segunda-feira, 6 de julho de 2015

Lesão de Cormier adia planos do UFC para luta contra Alexander Gustafsson

Luta era planejada pra 5 de setembro, mas deve ficar para outubro, em Houston

Por Rio de Janeiro
Daniel Cormier UFC 187 MMA (Foto: Evelyn Rodrigues)Daniel Cormier conquistou o cinturão dos meio-pesados em maio (Foto: Evelyn Rodrigues)
A primeira defesa de cinturão deDaniel Cormier no peso-meio-pesado do UFC vai ter de esperar um pouco mais. Planejado para 5 de setembro, no UFC 191, o duelo contra o sueco Alexander Gustafsson terá de ser adiado por conta de uma lesão sofrida pelo americano.
A lesão foi noticiada inicialmente pelo site sueco "Kimura.se" e confirmado por veículos especializados dos EUA. A luta entre "DC" e Gustafsson, anunciada em junho pelo presidente da organização, Dana White, ainda não havia sido divulgada oficialmente, mas o confronto era planejado para ser o evento principal do UFC 191, em Las Vegas.
A natureza da lesão de Cormier não foi especificada, mas acredita-se que seja leve e que o combate possa acontecer em outubro. O UFC 192, próximo evento de pay per view da companhia, está marcado para 3 de outubro, em Houston (EUA).
Cormier conquistou o cinturão vago do peso-meio-pesado em maio, ao derrotar Anthony Johnson por finalização no UFC 187. O título estava em aberto após Jon Jones ser preso por causar um acidente envolvendo três carros e ser destituído do título. Gustafsson, número 2 do ranking do UFC, foi apontado seu primeiro desafiante, apesar de ter sido nocauteado por Johnson em sua última luta, em janeiro.

Melendez é flagrado em exame antidoping após derrota no UFC 188

Americano, superado por Eddie Alvarez, é suspenso por um ano após testar positivo para "metabólitos de testosterona de origem exógena" e está fora da luta com Iaquinta

Por Rio de Janeiro
Gilbert Melendez Eddie Alvarez UFC 188 (Foto: Getty Images)Gilbert Melendez foi superado por Eddie Alvarez no UFC 188 e ainda caiu em exame antidoping (Foto: Getty Images)
O peso-leve Gilbert Melendez foi flagrado em exame antidoping realizado após o UFC 188, no dia 13 de junho, por uso de "metabólitos de testosterona de origem exógena", de acordo com comunicado divulgado pelo Ultimate nesta segunda-feira. Na ocasião, o americano saiu derrotado por Eddie Alvarez por decisão dividida. O atleta foi suspenso por um ano com vigência a partir da data do combate.
Melendez enfrentaria Al Iaquinta no co-evento principal do UFC: Mir x Duffee, no dia 15 de julho, em San Diego (EUA). Agora, o Ultimate busca um novo oponente para Iaquinta.
Leia o comunicado do UFC na íntegra:
"Depois de sua luta no UFC 188, na Cidade do México, no dia 13 de junho, o peso-leve do UFC Gilbert Melendez testou positivo para metabólitos de testosterona de origem exógena. O UFC tem uma política rígida e consistente contra o uso de quaisquer substâncias ilegais e/ou de aumento de performance, estimulandes ou agentes mascarantes pelos nossos atletas. Como resultado do exame positivo, Melendez aceitou uma suspensão de um ano, com vigência a partir da data da luta, por violar a Política de Conduta do Lutador do UFC e o Acordo Promocional com a Zuffa, LLC.

- Infelizmente, eu testei positivo no meu exame de urina pós luta para o UFC 188. Não injetei nada, mas sou responsável e aceito as consequências pelos resultados. Vou me certificar de que estarei melhor educato sobre os produtos que uso e suas implicações. Daqui para frente, vou garantir que não usarei produtos que contenham substâncias proibidas. Peço sinceras desculpas a todos que me apoiam, incluindo meus fãs, patrocinadores e o UFC. Valorizo a sua confiança e respeito e farei tudo que estier ao meu alcance - disse Melendez.

