, que veio a Europa para observar os principais atletas brasileiros na reta final da Liga dos Campeões, Felipão conta com a presença do volante no elenco que tenta o hexacampeonato.

- Conversei com o Paulinho por duas horas. Ele foi um jogador importantíssimo para a gente na conquista da Copa das Confederações, até fazendo o gol que nos colocou na final (de cabeça, contra o Uruguai). Pedi para que ele mantenha o nível de atuação que vem tendo na seleção brasileira - completou Parreira.
paulinho parreira evento gatorade (Foto: Cassio Barco)Paulinho realiza testes físicos em Londres (Foto: Cassio Barco)
- Atualizado em

Jogadores do Bota marcam protesto e planejam greve por salários atrasados

Elenco vai se reunir no campo durante treino deste sábado e cogita sequer ir ao Engenhão neste domingo

Por Rio de Janeiro
389 comentários
Às vésperas de um jogo considerado crucial na Libertadores, os jogadores do Botafogo decidiram tomar uma atitude radical. Como forma de protesto pelo atraso de salários, o elenco vai subir ao campo para treinar na manhã deste sábado, mas ficará sem fazer qualquer atividade durante cerca de 30 minutos. No domingo, existe o risco de greve. O combinado inicial entre os atletas é que ninguém vá ao Engenhão para fazer a atividade programada para iniciar às 9h.
Eduardo Hungaro comandando o time do botafogo (Foto: Luciano Belford/SSPress)Jogadores do Botafogo estão insatisfeitos com atrasos salariais (Foto: Luciano Belford/SSPress)
O protesto também deve ocorrer na segunda e na terça-feira, véspera do jogo contra o Unión Española. Neste sábado os jogadores treinarão, mas ficarão sem trabalhar nos primeiros minutos da atividade a ser comandada pelo técnico Eduardo Hungaro. Em vez disso haverá uma reunião para discutir os próximos passos do movimento. A diretoria ainda não foi comunicada da decisão tomada pelo grupo.
No elenco, a insatisfação chegou ao limite. Oficialmente a diretoria alega que o clube deve um mês de salários atrasados, vencidos no último dia 20. No entanto, os jogadores afirmam que são dois meses de atrasos na carteira e dois meses de direitos de imagem. Além disso, o Botafogo ainda não pagou a premiação pela vitória sobre o Deportivo Quito, que classificou o time para a fase de grupos da Libertadores.
A paciência acabou depois que a diretoria havia prometido quitar os salários antes do jogo desta quarta-feira. No entanto, depois veio o comunicado que não há mais previsão para o pagamento. Em conversas internas, os jogadores sentem-se de certa forma abandonados pela diretoria, que estaria adotando discursos evasivos ao falar sobre o problema.
A insatisfação vem desde o ano passado. Os protestos começaram com a recusa em fazer concentração – que acabou por tornar-se prática instituída no Botafogo –, chegando ao ponto de o time viajar para disputar uma partida em São Paulo, pelo Brasileiro, somente no dia do jogo.
Do outro lado, o Botafogo vive situação de extrema asfixia financeira, com suas receitas bloqueadas pela Fazenda Nacional. Os recursos usados para o pagamento de salários de jogadores e funcionários são conseguidos por meio de operações bancárias, empréstimos e ajudas de botafoguenses ilustres.
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  • Icaro Bruno
    há 38 minutos , respondido há um minuto
    Clube digno de pena . e a torcida do Búúúatafoo ainda se acha no direito de ir na pagina do Mengão dar palpite. Será que vai ser preciso pegar outro coro pra ficarem ''pianinhos''?
  • Charles Silva
    há 4 minutos
    clube falido
    Imagem do usuário
  • Botafeuer
    há 5 minutos
    A diretoria vendeu todo mundo, contratou um técnico amador e ainda não consegue pagar salário?? É um negócio inexplicável. Outra coisa, podia aproveitar essa greve para mandar uma meia dúzia embora, que não tem qualidade para jogar nem de graça no Fogão.

Sobis, Alecsandro, Goulart, Geuvânio: veja os 'bons e baratos' do Cartola FC

Enquetes para escolha dos 20 atletas que irão valer apenas 5 cartoletas somam mais de 175 mil votos. Atacantes são os preferidos da votação, com 10 representantes

Por Rio de Janeiro, RJ
57 comentários
Rafael Sobis, Fluminense x Boavista (Foto: Agência Photocamera)Sobis teve boa média em 2013 e custará só C$ 5,00 nesta temporada (Foto: Agência Photocamera)
Os internautas votaram e decidiram os famosos ‘bons e baratos’ do Cartola FC, ou seja, aqueles que custarão apenas 5 cartoletas no fantasy game do Campeonato Brasileiro de 2014. A votação esteve aberta da última terça (25) até a tarde desta sexta. O clube com mais participantes dentre todas as enquetes foi o Atlético-MG, com 16.884 votos. Ao todo, foram computadas 177.771 participações.

