sábado, 21 de setembro de 2013

Sem avanços: Flu e Coritiba empatam por 1 a 1 no Maracanã
Coxa joga melhor no primeiro tempo e pula na frente, mas Tricolor reage na etapa final. Maracanã recebe mais de 34 mil pessoas
 
 
DESTAQUES DO JOGO
  • entrou bem
    Biro Biro

    O crescimento do Fluminense no segundo tempo foi resultado da entrada de Biro Biro. Ele deu o passe para o gol de Gum e criou nova força ofensiva ao Tricolor.
  • funcionou
    Desarmes

    Foi impressionante o poder de marcação do Coritiba no primeiro tempo, com dez desarmes e dez roubadas de bola - contra apenas três no somatório do Flu.
  • público
    Torcida

    O Fluminense fez promoção de ingressos e conseguiu levar 34.397 pessoas ao Maracanã. O público pagante foi de 28.550, e a renda ficou em R$ 501.840,00.
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
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O Fluminense não perdia há cinco jogos. E continua sem perder. O Coritiba não vencia há três rodadas. E continua sem vencer. Mesmo assim, o empate por 1 a 1 deste sábado, no Maracanã, tende a doer mais nos cariocas do que nos paranaenses. O Tricolor levou mais de 34 mil pessoas ao estádio e não conseguiu presenteá-las com uma vitória. O afastamento da vizinhança da zona de rebaixamento, tão desejado, não foi alcançado pelos tricolores - tampouco sua consequente aproximação do bloco superior da tabela, justamente aquele espaço de onde o Coritiba se afasta pouco a pouco.
RAfael Sóbis fluminense coritba (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera)Fluminense e Coritiba fazem jogo parelho no Maracanã (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera)
Lincoln, no primeiro tempo, justificou a melhor atuação do Coxa e colocou os visitantes na frente. Na etapa final, o Fluminense voltou a crescer, repetindo a rotina dos últimos jogos, e buscou o empate com Gum.
O resultado levou o Alviverde à sexta colocação, com 31 pontos - sete atrás do G-4, aberto por seu maior rival, o Atlético-PR. O Flu, com 30, é o oitavo. Neste domingo, porém, as duas equipes devem perder posições. Ambas voltam a jogar no próximo sábado, às 18h30m, fora de casa: o Tricolor contra o Goiás, o Coritiba diante do Náutico.
Coritiba, com justiça, pula na frente
O fato de o Coritiba ter tido quatro finalizações no primeiro tempo, contra apenas uma do Fluminense, serve para colocar todas as ressalvas na maior posse de bola tricolor (54% a 46%) no Maracanã. Tê-la é diferente de saber o que fazer com ela, afinal. O Coxa foi um time mais prático, mais dinâmico. Não por acaso, foi para o intervalo vitorioso, consequência do gol de Lincoln aos 30 minutos. Escudero apareceu livre pela esquerda e cruzou na cabeça do meia, que, feito centroavante, completou para o gol.
Foi justo. Antes, Vítor Júnior já havia acertado o travessão de Diego Cavalieri em cobrança de falta. O Fluminense, com atuação sonâmbula, só teve algo próximo a uma chance quando Bruno arriscou chute cruzado, para fora. Foi impressionte a facilidade dos paranaenses para desestruturar os cariocas. Em 45 minutos, os visitantes tiveram dez roubadas de bola e outros dez desarmes. E ainda quase marcaram um golaço, quando Robinho, após troca de passes impressionante do setor ofensivo, tentou mandar por cima de Cavalieri, que conseguiu defender.
Flu reage
E tudo mudou no segundo tempo. A exemplo do que aconteceu nos dois últimos jogos, contra Portuguesa e Criciúma, o intervalo fez muito bem ao time tricolor. Vanderlei Luxemburgo mexeu no time, com as entradas de Biro Biro e Ronan nos lugares de Diguinho e Carlinhos. Deu certo, especialmente por causa do primeiro. Foi do jovem atacante o cruzamento, aos cinco minutos, para o gol de Gum. O zagueiro recebeu a bola cruzada da esquerda, às costas da zaga, e desviou do goleiro Vanderlei: 1 a 1.
O Flu seguiu à caça do gol. Wagner arriscou de longe e acertou o travessão. Bruno tentou mais uma vez. Sobis foi travado na hora do chute após bela jogada de Biro Biro. A pressão, no entanto, foi em vão. O Coritiba segurou a onda e, em contra-ataque, quase virou. Gil acertou no travessão, e Dudu, no rebote, mandou para fora. No lance, Rafinha, do Flu, foi expulso.

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