domingo, 18 de novembro de 2012

No fim, Ronaldinho Gaúcho impede derrota do Galo para o Atlético-GO
Xarás ficam na igualdade por 2 a 2 em jogo que o Alvinegro acerta a trave em cinco oportunidades, três delas com R49 em cobranças de falta
 
  
DESTAQUES DO JOGO
  • Pontaria
    Dragão
    O Atlético-GO finalizou apenas três vezes no 1º tempo, mas obteve grande êxito, já que marcou duas vezes. Por sua vez, o Galo atacou o gol de Márcio em dez oportunidades, obtendo sucesso em apenas uma delas.
  • personagem
    Ronaldinho
    Antes de a bola rolar, R49 recebeu um prêmio por ser o melhor jogador da década. Com ela rolando, o camisa 49 conseguiu a proeza de acertar a trave três vezes, mas fez gol salvador já nos acréscimos.
  • trave no caminho
    Cinco vezes
    O Atlético-MG pressionou o xará durante os 90 minutos. Quando a bola não era defendida por Márcio ou ia para fora, acabava encontrando algum dos postes. Jô acertou uma, Bernard outra, enquanto R49 mandou três.
A CRÔNICA
por Fernando Martins Y Miguel
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Com cinco bolas na trave e lances polêmicos em faltas dentro da área, o Atlético-MG não conseguiu superar, neste domingo, o lanterna do Campeonato Brasileiro e apenas empatou com o Atlético-GO, por 2 a 2, no Estádio Independência, com direito a gol no último minuto do jogo. A zebra que apareceu em Belo Horizonte na partida da 36ª rodada quase fez com que o Galo perdesse a invencibilidade como mandante na competição após 15 partidas e 15 meses sem ser derrotado em casa. O Dragão chegou a fazer 2 a 0 com Rayllan e Patrick, mas permitiu a igualdade através de Réver e Ronaldinho Gaúcho. O público foi de 15.342 pagantes, que proporcionaram uma renda de R$ 431.040,00.
Além disso, o time alvinegro fica na espera de manter o sonho de terminar a competição com o vice-campeonato, que dará a vaga na fase de grupos da Taça Libertadores do ano que vem. O Galo chegou aos 66 pontos, na terceira colocação, e pode ver essa diferença chegar a três pontos, se o Grêmio derrotar a Portuguesa, ainda neste domingo.
O Dragão, já rebaixado, chegou aos 27 pontos e conseguiu complicar a vida do Atlético-MG, assim como fez com o Santos de Neymar na rodada anterior, quando venceu por 2 a 1. Sem pretensão alguma, o time vai conseguindo terminar de forma honrosa a participação na Série A.

Na próxima rodada, o Galo vai ao Rio de Janeiro, onde enfrentará o Botafogo, no Engenhão, domingo, às 17h (de Brasília). O Atlético-GO vai pegar o Palmeiras, no mesmo dia, no mesmo horário, no Pacaembu.
Antes da partida, Ronaldinho Gaúcho foi premiado com o troféu em homenagem ao título de ‘Melhor Jogador da Década", vencido pelo craque em 2009, honraria dada pela revista britânica "World Soccer".
Dragão surpreendente
O lanterna da competição entrou em campo disposto a acabar com a euforia atleticana. Logo nos primeiros minutos, após cruzamento da direita, Victor espalmou para dentro da área, e Rayllan chutou forte para abrir o placar.
Até então, a torcida do Galo apoiava, mas o time parecia pensar que ganharia a partida quando quisesse. E a situação piorou quando o Dragão ampliou. Aos 16 minutos, Ernandes ganhou de Guilherme na corrida e cruzou para Patrick apenas empurrar para o gol. A torcida alvinegra não poupou Guilherme.
Ronaldinho gaucho atlético-mg eatlético-go (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)Ronaldinho Gaúcho mais uma vez é decisivo para o Atlético-MG (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)
Mas bastaram três minutos para o Galo diminuir com o capitão Réver. O zagueiro dominou dentro da pequena área chute de Bernard e só teve o trabalho de escolher o canto e tocar para o gol. Comemoração discreta em campo e ânimo renovado nas arquibancadas.
Mesmo com o gol que recolocou os donos da casa de volta ao jogo, o time se perdia nos próprios erros. Guilherme, tal como em boa parte de sua trajetória no Atlético-MG desde que chegou, estava apagado. O atacante Jô, na sua principal jogada, cabeceou no travessão, sem goleiro, uma chance cristalina, para desespero da torcida presente em ótimo número. Apesar da pressão territorial, das inúmeras finalizações e da supremacia na posse de bola, o Galo saiu em desvantagem no placar diante de um Dragão já rebaixado, porém sem responsabilidade.
Trave rouba pontos do Galo
O técnico Cuca, assim como toda a torcida no estádio, perdeu a paciência com Guilherme e colocou Neto Berola em seu lugar. No anúncio da substituição pelo alto-falante, os atleticanos comemoraram como um gol.
Com a bola rolando, Bernard chegou a mandar um chute na trave logo de cara. Em seguida, Réver cabeceou escanteio para fora. Assim, os visitantes se seguravam e até assustavam, com Reis, que havia entrado no lugar de Diogo Campos. Ele chutou à queima-roupa em cima de Victor.
Conforme passavam os minutos, o desespero dos mineiros aumentava. A cada passe errado, a torcida ia à loucura. E o time sentia bastante. A desorganização em campo era visível. Pelo futebol, parecia que o Galo era o último colocado.
Em falta, Ronaldinho mandou a primeira de suas três bolas na trave. Essa, depois de parar caprichosamente no travessão, ainda quicou em cima da linha. Logo depois, o camisa 49 mandou outra, só que no pé da trave, para levar os torcedores do Galo à loucura. Parecia de propósito, mas em outra oportunidade ele voltou a carimbar o travessão, desta vez com a ajuda de Márcio, que chegou a tocar na bola.
Mas o craque alvinegro retribuiu o pedido de "fica Ronaldinho" gritado pelos torcedores no início da partida. Aos 45 minutos, o meia pegou rebote na área e chutou no canto de Márcio para explodir o Independência e evitar a perda da invencibilidade do time como mandante na competição. Se não foi bom, o empate pelo menos serviu de consolo para o Alvinegro, que ainda briga pelo vice-campeonato.
No dia de Ganso, Ceni pega batuta e dá vitória ao São Paulo contra Timbu
Goleiro faz o gol da vitória do Tricolor, que se garante na Libertadores. Meia estreia com a camisa são-paulina para alegria de 62 mil torcedores
 
