sábado, 5 de março de 2016

Dana revela que Joanna e Gadelha "saíram na mão" no último dia do TUF

Segundo presidente do UFC, polonesa atirou uma garrafa d'água na brasileira, iniciando a briga. Episódio não foi flagrado pelas câmeras e não deve ir ao ar no reality

Por Direto de Las Vegas, EUA





Quem assistiu à coletiva de imprensa "Unstoppable", realizada nesta sexta-feira, em Las Vegas, EUA, percebeu que a rivalidade entre Joanna Jedrzejczyk e Cláudia Gadelha quase saiu de controle (veja no vídeo acima todas as encaradas do evento). A preocupação com as lutadoras era tanta, que o UFC chegou a colocar o chefe da segurança do Ultimate, Joe Williams, entre as duas, para evitar que elas chegassem às vias de fato.
Nos bastidores do evento, no entanto, Dana White revelou que a preocupação tinha motivo: as duas atletas, que dividiram o posto de treinadoras do TUF 23, acabaram se envolvendo em uma briga no último dia de gravação do reality show.
- Joanna Jedrzejczyk e Cláudia Gadelha se envolveram em uma briga no último dia de gravação, quando tudo já estava desligado. Teve de tudo, até chute alto. Foi uma briga feia na academia do TUF. A parte mais assustadora é que poucas pessoas estavam no local, porque o último dia de gravação é como se fosse o último dia de aula em uma escola, com todo mundo assinando as coisas do outro e tirando fotos - explicou o chefão.
Encarada Joanna Jedrzejczyk Claudia Gadelha UFC (Foto: Jason Silva)Dana White teve trabalho para separar Joanna Jedrzejczyk e Claudia Gadelha em coletiva (Foto: Jason Silva)

Dana também contou que o relacionamento entre as duas treinadoras do TUF 23 quase chegou a ponto de ebulição em diversos momentos do programa, mas que atingiu o seu ápice na última encarada, quando Gadelha interrompeu algo que Joanna iria dizer.
- Ela disse: "Cala a boca, sua vadia! Eu estou de saco cheio de ouvir você falar". E, então, elas começaram a andar para a frente, e eu tive que separá-las - explicou.
O chefão, no entanto, disse que a briga realmente começou após Joanna acertar uma garrafa de água em Gadelha, quando as duas estavam sozinhas nos bastidores do programa.
- Durante a coletiva desta sexta-feira, elas começaram a mostrar a garrafa d'água uma para a outra. Joanna acertou Cláudia com uma garrafa d'água dentro do programa e foi assim que a briga começou. Espere até ver essa edição do "The Ultimate Fighter"! Elas se odeiam e a encarada na academia ficou ainda mais maluca depois que a briga aconteceu.
O desentendimento entre as pesos-palhas, no entanto, não deve ir ao ar, pois a briga aconteceu quando as câmeras estavam desligadas. A 23ª edição do TUF terá início no dia 20 de abril, nos EUA. Ainda não há informações sobre quando o programa será exibido no Brasil.

Maior parceiro do Palmeiras é acusado de fraude, segundo revista

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, teria forjado assembleia geral para tomar controle de entidade sem fins lucrativos; disputa na Justiça é estimada em R$ 500 mi

