sábado, 27 de julho de 2013

Antes de pegar Barça, Santos perde 'invencibilidade' para a Ponte Preta

Mesmo com retorno de cinco titulares, time do técnico Claudinei Oliveira não faz boa partida em Campinas e perde para Macaca, que deixa o Z-4

Por GLOBOESPORTE.COM Campinas (SP)
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  • Inacreditável
    William

    O atacante William teve uma ótima oportunidade para abrir o placar para a Ponte no primeiro tempo, mas sozinho e sem goleiro mandou a bola para fora.
  • Incisivo
    Rildo

    Outro homem de frente da Macaca, Rildo deu trabalho para a zaga do Santos e abriu o placar no começo no segundo tempo, após belo drible em Edu Dracena.
  • Não resolveram
    Alterações

    Diferente das outras partidas, as modificações promovidas por Claudinei Oliveira não surtiram o efeito esperado, e o Santos fez uma partida baixo da média.
Antes de enfrentar o Barcelona em amistoso na próxima sexta-feira, na Espanha, o Santos do técnico Claudinei Oliveira viu acabar sua invencibilidade de seis jogos ao perder por 1 a 0 para a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas, na noite deste sábado, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Rildo marcou o gol da Macaca, que venceu a primeira em casa na competição e, de quebra, deixa a zona do rebaixamento: vai dormir na 12ª posição, com dez pontos.

Enquanto isso, os santistas, que tentavam entrar no G-4, seguem com 12 pontos, em oitavo lugar. O Alvinegro do litoral vinha de seis jogos sem perder, com quatro vitórias e dois empates, entre partidas pelo Brasileirão e pela Copa do Brasil. Agora, o Santos deixa de lado as competições oficiais para viajar para a Europa, na segunda-feira. O próximo compromisso pelo Brasileirão é apenas no dia 7 de agosto, contra o Corinthians, na Vila Belmiro.
Poucas emoções
Enquanto muitas pessoas se preparavam para o agito de sábado à noite, Ponte Preta e Santos fizeram um primeiro tempo sonolento e sem muitas emoções. O Peixe contava com o retorno de cinco titulares – Edu Dracena, Léo, Arouca, Cícero e Montillo -, que haviam sido poupados na vitória por 2 a 0 sobre o Crac, no meio da semana, em Catalão, pela Copa do Brasil, mas mesmo assim não conseguia impor seu ritmo de jogo.
Léo Santos x Ponte Preta (Foto: Rodrigo Villalba)Everton Santos tenta dominar a bola e é observado por Léo durante Ponte e Santos (Foto: Rodrigo Villalba)
O camisa 10 Montillo bem que se movimentou, buscou jogadas, procurou Neilton, aberto na esquerda e um dos mais acesos do Santos, mas não conseguiu criar grandes oportunidades. Sem sucesso em servir os companheiros, que estavam apagados, Montillo tentou resolver sozinho, e soltou uma bomba, aos 37 minutos, que Roberto espalmou com firmeza, utilizando apenas a mão direita. Foi o melhor momento dos santistas.

Do outro lado, a Macaca também jogava sem empolgar. Mesmo assim, criou a melhor chance do primeiro tempo, com um cruzamento da esquerda, que passou por Aranha. Conhecido dos santistas, por ter atuado no time de Diego e Robinho, o atacante William desperdiçou, ao tentar de carrinho, pegar mal na bola e mandar para fora. O mesmo atacante já havia obrigado o ex-ponte-pretano Aranha a fazer boa defesa em cabeçada.
Ponte marca, e Peixe não consegue reagir
No intervalo, o discurso dos santistas era de que o time iria buscar a vitória, mesmo jogando no território do rival. O time da Baixada Santista vinha de empate em casa, contra o Coritiba, por 2 a 2, e queria se recuperar. Mas quando a bola voltou a rolar quem balançou as redes foi o time do técnico Paulo César Carpegiani. Diego Sacoman ganhou dividida com Giva e lançou Rildo, que deu linda finta em Edu Dracena e bateu rasteiro, no canto esquerdo de Aranha, aos quatro minutos.
William marcou de novo para a Ponte, mas a arbitragem apontou um impedimento duvidoso e anulou o lance. Claudinei fez mudanças e sacou os apagados Leandrinho e Giva e promoveu as entradas de Cicinho e Willian José. O Peixe melhorou um pouco, adiantou a marcação e buscava espaço para tentar evitar o fim da invencibilidade. O atacante Gabriel ainda entrou no lugar do lateral Galhardo, mas apesar de se lançar ao ataque, o time de Claudinei pouco assustou o goleiro Roberto e não evitou a derrota.

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