 
DESTAQUES DO JOGO
  • minuto-chave
    26 do 2º tempo
    De pênalti, Rogério Ceni faz o segundo gol do São Paulo e assegura a vitória ao time do Morumbi, que chega a 62 pontos na quarta colocação.
  • recorde
    62.207
    Esse foi o público do Morumbi nesta tarde de domingo. Pela terceira vez, o São Paulo chega ao recorde de público do atual Campeonato Brasileiro.
  • maestro
    Ganso
    O meia fez sua estreia com a camisa do São Paulo, mas não teve uma atuação destacada.. Normal depois de tanto tempo parado por conta de lesão.
A CRÔNICA
por Leandro Canônico
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Paulo Henrique Ganso tem tudo para se tornar um grande maestro no São Paulo. Não à toa, a sua estreia levou 62.207 pessoas ao Morumbi neste domingo, dando ao clube um novo recorde de público neste Campeonato Brasileiro. Mas quem assegurou a vitória por 2 a 1, de virada, sobre o Náutico, pela 36ª rodada, foi o maior de todos os comandantes do Tricolor: Rogério Ceni (Luis Fabiano fez o outro).
Com o resultado, o São Paulo foi a 62 pontos, manteve a quarta colocação e se garantiu na fase prévia da Libertadores, beneficiado pela derrota do Botafogo para o Sport. O Tricolor sonha terminar o Brasileiro em segundo para entrar diretamente na fase de grupos do torneio sul-americano. O Náutico, por sua vez, segue com 45 pontos, ainda com risco pequeno de rebaixamento à Série B.
Em sua estreia, Ganso, obviamente, não teve uma atuação brilhante. Ainda sem ritmo de jogo, o meia tocou muito de lado e arriscou alguns lançamentos e passes mais ousados. Não estava fácil para o camisa 8 e para ninguém do Tricolor, tamanha era a retranca do Timbu. O jogo só fluiu mais para os donos da casa, melhores o tempo todo, quando Ceni virou a partida.
Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a penúltima da competição, o São Paulo encara a Ponte Preta, em Campinas, às 17h, no domingo. No mesmo dia e horário, o Náutico visita o Bahia, no estádio de Pituaçu, em Salvador.
ganso são paulo (Foto: Wander Roberto/VIPCOMM)Ganso entra em campo no lugar de Jadson no segundo tempo (Foto: Wander Roberto/VIPCOMM)
Retranca x posse de bola
Se nas arquibancadas do Morumbi havia mais de 62 mil são-paulinos, a impressão que o São Paulo teve dentro de campo era de que o Náutico estava com milhares de defensores. Na retranca, o time pernambucano deu muito pouco espaço aos donos da casa. Do outro lado, Rogério Ceni foi um mero espectador.
Com 68% de posse de bola no primeiro tempo, o Tricolor finalizou dez vezes. Quem mais tentou pelo lado são-paulino foi Lucas. Com cinco chutes a gol, o meia-atacante foi a principal arma do time anfitrião. Paulo Miranda, de volta à lateral direita, também fez um ótimo primeiro tempo.
Diante da dificuldade pelo meio de campo, as jogadas pelas laterais apareciam como alternativa. Foi assim com Paulo Miranda, com Cortês e também com Osvaldo. O atacante apareceu algumas vezes pela esquerda na tentativa de surpreender a zaga do Timbu. Mas faltava capricho nas finalizações.
Em dia de festa pela presença de Paulo Henrique Ganso no banco de reservas, a torcida do São Paulo manteve a paciência. Mas aos 30 minutos deixou o seu recado ao técnico Ney Franco: “Ô lê, lê, ô, lá, lá, o Ganso vem aí e o bicho vai pegar”. O meia talvez fosse capaz de ajudar a furar a retranca pernambucana.
Retranca, aliás, que veio com um toque de catimba. Aos 43 minutos, Luis Fabiano atingiu o braço no braço de Alemão, mas o jogador do Náutico caiu colocando a mão no rosto. O árbitro, então, puniu o camisa 9 do São Paulo com o cartão amarelo. A torcida, eufórica, novamente apoiou e gritou o nome do jogador.
wellington são paulo souza náutico (Foto: Marcos Bezerra / Agência Estado)Wellington, do São Paulo, recebe a marcação de Souza, do Náutico (Foto: Marcos Bezerra / Agência Estado)
Ceni: sempre com a batuta
A expectativa dos torcedores do São Paulo era de que o time voltasse para o segundo tempo com Paulo Henrique Ganso. Mas a única alteração foi a entrada de Edson Silva no lugar de Rafael Toloi. O zagueiro sentiu o tornozelo durante a etapa inicial e não teve condições de voltar ao campo.
É claro que a ausência de Ganso causou frustração nos mais de 60 mil são-paulinos, muito embora o planejamento fosse para que o meia entrasse com a etapa final em andamento, mas o gol do Náutico, aos três minutos, foi pior. Souza, em cobrança de falta, acertou o canto direito de Rogério Ceni.
Se a frustração tinha sido em dose dupla, a euforia foi compensada da mesma maneira. Aos nove minutos, o técnico Ney Franco chamou Paulo Henrique Ganso para entrar no lugar de Jadson e “explodiu” o Morumbi, que segundos depois viu Luis Fabiano cabecear após cruzamento de Osvaldo e empatar a partida.
Em campo, o maestro Paulo Henrique Ganso passou a ser a referência do time. A maioria das bolas começaram a passar por ele, que arriscou alguns toques rápidos e lançamentos de longa distância. Mas a virada saiu dos pés de alguém que está bem acostumado a ser estrela: Rogério Ceni, o maior regente da torcida tricolor.
O goleiro fez 2 a 1, de pênalti, aos 26 minutos. Quem sofreu a penalidade foi o artilheiro Luis Fabiano, depois de linda jogada individual de Lucas. Com mais um gol, Ceni chegou a 107 na carreira. Recentemente, aliás, o camisa 1 renovou seu contrato com o Tricolor até o fim de 2013.
Sem poder ficar mais na retranca, como na maior parte do jogo, o Náutico teve de sair um pouco da defesa e deu mais espaços ao São Paulo. Só que o placar final não saiu do 2 a 1 para os donos da casa, que festejaram a volta à Libertadores.
Na base da raça, Bahia derrota a Ponte Preta em Pituaçu
Depois de pressão da Macaca, Tricolor sai com resultado positivo graças a gol de Neto aos 35 minutos do segundo tempo
 