Melendez deixará de competir, como previsto, no evento do dia 15 de julho. Funcionários do UFC estão procurando um novo oponente para Al Iaquinta, que enfrentaria Melendez."
UFC: Mir x Duffee
15 de julho, em San Diego (EUA)
CARD PRINCIPAL - a partir de 23h (de Brasília)
Peso-pesado: Todd Duffee x Frank Mir
Peso-leve: Al Iaquinta x adversário de a ser definido
Peso-leve: Josh Thomson x Tony Ferguson
Peso-galo: Holly Holm x Marion Reneau
Peso-leve: Kevin Lee x James Moontasri
Peso-meio-médio: Alan Jouban x Matt Dwyer
CARD PRELIMINAR - a partir de 19h30m (horário de Brasília)
Peso-pena: Sam Sicilia x Yaotzin Meza
Peso-galo: Jéssica Bate-Estaca x Sarah Moras
Peso-galo: Scott Jorgensen x Manny Gamburyan
Peso-galo: Rani Yahya x Masanori Kanehara
Peso-meio-médio: Igor Araújo x Sean Strickland
Peso-médio: Kevin Casey x Ildemar Marajó
Peso-médio: Andrew Craig x Lyman Good

Antes de sofrer a fratura na costela que o impediu de lutar no UFC 189, José Aldo foi submetido a um exame antidoping. O Combate.com teve acesso aos resultados nesta segunda-feira e constatou que o brasileiro estava limpo no teste de urina realizado a pedido da Comissão Atlética de Nevada (NAC). ANAC tentou realizar um exame surpresa no lutador no dia 11 de junho, mas não foi possível que o procedimento fosse concluído após o coletor ter problemas com seu visto junto à Polícia Federal. No dia seguinte, coordenado pela Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA), o teste aconteceu. A reportagem também solicitou os exames feitos por Conor McGregor, que fará a luta principal do próximo sábado contra Chad Mendes, mas a comissão atlética alegou que só irá disponilizar estes testes após a luta.



Exame antidoping José Aldo

Pan de Toronto influencia na corrida pela vaga olímpica em 18 esportes

Competição dá vaga direta para as Olimpíadas em 12 modalidades. Em outras seis, vale pontos para o ranking de classificação para o Rio 2016. Hóquei tem fato inusitado

Por Toronto, Canadá
A frase "Os Jogos Pan-Americanos são um degrau para as Olimpíadas" é levada ao pé da letra no regulamento da competição. Em 18 modalidades, o Pan influencia na vaga para os Jogos Olímpicos. Em 12 delas, o passaporte é carimbado em Toronto, enquanto em outras seis, o evento vale pontos para o ranking classificatório para 2016. Como o Rio de Janeiro é sede dos Jogos Olímpicos, muitas destas vagas não poderão ser ocupadas por atletas brasileiros. 
HÓQUEI SOBRE A GRAMA: É TUDO OU NADA
Para a delegação nacional, o foco está nos homens. O esporte quase não é praticado no país e, como o Brasil tem pouca expressão mundial, a Federação Internacional estabeleceu uma meta para dar um convite para a seleção participar das Olimpíadas. Tradicional saco de pancadas nos eventos continentais, o país terá que ficar entre os seis primeiros colocados (de oito times) para conseguir ir aos Jogos do Rio. Caso isso não aconteça, o hóquei sobre a grama será a única modalidade em que o Brasil não vai ter representantes em 2016. O time feminino, que não se classificou para o Pan, já está fora da disputa olímpica.
Brasil x Argentina hóquei na Grama Sul-Americano (Foto: Divulgação/Odesur)Brasil vai para o tudo ou nada no hóquei sobre grama em Toronto (Foto: Divulgação/Odesur)
Contanto com o investimento do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico do Brasil (COB), a seleção masculina vem treinando desde o início do ano na Europa e se classificou pela primeira vez para o Pan "em campo". A outra vez que o Brasil havia disputado um Pan foi em 2007, quando jogou como convidada - já que o Rio de Janeiro era a sede. E não conseguiu vencer nenhuma partida. 
A equipe terá que provar para a Federação Internacional e para o COI que evoluiu desde 2009, quando o Rio foi escolhido como sede olímpica. Independentemente do Brasil, o campeão do Pan de Toronto carimba passaporte para as Olimpíadas, e a disputa deve ficar entre americanos e canadenses, já que a Argentina já tem lugar garantido pelo resultado obtido na Liga Mundial. 
PENTATLO, TRIATLO, TÊNIS DE MESA E TIRO: LUTA É PARA TENTAR AUMENTAR A DELEGAÇÃO EM 2016