Tendo por critério, na maioria das vezes, o bom rendimento de jogadores na edição passada, os cartoleiros escolheram com a maior porcentagem de votos o atacante Rafael Sobis, que foi clicado 78,76% das vezes dentre as três opções do Fluminense. Marcos Assunção, do Figueirense, ficou em segundo (75,69% dos votos), e Wallyson, do Botafogo, em terceiro (70,4%). Outro selecionado foi Ricardo Goulart, muito escalado em 2013, pois tinha baixo preço e rendeu muito.

Além dos três, outros 17 jogadores foram eleitos o ‘bom e barato’ de seus clubes: Fernandinho (Atlético-MG), Weverton (Atlético-PR), Marcelo Lomba (Bahia), Bruno Collaço (Chapecoense), Luciano (Corinthians), Vanderlei (Coritiba), Lucca (Criciúma), Ricardo Goulart (Cruzeiro), Alecsandro (Flamengo), Renan (Goiás), Luan (Grêmio), Aránguiz (Internacional), Leandro (Palmeiras), Geuvânio (Santos), Antônio Carlos (São Paulo), Neto Baiano (Sport) e Dinei (Vitória). Por posição, foram selecionados dez atacantes, quatro meias, quatro goleiros, um zagueiro e um lateral.

Confira abaixo o resultado de cada enquete:
Atlético-MG (16.884 votos)
1. Fernandinho - 57,16% (9.651 votos)
2. Leonardo Silva - 35,96% (6.071 votos)
3. Dátolo - 6,88% (1.162 votos)

Atlético-PR (11.271 votos)
1.
Weverton - 50,32% (5.672 votos)
2. Adriano - 32,26% (3.636 votos)
3. Sueliton - 17,42% (1.963 votos)

Bahia (9.425 votos)
1.
Marcelo Lomba - 63,93% (6.025 votos)
2. Rhayner - 27,49% (2.591 votos)
3. Wilson Pittoni - 8,58% (809 votos)

Botafogo (9.869 votos)
1.
Wallyson - 70,4% (6.948 votos)
2. Bolívar - 16% (1.579 votos)
3. Bolatti - 13,6% (1.342 votos)

Chapecoense (6.995 votos)
1.
Bruno Collaço - 47.16% (3.299 votos)
2. Régis - 38,9% (2.721 votos)
3. Abuda - 13,94% (975 votos)

Corinthians (13.349 votos)
1.
Luciano - 67,7% (9.037 votos)
2. Guerrero - 20,23% (2.701 votos)
3. Guilherme - 12,07% (1.611 votos)

Coritiba (6.632 votos)
1.
Vanderlei - 51,75% (3.432 votos)
2. Zé Eduardo - 26,15% (1.734 votos)
3. Victor Ferraz - 22,1% (1.466 votos)

Criciúma (5.895 votos)
1.
Lucca - 53,35% (3.145 votos)
2. Lulinha - 27,06% (1.595 votos)
3. Galatto - 19,59% (1.155 votos)

Cruzeiro (13.082 votos)
1.
Ricardo Goulart - 67,09% (8.777 votos)
2. Julio Baptista - 26,09% (3.413 votos)
3. Lucas Silva - 6,82% (892 votos)

Figueirense (5.549 votos)
1.
Marcos Assunção - 75,69% (4.200 votos)
2. Giovanni Augusto - 12,72% (706 votos)
3. Lúcio Maranhão - 11,59% (643 votos)

Flamengo (12.532 votos)
1.
Alecsandro - 47,46% (5.948 votos)
2. Paulinho - 33,24% (4.166 votos)
3. André Santos - 19,29% (2.418 votos)

Fluminense (8.068 votos)
1.
Rafael Sobis - 78,76% (6.354 votos)
2. Wagner - 13,53% (1.092 votos)
3. Bruno - 7,71% (622 votos)

Goiás (4.508 votos)
1.
Renan - 50,35% (2.270 votos)
2. Tiago Real - 28,06% (1.275 votos)
3. Araújo - 21,58% (973 votos)

Grêmio (7.882 votos)
1.
Luan - 69,74% (5.497 votos)
2. Pará - 16,8% (1.324 votos)
3. Ramiro - 13,46% (1.061 votos)

Internacional (11.601 votos)
1.
Aránguiz - 43,83% (5.085 votos)
2. Willians - 43,36% (5.030 votos)
3. Wellington Paulista - 12,81% (1.486 votos)