DESTAQUES DO JOGO
  • momento decisivo
    17 do 2º tempo
    Com o 0 a 0 no placar e a necessidade do triunfo, a torcida do Bahia decidiu agir na arquibancada. Reforçou o coro e empurrou o Tricolor para o triunfo.
  • estatística
    pé na forma
    A Ponte Preta acertou 207 passes ao longo dos 90 minutos. O Bahia, por sua vez, teve apenas 132 passes certos no duelo em Pituaçu neste domingo
  • o nome do jogo
    Neto
    O lateral-direito do Bahia, que ainda não havia balançado as redes em Pituaçu, aproveitou a chance que teve e garantiu os três pontos para o Tricolor.
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
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Faltou qualidade, mas sobrou vontade. Em um jogo nervoso e sem grande inspiração, o Bahia foi dominado pela Ponte Preta, mas conseguiu fazer valer o mando de campo. Empurrado pela torcida, o Tricolor venceu por 1 a 0, com gol de Neto aos 35 minutos do segundo tempo, e se manteve afastado da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, pela 36ª rodada, a duas do fim.
O Bahia entrou em campo com o estigma de segundo pior mandante do Brasileiro. Eram apenas quatro vitórias em 20 partidas em casa. O baixo desempenho diante do torcedor e a pressão pela ameaça da degola deixaram o time nervoso, mas a torcida fez o papel fundamental para o resultado positivo.
– Foi uma vitória suada. Não deu na qualidade, mas deu na raça. A gente sabia que ia ser um jogo difícil – comentou o atacante Souza.
Os três pontos conquistados em Pituaçu deixaram o Bahia fora do Z-4. O Tricolor chegou aos 43 pontos e, na conta da equipe, precisa de mais três para se livrar completamente do risco de voltar à Série B. A chance de atingir a marca será no próximo domingo, quando enfrentará o Náutico, em Pituaçu, às 17h (de Brasília).
A Ponte Preta, que já não se assusta com o rebaixamento, está na 12ª colocação com 46 pontos. Volta a jogar no domingo, contra o São Paulo, no Moisés Lucarelli, também às 17h.
Papéis invertidos em campo
souza bahia joão paulo ponte preta (Foto: Erik Salles / Agência Estado)Souza tenta passar pela marcação de João Paulo (Foto: Erik Salles / Agência Estado)
O jogo era em Pituaçu, mas o único sinal disso no início do confronto ficou na arquibancada. Mesmo com o estádio cheio, como os jogadores pediram ao longo da semana – foram 24.004 pagantes –, o Bahia foi dominado pela Ponte Preta. A equipe paulista ganhou praticamente todas as disputas no meio de campo e criou as melhores oportunidades dos primeiros 45 minutos.
Ao Bahia, na luta contra o rebaixamento, restou a ansiedade de querer resolver logo e a pressão por um resultado positivo. O trio ofensivo formado por Souza, Gabriel e Jones se mostrou bastante afastado dos jogadores do meio. A zaga formada por Alysson, que não jogava há um bom tempo, e o improvisado Fabinho foi o ponto mais inseguro.
A Ponte Preta soube aproveitar bem essas brechas na defesa tricolor. Luan, Baraka, Roger e Nikão tiveram boas oportunidades para abrir o placar, mas não conseguiram acertar o pé na frente do goleiro Marcelo Lomba.
A diferença entre as duas equipes no primeiro tempo ficou evidente nos números ao fim dos 45 minutos. A visitante Ponte Preta teve 63% da posse de bola e finalizou nove vezes. O Bahia ficou com os 37% restantes e deu apenas dois chutes ao gol de Edson Bastos. O primeiro deles somente aos 31 minutos.
Torcida empurra, e Bahia responde
Para o segundo tempo, o técnico Jorginho tentou modificar este cenário com uma mudança. Zé Roberto entrou no lugar de Jones para ser o responsável pela criação no meio de campo. Mas o efeito não foi o esperado em campo.
O Bahia seguiu sem fazer valer o mando de campo. A torcida demonstrou mais impaciência, e a Ponte Preta por pouco não aproveitou aos 14 minutos. Cicinho aproveitou o erro da zaga e de Marcelo Lomba, passou pelo goleiro e bateu cruzado. A bola passou pela frente do gol e não entrou.
A mudança do cenário da partida só aconteceu três minutos depois. Com o 0 a 0 no placar, a torcida do Bahia passou a gritar o nome do time e apoiar na arquibancada com mais força. O incentivo surtiu efeito, e os jogadores passaram a pressionar a Ponte Preta. Não na base da organização ou de jogadas ensaiadas, mas na vontade.
Na empolgação, Souza e Zé Roberto desperdiçaram as melhores chances do Bahia. O atacante recebeu passe de Diones e, na entrada da área, tentou bater colocado. Edson Bastos defendeu e, no rebote, conseguiu abafar o chute de Zé Roberto.
O grito de gol preso na garganta, no entanto, não demorou muito para sair. Aos 35 minutos, Hélder recebeu a bola dentro da área e ajeitou para Neto. O lateral bateu cruzado e, desta vez, o goleiro Edson Bastos não teve o que fazer. Era festa na arquibancada de Pituaçu.
Nos minutos finais, o Bahia chegou a criar chances de ampliar o placar. Enquanto isso, a Ponte Preta partiu para cima, mas não conseguiu passar por Marcelo Lomba. Com o apito final, a torcida tricolor explodiu de alegria na arquibancada com mais três pontos conquistados na luta contra o rebaixamento.
 

Herói da final, fixo Neto fatura a Bola de Ouro; Eder Lima fica com artilharia

Autor de dois gols na decisão contra a Espanha, defensor brasileiro afirma que não esperava levar o prêmio; Argentina é a equipe mais disciplinada

Por SporTV.com Bangcoc, Tailândia
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Autor de dois gols na final contra a Espanha, o fixo Neto foi eleito o melhor jogador do Mundial da Tailândia. Aos 31 anos, o jogador do Joinville atingiu o ápice da carreira, conquistando a tão almejada Bola de Ouro do Futsal, prêmio ganho por Falcão nas Copas do Mundo de 2004 e 2008. A premiação foi divulgada logo após a decisão deste domingo, no ginásio Huamark, em Bangcoc. Participaram da eleição o corpo técnico da Fifa e os jornalistas credenciados no evento. Brasileiro naturalizado russo, Eder Lima terminou a competição como artilheiro e também foi premiado. Ele marcou nove gols nas cinco partidas da Rússia no Mundial.
Para chegar à conquista, Neto teve de desbancar quatro concorrentes ao prêmio. Além do pivô brasileiro Fernandinho, brigavam pela Bola de Ouro os espanhóis Kike e Torras, além do português Ricardinho. Os cinco foram anunciados neste sábado pela Fifa como finalistas da premiação.
Confira a tabela completa do Mundial
- Acabou que foi uma surpresa esse prêmio, pois é difícil um defensor ser eleito o melhor jogador de uma Copa do Mundo. Estou muito feliz e quero compartilhar esse momento com os amigos e a minha família em Uberlândia. Na final, busquei muito o jogo e acabei sendo premiado com o gol do título - comentou Neto.
Neto, Rato e Falcão Brasil futsal (Foto: Getty Images/Fifa)Neto (à esq.) comemora o gol do título com Rafael Rato e Falcão Brasil (Foto: Getty Images/Fifa)
Capitão da vice-campeã Espanha, o fixo Kike ficou com a Bola de Prata, dada ao segundo melhor jogador do Mundial. O prêmio de melhor goleiro foi para o italiano Mammarella, que levou o troféu Luva de Ouro.
Com dois gols a menos que Eder Lima, Fernandinho ficou com a Chuteira de Bronze, dado ao terceiro lugar da artilharia. O pivô brasileiro ficou atrás do italiano Rodolfo Fortino, Chuteira de Prata, com oito gols.
Por último a seleção da Argentina recebeu da Fifa o Troféu Fair Play, por ter sido a equipe mais disciplinada da Copa 2012. A premiação leva em conta o número de cartões recebidos e faltas cometidas por cada time.