Por São Paulo
Leila Pereira, Paulo Nobre e José Roberto Lamacchia, representantes de Palmeiras e Crefisa (Foto: Divulgação)Lamacchia (à dir.), ao assinar contrato de patrocínio com o Palmeiras (Foto: Divulgação)
O empresário José Roberto Lamacchia, proprietário da Crefisa, maior parceiro do Palmeiras, é acusado de fraude para tomar o controle da associação que comandava a FAM (Faculdade das Américas), instituição com mais 17 mil alunos de São Paulo e que também tem sua marca estampada no uniforme palmeirense.
Segundo reportagem de capa da revista IstoÉ Dinheiro, Lamacchia forjou uma assembleia geral da Cebrasp (Centro Brasileiro dos Servidores Públicos de São Paulo), uma entidade sem fins lucrativos que, a partir dali, tornou-se uma empresa que tinha o dono da Crefisa como único sócio.
A Cebrasp nasceu em 1984 com o objetivo de promover cursos e qualificar seus associados, que contribuíam com quantias módicas. Lamacchia se tornou dirigente da associação e, de acordo com a publicação, passou a oferecer empréstimos irregulares para os sócios da entidade.
Após a assembleia forjada, em 2004, a Cebrasp foi transformada na Cebrasp Ensino, que era dona de 90% do capital da FAM – os 10% eram de Lamacchia.
Lucas Barrios Palmeiras (Foto: Felipe Zito)Barrios foi apresentado em uma das unidades da FAM em São Paulo, no ano passado (Foto: Felipe Zito)
Foi justamente a reunião de sócios que chamou a atenção dos investigadores. Uma das pessoas que assinou a ata foi Glória da Graça de Souza, uma faxineira de 67 anos. Ela e outros cerca de 40 associados foram convidados para conhecer novos projetos da Cebrasp. A lista de presença, entretanto, foi utilizada como consentimento dos associados para a mudança na estrutura da entidade.
Glória, porém, foi a única que registrou seus dados (RG e CPF) corretamente. Ela procurou a Justiça e conseguiu vencer Lamacchia nos tribunais.
A decisão reconhece Glória como a única sócia legítima da Cebrasp e, portanto, a controladora do destino da empresa – o que inclui o poder para destituir Lamacchia. A briga é estimada em R$ 500 milhões, em valores corrigidos.
A sentença não permite mais reforma, mas o empresário ainda tenta atrasar sua execução. A revista relata um episódio de outubro de 2011 em que Lamacchia invadiu a casa de Glória e ofereceu R$ 600 mil para que ela retirasse o processo.
As marcas das empresas de Lamacchia, Crefisa e Fam, preenchem os espaços da camisa do Palmeiras por R$ 66 milhões por ano. Ele, também, foi o responsável pela contratação do paraguaio Lucas Barrios, no ano passado, e é quem paga os salários do atacante alviverde.
O empresário foi procurado pela IstoÉ Dinheiro, mas não respondeu às perguntas da revista.

Brasileira de 17 anos sofre queda feia em competição nos Estados Unidos

Lorrane Oliveira cai de cara no chão ao perder o controle nas barras assimétricas na American Cup e termina em último lugar com outros tombos no solo e na trave

Por Newark, EUA

Membro da seleção brasileira, Lorrane Oliveira sofreu uma queda feia na American Cup, etapa da Copa do Mundo do Individual Geral por convites disputada em Newark, nos Estados Unidos. Durante a apresentação nas barras assimétricas, a brasileira de 17 anos saiu demais da barra mais alta durante um giro e acabou caindo de cara no chão (veja no vídeo acima). Ela ficou deitada por alguns segundos e deixou o tablado para se recuperar. Na sequência, ela voltou e completou a rotina, anotando a pontuação de 11.566, a pior dentre as participantes no aparelho.
Lorrane Oliveira, ginástica, barras assimétricas, American Cup, queda (Foto: Reprodução/Youtube)A queda de Lorrane Oliveira nas barras assimétricas (Foto: Reprodução/Youtube)
Lorrane não fez de longe uma boa competição, o primeiro grande teste da ginasta três meses após perder a tutela de Oleg Ostapenko. Ela também acumulou quedas no solo (caiu para trás na aterrissagem do primeiro e do último saltos) e saiu da trave ao errar uma abertura. Nesses aparelhos, ela teve 11.466 e 12.400 pontos, respectivamente. O melhor desempenho foi no salto, em que, sem quedas, ela fez 14.666.
A brasileira terminou em último lugar (9ª posição), com um total de 50.298, bem longe do pódio formado pelas americanas Gabrielle Douglas (60.165), campeã olímpica do individual geral, e Maggie Nichols (59.699) e pela canadense Elsabeth Black (57.132).
O Brasil também foi representado por Lucas Bitencourt no masculino. O Bisteca, como é conhecido, também foi o último colocado, com a pontuação geral de 76.998. O japonês Ryohei Kato ganhou o torneio com 88.931, seguido pelo americano Donnell Whittenburg (88.565) e pelo chinês Wei Sun (87.665).
Lorrane Oliveira, ginástica, solo, American Cup, queda (Foto: Reprodução/Youtube)Uma das quedas de Lorrane Oliveira no solo (Foto: Reprodução/Youtube)

Dolphins anunciam brasileiras que irão para final do processo de cheerleaders

Amanda, Ana Caroline, Erica, Louise, Suelem e Vera são selecionadas para evento decisivo em Miami, no dia 1 de maio