Palmeiras (9.603 votos)
1.
Leandro - 56,47% (5.118 votos)
2. Lúcio - 29,38% (2.663 votos)
3. Mendieta - 14,15% (1.282 votos)

Santos (9.790 votos)
1.
Geuvânio - 54,82% (5.367 votos)
2. Gabriel - 23,42% (2.293 votos)
3. Aranha - 21,76% (2.130 votos)

São Paulo (8.785 votos)
1.
Antônio Carlos - 53,07% (4.662 votos)
2. Pabón - 38,73% (3.402 votos)
3. Ademílson - 8,21% (721 votos)

Sport (5.468 votos)
1.
Neto Baiano - 56,8% (3.106 votos)
2. Felipe Azevedo - 27,71% (1.515 votos)
3. Magrão - 15,49% (847 votos)

Vitória (5.883 votos)
1.
Dinei - 52,98% (3.117 votos)
2. Ayrton - 40,54% (2.385 votos)
3. José Welison - 6,48% (381 votos)

R10 reconhece mau momento e avisa:
'Minha preocupação é só futebol'

Indagado sobre reclamações de vizinhos a respeito de festas no condomínio
onde mora, Ronaldinho rebate: 'Da minha vida particular eu não falo'

Por Belo Horizonte
Ronaldinho Gaúcho rebateu as críticas de que não vem dando conta do recado no que diz respeito ao futebol em 2014. Mas quem esperava uma resposta mais veemente do jogador teve que se contentar com a experiência do camisa 10 em fugir pela tangente quando questionado sobre a fase irregular que atravessa na atual temporada.
Poupado mais uma vez pelo técnico Paulo Autuori, Ronaldinho vem atuando pouco este ano. Dos 16 jogos do time, o craque participou apenas de sete, sendo que apenas três pelo Mineiro. A pouca assiduidade nos gramados pode justificar o primeiro momento de dificuldade que enfrenta no Atlético-MG, já que a falta de ritmo durante os jogos é visível.
Ronaldinho Gaúcho, meia do Atlético-MG, no último treino (Foto: Bruno Cantini)R10 não comenta reclamações de vizinhos sobre festas no condomínio onde mora (Foto: Bruno Cantini)
Ronaldinho reconhece que está devendo em 2014, mas disse que espera ter uma sequência para melhorar o rendimento na temporada.
- Me incomoda não jogar bem porque me acostumei a jogar bem ao longo da minha carreira. Pelos poucos jogos que fiz ainda não tive uma boa atuação. Isso não me deixa feliz. Mas hoje trabalhei sem dor e espero voltar a trabalhar numa sequência de jogos para ter alto rendimento.
Sobre as críticas que vem recebendo por conta das atuações abaixo da média, R10 limitou-se a retrucar com tranquilidade.
- Como sempre (as críticas) servem de motivação.
Nos últimos meses, Ronaldinho apareceu mais pelo lado cantor e compositor do que propriamente como destaque do Atlético-MG. Ronaldinho rebateu dizendo que está focado totalmente às questões dentro de campo.
- Não tem nada a ver. Minha preocupação é só futebol.
A fisionomia do jogador mudou quando foi indagado pelas questões extra-campo. Nos últimos dias, notícias de reclamações de moradores do condomínio onde mora, em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por conta de festas até de madrugada, parece ter incomodado R10, que não quis comentar sobre o assunto.
- Da minha vida particular eu não falo.

sexta-feira, 28 de março de 2014

À espera de liberação da Justiça, goleiro Bruno pede: 'Me deixem jogar'

Em entrevista à revista 'Placar', jogador conta sua rotina na penitenciária em Contagem e detalha o episódio em que tentou o suicídio na cela

Por Montes Claros,MG
2108 comentários
Condenação 'tira' goleiro Bruno do Boa Esporte. (Foto: Renata Caldeira / TJMG)Bruno tenta liberação para jogar pelo Montes Claros (Foto: Renata Caldeira / TJMG)
O contrato assinado recentemente com o Montes Claros está longe de significar a liberdade do goleiro Bruno. Condenado pela morte de Eliza Samudio, mãe de Bruninho, o jogador cumpre pena na penitenciária de Contagem, e seus advogados apelam à Justiça em busca da autorização para que ele calce as luvas e volte aos campos. “Me deixem jogar”, diz Bruno em entrevista à revista “Placar”. Ele falou ainda sobre o trabalho na cadeia e detalhou o episódio em que tentou se suicidar na cela.