Superluta entre Spider e GSP pode forçar Hendricks a encarar Nick Diaz

Mesmo tendo sido apontado por Dana White como desafiante número um ao cinturão dos meio-médios, wrestler pode ter de fazer mais uma luta eliminatória

Por SporTV.com Montreal, Canadá
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UFC - Nick Diaz (Foto: Marcelo Russio/Globoesporte.com)Retorno de Nick Diaz é fator decisivo para o futuro dos
meio-médios do UFC (Foto: Marcelo Russio / SporTV.com)
Mesmo tendo sido apontado por Dana White como o virtual desafiante número um ao cinturão de Georges St-Pierre, novamente campeão dos meio-médios do UFC, o americano Johny Hendricks pode ver seu sonho de disputar o título adiado por algum tempo. O motivo é a iminente realização da superluta entre o canadense e Anderson Silva, que Dana White insiste que irá acontecer, até com data estimada para 25 de maio, data do Memorial Day, um dos feriados mais importantes dos EUA. Caso não decida esperar por uma nova data, o dono do nocaute da noite do UFC 154 pode ter de enfrentar uma nova pedreira: ninguém menos que Nick Diaz.
SporTV.com/Combate: as últimas notícias do MMA e UFC
Os rumores de que a luta entre Hendricks e Diaz poderia definir o próximo adversário do canadense ganharam força após a confirmação de que Dana White está empenhado em fazer a luta entre St-Pierre e Anderson Silva acontecer no primeiro semestre do próximo ano. O único empecilho seria a recusa de Hendricks, optando por esperar cerca de um ano pela chance de disputar o cinturão dos meio-médios.
Por outro lado, essa luta ainda depende da obtenção por parte de Diaz de uma nova licença para lutar, uma vez que ele está suspenso por doping. Além disso, o lutador precisa anunciar novamente que estaria de volta ao UFC. Após a derrota para Condit, no UFC 143, Diaz sentiu-se prejudicado pelo julgamento da disputa e anunciou que estava se aposentando do MMA. Caso reconsidere a decisão e obtenha a nova licença da Comissão Atlética de Nevada, Diaz estaria disponível para lutar e, portanto, encarar Hendricks ou qualquer outro adversário.
Ainda não houve uma comunicação oficial do UFC sobre a possibilidade tanto da superluta entre Anderson Silva e Georges St-Pierre quanto uma eventual disputa entre Hendricks e Diaz, mas existe a chance de que os entendimentos comecem a ser feitos já no começo de 2013.

sábado, 17 de novembro de 2012

De olho em St-Pierre, Anderson Silva
admite lutar 'mais cedo' em 2013

Em Montreal, lutador brasileiro aposta em uma vitória de Georges St-Pierre e espera fazer superluta diante do canadense. Weidman não é descartado

Por SporTV.com Montreal, Canadá
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Anderson Silva fala com a imprensa em Montreal, antes do UFC 154 (Foto: Reprodução / Twitter)Anderson Silva fala com a imprensa em Montreal,
antes do UFC 154 (Foto: Reprodução / Twitter)
Anderson Silva é um campeão capaz de mudar de opinião. Poucos dias depois de afirmar à imprensa brasileira que só voltaria ao octógono no fim do ano que vem, o campeão dos pesos-médios do Ultimate, após uma conversa com o chefão Dana White, já cogita voltar a atuar no primeiro semestre de 2013. Durante uma pequena coletiva de imprensa no Canadá, o Spider voltou a dizer a superluta com Georges St-Pierre é o seu objetivo principal.
- Georges St-Pierre pode ser a minha próxima. É meu principal plano. Jon Jones? Não acho. Essa é uma decisão do Dana. Eu luto para o UFC - disse o campeão, que ainda tem duas lutas em seu contrato com a organização.
Anderson está em Montreal para gravação de um filme e para acompanhar de perto o duelo entre GSP e Carlos Condit, neste sábado, no UFC 154. Apesar de apostar na vitória do canadense, Anderson não descartou enfim aceitar o desafio do americano Chris Weidman, caso St-Pierre perca o duelo de logo mais.
- Na minha opinião, Georges ganha hoje. Mas se ele perder, eu não sei. Talvez Weidman, talvez outra pessoa - disse.
Em 2012, Anderson Silva já fez duas lutas pela organização. Antes de vencer o meio -pesado Stephan Bonnar, no UFC Rio III, ele havia nocauteado o falastrão Chael Sonnen, em julho.

Pato brilha, e Santos vence o rebaixado Figueirense na Vila

Argentino começa o jogo mal e se redime: marca um gol e dá assistência para Felipe Anderson fechar o 2 a 0. Catarinenses são castigados, após bom primeiro tempo

Por Marcelo Hazan Santos, SP
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  • destaque
    Público na Vila
    Mesmo com o Santos sem pretensões no Brasileirão, diante do rebaixado Figueirense, a torcida compareceu ao estádio. No total, foram 10.013 pagantes. 
  • nome do jogo
    Pato Rodriguez
    O meia-atacante argentino começou mal e errando quase tudo, mas se redimiu. Primeiro fez um golaço de letra e depois deu assistência para Felipe Anderson ampliar. 
  • a decepção
    Aloísio
    Referência do ataque do Figueirense, o centroavante que está na mira do São Paulo esteve sumido e apareceu mais pelos erros. Time catarinense foi castigado por não converter as chances da etapa inicial. 
A noite foi de Pato Rodriguez. Por incrível que pareça, o argentino roubou a cena e brilhou na Vila Belmiro, ocupada por 10.013 pagantes, mesmo com um jogo sem validade para a tabela do Brasileirão. O argentino fez um gol e deu assistência para Felipe Anderson fechar o 2 a 0 sobre o rebaixado Figueirense neste sábado à noite, em jogo válido pela 36ª rodada do Brasileirão. Neymar até tentou marcar, mas se destacou mesmo pelo terceiro cartão amarelo, recebido por uma suposta simulação. Desta forma, ele está suspenso do clássico contra o Corinthians.
Sem o craque, o Peixe volta a campo no próximo sábado, às 19h30, no Pacaembu, contra o Timão. Com o resultado deste sábado, o Santos chegou a 49 pontos e está na nona posição. O Figueira, já rebaixado, tem 30 pontos, na 19ª colocação, e enfrenta o Grêmio no domingo (25), às 17h, no Orlando Scarpelli.
Figueirense pressiona, mas Santos marca

Das arquibancadas, o Santos recebeu um belo voto de confiança. O jogo não valia nada para o Peixe, mas a torcida encheu a Vila Belmiro no feriado. Do outro lado, os fãs do rebaixado Figueirense praticamente não compareceram. Tanto que o espaço tradicionalmente reservado para os visitantes foi destinado aos próprios santistas. Mas até os 40 minutos do primeiro tempo, quem teve motivos para comemorar foram os catarinenses.

Deu sono o futebol na Vila. Não fosse o impedimento inexistente marcado pelo árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva, os santistas não teriam motivo para levantar da arquibancada. Em bela enfiada de Neymar, Pato Rodriguez saiu na cara de Tiago Volpi, aos nove minutos, mas a jogada foi erradamente anulada. Bruno Peres, particularmente, estava em péssima noite. Em um cruzamento e uma finalização, o lateral imitou o pênalti desperdiçado por Neymar no amistoso da Seleção contra a Colômbia, na última quarta-feira, e isolou as duas.