Esportes que valem vaga nas Olimpíadas (Foto: Arte)
O tiro esportivo dará um total de 20 vagas em 15 provas diferentes para as Olimpíadas. O lugar do Brasil só contará no caso de ser conquistado em uma disputa na qual o país ainda não tem um lugar assegurado. São os casos do fossa duble, carabina três posições, carabina deitada e  pistola de ar (masculino), e pistola e carabina (feminina). Nas demais, o Brasil já tem lugar garantido nas Olimpíadas, portanto, não precisa conquistá-las nas competições.
No triatlo, o Brasil já tem uma mulher e um homem garantidos em 2016. Uma medalha de ouro no Pan garantirá um segundo nome nas Olimpíadas. Em 2011, no México, Reinaldo Colucci foi campeão e carimbou o passaporte para os Jogos de Londres.
É um cenário parecido com o do pentatlo moderno. O Pan garante vagas olímpicas para os medalhista em Toronto, tanto no masculino quanto no feminino. Yane Marques está garantida nas Olimpíadas por causa do terceiro lugar no último Mundial. Mas se Priscila Oliveira ou Larissa Lellys conquistarem uma medalha, garantem uma segunda vaga para o Brasil. No masculino, o Brasil já tem uma vaga garantida por ser país sede. Se Danilo Fagundes ou Felipe Nascimento conquistarem uma medalha garantem a vaga nominal. Se os dois conseguirem subir ao pódio, o Brasil também garante a segunda vaga e ambos se classificam para os Jogos. 
No tênis de mesa, a seleção já está classificada para o evento por equipes das Olimpíadas. Mas, para jogar o torneio individual, os mesa-tenistas precisam conquistar a vaga. E o campeão do Pan (masculino e feminino) garante um lugar em 2016.
LEVANTAMENTO DE PESO, BADMINTON, CICLISMO E TAEKWONDO ATRÁS DE PONTOS NO RANKING MUNDIAL
Para levantamento de peso, badminton, ciclismo e taekwondo, o Pan contará pontos para o ranking mundial, que é classificatório para os Jogos Olímpicos. Nestas modalidades, o Brasil tem alguns lugares assegurados para 2016, mas quer aumentar a lista. Uma maneira de conseguir isso é somando pontos através da competição continental. 
Daniel Paiola - badminton (Foto: Marcos Riboli)Daniel Paiola vai tentar medalha em Toronto para o badminton (Foto: Marcos Riboli)

ATLETISMO GARANTE ÍNDICE OLÍMPICO
Outro esporte em que o Pan será importantíssimo para o Brasil é o atletismo. Os atletas terão que superar os índices estabelecidos pela Federação Internacional (Iaaf) - veja a lista aqui. O atleta que obtiver a marca está pré-selecionado para os Jogos, mas só será confirmado em maio do ano que vem, já que existe um limite de três atletas por país em cada prova. E outras oportunidades para obter o índice vão acontecer durante a temporada. 
BRASIL ASSISTE DE CAMAROTE OUTRAS BRIGAS 
Nos outros esportes, as vagas olímpicas pouco importam para o Brasil. Na canoagem slalom, handebol, hipismo, vela e nado sincronizado, o Pan dá um lugar nas Olimpíadas, mas não para o país, que já tem essas vagas asseguradas. Na natação, cada Confederação Nacional estipula seus critérios de classificação, e algumas usarão o Pan como qualificatório para 2016. A princípio, esse não será o caso dos brasileiros.   
No handebol (masculino e feminino) e no polo aquático (masculino), o campeão está automaticamente classificado para os Jogos de 2016. Caso o título fique com o Brasil, o medalhista de prata assegura a vaga. 