Por Rio de Janeiro

O Miami Dolphins divulgou neste sábado as seis brasileiras escolhidas no processo de seleção para novas cheerleaders da equipe da NFL. As aprovadas nas audições realizadas quinta e sexta-feira, em um hotel na zona sul do Rio de Janeiro, disputarão a final da seleção internacional, dia 1 de maio, em Miami.  Elas fizeram um ensaio na praia de Copacabana e gravaram um vídeo para a equipe de futebol americano (veja acima).
MONTAGEM - selecionada Miami Dolphins cheerleader (Foto: Divulgação / Miami Dolphins)Acima, da esquerda para a direita: Louise, Ana Caroline e Erica. Abaixo: Amanda, Suelem e Vera. Equipe divulgou apenas o primeiro nome das escolhidas, sem dados de idade ou cidade de origem (Foto: Divulgação / Miami Dolphins)
Escolhidas entre cerca de 200 inscritas em todo o Brasil, Amanda, Ana Caroline, Erica , Louise, Suelem e Vera irão se juntar a outras finalistas de audições agendadas para Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México e Miami.
A assessoria da equipe divulgou apenas o primeiro nome das eleitas, mas Vera e Amanda foram entrevistadas pelo Globoesporte.com durante a primeira audição. Amanda tem de 19 anos, é de São Paulo, e Vera, de Brasília, tem 23. As duas já são cheerleaders no Brasil, mas decidiram participar das audições do Miami Dolphins para alcançar outro nível. A primeira mostrou conhecimento sobre futebol americano ao aparecer com uma camisa com o número 13, que foi de Dan Marino, e disse que largaria tudo para ser cheerleader da equipe americana. A segunda brincou que as brasileiras dançam melhor que as americanas 
Amanda e Vera Lúcia foram selecionadas para a próxima fase  (Foto: Gabriel Fricke)Amanda e Vera durante a primeira audição (Foto: Gabriel Fricke)
- Atuo como cheerleader em São Paulo e é uma oportunidade única. Estamos aqui para torcer por algo. Conheço bem o Miami Dolphins e sempre fui fã do Dan Marino (mostra a camisa estilizada com o número 13 do lendário atleta de futebol americano). Eu estou disposta a deixar família, faculdade, namorado, tudo. Ele até me trouxe de São Paulo para cá e está me apoiando nisso - disse Amanda.
- Sou cheerleader há cinco anos. Dou aula de pole dance e sou profissional de Educação Física. Fiz balé por 14 anos também. Tem que ter muita dedicação. Não importa o quanto doa estar ali, você tem que estar sorrindo e passando sua emoção à torcida. Na minha opinião, uma seleção aqui pode ajudar a popularizar. As brasileiras dançam melhor (risos) - completou Vera. 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Bellator contrata três lutadoras do Brasil para encorpar categoria mosca

Bruna Ellen, Bruna Vargas e Kenya Miranda assinam contrato com a organização

Por Rio de Janeiro
O Bellator vai inaugurar o peso-mosca feminino. E, para engrossar a nova categoria, o evento garimpou o mercado brasileiro e contratou três lutadoras do país: Bruna Ellen, Bruna Vargas e Kenya Mirada assinaram contrato e irão atuar pelo principal concorrente do UFC.
Bruna Ellen e Pâmela Mara Max Fight 16 (Foto: Divulgação/Alexandre Valle)Bruna Ellen em ação pelo Max Fight 16: lutadora está invicta em duas lutas de MMA (Foto: Divulgação/Alexandre Valle)


Considerada uma das musas do esporte, Bruna Ellen, que acertou vínculo de quatro combates com o Bellator, está invicta no MMA, onde soma duas lutas.

- Quando soube qual era o evento quase caí para trás. Fiquei muito feliz e a expectativa é só crescer, treinar e focar mais. Com certeza o nível vai subir muito, as meninas são muito duras - declarou a atleta, via assessoria de imprensa.

O cartel de Bruna Vargas é idêntico ao de sua xará. A lutadora, porém, não atua desde abril de 2014, quando bateu Rafaela Garcia pelo Sobradinho Fight.

Kenya Miranda tem um pouco mais de rodagem que as compatriotas. A peso-mosca soma duas vitórias e duas derrotas na carreira profissional. Em sua última apresentação, ela finalizou Natalia Silva, pelo RFC Caratinga, em setembro do ano passado.