Sem nada com isso, a garotada do Figueirense queria mostrar serviço. E deu sufoco. Artilheiro do time catarinense, Aloisio, na mira do São Paulo, perdeu boa chance de cabeça, aos 21 minutos. Logo depois, o jovem Bruno Nazário, de 17 anos, justificou o sobrenome do craque Ronaldo Fenômeno e quase abriu o placar em linda jogada pela direita. Ele driblou Bruno Rodrigo e finalizou à direita de Rafael.

Depois de perder as melhores chances, o Figueirense relaxou nos cinco minutos finais e foi castigado. As broncas de Neymar em Pato surtiram efeito e o meia-atacante abriu o placar. Mas boa parte do gol deve ser creditada a Felipe Anderson. Pela direita, ele passou por três marcadores, foi ao fundo e cruzou para o argentino, de letra, fazer um golaço, aos 41. Festa e alívio para os santistas, que até então eram castigados com o futebol ruim.
Peixe acorda e amplia

A tônica do fim da etapa inicial seguiu no começo do segundo tempo. Pato Rodriguez e Juan, respectivamente, criaram boas chances antes mesmo dos cinco minutos, mas não converteram. Neymar tentou fazer golaço limpando a zaga do Figueirense, mas também parou em Tiago Volpi.

Por incrível que pareça, a noite era mesmo de Pato Rodriguez. O argentino, que começou o jogo muito mal, novamente brilhou no segundo gol do Peixe. Pela esquerda, ele achou espaço para cruzar e retribuiu o passe de Felipe Anderson. Completamente livre, o meia finalizou e aproveitou o rebote de Tiago Volpi para ampliar, aos 18 minutos.

Sem reação, a garotada do Figueirense não esboçou reação no segundo tempo. Com postura apática e completamente diferente da apresentada na etapa inicial, o time catarinense se limitou a assistir Neymar e companhia. O craque do Santos, aliás, apareceu não só pelas jogadas e finalizações, como também por um amarelo. Depois de dar belo chapéu pela esquerda, o atacante acelerou na direção da área e foi derrubado por Américo, mas recebeu cartão por simulação. Assim, ele fica suspenso do clássico contra o Corinthians.

O técnico interino Fernando Gil até tentou mudar o panorama da derrota com três substituições, mas nenhuma surtiu o efeito desejado. Tudo indica que Adilson Batista, treinador que assumirá a equipe apenas em 2013, terá bastante trabalho pela frente. O Santos, por sua vez, no fim conseguiu recompensar os 10.013 torcedores que compareceram ao estádio no feriado apenas para prestigiar o time, sem objetivos no Brasileirão.
Ainda houve tempo para Felipe Anderson fazer um gol de falta pela esquerda, mas o árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva assinalou impedimento de Durval, que atrapalhou o goleiro Tiago Volpi. E o placar ficou mesmo no 2 a 0.

Cheio de garotos, Vasco bate o Coxa e volta a vencer após sete jogos

Equipe vira para cima do time paranaense dentro do Couto Pereira. Atacante Romário, de 20 anos, faz gol em sua primeira partida como titular

Por GLOBOESPORTE.COM Curitiba
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 Depois de sete rodadas sem vencer, o Vasco fez 2 a 1, de virada, sobre o Coritiba, neste domingo, no Couto Pereira. Com o resultado, a equipe chega a 54 pontos e mantém as chances matemáticas de classificação para a Libertadores. O São Paulo, o quarto colocado, tem 59 e enfrenta o Náutico neste domingo, no Morumbi.
A equipe cruz-maltina entrou em campo seus principais nomes, como Juninho e Felipe. Sem os medalhões, o jeito foi a aposta em jovens, como Marlone, Jhon Cley e Romário, todos crias da base do clube. Este último fez um gol de cabeça e iniciou a reação do time. O Coxa permanece com 45 pontos, na 14ª posição, e ainda não afastou matematicamente o risco de rebaixamento. O principal destaque alviverde na partida foi Lincoln, que marcou um golaço e comandou o meio de campo.

No próximo sábado, às 19h30m (de Brasília), no Engenhão, o Vasco faz o clássico com o Flamengo. No domingo, às 17h, no Independência, o Coxa encara o Cruzeiro na penúltima rodada da competição.

Lincoln faz golaço. Romário responde de cabeça

A partida começou em um ritmo lento, mas com o Coritiba no comando das ações. Se o Vasco teve que apostar em seus jovens, a arma do Coxa ser o experiente Lincoln. Logo aos nove minutos, após uma cobrança de escanteio, o camisa 10 dominou a bola no alto e, sem deixar ela cair, mandou uma bomba que foi parar dentro do gol de Fernando Prass. Um golaço que deixou a equipe alviverde em vantagem na primeira finalização da partida.
Até equilibrar as ações, o Vasco correu o risco de levar mais um gol, mas Renato Silva impediu que o chute de Rafinha entrasse no gol após já ter passado por Prass. A equipe cruz-maltina, em um descuido da defesa do Coxa, empatou o jogo aos 22 minutos. Wendel cruzou na medida para Romário, que, entre dois zagueiros, cabeceou com estilo para a rede de Vanderlei. O atacante, de 20 e nome de craque, se emocionou com o primeiro gol logo em sua primeira partida como titular.
Com mais posse de bola, o Coxa voltou a rondar a área vascaína. Antes do fim do primeiro tempo, que teve 37 passes errados no total, Deivid teve uma boa chance de recolocar os paranaenses à frente novamente, mas sua cabeçada foi sem direção.
Nilton vira para o Vasco


A segunda etapa começou cheia de emoções, e o protagonista foi Lincoln, novamente. O meia teve duas ótimas chances, mas não conseguiu fazer o gol. Na primeira delas, deu um chute de fora da área que passou rente ao travessão. Na segunda, recebeu ótimo passe e ficou de cara com o goleiro Fernando Prass, que saiu em seus pés e fez boa defesa.
A maior ameaça do Vasco ao gol do Coxa até então havia sido em uma falta cobrada por Fellipe Bastos que Vanderlei espalmou. Em uma bola parada, no entanto, a equipe cruz-maltina virou o placar. Aos 12 minutos, Bastos cobrou escanteio e Nilton desviou prensado com a marcação e conseguiu colocar a bola na rede alviverde: 2 a 1.
Não restava outra alternativa ao Coritiba a não ser atacar, tentar pressionar o Vasco. Nas vezes que o Coxa conseguiu armar boas tramas ofensivas, no entanto, Fernando Prass estava lá para salvar os cruz-maltinos. Na melhor das oportunidades, o arqueiro fez grande defesa após finalização de William dentro da área. Após a derrota, a sexta em casa neste Brasileiro, a torcida alviverde vaiou bastante o time.
Vitória cede empate ao Joinville no fim e fica a um ponto da volta à Série A
Rubro-Negro abre o placar no primeiro tempo, chega perto de confirmar o retorno à elite, mas vacila no fim e decide na última rodada, no Barradão
 