Rei nos tubos de J-Bay, Fanning mira 4º título e vê especialistas ameaçados

Australiano tricampeão mundial destaca equilíbrio de forças e aposta em boa exibição do quarteto formado por Adriano de Souza, Filipe Toledo, Julian Wilson e Owen Wright

Por Rio de Janeiro
Um dos maiores vencedores da história em Jeffreys Bay, na África do Sul, Mick Fanning é um dos poucos que surfam à altura das exigências do pico que recebe a sexta etapa do Circuito Mundial. A onda em J-Bay tende a expor as mínimas imperfeições do surfe de cada um, mas se encaixa perfeitamente com o estilo do australiano tricampeão mundial e dono de três títulos no evento (2002, 2011 e 2014). Aos 34 anos, o maior expoente do "power surf" se renova a cada temporada e inspira gerações mesclando força, velocidade, potência, agressividade e elegância ao desenhar linhas e manobras. Em 38 anos de surfe profissional, apenas Kelly Slater venceu mais do que o aussie em Supertubos, onde é tetracampeão (1996, 2003, 2005 e 2008). 
Mick Fanning (AUS), 2014 J-Bay Open - Jeffreys Bay - Circuito Mundial de surfe (Foto:  WSL / Kirstin Scholtz)Mick Fanning com o seu terceiro troféu em Jeffreys Bay, que recebe a sexta etapa do CT (Foto: WSL / Kirstin Scholtz)
Para erguer a taça da tradicional disputa pela quarta vez e igualar o recorde do onze vezes campeão mundial, Fanning espera surfar no limite. O defensor do título em Jeffreys Bay, que ocupa a quarta posição no ranking, destacou o equilíbrio de forças na elite este ano, mas espera mais uma boa exibição do quarteto formado por Adriano de Souza, número um do mundo, Filipe Toledo, vice-líder, Owen Wright (3º) e Julian Wilson (5º), sem esquecer de especialistas como o local Jordy Smith e o australiano Joel Parkinson, bicampeões do evento. 
Mick Fanning abraça Joel Parkinson após a final da etapa de Jeffreys Bay J-Bay em 2014 Circuito Mundial de surfe 2014 (Foto: WSL / Kirstin Scholtz)Mick Fanning abraça Joel Parkinson após a final em J-Bay em 2014 (Foto: WSL / Kirstin Scholtz)
- Vou precisar surfar no meu auge e espero que as ondas estejam "rasgando" de novo e que eu entre em um bom ritmo com o oceano. Espero mais um evento com grandes performances de todos no Tour em J-Bay. O nível está muito alto nesta temporada e uma grande atuação do Adriano, Filipe, Owen e Julian. Acho que eles vão ameaçar especialistas em J-Bay como Jordy Smith e Joel Parkinson - analisou Fanning, campeão da etapa de Bells Beach nesta temporada. 
Apaixonado pela África do Sul, seja por suas ondas, população ou vida selvagem, o australiano diz que a maior dificuldade em J-Bay é a leitura da onda. O segredo para surfá-la com perfeição, segundo ele, é explorar o máximo de espaço com um leque de manobras no ritmo certo. 
- A onda de J-Bay é uma onda difícil de ler. Eu acho que o Shaun Tomson disse uma vez que esta é onda fácil de surfar, mas é uma onda difícil de surfar bem. Você pega muita velocidade, mas o ritmo muda a todo instante. É preciso escolher os seus movimentos com cuidado, caso contrário, você estará desperdiçando pontos potenciais ao longo do percurso - explicou. 
Mick Fanning (AUS), 2014 J-Bay Open - Jeffreys Bay - Circuito Mundial de surfe (Foto: WSL / Kelly Cestari)Mick Fanning surfa tubo com perfeição para conquistar o tricampeonato em J-Bay (Foto: WSL / Kelly Cestari)
Eu sinto que estou em uma boa posição, mas há muitas pessoas que estão no mesmo barco. Para ser honesto, não estou pensando muito no título mundial. Estou pensando mais no meu desempenho em cada evento e tentando me concentrar em algumas vitórias ao invés de me fixar no título" 