- Tentei o suicídio. Amarrei o lençol na ventana, que é alta, coloquei no pescoço e saltei. Mas a corda arrebentou e eu caí no chão. Olhei para o lado e tinha uma bíblia, que um policial tinha me dado ainda no Rio de Janeiro. Foi Deus que não permitiu que eu me matasse – afirmou.
Sobre a rotina na cadeia, o goleiro negou ter regalias e reclamou do preço que paga por ser famoso.
- Muita gente acha que, por ter sido jogador de futebol, eu tenho regalias aqui. E não tenho. Pago um preço alto pela fama. Já costurei bola aqui dentro. Tem muito jogador que gosta de colocar a culpa na bola. Mas agora eu conheço cada ponto da bola. Sei quando o cara está dando migué. A bola aqui do presídio não é ruim, não.
Bruno afirma que ainda conseguiu guardar algum dinheiro, mas não o bastante para manter o padrão de vida que tinha antes.
- Não estou acabado. Mas sobrou muito pouco do meu dinheiro, longe de poder levar uma vida confortável quando sair daqui.

Pela porta dos fundos, ex-jogador Edilson Capetinha deixa delegacia

Familiares, amigos e fãs levantaram os R$ 102 mil necessários para a soltura do ex-jogador. Advogado pedirá revisão do valor da pensão paga à ex-mulher de Edilson

Por Salvador
216 comentários
O ex-jogador Edilson Capetinha não está mais atrás das grades. Nesta sexta-feira, o jogador deixou a cela no Complexo dos Barris, em Salvador, onde ficou detido desde a última quarta-feira pelo não pagamento de pensão alimentícia. Ele saiu da delegacia pela porta dos fundos e não falou com a imprensa, que o aguardava do lado de fora. O ex-jogador alegou estar abatido e afirmou que vai conceder entrevista coletiva em breve.
A soltura veio após o pagamento da dívida de Edilson. Familiares, amigos e fãs levantaram os R$ 102 mil necessários para que o ex-jogador fosse solto. O valor pago não incluiu os honorários do processo, estimados em R$ 20 mil. A dívida total do ex-atacante era de R$ 122 mil. De acordo com o advogado do pentacampeão, Thiago Phileto, os bens e contas de Edilson estão bloqueados, devido ao processo movido por Ivana Solon, ex-esposa com quem o ex-atacante tem um filho de 16 anos.
Phileto afirmou que vai entrar com pedido de revisão do valor da pensão que havia sido acertada com Ivana Solon. Segundo ele, o ex-jogador não tem mais a mesma condição financeira que possuía na época do acordo, apesar de não passar por dificuldades atualmente.
Edilson foi preso na manhã de quarta-feira, na Avenida Anita Garibaldi, em Salvador. O ex-jogador, que possui passagens por Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Bahia e Vitória, além da Seleção Brasileira, tinha um mandado de prisão expedido pela 9ª Vara Familiar desde dezembro do ano passado pelo não pagamento de pensão alimentícia. Edilson não resistiu à prisão e foi encaminhado para o complexo policial dos Barris, também na capital baiana.
Luciana Ávila entrevista Edilson Capetinha para o Esporte Espetacular (Foto: TV Globo)Amigos, familiares e fãs de Edilson arrecadaram a quantia para soltura do ex-jogador (Foto: TV Globo)
Segundo a delegada responsável pelo caso, Neide Barreto, da Polinter, Edilson estava sob investigação desde o fim do ano passado, mas os policiais não conseguiram encontrar o ex-jogador antes desta manhã.
- Desde dezembro, vínhamos fazendo diligências para capturar o Edilson, mas o endereço que estava no mandado não foi localizado. Tudo foi investigado. Ele estava sendo monitorado, estávamos seguindo ele e esperando o melhor momento de pegá-lo. Não sei se estava fugindo. O crime do qual ele é acusado não cabe fiança. Mas a prisão pode ser sobrestada [interrompida] por ordem judicial - disse a delegada.
Nesta manhã, Thiago Phileto, contou que parte do dinheiro necessário para a soltura de Edilson já havia sido arrecadada e que a expectativa era de que o ex-atacante fosse solto ainda nesta sexta-feira, como ocorreu no fim desta tarde.
- Metade desse valor já está em mãos. Fãs, amigos e familiares se cotizaram para efetuar o pagamento e liberar Edílson da prisão. A outra metade será angariada até o final da manhã ou vamos tentar um acordo com a advogada da ex-mulher dele, que aceitou conversar para negociar - disse o advogado.
Phileto informou ainda que Edílson era procurado por apenas um processo, que corre na 9ª vara da família, em Salvador. A afirmação do advogado contradiz o que foi dito por Neide Barreto, da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter). De acordo com ela, o ex-jogador era procurado por dois mandados distintos: um na capital baiana e outro em Brasília.