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
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A festa estava pronta, mas teve que ser cancelada. Por causa de um gol aos 43 minutos do segundo tempo, o Vitória cedeu ao Joinville o empate em 1 a 1, neste sábado, em Santa Catarina, pela 37ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e ficou a um ponto da volta à Primeira Divisão. Em quarto lugar com 70 pontos, precisa somar mais um na última rodada, contra o Ceará, sábado, às 16h20m (de Brasília), no Barradão, para garantir o retorno à elite sem depender de outros resultados. Como o Azulão, quinto colocado com 68 pontos, tem duas vitórias a menos (19 contra 21), só impede o acesso baiano se ganhar do Guarani, no Brinco de Ouro, e os rubro-negros saírem derrotados de campo.
Mas o empate eliminou o sonho do Vitória conquistar o título da Série B. Como o Goiás ficou no 1 a 1 com o São Caetano e chegou a 75 pontos, ficou inalcançável.
Em sexto lugar, mas sem qualquer chance de subir à Série A, o Joinville chegou a 60 pontos. No próximo sábado, ironicamente, pode ajudar o Criciúma a ser campeão, desde que vença o Goiás, no Serra Dourada, e o rival derrote o Avaí no clássico catarinense.
Tensão à flor da pele
Ameaçado de terminar a rodada fora do G-4, o Vitória começou a partida com os nervos à flor da pele. As atenções da equipe baiana se dividiam entre o duelo contra o Joinville e o confronto entre São Caetano e Goiás, jogo no qual o Rubro-Negro tinha interesse. Ansioso para tentar fazer logo a sua parte, o time treinado por Paulo César Gusmão errou quase tudo o que tentou nos minutos inicais, incluindo a saída de bola.
Lance do jogo entre joinville e Vitória (Foto: Leandro Ferreira / Futura Press)O Joinville atrapalhou os planos do Vitória na Série B (Foto: Leandro Ferreira / Futura Press)
Para deixar as coisas ainda mais tensas, Michel, um dos jogadores mais experientes do time treinado por Paulo César Gusmão, deixou o campo logo nos primeiros minutos. O volante reclamou de dores no joelho e acabou substituído por Rodrigo Mancha.
Sem se importar com o nervosismo da equipe baiana, o Joinville partiu para o ataque e por pouco não abriu o placar em alto estilo. Após um erro do lateral Gilson, Eduardo levou a bola até a linha de fundo e cruzou rasteiro na direção de Lima, que tocou de letra e assistiu à bola passar muito perto do gol defendido por Deola.
Ameaçador, o time de Santa Catarina recebeu uma ducha de água fria no meio do primeiro tempo. Principal atacante do time e ídolo da torcida do Joinville, Lima sentiu uma lesão e pediu para sair do jogo. Jean Carlos foi o escolhido pelo técnico Artur Neto para entrar na partida.
Aos 27 minutos, o lance que finalmente colocou os nervos do Vitória no lugar. William recebeu bom lançamento pela esquerda e bateu na saída do goleiro Ivan para abrir o placar na Arena Joinville. Na comemoração, o atacante simulou golpes de capoeira em homenagem a Alex Alves, ex-jogador revelado pelo clube baiano morto na última quarta-feira, vítima de complicações decorrentes de leucemia.
Se serviu para acalmar os ânimos do Vitória, o gol também provocou uma queda no ímpeto do Joinville. A equipe catarinense se abateu com a desvantagem no placar e passou a não chegar com tanto perigo à meta defendida por Deola. Um dos raros chutes em direção ao gol do time baiano parou nas mãos do goleiro rubro-negro. Glaydson, já no fim do primeiro tempo, chutou forte de fora da área, e Deola caiu no canto para fazer a defesa.
Tinha um Joinville no meio do caminho...
As duas equipes voltaram sem mudanças nas escalações para o segundo tempo, mas com uma grande diferença de mentalidade. Enquanto o Vitória tentava a todo custo segurar o resultado para garantir o acesso, o Joinville queria encerrar a rodada com um bom resultado diante de sua torcida. E foi na base do abafa que o time catarinense deixou o coração da equipe baiana batendo mais forte.
Aos 27 minutos, Ricardinho arriscou um belo chute de fora da área e acertou a trave de Deola. No lance seguinte, Jean Carlos aproveitou confusão na área do Vitória, chutou colocado e quase empatou a partida.
Em São Paulo, a confirmação de que Goiás e São Caetano empatavam criava o cenário perfeito para a festa do acesso do Vitória. Para melhorar tudo, o Azulão ainda perdeu um pênalti. Tudo contribuía para que o Rubro-Negro terminasse o sábado comemorando o retorno para a elite do futebol nacional. O time baiano não contava, no entanto, com o espírito de luta do Joinville. Já no fim do segundo tempo, Leandro Carvalho recebeu a bola dentro da área, virou sobre a marcação e bateu forte para empatar a partida.
Já nos acréscimos, Marcelo Nicácio ainda tentou ter um dia de herói. O atacante recebeu a bola dentro da área e bateu cruzado para boa defesa do goleiro Ivan. No fim do confronto, vários jogadores do Vitória caíram no gramado desolados. A definição sobre o acesso terminou adiada para a última rodada. Após um primeiro turno que beirou a perfeição, o Rubro-Negro agora periga terminar a temporada com um gostinho amargo na garganta. E tudo porque, neste sábado, havia um Joinville no meio do caminho.
 

Já no Canadá para o UFC 154, Spider posa ao lado de Rodrigo Damm

Lutador está na plateia para acompanhar o retorno de Georges St-Pierre

Por SporTV.com Montreal, Canadá
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Mesmo sem lutar, Anderson Silva é um dos lutadores mais esperados no UFC 154, neste sábado, em Montreal. O campeão dos pesos-médios vai acompanhar da plateia o duelo entre Georges St-Pierre, detentor do cinturão dos meio-médios, e o americano Carlos Condit, campeão interino.
Anderson Silva no Canadá  (Foto: Reprodução/Twitter)Anderson Silva no Canadá ao lado de Rogério Camões, Joinha e Damm (Foto: Reprodução/Twitter)
Sorridente, Anderson posou ao lado do preparador físico Rogério Camões, seu empresário Joinha e o peso-pena Rodrigo Damm, que está no card para enfrentar Antonio ''Pato'' Carvalho.
O presidente do UFC, Dana White, já declarou a intenção de armar uma superluta entre Anderson e GSP, caso o canadense vença Condit no evento desta noite.