Mick Fanning
Um dos mais respeitados e experientes surfistas no Tour, Fanning se vê "no mesmo barco" que outros surfistas nesta temporada e ainda não pensa em mais um título mundial. Apesar de se ver em uma situação confortável no ranking, ele prefere focar em um passo de cada vez. O lema é continuar a curtir a vida, viajar o mundo e aproveitar os bons momentos no surfe. 
- Eu sinto que estou em uma boa posição, mas há muitas pessoas que estão no mesmo barco. Para ser honesto, não estou pensando muito no título mundial. Estou pensando mais no meu desempenho em cada evento e tentando me concentrar em algumas vitórias ao invés de me fixar no título. 
Jeffreys Bay recebeu um evento do CT pela primeira vez em 1984, com vitória de Mark Occhilupo, na época, um jovem de apenas 17 anos. A etapa voltou a receber um evento em 1993, pelo ranking de acesso, e em 1996, com a elite - ficando fora em 1997. Saiu do circuito após 2011 e voltou em 2014, quando Fanning sagrou-se campeão. Em 2012, o pico foi palco de um QS 6.000, vencido pela primeira vez por um brasileiro, o Mineirinho. 
Mick Fanning e Joel Parkinson após a final da etapa de Jeffreys Bay J-Bay em 2014 Circuito Mundial de surfe 2014 (Foto: WSL / Kirstin Scholtz)Australianos Mick Fanning e Joel Parkinson no pódio da última edição da etapa em J-Bay (Foto: WSL / Kirstin Scholtz)
CONFIRA AS BATERIAS EM JEFFREYS BAY
1.Taj Burrow (AUS), Michel Bourez (TAH), Brett Simpson (EUA)
2. Julian Wilson (AUS), Miguel Pupo (BRA), Alejo Muniz (BRA)
3. Owen Wright (AUS), Kai Otton (AUS), C.J. Hobgood (EUA)
4. Filipe Toledo (BRA), Adam Melling (AUS), Dane Reynolds (EUA)
5. Mick Fanning (AUS), Matt Banting (AUS), Tomas Hermes (BRA)
6. Adriano de Souza (BRA), Kolohe Andino (EUA), Slade Prestwich (AFS)
7. Josh Kerr (AUS), Sebastian Zietz (AFS), Dusty Payne (HAV)
8. Kelly Slater (EUA), Matt Wilkinson (AUS), Glenn Hall (IRL)
9. Nat Young (EUA), Wiggolly Dantas (BRA), Adrian Buchan (AUS)
10. Ítalo Ferreira (BRA), Jadson André (BRA), Fred Pattachia Jr. (HAV)
11. Bede Durbidge (AUS), Jordy Smith (AFS), Ricardo Christie (NZL) 
12. Joel Parkinson (AUS), Gabriel Medina (BRA), Keanu Asing (HAV)
TODOS OS CAMPEÕES EM J-BAY
2014 - CT - Mick Fanning (AUS), Joel Parkinson (AUS)
2012 - QS - Adriano de Souza (SP)/Joan Duru (FRA)
2011 - CT - Jordy Smith (AFS), Mick Fanning (AUS)
2010 - CT - Jordy Smith (AFS), Adam Melling (AUS)
2009 - CT - Joel Parkinson (AUS), Damien Hobgood (EUA)
2008 - CT - Kelly Slater (EUA), Mick Fanning (AUS)
2007 - CT - Taj Burrow (AUS), Kelly Slater (EUA)
2006 - CT - Mick Fanning (AUS), Taj Burrow (AUS)
2005 - CT - Kelly Slater (EUA), Andy Irons (HAW)
2004 - CT - Andy Irons (HAV), Nathan Hedge (AUS)
2003 - CT - Kelly Slater (EUA), Damien Hobgood (EUA)
2002 - CT - Mick Fanning (AUS), Michael Lowe (AUS)
2001 - CT - Jake Paterson (AUS), Taylor Knox (EUA)
2000 - CT - Jake Paterson (AUS), Peterson Rosa (PR)
1999 - CT - Joel Parkinson (AUS), Ross Williams (HAV)
1998 - CT - Michael Barry (AUS), Sunny Garcia (HAV)
1997 - QS - Jevon Le Roux (AFS), Frankie Oberholzer (AFS)
1996 - CT - Kelly Slater (EUA), Taylor Knox (EUA)
1996 - QS - Shane Thorne (AFS), Vetea David (TAH)
1995 - QS - Seth Hulley (AFS), Vetea David (TAH)
1994 - QS - Justin Strong (AFS), Shane Powell (AUS)
1993 - QS - Michael Barry (AUS), Kelly Slater (EUA)
1984 - CT - Mark Occhilupo (AUS), Hans Hedemann (HAV)