Vettel leva sufoco de Hamilton no fim, mas é pole nos EUA. Alonso é só 8º

Com chances de título no domingo, alemão domina treino classificatório em Austin. Felipe Massa supera Alonso e parte em sexto. Bruno Senna é 11º

Por GLOBOESPORTE.COMTexas, Estados Unidos
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Se o treino classificatório para o GP dos EUA fosse um duelo de pistoleiros dos clássicos filmes texanos de faroeste, Fernando Alonso seria facilmente abatido por seu rival na briga pelo título, Sebastian Vettel. Melhor nos três treinos livres no Circuito das Américas, na cidade de Austin, no estado do Texas, o alemão da RBR confirmou o favoritismo e mostrou que é o piloto mais rápido do velho oeste. Montado em seu touro vermelho, conquistou sua sexta pole position em 2012, com o tempo de 1m35s657 e colocou a mão na taça. Isso porque o espanhol  da Ferrari parte sete posições atrás. Alonso não conseguiu, em nenhum momento da sessão, chegar perto de seu concorrente. Foi superado pelo companheiro de equipe Felipe Massa, que parte em sexto, e terminou apenas com o nono tempo. Entretanto, larga em oitavo ao herdar a posição de Romain Grosjean, punido com cinco posições no grid por trocar o câmbio da Lotus.
Mas apesar do domínio em todas as atividades do fim de semana, o ‘xerife’ Vettel - com seu‘capacete de caubói’ - quase viu seu território invadido por Lewis Hamilton. Como um forasteiro, o piloto da McLaren apareceu de repente, por pouco, não tirou a pole do alemão nos minutos finais do Q3. Hamilton anotou 1m35s766, ficando a apenas 0s109 de Vettel.
Ao contrário de um apático Alonso, Massa se mostrou inspirado neste sábado. Superou o parceiro de time nas três partes da atividade, terminou com o sétimo tempo e parte em sexto, por também herdar uma colocação de Grosjean. É a segunda vez no ano que o brasileiro começa na frente do espanhol. Bruno Senna chegou a brilhar ao ser o quinto mais rápido no Q1, mas acabou de fora da superpole e começa em 11º . Em seu penúltimo GP na carreira, o heptacampeão Michael Schumacher conseguiu um ótimo quinto lugar no grid.
Sebastian Vettel RBR gp dos EUA (Foto: Agência Getty Images)Vettel parecia rumar para uma pole tranquila, mas levou susto de Hamilton no fim (Foto: Getty Images)
O GP dos Estados Unidos será exibido neste domingo ao vivo pelo SporTV, às 17h (horário de Brasília), e na íntegra pela TV Globo, logo após o Fantástico.
Alonso treino F1 nos EUA Austin (Foto: Reuters)Alonso larga apenas em oitavo (Foto: Reuters)
Faltam duas etapas para o fim da temporada e Vettel pode ser tricampeão antecipadamente neste domingo, na corrida que marca seu 100º GP na Fórmula 1. Com 255 pontos, está dez à frente de Alonso. Se vencer a prova, conquistará o título caso o espanhol chegue no máximo em quinto. Se for o segundo, Alonso terá de ficar no máximo em nono. E se cruzar em terceiro, Vettel terá de torcer para o piloto da Ferrari ficar fora da zona de pontuação (11º ou pior). Caso nada se resolva nos EUA, a disputa ficará para o GP do Brasil, em Interlagos, às 14h do dia 25 de novembro. Acesse o Simulador da Fórmula 1 e faça suas previsões para as duas últimas corridas.
Header_Q1 (Foto: Infoesporte)
Logo no Q1, Vettel mostrou quem era o dono do pedaço. Fez 1m36s558, exato meio segundo melhor que o segundo mais veloz, Hamilton. Senna começou a atividade com o pé direito, sendo o quinto mais rápido, seguido pelo companheiro de Williams, Pastor Maldonado. Massa também superou o parceiro de equipe nesta parte do treino. Ficou em oitavo, três posições à frente de Alonso, o 11º. Nos minutos finais do Q1, Narain Karthikeyan rodou na curva 2 e precisou ter sua HRT retirada da pista. As bandeiras amarelas forçaram os pilotos a tirar o pé no trecho, atrapalhando Nico Rosberg, que ainda precisava de uma boa volta para se assegurar no Q2. Por pouco, o alemão da Mercedes conseguiu escapar da eliminação, deixando para trás Daniel Ricciardo (STR), juntamente com os seis pilotos das equipes menores, dessa vez com a Marussia à frente da Caterham. Na ordem: Timo Glock, Charles Pic, Vitaly Petrov, Heikki Kovalainen, Pedro de la Rosa e Karthikeyan.
Header_Q2 (Foto: Infoesporte)
Massa continuou sua boa exibição no treino ao fazer o terceiro melhor tempo no Q2 (1m36s549), seis décimos mais veloz que Alonso, que foi apenas o nono e quase ficou fora da superpole. Na frente do brasileiro, apenas a dupla da RBR. Webber fez o segundo tempo do Q2, 1m36s298, mas passou longe do praticamente imbatível Vettel, que baixou ainda mais seu tempo do Q1: 1m35s796. Bruno não teve o mesmo sucesso de Massa e acabou fora do Q3. Ele marcou 1m37s404 e ficou apenas dois décimos atrás de Kimi Raikkonen, que assegurou a última vaga para a superpole Com problemas no motor da McLaren, Jenson Button precisou recolher para os boxes e também foi eliminado. Quem também não avançou foi Paul di Resta (Force India), Jean-Eric Vergne (STR), Sergio Pérez e Kamui Kobayashi (Sauber), além de Rosberg (Mercedes).
Header_Q3 (Foto: Infoesporte)
Nas primeiras voltas do Q3, os pilotos apenas aproveitaram para aquecer. Fora da briga pela pole devido à perda de cinco posições no grid, Grosjean foi o primeiro a andar rápido com 1m37s227. Mas logo foi superado por Webber (1m36s845) e Hamilton (1m36s209). Logo depois, apareceu Vettel para marcar 1m35s877 e acabar com a brincadeira. Mas Hamilton tratou de mostrar que o domínio do alemão não era tão grande assim e passou raspando: 1m35s928. Após o susto, Vettel deu o troco: 1m35s657. O britânico da McLaren ainda melhorou seu tempo, 1m35s766, mas não conseguiu superar a marca do piloto da RBR, que ficou com a pole. Rival de Vettel na luta pelo título, Alonso fez apenas o nono tempo, mas larga em oitavo em razão da punição a Grosjean. Massa mais uma vez foi bem: fez o sétimo tempo e parte em sexto, logo atrás de Schumacher, um dos destaques da atividade.
lewis hamilton mclaren gp dos eua (Foto: Agência Getty Images)Hamilton foi o único que ameaçou a soberania de Vettel no treino (Foto: Getty Images)
Confira o grid de largada para o GP dos Estados Unidos, 19ª etapa da temporada:
1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m35s657
2 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m35s766
3 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m36s174
4 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - 1m36s708
5 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m36s794
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m36s937
7 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - 1m37s141
8 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m37s300
9 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - 1m36s587
10 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - 1m37s842
Eliminados no Q2:
11 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - 1m37s604
12 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m37s616
13 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m37s665
14 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - 1m37s879
15 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1m38s206
16 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m38s437
17 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m38s501

Eliminados no Q1:
18 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - 1m39s114
19 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - 1m40s056
20 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - 1m40s664
21 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - t 1m40s809
22 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - 1m41s166
23 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - 1m42s011
24 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - 1m42s740
CIRCUITO DO GP DOS EUA (Foto: arte esporte)(Foto: arte esporte)

Vettel mantém domínio no fim de semana e lidera terceiro treino livre

Pilotos aproveitam sessão para explorar o Circuito das Américas, no Texas, e voltam para a pista às 16h deste sábado para decidir o grid de largada

Por GLOBOESPORTE.COM Austin, EUA
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Se o terceiro treino livre dos GPs de Fórmula 1 geralmente serve apenas para tirar a ferrugem antes do classificatório, a história é diferente nos Estados Unidos. Com o Circuito das Américas novinho em folha, os pilotos e as equipes aproveitaram os 60 minutos da atividade deste sábado para explorar a pista e fazer o máximo possível de testes. Em uma sessão marcada mais pelo aquecimento e pelo tráfego do que pelo pé no acelerador, quem terminou no topo foi - para variar - Sebastian Vettel. Com chance de assegurar o título no domingo, o piloto da RBR passou despercebido até os três minutos finais, quando cravou 1m36s490 e manteve o domínio no fim de semana em Austin, no Texas.
vettel gp austin fórmula 1 (Foto: Reuters)Na hora da verdade, Vettel foi para a pista e ficou com o melhor tempo do terceiro treino (Foto: Reuters)
Lewis Hamilton, da McLaren, ficou com a segunda melhor marca do treino (1m37s492), seguido pela Williams de Pastor Maldonado (1m37s001). Fernando Alonso, que tenta evitar o título antecipado de Vettel, só partiu para as voltas rápidas nos dois últimos minutos e fez o quarto tempo, com 1m37s180. Companheiro do espanhol na Ferrari, o brasileiro Felipe Massa foi o sexto, com 1m37s262. Os dois contaram com a torcida de Rubens Barrichello, que visitou os boxes da equipe italiana ao lado do amigo Tony Kanaan. Bruno Senna ficou com o 11º tempo (1m37s569).
Os carros voltam à pista ainda neste sábado, às 16h (de Brasília), para o treino que define o grid de largada. A corrida será no domingo, às 17h, com transmissão ao vivo do SporTV e acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM.
Vettel pode ser tricampeão antecipadamente neste domingo, mas terá de subir ao pódio e secar Alonso. Se o alemão vencer a prova, conquistará o título caso o espanhol chegue no máximo em quinto. Se for o segundo, Alonso terá de ficar no máximo em nono. E se cruzar em terceiro, Vettel terá de torcer para o piloto da Ferrari ficar fora da zona de pontuação (11º ou pior). Caso nada se resolva nos EUA, a disputa ficará para o Brasil, no GP de Interlagos, às 14h do dia 25. Acesse o Simulador da Fórmula 1 e faça suas previsões para as duas últimas corridas.
Fernando Alonso treino livre GP dos EUA (Foto: AFP)Fernando Alonso tentará neste domingo evitar o título antecipado de Sebastian Vettel (Foto: AFP)
Emoção, só no fim
Com 17 minutos de treino, um leve susto. Michael Schumacher, rumo à aposentadoria, deu uma fechada em Massa para entrar nos boxes. A Mercedes e a Ferrari não chegaram a se chocar. Pouco depois, com 22 minutos decorridos, Sergio Pérez mergulhou para ultrapassar Charles Pic, que fechou a passagem. Os dois chocaram pneu com pneu, sem gravidade, e pouco depois voltaram aos boxes para as equipes checarem possíveis danos nos carros. Àquela altura, Nico Rosberg tinha o melhor tempo, com 1m38s221, mas Vettel e Alonso ainda não tinham feito suas tomadas.
Na metade do treino, Button fez o melhor tempo do fim de semana até então, com 1m37s659, mas logo foi superado pelo companheiro de McLaren - Hamilton fez 1m37s492.
Quem abandonou a atividade foi Jean-Eric Vergne, com um problema mecânico em sua STR. Deixou o carro estacionado na grama e pegou uma carona de moto para voltar aos boxes.
Na parte final do treino, com os pneus aquecidos, Vettel deu o pulo do gato. Com o capacete em homenagem ao Texas e até estrela de xerife no desenho, o alemão colocou ordem na casa. Cravou 1m36s490 e não foi mais superado por ninguém.
A Ferrari também só conseguiu fazer suas voltas rápidas nos cinco minutos finais do treino. Massa pulou para o terceiro melhor tempo com 1m37s969, e Alonso chegou a conseguir o segundo, com 1m37s180. Mas os dois foram superados por Hamilton e Maldonado, que aproveitaram bem os ajustes do carro e fizeram, respectivamente, 1m36s748 e 1m37s001. Entre o quarto Alonso e o quinto Massa ainda ficou Nico Rosberg, com 1m37s247. Todos, como de hábito, atrás do xerife alemão, que continua mostrando quem manda na Fórmula 1 atualmente.
Confira os melhores tempos do terceiro treino livre:
1. Sebastian Vettel (RBR-Renault) - 1m36s490 - 18 voltas
2. Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes) - 1m36s748, 20 voltas
3. Pastor Maldonado (Williams-Renault) - 1m37s001, 21 voltas
4. Fernando Alonso (Ferrari) - 1m37s180, 21 voltas
5. Nico Rosberg (Mercedes) - 1m37s247, 24 voltas
6. Felipe Massa (Ferrari) - 1m37s262, 27 voltas
7. Mark Webber (RBR-Renault) - 1m37s298, 18 voltas
8. Sergio Pérez (Sauber-Ferrari) - 1m37s415, 20 voltas
9. Nico Hulkenberg (Force India-Mercedes) - 1m37s495, 20 voltas
10. Jenson Button (McLaren-Mercedes) - 1m37s538, 20 voltas
11. Bruno Senna (Williams-Renault) - 1m37s569, 21 voltas12. Michael Schumacher (Mercedes) - 1m37s760, 21 voltas
13. Kimi Raikkonen (Lotus-Renault) - 1m37s765, 26 voltas
14. Kamui Kobayashi (Sauber-Ferrari) - 1m37s953, 23 voltas
15. Daniel Ricciardo (STR-Ferrari) - 1m38s547, 23 voltas
16. Paul di Resta (Force India-Mercedes) - 1m38s653, 22 voltas
17. Romain Grosjean (Lotus-Renault) - 1m38s753, 11 voltas
18. Jean-Eric Vergne (STR-Ferrari) - 1m39s689, 12 voltas
19. Timo Glock (Marussia-Cosworth) - 1m40s407, 23 voltas
20. Vitaly Petrov (Caterham-Renault) - 1m40s753, 19 voltas
21. Heikki Kovalainen (Caterham-Renault) - 1m41s011, 19 voltas
22. Charles Pic (Marussia-Cosworth) - 1m41s466, 19 voltas
23. Pedro de la Rosa (HRT-Cosworth) - 1m43s563, 21 voltas
24. Narain Karthikeyan (HRT-Cosworth) - 1m44s043, 23 voltas